CONCURSOS RAA 2023 / 2024 – Aviso de abertura – SPRA

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Concursos Interno e Externo de Provimento de Pessoal Docente da Educação Pré-Escolare dos Ensinos Básico, Secundário e Artístico nos Quadros do Sistema Educativo daRegião Autónoma dos Açores – 2023/2024 Prazo de apresentação de candidaturasO prazo para apresentação de candidatura é de dez (10) dias úteis, fixado entre as 09h00 de 27 de fevereiro e as

Source: CONCURSOS RAA 2023 / 2024 – Aviso de abertura – SPRA

CASAS DEVOLUTAS DO ESTADO 20

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Antigo edifício público da COSEC, no Campo Pequeno/Avenida da República, Lisboa. Abandonado há anos. Pronto a reabilitar e arrendar pelo governo.
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ORDEM DOS MÉDICOS

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Carlos Ponte sucede a Margarida Moura na Ordem dos Médicos

Carlos Ponte apresentou-se com a única lista candidata às eleições dos órgãos dos Açores da Ordem dos Médicos que terminaram ontem, empenhado em restabelecer o diálogo com o governo.

O médico Carlos Ponte é quem vai suceder a Margarida Moura na presidência do Conselho Médico dos Açores da Ordem dos Médicos.
O especialista em Ginecologia-Obstetrícia apresentou-se a eleições com a Lista H, a única nos Açores que se submeteu ao processo eleitoral que terminou ontem.
Carlos Ponte apresenta-se com o programa de ação “Juntos fazemos melhor”, afirmando fazê-lo como “um ato de cidadania”, e consciente “das grandes dificuldades com que se debatem os médicos da Região”.
Com a sua equipa, tem como objetivo “restabelecer o diálogo com o Governo Regional, numa perspetiva edificadora, mas respeitadora da missão fundamental da Ordem dos Médicos, na defesa das boas práticas no exercício da Medicina, tanto na vertente técnica como ético-deontológica, garantindo o direito dos médicos da Região Autónoma dos Açores ao seu bem-estar, paz social e dignidade, como parceiros indissociáveis na promoção da qualidade do exercício da medicina e das políticas de saúde da Região Autónoma”.
Outro objetivo mencionado no programa de ação é o reforço da “liderança médica dando a entender aos dirigentes e população em geral, que os médicos são uma peça fundamental na estrutura do nosso Sistema de Saúde, mas para que tal seja possível, estes devem sentir-se responsáveis profissionalmente, motivados, realizados e dignificados, contribuindo assim para uma melhor sociedade”.
“Auscultar a comunidade dos médicos com idoneidade reconhecida pelos seus pares, no sentido de com a sua experiência e testemunho, ajudarem na formulação de linhas de orientação consensual para a melhor resolução dos problemas dos médicos dos Açores” é outra das linhas de ação definidas.
Refere-se ainda a necessidade “fomentar a interação com a Secção Regional do Sul e o Conselho Superior da Ordem dos Médicos”, nomeadamente no sentido da “obtenção de uma resposta mais célere aos problemas que lhes colocarmos”. E destaca-se “a necessidade de apoio jurídico específico, para a resolução das questões disciplinares, bem como a participação dos colégios nos aspetos relacionados com as especialidades que representam”.
Outra meta definida no programa é “incentivar os jovens médicos, em articulação com os colégios das especialidades e as direções dos serviços onde desenvolvem o seu trabalho, no sentido de um melhor acolhimento e criação de melhores oportunidade de formação teórico-prática e de produção científica válida, pugnando sempre pela máxima equidade de acesso aos médicos de toda a região”.
E pretende-se ainda “fomentar a colaboração com a Universidade dos Açores nomeadamente com os anos básicos da licenciatura de Medicina e outras áreas da Saúde”.
Note-se que da lista ao Conselho Médico dos Açores, constam ainda como vice-presidente Maria Inês Pereira Leite, como tesoureiro Juan Gonçalves, como secretário Rui Bettencourt, e ainda a vogal Ana Luísa Silva, e os suplentes Lucinda Mendonça e António Rebelo.
A presidir à Mesa da Assembleia está Raquel Martins e ao Conselho Fiscal Maria de Fátima Bairos.
  • Paula Gouveia
in, Açoriano Oriental, 20 de Janeiro / 2023
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Paula Torres Santos

