LUIS FILIPE BORGES

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Fizemos isto em plena pandemia, fruto duma pequena equipa de açorianos e continentais, e decidimos partilhar agora.
É uma ideia do meu brother António Raminhos, escrita por ambos, realizada pelo magnífico Diogo Rola, com uma equipa técnica onde pontificaram os companheiros Eddie Oleque Fernandez e Goncalo Lamas Brou, e banda sonora do sublime NBC.
O que vocês aqui têm, disponível no YouTube, é um piloto feito por menos de 5000 euros (pagámos a toda a gente, excepto a nós próprios), com várias participações especiais, que correu canais avulsos onde ouviu sempre o mesmíssimo feedback: “Ahh muito bom mas não é para nós”.
Talvez porque é uma mistura de ficção com realidade, talvez porque envolve imensos co-protagonistas com handicaps (e que ainda por cima usam humor negro sobre a sua própria condição), talvez porque é original – e não vem testado e pasteurizado da mesma fórmula já batida em 70 países ou coisa que o valha. Ou talvez seja uma merda. Tudo é possível.
De qualquer modo resolvemos arriscar e pôr à vossa consideração o episódio 1. Quase 60 mil já viram, gerando mais de 4000 gostos e cerca de 500 comentários, na sua esmagadora maioria muito positivos, comoventes até. Estamos a pensar se avançamos para um crowdfunding para tentar concretizar esta série, à revelia dos grandes canais 🙂
A premissa: Raminhos, as himself, é expulso de casa. Após várias tentativas goradas junto dos amigos, vê-se obrigado a pedir ao pai autorização para ir para a velha casa de família onde cresceu.
O problema? Está lá a viver momentaneamente o seu primo …que também foi o maior pesadelo da adolescência. O bully do nosso anti-herói. Só que este é hoje um homem (literalmente) novo – muito diferente do que era nesse tempo, fruto de uma tragédia por explicar. Raminhos vinga-se ou ajuda-o?
Parte de Mim - Episódio Piloto
YOUTUBE.COM
Parte de Mim – Episódio Piloto
#funny #youtubeshorts #new #raminhos #partedemim — » CAPÍTULOS «— 00:00 EXPLICAÇÃO E O QUE PRECISO DE VOCÊS04:57 INÍCIO DO EPISÓDIO———————-…
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Chrys Chrystello

viale moutinho premiado

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José Viale Moutinho recebe Prémio
de Consagração de Carreira Inês de Castro
O poeta e escritor José Vile Moutinho recebe domingo, dia 26, o Prémio Literário Fundação Inês de Castro. A sessão decorre na Sala Aqua do Hotel Quinta das Lágrimas, às 17h00, na cidade de Coimbra. Trata-se de um galardão de consagração de carreira por decisão unânime de um júri presidido pelo ensaísta José Carlos Seabra Pereira e composto por Isabel Pires de Lima, Isabel Lucas, António Carlos Cortez e Mário Cláudio. Anteriormente, este prémio foi atribuído a, entre outros, Manuel Alegre, Urbano Tavares Rodrigues, Vasco Graça Moura, Almeida Faria, Nuno Júdice, Maria Velho da Costa, Lídia Jorge e Gastão Cruz.

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profes pagam para trabalhar

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  • Augusto Almeida

    Ensino sem qualidade e sem motivação…
    Temos cada vez mais casas de arrumos temporários para as crianças, adolescentes, maiores, .. os pais não têm tempo para os educar, também porque não sabem, porque também não foram educados em família, … e são os professores quem têm de exercer as duas funções, forçadamente, claro.
    Temos é que ser gente, pá!
  • Aura Carvalho

    Somos índios
    Que acordaram tarde
    A fazer a dança da chuva
    Em tempo de tempestade
    Que não conseguiram ler
    Todos os sinais de fumo
    Nem como a terra se move
    Que o mundo mudou o rumo
    Que com o seu saber
    Também não conseguiram ver
    Que já chove…e como chove…
    Nós somos um todo
    E todos somos necessários
    E todos temos direito a respeito
    E a mais justos salários
    Porque é de todas as profissões
    Que se geram embriões
    Que irão crescer para aprender
    Se não houver natalidade
    Por não haver salários em condições
    Em todas as outras profissões
    E porque o mundo está a mudar
    E não para uma melhor progressão
    Também cada vez menos haverão
    Para aprender… a quem ensinar.
    Na minha opinião, e penso que na verdade
    O que está em causa é muito mais…. é o neoliberalismo que destrói a humanidade.
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  • Nuno Marques