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“[…] restabelecer o diálogo com o Governo Regional, numa perspetiva edificadora, […], na defesa das boas práticas no exercício da Medicina […]”, a julgar pelo comportamento de alguns grupos de médicos e pela conduta desta mesma ordem no ultimo an…

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José Artur Jácome Corrêa

Votos de muito sucesso,no desempenho de tao honroso e difícil cargo.
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7 ANOS DE PRISÃO

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Homem que agrediu segurança do Parque Atlântico com navalha condenado a 7 anos e meio de prisão
Um homem de 32 anos de idade foi ontem condenado pelo Tribunal de Ponta Delgada a uma pena de prisão efectiva de 7 anos e 6 meses. Os factos imputados a este arguido remontam a Agosto do ano passado quando uma equipa de segurança do Parque Atlântico foi alertada para o furto de seis garrafas de whisky e outra de aguardente do interior do hipermercado localizado neste centro comercial. Quando um dos elementos de segurança, um homem com 44 anos de idade, tentou interceptar o suspeito, este não acatou a ordem e colocou-se em fuga. O segurança correu no seu encalço e, após uma altercação entre os dois, o arguido desferiu vários golpes com uma navalha, atingindo o segurança no braço esquerdo, polegar direito e pescoço, causando-lhe ferimentos ligeiros.
Só mais tarde, quando um outro segurança chegou ao local, foi possível imobilizar o arguido que acabou por ser detido por uma equipa de intervenção rápida da PSP junto à entrada principal do Parque Atlântico.
Na leitura da sentença que decorreu ontem à tarde no Tribunal de Ponta Delgada, o Juiz destacou a falta de arrependimento demonstrada pelo arguido durante o julgamento. O magistrado, aludindo ao facto de o homem já ter antecedentes criminais por ofensas à integridade física e furto, destacou que este “volta sempre ao mesmo”.
Recordando que este indivíduo “saiu da prisão ao abrigo da Lei Covid”, o Juiz referiu que o homem não teve qualquer pejo em continuar a praticar crimes e valorizou negativamente o facto de este ter optado por roubar álcool.
“Espero que saia (da prisão) uma pessoa diferente”, rematou o magistrado.
Para além desta acusação, pendiam ainda sobre este arguido outras relacionadas com crimes de dano, introdução em local vedado ao público e injurias agravadas relativas a um episódio ocorrido a 11 de Abril do ano passado. Nessa data, e após ter arrombado a porta de um prédio situado na Rua Dr. Aristides da Mota, em Ponta Delgada, este indivíduo barricou-se no interior da casa de banho e recusou entregar-se à equipa da PSP que se deslocou ao local. Após os elementos das forças de segurança terem atirado gás pimenta para o interior do compartimento, o arguido ainda tentou agredir os agentes policiais com socos e pontapés antes de ser detido.
Estas acusações foram dadas como provadas durante o julgamento e valorizadas aquando da aplicação da pena de 7 anos e 6 meses de prisão efectiva.
Luís Lobão
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  • Hugo Lagarto

    Querem é se fazer de gangsters, é para dentro que vão escumalha!
    Não sabem viver em sociedade dá nisso 🤷🏻‍♂️
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  • Bruno Montagem

    Mais um para comer de graça e ver sportv de graça… Enfim
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    • Hugo Lagarto

      Bruno Montagem amigo ele já comia e via sport TV de graça, ele era um ex recluso que foi libertado por causa do covid
      Ele pensava que ainda tava na prisão e levou as bebidas de “graça”
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  • José Melo

    Este pobre nao tem dinheiro para pagar um bom advogado tirou umas garrafas apanha 7 anos o pedófilo das Feteiras viola criancas indefesas apanha os mesmos 7 anos enfim é a justiça que temos
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    • Natalia Katcipis

      José Melo agredir com navalha é tentativa de homicídio. Agredir policiais, pessoas comuns, invadir propriedade privada, furto… a lista de crimes é enorme e a pessoa agressiva. Precisa matar para ser grave? Chama-o este pobre? E os restantes crimes? E o já ter estado preso e ter saído na Lei do Covid? É reincidente. Achei leve quer a pena deste ladrão e agressor, quer a do pedófilo. Acho que cada criança abusada devia ser mais um crime, abuso continuado da mesma criança não deveria ser tratado como um só, a quantidade de vezes que se abusa da mesma criança deveria agravar também a pena. Qualquer abuso a crianças, idosos, incapazes ou pessoa com força inferior (caso de homens a agredir e violar mulheres, que fisicamente não conseguem se defender, por serem mais fracas) deveriam ter penas mais severas.
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    • Leonor Borges

      José Melo chama pobre a um indivíduo destes?? Que já cometeu vários crimes e tentou assassinar uma pessoa? O que menos está em causa aqui é o álcool que roubou mas sim tudo o que fez a seguir e o que já tinha feito antes, são crimes diferentes mas não deixa de ser uma pessoa perigosa na mesma, podia ter morto o segurança não acha, chamar de ” pobre coitado” a uma pessoa assim realmente não sei para si o que é considerado perigoso ou criminoso
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    • Nuno Botelho

      José Melo Este “pobre” que vá trabalhar para comprar as garrafas que é o que eu faço quando quero comprar alguma coisa, e se não tenho dinheiro não compro, não vou roubar nem dar facadas a quem está a trabalhar…
      Não compare os crimes, o violador deveria apanhar era 50 anos, isto sim, mas este “pobre” como o chama é um criminoso perigoso, a pena é curta até…
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  • Natalia Katcipis

    Com esta lista de crimes a pena foi bem suave.
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  • Carolina Rodrigues

    “Volta sempre ao mesmo”… conversa é sempre a mesma. A justiça em portugal não evolui. Pessoas condenadas por crimes não tão graves apanham o mesmo tempo, pessoas condenadas por crimes gravíssimos apanham o mesmo tempo.. enfim
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  • Helder Emilio

    Vejo um furto qualificado + ofensa à integridade fisica = 7 anos e 7 meses … exagero!!! Mesmo sendo reincidente. Como teve um advogado oficioso que nem olhou direito o processo dele, vai pagar pelo que fez e pelo que ainda pensa em fazer.
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    • Rui Cordeiro

      Helder Emilio tentou matar uma pessoa e é pouco ?
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    • Helder Emilio

      tentou mesmo?
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    • Elson Elisa Costa

      Helder Emilio exatamente relembro do crime horrendo do assassino que matou a vitima à catana cm varios golpes deferidos, e por ser bipolar apanhou entre 3 meses a 16 anos em regime de internamento.
      É a nossa justiça no seu mlhr
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José Soares Há memórias defuntas.

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Peixe do meu quintal José Soares

 

Memórias defuntas

 

Há memórias defuntas.

O governo centralista tem memórias defuntas constantemente. Envia conforme as suas estratégias de queima-tempo, os seus ministros e ministras à colónia açoriana para continuar a ‘prometer as promessas prometidas’ incessantemente há anos. Dão um passeio de avião na executiva – como bons socialistas que são – com tudo pago, hotel, avião, comilança, passeios, guias à frente e atrás deles, visitas e palavreado que já não engana ninguém (senão o seu próprio séquito) e botam mais promessas. Mais sapatos de defunto.