    E quem faz o mesmo ou pior sem ser professor, o Estado tem de fazer o quê?
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  • José Curado Gaspar Matias

    Os governos de turno PS/ PSD CDS-PP fazem tudo que podem para que os jovens emigrem.
    Correm com eles.
    Para trabalhar no batiment e para ser femme d’ ouvrage em Champigny, para quê uma escola pública.!????
    Porque a escola levaria os milhões dos boys necessários aos bônus da tap, e demais empresas publicas e municipais.!???? 😂😂🤡🤡🤣🤣
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    • 18 h
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  • Júlio César C. Ferreira

    É um argumento falacioso.
    Isso acontece com milhares de trabalhadores
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  • Fernando Soares

    Eu, diariamente, andava o dobro… e nunca vi um centavo que ajudasse a pagar os passes. E havia malta que fazia bem mais. Portanto…
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  • Andreia Duarte

    Independentemente da informação no cartaz: uma grande fatia dos professores é condicionado frequentemente a mudar de escola/ localidade anualmente. Porque é assim que funciona o sistema. E a mudança não se limita a mudar dentro do distrito, mas sim do país. Acham que é viável mudar a família de sítio todos os anos com todas as dificuldades que isso acarreta? Por isso, não é bem como as outras profissões, como dizem alguns, nem é uma questão de opção porque não quis mudar de casa, como dizem outros
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    • Andreia Duarte

      Vou acrescentar: é viável pagar 2 casas? Ou ser “sem abrigo” de vez em quando para só pagar 1 e poder mudar todos os anos? É viável andar com os filhos às costas ao sabor do vento do sistema que o governo decide? Quem é que constitui família assim? Os professores “que ganham muito” ou estão reformados ou em vias. Mas não se preocupem que uma grande fatia dos professores com 45 anos de idade e menos nunca vai chegar ao tal escalão que “ganha mais que os professores de Espanha e ainda se queixa”. Podia continuar e há muito para se criticar por todos os lados em relação à educação, mas dados os comentários aqui em baixo vê-se a importância de ter acesso à educação, ter professores que façam (bem) o seu trabalho e que sejam tratados como pessoas… 🙄
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  • Maria Clara Assunção

    Isto é a gozar, não é? Quantas pessoas trabalham a 70 e mais km de casa? São só os professores?
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    • Ramiro Vitorino Marques

      Maria Clara Assunção , peço desculpa meter a colher,a senhora tem trabalho a distância acessível, não é? O problema é como na tropa de antigamente,os do norte vinham para o sul e vice-versa. Há tanta coisa que poderia ser melhorada a contento de todos.mas aqueles que são o poder, já nem se lembram onde estudaram ou compraram os canudos, saudações e tudo de bom..
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  • Maria Augusta Rocha

    É o que acontece a todos oa trabalhadores do privado que vão por exemplo todos os dias Braga/Porto ou Braga onde é preciso. Ou não é a mesma coisa? Não é por aí…ou é?
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  • Teresa Afonso

    Força Professores. Têm muita razão. Toda
    a sociedade devia estar com os professores. Os deputados os governantes os Juízes toda essa classe tem ajudas de custo para tudo. Não há p os professores!
    Mas há para a TAP, para o BPN, para o BES, Para p BANIF p a CGD. a EDP ainda não pagou os milhões do Imp. Selo da venda das barragens? É uma vergonha e um roubo a forma como os nossos impostos são distribuidos….😔
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  • Adelaide Fumega

    Não deixa de ter piada! A maioria das pessoas não têm ajudas de custo nem para gasolina e manutenção de carro, nem no estacionamento, nem na moradia, tem é que organizar se com o salário que ganha.
    E se ele faz contas aos almoços e lanches? É que só fez contas à alimentação do carro.😉
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  • Patrícia Sá

    Portugal é, de facto, um país especial… luta-se pouco e critica-se muito quem o faz!
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    • Shemu’el Peralta

      Patrícia Sá quando falta aquele transporte que as pessoas usam para se deslocarem de e para o trabalho, o combustível nos postos de abastecimento, os alimentos nas prateleiras dos supermercados a Patrícia aplaude e incentiva
  • José Carlos Almada

    E assim se ridiculariza uma luta justa noutros pontos!
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  • Mario Barbosa