Até do seu próprio património na colónia não cuida. Os edifícios manchados, precisando há anos de ser pintados, as polícias sem condições nas esquadras, as universidades sem verbas para educar (o que não lhes deve interessar), as prisões que mais parecem tiradas dos filmes de terror, onde a sobrelotação e as condições desumanas transgridem os princípios mais básicos dos Direitos Humanos. Afinal, o apregoado humanismo socialista, em nada se reflete nas ações deste caso do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada. Vinte anos de promessas visitadas e virtudes prostituídas. Cartórios dignos de um país quinto-mundista, tribunais a condizer com o sistema de justiça existente: miserável. Tetos esburacados, vidros quebrados. As condições em que muitos funcionários públicos trabalham nesta terra, é um ato de coragem todos e cada dia que se deslocam para trabalhar.

São os milhões e milhões de euros que nos devem por direito. Nem o dever constitucional cumprem. Da lei fazem tábua rasa.

O Estado português não é uma pessoa de bem, ponto final. Não cumpre com os seus mais elementares deveres.

 

Porque não ficamos independentes a 17 de novembro de 1975?

Porque recuaram os então responsáveis que tomando a dianteira dos interesses açorianos, acabaram manietados pelas promessas de altos cargos em Lisboa?

Esses que são agora senadores reformados com promissoras pensões e passeiam por entre as memórias defuntas. Os que perniciosamente enganaram os seus pares no virar da esquina da História. Os que dececionaram o futuro.

E tudo para se tornarem marionetes do centralismo colonial.

E há os outros. Os que ficaram admirados pela interrupção abrupta do processo natural de soberania.

“Da leitura de documentos em diversos arquivos e agora desclassificados, depreende-se que os dirigentes açorianos do movimento independentista recuaram no último instante”.

Nomes como Frank Carlucci, Henry Kissinger, Linda Pfeifle e outros, foram elementos atentos e interventivos, que em nome do governo dos EUA, estavam (discretamente) prontos para ajudar no facto consumado de uma soberania Açoreana.

Hoje seriamos um país com 48 anos e membro da CE, tal como acontece com a República de Malta, cuja população é de apenas meio milhão e um dos 27 estados-membros de pleno direito.

Os novos equipamentos no Serviço de Imagiologia já estão a permitir recuperar listas de espera no Hospital da Terceira

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Os novos equipamentos no Serviço de Imagiologia já estão a permitir recuperar listas de espera no Hospital da Terceira – a garantia é do Secretário Regional da Saúde.
Trata-se de um investimento de cerca de um milhão de euros, com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência – Clélio Meneses visitou, esta quinta-feira, o Hospital e disse que o PRR na Saúde está a ser executado a tempo e horas.

CONSERVEIRA NOVA NO PICO

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Nova fábrica da Conseran inicia laboração em junho
A fábrica de conservas da Conseran, que está a ser construída no lugar do Farrobo, freguesia das Bandeiras, abre portas em junho próximo e já vai laborar a próxima safra do atum.
A garantia foi transmitida a Ilha Maior por José de Freitas, administrador da Conseran, explicando que os trabalhos iniciados em fevereiro do ano passado estão a entrar na sua fase final: “A construção da fábrica sofreu um ligeiro atraso devido a uma alteração na localização da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) para facilitar o seu aumento, caso, mais tarde, seja necessário. A construção, a montagem dos equipamentos e a construção da ETAR devem ficar concluídos no mês de maio”.
Seguir-se-á o processo de vis- torias e de licenciamento para que a fábrica esteja em condições de abrir portas em junho, con- tando numa fase inicial com 80 colaboradores.
Nesta altura a empresa já está a proceder à contratação dos profissionais que vão assegurar a laboração da fábrica e o número de candidaturas de residentes na ilha tem superado as expectativas, não sendo necessário recorrer a mão de obra do exterior.
“Para esta fase de arranque já temos mais de 80 pessoas inscri- tas, todas da ilha do Pico, e esse número tem vindo a aumentar nas últimas semanas. Ao contrário do que se perspetivava não será necessário recorrer a mão de obra do exterior. Muitos dos ins- critos estiveram na antiga Cofaco e querem voltar a trabalhar no setor porque preferem um horário fixo, em vez de trabalharem em empresas com horários rotativos”, explica José de Freitas, que está avaliar os currículos dos candidatos e o local de residência para equacionar os circuitos de transporte, que serão implementados para os colaboradores.
A fábrica da Conseran – Con- servas do Atlântico Norte destinada à transformação do atum, mas também de outras espécies como a cavala e a lula, representa um investimento de 15 milhões de euros.
Com capacidade para laborar
25 toneladas de atum por dia, a fábrica vai iniciar a sua atividade com a transformação de 13 milhões de latas, podendo atingir, em 2025, o máximo de 21 milhões de latas.
(Ilha Maior de 03.02.2023)
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Paolo Ferrer

As acomodações para os imigrantes/trabalhadores já estão concluídas ?
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Novo Conselho de Administração do HDES “vai ser muito complementar”, diz Manuela Menezes

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Novo Conselho de Administração do HDES “vai ser muito complementar”, diz Manuela Menezes
Presidente indigitada do novo Conselho de Administração do Hospital do Divino Espírito Santo, Manuela Gomes de Menezes, confirmou ontem que o Dr. Luís Almeida e a Enfermeira Directora, Lúcia Rodrigues se vão manter na sua equipa.
Em declarações na Comissão Parlamentar dos Assuntos Sociais, da Assembleia Legislativa Regional, Manuel Menezes deu a entender que já conhece toda a equipa, mas anunciou que será o Governo dos Açores a fazer o anúncio aos açorianos.
Este novo Conselho de Administração, como realçou, vai ter competências muito diversas. “Vai ser um mix com conhecimentos técnico-científicos de medicina, de enfermagem, de economia, de gestão, de gestão de recursos humanos e inclusivamente de pareceres jurídicos. Vai ser um conselho muito complementar que, certamente, vai dar frutos no nosso hospital com respostas bastante positivas”, afirmou.
Um dos temas em que Manuela Menezes mais batalhou nas suas declarações perante os deputados foi a de decisões concertadas entre o Conselho de Administração e todos os profissionais de saúde. Os deputados insistiram no clima de instabilidade que se vivia no HDES e Manuela Menezes salientou que “não havendo estabilidade é porque não há paz social. O que é que é preciso para que tenhamos aqui um clima de confiança bidireccional e de paz social. Não só todos os profissionais de saúde que trabalham no HDES têm de confiar no Conselho de Administração e o Conselho de Administração tem que ter confiança total em todos os seus talentos. E a confiança não é uma coisa que se adquira ou que se compre. É algo que se vai conseguindo aos poucos”, disse. “As pessoas têm de confiar no conselho de administração e confiar tendo por base a forma da sua actuação, a forma de escutar, e de perceber, efectivamente, quais as suas preocupações. Todos nós sabemos que todos os nossos profissionais têm preocupações que podem ser intrínsecas ao HDES. E o facto de haver este clima até de compaixão (atrevo-me a dizer), de escutar e perceber qual o problema que está do outro lado, e, depois, tentar conseguir resolver estas questões, indo ao encontro do problema mas, também, não dando a solução já como adquirida, mas sempre numa forma de diálogo, isto faz com que, a pouco e pouco, se vá ganhando a confiança uns nos outros”, afirmou Manuel Menezes.
“E é esta minha premissa que tenho de ganhar a confiança de todos e que confiem não só em mim como em toda a minha equipa”.
E Manuela Menezes explicou ainda melhor o que vai ser a sua forma de actuar: “Se tivermos um clima organizacional em que reina a paz, em que reina uma auscultação constante dos enfermeiros e dos médicos, de todos os profissionais de saúde, sobre as necessidades. Viver um clima de lhes dar resposta e não simplesmente dizer: ‘esta é uma decisão e é uma decisão para ser implementada’. O conselho de administração estará sempre à disposição e disponível tanto para médicos como todos os outros profissionais de saúde” num “clima de interacção, de confiança, de credibilidade que seja passada aos profissionais. Este será um clima organizacional em que vamos viver, e que será um factor atractivo. Quando vemos pessoas satisfeitas em organizações, nos queremos ir trabalhar para lá. Se vivermos num ambiente de satisfação, – nunca será uma satisfação total – mas num clima de satisfação e bem-estar em que há uma escuta activa, isto, por si só, é uma mais-valia”, afirmou.