    Maria Filomena Santos, inteligente e honesta não parecem ser adjectivos que a caracterizam, porque o facto de possuir uma parede forrada de certificados e diplomas de formação ou de graduação, não faz de si mais importante que os demais. Aparentemente a vaidade e o orgulho de ser doutorada é tanto que se sobrepõe a uma sociedade mais justa e com valores humanos mais vincados, saiba que a divisão por classes nunca foi a solução.
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  • Maria Helena Perestrelo

    Há quem viva nas Caldas da Raínha por opção e trabalhe em Lisboa.
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  • ISa M Santos

    Conheço muitos trabalhadores que vivem até mais longe do emprego, alguns por conveniência outros por obrigação e ganham muito menos que o dito professor mas vivem longe e não pagam rendas de casa, portanto se acha que faz muitos km faça como os outros, compre uma casa mais perto emprego ,, deixem – se de palhaçadas oportunistas, já ganham mais que os professores espanhóis e querem mais? Quem vos paga? São poucos os que no 10 escalão ganham 3500€ e todos querem lá chegar sem avaliação isto tem um nome, nunca saíram da escola.. sabem lá o que é trabalhar estes gananciosos
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    • Aura Carvalho

      Na sua lógica os professores por vezes todos os anos são deslocados.
      Vendiam e compravam casa todos anos?
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  • Jorge Castanheira

    Coitadinhos, reforma (aposentação) nos 4.000€, subsistema de Saúde, para não se misturarem com a plebe, maiores absentistas e com maior número de baixas no país. Ainda gostava de saber quem lhes paga as greves e os transportes.
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  • Odete Silva

    Há por aqui votantes do Chega intrometidos a fazerem comentários contra os Professores, não é de estranhar.
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    • 23 h
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    • Alfredo Marques

      Odete Silva mas penso que há mais cheganos a manobrar os professores do que comentários dos cheganos contra eles.
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  • Mario Barbosa

    O tipo fez a conta bem feita, parece que também contabilizou os dias de férias, feriados e os das greves. AH,AH,AH,AH,AH!
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    • Paula Martins

      Mario Barbosa um mês, a viver longe, pagar quarto, ama para um bebê de 1 ano que chorava todas as noites pelo pai, carro emprestado, sem dinheiro para as fraldas do filho… Era a vida faustosa de professora que eu tive e que lhe desejava a si.um mês, porque eu foi 2,5 anos
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  • Joaquim Cunha

    Uiii, não sou professor e também já gastei isso ou mais para ir trabalhar…. Há muita gente assim.
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  • Tomas Silva

    Enquanto isso, um deputado recebe ajudas de custo diárias, subsídio de alojamento, come no restaurante da a.r pelo preço de uma diária, no “farta brutos” aqui do bairro, e ainda pede a um colega para, na sexta picar o ponto por ele e na quinta põe-se a milhas ! E para produzir o quê, a não ser ganhar vícios !? Está tudo ao contrário.
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  • Tunes Jose

    Nenhum professor fica 30 anos a essa distância de casa a não ser por interesse próprio Vão enganar o ceguinho
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  • Filomena Lemos Veloso

    Não sei se ria se chore …. Se calhar falta um zero nos quilómetros …
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  • Maria Filomena Santos

    Caros colegas professores e todos aqueles que compreendem a nossa luta, louvo a vossa paciência para argumentarem com os restantes e tentarem explicar que só se podem comparar profissões equivalentes em termos de habilitações e formação e quando a opção de trabalhar aqui ou acolá é do próprio trabalhador e não do empregador. Colegas como eu, com uma licenciatura, duas pós – graduações e um sem número de formações ao longo de mais de 30 anos de serviço, outros com mestrado e doutoramento, devemos talvez compararmo-nos com um funcionário da recolha de lixo, caixa de supermercado, varredor de rua, empregado de limpeza, etc, etc. Tudo sem desprimor para estas profissões também essenciais na sociedade, pois sempre que há greve no setor da recolha de lixo (e que eu apoio) é o caos nas nossas cidades. Enfim, é tudo uma questão de raciocinar com inteligência e honestidade.
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    • Adelaide Fumega

      Maria Filomena Santos um professor tão bom, que nem fez contas do custo dos almoços e lanches, só fez a conta da alimentação do carro! Deixa muito a desejar esta inteligência!😅
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  • José Carlos

    Pelos comentários negativos aqui postados, em relação à luta dos professores, só posso tirar a conclusão que o povinho da má língua invejosa, merece tudo o que lhe fazem estes desgovernantes.
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  • Luis Madureira

    Até parece que não há outros profissionais nestas condições…
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  • Ricardo Ramos

    Tem graça que eu também não tenho ajudas de transporte para ir trabalhar?! E não tenho transporte públicos compatíveis, tenho que usar o meu carro.
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  • Maria Da Luz Capacho

    E não mudou de vida ?
    Coitados dos alunos …
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  • MLurdes Maga

    Eu fiz 100kms/dia durante 28 anos e sem ajudas. Portagens e manutenção sem ajudas.
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  • Cristina Ramalho

    Já não há paciência. O Marcelo avisou…
  • Júlio César C. Ferreira

    Muito mais que isso e em muito menos tempo, já fez o Mário Nogueira e nunca deu aulas
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  • Rui Gaspar

    Tem que mudar de emprego ou de localidade.
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  • Tunes Jose

    Há quem concorra para os Açores devido ater saído com uma nota próxima do 10 e é uma forma de arrranjar colocação
  • Odete Silva

    Sem Professores não há ensino. Sem ensino não há aprendizagem para outras profissões, nem comentários como os que andam por aqui. Não sou Professora mas, estou com os Professores.
  • João Manuel Oliveira

    Eu não sabia que só os professores se tem que deslocar para trabalhar.
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  • Mugsy Cartoon of Mugsy - a French bull dog - looking annoyed. His palm is resting on his forehead.  sticker
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  • Victor Sousa

    Também eu
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    • 3 h
  • Paulo Antunes

    Um escola ao lado de cada casa de professor. Já!
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  • Ana Maria Santos

    Se eu fosse professor comprava uma auto caravana e instalava ao pé da escola ou então mandava tudo à fava porque os alunos já mandam mais que os professores.
    Por isso é que o costa andava tão contente com a web Summit, vai requisitar Sofias robôs para darem aulas.
  • Manuel Azevedo

    Mude-se a Escola para a rua do professor! 😉
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  • João Rente

    É verdade, nos professores e noutras profissões.
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  • Shemu’el Peralta

    Trinta anos? Previsões a trinta anos?
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    • 21 h
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  • Teresa Frotta

    Interessante só agora ter apresentado contas…
  • Mj Pinheiro de Almeida

    Pois é, mas os professores existem para serem os missionários do sistema. Vai fazer-se o quê?
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  • Nuno Azevedo E Silva

    Tb eu e não sou professor
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  • José Manuel Jesus Correia

    Este quer uma escola à porta de casa, isso existe em todas as profissões.
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  • José Curado Gaspar Matias

    Consideração de um professor no Japão e em Portugal; 🇯🇵🇯🇵🇯🇵 🇵🇹🇵🇹🇵🇹
    JAPÃO; Exportações: Os melhores produtos do mundo: automóveis, máquinas fotográficas, relógios, instrumentos musicais, etc 🇯🇵🇯🇵🇯🇵
    PORTUGAL: Exportações: Rolhas de cortiça, sardinhas em lata, favas secas. palitos de covões, etc 🇵🇹🇵🇹🇵🇹
    May be an image of 5 people and text that says "No Japão, 0 único profissional que não precisa se curvar diante do imperador e o PROFESSOR pois segundo OS japoneses, numa terra que não há professores não podem haver imperadores."
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  • TAP vai pagar seis mil euros por ano por cada BMW entregue às chefias
    CNNPORTUGAL.IOL.PT
    TAP vai pagar seis mil euros por ano por cada BMW entregue às chefias

    TAP vai pagar seis mil euros por ano por cada BMW entregue às chefias

  • Juízes conselheiros vão ter aumentos de 700 euros. Diploma é um dos 25 que Marcelo aprovou
    OBSERVADOR.PT
    Juízes conselheiros vão ter aumentos de 700 euros. Diploma é um dos 25 que Marcelo aprovou

    Juízes conselheiros vão ter aumentos de 700 euros. Diploma é um dos 25 que Marcelo aprovou

  • João Coelho

    Esse gasta muito…Já devias ter mudado de carro ou de casa….
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  • Afonso de Morais