HDES “não está falido”
De acordo com Manuela Menezes, “nunca se poderá falar que o HDES está falido. O HDES não está, de maneira alguma, falido. O HDES tem uma situação patrimonial líquida positiva. Tem activos muito superiores ao seu passivo e isto deixa-nos mais tranquilos”.
“Claro que penso manter esta trajectória, independentemente de querer aumentar a nossa operação. Nunca nos podemos descuidar da nossa sustentabilidade económico-financeira. Quer, a curto, a médio e a longa prazo terá que ser sempre este o objectivo, manter a sustentabilidade económica e financeira e manter a situação patrimonial – não digo a que está – mas mantê-la o mais saudável possível”, afirmou a presidente indigitada do HDES .
E, prosseguiu, “quando falo na questão financeira falo sempre da dívida a fornecedores. E uma vez que me falou desta questão financeira, devo dizer é que a dívida a fornecedores que temos em termos de prazo médio de pagamento, tem vindo a diminuir de uma forma abismal. Há três anos atrás era de mais de 100 dias do que é actualmente”, referiu.
Tranquila com Clélio Meneses
O deputado do PS/A à Assembleia Legislativa Regional, Tiago Lopes, procurou embaraçar Manuela Menezes com as afirmações do governante de que a sua indigitação tinha sido uma decisão do Conselho do Governo e que não seria porta-voz dela. Manuela Menezes respondeu à altura. “A sua questão deixa-me completamente tranquila. E a reposta do sr. Secretário também me deixa completamente tranquila no sentido de que já tive várias oportunidades de conversar com o Dr. Clélio Meneses. Ele foi uma das primeiras pessoas que falou comigo e que me pôs completamente à vontade para responder a quaisquer questões sobre a situação do HDES. Sendo o senhor secretário membro do governo, tendo sido uma decisão do governo, naturalmente, foi uma decisão concertada entre todo o governo”, afirmou.
Tiago Lopes insistiu sobre a instabilidade no HDES e se não fora Clélio Meneses a convidá-la para o cargo e Manuela Menezes voltou a responder: “Quem me convidou., naturalmente, não foi o senhor secretário, como deve calcular. Aliás, os convites não são feitos pelos secretários. O Dr. Clélio Meneses foi das pessoas que mais se disponibilizou e me transmitiu todas e quaisquer informações necessárias e importantes que tenha achado relevantes para me informar de tudo aquilo que poderia ter interesse para que eu possa desempenhar esta missão no sentido de melhor servir os açorianos e a sua saúde”.
O HDES e o HIA
A Presidente indigitada do Hospital do Divino Espírito Santo falou da “necessidade de uma boa articulação do HDES com o sistema Regional de saúde e sistema nacional de saúde.”
Defendeu que o HDES “procurará sempre ser proactivo, ser parte da solução e nunca do problema, numa lógica unificada em que todos os agentes, públicos e privados da saúde comungam do mesmo objectivo – a saúde dos açorianos”.
Confrontada com a relação com o Hospital Internacional dos Açores, Manuela Menezes salientou que este “será sempre um desafio que teremos”.
Considerou que a existência de um hospital como o HIA em São Miguel “é uma realidade nova para nós açorianos no sentido em que tivéssemos o receio de que os nossos talentos fugissem e não fossem retidos nas nossas unidades, nomeadamente nos hospitais em si. Este não é só um desafio regional, é também um desafio nacional e internacional”, disse.
“Como podemos reverter a situação?”, questionou, para depois responder: “Em minha opinião o HDES oferece médicos e enfermeiros – e posso falar em causa própria porque sou filha de enfermeira e sei bem como é trabalhar numa lógica de H24. Todos estão extremamente cansados porque estão a vir de uma situação extremamente complicada que ainda se mantém. Têm de ser valorizados e congratulados. Nós temos uma dívida enorme para com eles”, disse.