    Pois é…, nunca fiz essas contas. De uma coisa tenho a certeza, fiz muito mais que isso, gastei muito mais que isso e queixei-me muito menos. Aqui está uma boa razão para o regime de colocações ser alterado. Este poste só vem dar razão ao Ministério e ao Governo no que a isso diz respeito. Este poste, como outras tantas manifestações dos professores, de tão espetacular que quer ser, vira-se claramente contra os mesmos.
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  • José Ferreira

    Atenção eu estou de acordo com a luta dos professores. Tanto nos escalões como na sua luta contra a burocracia estupida e inutil a que são obrigados .
    Mas há tipos como este senhor que parecem estar a desejar que o pagode se encha de razões para vos mandar aquela parte.
    1 ninguém o obrigou a ir para professor.
    2 parece q6e deseja uma escola ao lado da sua casa .
    3 ter a sempre oportunidade para usar outro meio de transporte ou morar de residência se for o caso .
    4 há milhares de portugueses que fazem esses percursos durante a sua vida activa todos os dias .
    Deite o cartaz fora e ganhe juízo.
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ctt escandaloso roubo nos livros oferecidos

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A ‘caça’ aos livros: CTT e AT mancomunados em exigências espúrias
Um qualquer cidadão recebe de um país estranho ao Espaço Económico Europeu, a título de oferta, um livro. E está sujeito a que os CTT, por si e como intermediários da AT – Autoridade Tributária e Aduaneira, lhe exijam arbitrariamente:
. nota de encomenda (!),
. factura emanada do expedidor (!!)
. documento de quitação (!!!),
para além de outras solicitações outras, inconcebíveis, em vista do respectivo desalfandegamento.
E cobram, para além de dados montantes para que os livros sejam libertados, o IVA, ainda que dele isentos, como o revelou, recriminando-os a preceito a Provedora de Justiça.
E nós temos em nosso poder documentos comprovativos de tais cobranças ilícitas, de livros de oferta, procedentes de um autor brasileiro que obsequiou cinco professores portugueses com a última edição da sua obra (“Teoria Ampliada do Desvio Produtivo”) e que se viu, em relação a quatro deles, em palpos de aranha para que os livros lhes chegassem às mãos… quatro meses depois, tendo “tempestivamente” satisfeito, ele, autor, encargos pecuniários indevidos aos Correios e à Autoridade Aduaneira, neste que é um “fartar, vilanagem!” a que as fileiras públicas nos vêm estranhamente habituando, esportulando todos e cada um, a seu bel talante!
De novo acontecem as coisas com um docente universitário de Aveiro que viu os anais de um Congresso promovido em Taiwan devolvidos, após um braço de ferro inacreditável que nem sequer o Regulador, a que recorreu, conseguiu dirimir.
Mas há notícia de desvarios análogos que vêm acontecendo, um pouco por toda a parte, a muita gente.
Houve (e há, decerto) dissertações de pós-doutoramento (!!!) dirigidas sobretudo, que tenhamos conhecimento, à Universidade de Lisboa (Faculdade de Direito) devolvidas à procedência porque as exigências de desalfandegamento são análogas (com documentação inadmissível exigida para o desembaraço aduaneiro…).
Como ‘anedota’ para “brazuca” se divertir da suma inteligência lusa, não haverá decerto melhor!
Reclama-se e não há sequer qualquer repercussão no seio das entidades visadas, do Ministério das Finanças ao das Infra-estruturas, do da Economia e do Mar [Consumidores (?)] ao da Cultura, passando pelo Parlamento e pelas Comissões Parlamentares a tal adstritas.
A burocracia, hoje tratada por “máquinas” não tão “inteligentes” como se pretende, projecta-se nos homens e mulheres aos serviço de tais departamentos e os cidadãos “esbarram” num muro de incompreensões e silêncios…
Um desvario total!
Um desnorte!
Uma vergonha!
Estamos, no que se prende com os livros, perante autênticos crimes de lesa-cultura e uma rasoira que tende a cortar cerce os laços de intercâmbio cultural, mormente com os países de língua portuguesa, com especial destaque para o Brasil, sem que os empedernidos burocratas que nos couberam em sorte e quem lhes apara o jogo, pelo silêncio, a nível político, se movam ou sequer se preocupem porque tudo é feito mecanicamente e de forma menos inteligente perante os termos de uma directiva europeia que nem sequer é convenientemente interpretada, já que transposta para o ordenamento pátrio.
Parece que os Correios de Portugal, pelos seus homens de mão no departamento visado, não sabem o que são obras de oferta, livros com que os autores brindam colegas, amigos, pessoas com afinidades culturais ou de outra ordem. Como se os destinatários das obras emitissem uma nota de encomenda e pagassem pelas obras ofertadas…
Mas quem é que, na esfera do Estado, se permite instruir estes indivíduos (ou afeiçoar os suportes lógicas das máquinas…) para se cessem estes atentados à inteligência dos cidadãos e às normas de conduta a que os departamentos oficiais se devem afeiçoar?
Já só falta reclamar perante o Chefe do Estado, tal como as coisas se apresentam ou rogar então a jornalista amigo que lhe suscite a questão um dia destes, à saída de uma qualquer cerimónia…
O poder caiu na rua?
Quem nos acode, quem?
À consideração já nem se sabe de quem!
Valha-nos Santa Engrácia!
Mário Frota (*) Presidente emérito da apDC – Direito do Consumo – Portugal
A ‘caça’ aos livros: CTT e AT mancomunados em exigências espúrias
CAMPEAOPROVINCIAS.PT
A ‘caça’ aos livros: CTT e AT mancomunados em exigências espúrias
Um qualquer cidadão recebe de um país estranho ao Espaço Económico Europeu, a título de oferta, um livro.
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prédios devolutos do estado 21

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MAIS EDIFÍCIOS
DO ESTADO DEVOLUTOS…..
E como este, haverá centenas de edifícios espalhados pelo país. Mas, para os geringonços é mais fácil esbulhar e usurpar as casas particulares devidamente recuperadas e prontas a habitar!
Ele avisou: – “HABITUEM-SE…”
.
May be an image of tree and road
Ex edifício da PJ em Lisboa, cruzamento da Rua Alexandre Herculano com a Rua Castilho.

Medvedev ameaça com invasão total da Ucrânia e da Polónia – ZAP Notícias

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“É muito importante (…) empurrar as fronteiras das ameaças ao nosso país o mais longe possível, mesmo que sejam as fronteiras da Polónia”, disse Medvedev.

Source: Medvedev ameaça com invasão total da Ucrânia e da Polónia – ZAP Notícias

Rússia envia polícia de choque para Mariupol para impedir novos protestos – ZAP Notícias

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As autoridades russas enviaram um grupo de polícia de choque para Mariupol, visando bloquear os protestos contra o governo pró-Rússia.

Source: Rússia envia polícia de choque para Mariupol para impedir novos protestos – ZAP Notícias

Expetativa média de vida de um soldado na linha da frente na Ucrânia é de 4 horas

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A expetativa média de vida de um soldado na linha da frente no leste da Ucrânia é de apenas quatro horas, disse um fuzileiro naval reformado.

Source: Expetativa média de vida de um soldado na linha da frente na Ucrânia é de 4 horas

Rússia envia nave espacial Soyuz substituta para resgatar tripulação da ISS    – Ciência – SAPO Tek

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CRISE EM TIMOR?

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PR timorense apela ao PM para travar “instrumentalização política” nas forças de segurança
Díli, 24 fev 2023 (Lusa) – O Presidente da República timorense apelou ao primeiro-ministro para tomar medidas para travar o “clima de instrumentalização política e impunidade” das instituições de segurança, segundo uma carta a que a Lusa teve acesso.
“Temo que ao se prolongar este clima de instrumentalização política e impunidade de instituições-chave para a nossa segurança interna como o SNI ou mesmo a PCIC, PNTL e F-FDTL, onde parecem muitas vezes atuar como estando acima das leis deste país, nos leve a situações de grande instabilidade social”, escreve José Ramos-Horta na carta.
O chefe de Estado refere-se ao Serviço Nacional de Inteligência (SNI) – sob tutela direta do primeiro-ministro, que é também ministro do Interior – à Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC), à Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e às Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL).
Questionado hoje pela Lusa sobre a polémica, Ramos-Horta disse que vai falar com Taur Matan Ruak.
“O primeiro-ministro é um irmão meu, um herói nacional que respeito. Continuo a nutrir muito respeito por ele e por isso não vou responder. Havemos de conversar”, disse.
“A minha preocupação, como a dele, é que as instituições do Estado, de defesa e segurança, cada uma está debaixo de um determinado conjunto de leis e regras, de operacionalidade e funcionamento, que têm que seguir, aí é que se cria harmonia nessas instituições”, afirmou.
Na carta, o chefe de Estado manifesta-se preocupado com este tipo de atuações, que considera serem de “total ilegalidade e desrespeito pelas autoridades judiciais” e que parecem mostrar que o país “não quer aprender com a história recente”.
“Continuamos a cometer o mesmo tipo de erros que levaram aos acontecimentos de 2006. Este cenário tem de ser evitado a todo o custo”, escreve, referindo-se ao conflito interno sério no país que obrigou a uma intervenção de forças de segurança internacionais.
“Uma nova crise colocaria em causa a nossa entrada na ASEAN e possivelmente o futuro da nação. Todo o esforço desenvolvido durante anos para que o nosso país se estabeleça como uma democracia sólida e vibrante, seria deitado por terra”, continua.
Nesse sentido, e para “evitar que isso aconteça”, José Ramos-Horta reforça o seu pedido a Taur Matan Ruak para que “tome as medidas necessárias e definitivas para solucionar esta questão, e que ponham termo a este tipo de práticas”.
A carta, datada de 13 de fevereiro, surge no contexto de várias rusgas efetuadas desde janeiro a casas de um assessor de José Ramos-Horta, o ex-procurador-geral e ex-ministro do Interior Longuinhos Monteiro.
A polémica em torno a esse caso começou em janeiro depois de uma rusga, sem mandado judicial, à casa de Monteiro em Loes, liderada por elementos do SNI.
A rusga – durante a qual foram encontradas algumas armas – foi declarada ilegal pelo Tribunal Distrital de Díli, que depois emitiu mandados para buscas adicionais, em Díli e Loes.
Na busca mais recente, já este mês, o chefe de Estado decidiu enviar o seu chefe da Casa Militar como “observador” e “testemunha” da operação, algo que já suscitou críticas da parte das bancadas do Governo no parlamento.
Ramos-Horta explica na carta que as suas preocupações se prendem com uma “nova ação da Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC) com o envolvimento do Serviço Nacional de Inteligência” conduzida na semana anterior.
Uma operação, “uma vez mais amplamente divulgada pelos meios de comunicação social em clara violação do segredo de justiça e do princípio da presunção de inocência, num clima de total ilegalidade e desrespeito pelas autoridades judiciais”, escreve.
“Informo sua excelência acerca da minha total perplexidade e transtorno sobre a forma inconsequente e persecutória como elementos do SNI aparentemente continuam a atuar fora do seu leque de competências e completamente à margem da lei, num clima de flagrante impunidade sobre os atos que ilegalmente praticam”, refere.
Na quarta-feira, à chegada a Díli depois de uma visita ao estrangeiro, o primeiro-ministro referiu-se ao caso e acusou o Presidente da República de abuso de poder e de prepotência, por alegadamente lhe ter exigido que demitisse o responsável do SNI.
“Isto é abuso de poder e prepotência da parte do Presidente da República. Isto não é correto. O Presidente é um órgão que é símbolo nacional. Todos os comportamentos são importantes, e devem ser feitos com cuidado. Não pode ser uma coboiada”, afirmou.
Essa exigência de Ramos-Horta, segundo Taur Matan Ruak, teria sido feita através de um “ultimato” que lhe foi comunicado pelo ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Fidelis Magalhães, no dia 09 de fevereiro, quando o primeiro-ministro estava em viagem.
As críticas relativamente ao envolvimento de elementos do SNI têm a ver não apenas com a existência ou não de mandado judicial, mas também com a interpretação de que as rusgas não se inserem nas competências deste serviço.
Na carta, Ramos-Horta não faz qualquer exigência de exoneração, recordando apenas que na reunião anterior à missiva, que manteve com Taur Matan Ruak, falaram deste assunto.
“Fiquei com o entendimento que uma vez alertado para a conduta inapropriada por parte do SNI, sua excelência informaria o diretor-geral do SNI que futuros comportamentos ilegais e fora das suas competências legais deste órgão não seriam mais tolerados”, refere o Presidente.
O primeiro-ministro, relembra Ramos-Horta, aprovou desde então alterações aos estatutos do SNI, mas a situação manteve-se inalterada.
Motivo pelo qual Ramos-Horta explica ter “dado conhecimento dos factos ocorridos ao senhor procurador-geral da República para que dê início ao processo de investigação e que identifique os responsáveis em conformidade com a lei”.
ASP // VM
Lusa/Fim
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Mise Sanches

As divergencias entre o PR e o PM podem nao vir a ser saudaveis.
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