Realçou que, no “nosso HDES existem muitas características que não existem em hospitais privados e em hospitais de maior dimensão. Sendo o nosso hospital um grande hospital, com 430 camas, o que é importante é que tanto médicos como enfermeiros tenham condições para que se queiram fixar. Desde logo o facto de poderem continuar a acompanhar o doente do princípio até ao fim. Isto é um privilégio de quem trabalhar na área da saúde”, salientou. “Não nos podemos esquecer que o nosso hospital tem tecnologia de ponta e nem todos os hospitais têm. O nosso hospital tem, não só em termos de equipamentos, algo que faz com que os nossos médicos queiram trabalhar lá”, salientou.
“É sobejamente sabido que os nossos médicos gostam imenso de investigar e, vendo os relatórios e contas que nos são apresentados, eles, não só médicos como enfermeiros, investigam em parcerias com outros hospitais e mesmo com a Academia. Isto será uma mais-valia dos nossos médicos e para os nossos enfermeiros”, realçou. O facto de leccionarem na Universidade “é também um estímulo para os nossos médicos e se aumentar o número de anos dos nossos de medicina nos Açores e passarem de 3 para 6, “isso vai permitir que possam fazer o internato na nossa Universidade e isso vai fazer com que consigamos reter mais médicos no nosso hospital.”
“Temos de ter um quadro bastante robusto com a certeza de que não vão fugir a qualquer momento. Temos mais do que justificação para conseguir manter os nossos médicos e os nossos enfermeiros. Além disso sabemos que existem planos atractivos já para manter os nossos profissionais não só da área da medicina como da parte da enfermagem”, concluiu.
Não fugiu à questão dos horários: “Naturalmente que os horários – e este é o ponto mais sensível – são as noites, são as prevenções, são sempre situações em que temos de pensar. Daí que a senhora deputada tenha falado das pessoas quererem fugir desta situação dos horários. Um hospital que trabalha sempre toda a vida numa lógica de H24, irá ter sempre pessoas a trabalhar numa lógica de H24. Daí que faremos tudo para que reconhecem a importância do hospital público, com todas as subtilezas e todas as especificidades. Mas esta questão de que os outros oferecem melhores condições, isto não é, na realidade, o que se verifica”, disse.
A Presidente indigitada admitiu a existência de carências: “Nós sabemos que não temos nem médicos nem enfermeiros suficientes para conseguirmos alcançar mais e dar melhor resposta aos nossos doentes. Quando se pensa em aumentar a redução de listas de espera, dar mais consultas, naturalmente que isto implica não só mais gastos mas também implica mais pessoas. As pessoas não se conseguem superar. Por isto, neste momento o que temos de ter é, efectivamente, mais pessoas connosco. E como é que o conseguimos? Com pacotes mais aliciantes para que se fixem cá. É uma questão para pensar futuramente”, realçou não querendo dar mais pormenores.
Abordou a questão de mais de 70% das urgências não serem urgências. Isto resolve-se com um SAU, colocando-se neste SAU muitos cuidados de saúde primário. Temos de saber informar muito bem os nossos utentes de quais são os serviços que estão ao seu dispor porque não têm que recorrer à urgência por toda e qualquer razão. Há imensas portas abertas durante muito tempo e muitas delas 24 horas por dia às quais poderiam recorrer em vez de recorrerem automaticamente para urgência do HDES”, completou.
João Paz
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AS RENDAS NA FINLÂNDIA

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Helsínquia: quase um quinto das habitações pertence ao município, que as disponibiliza em regime de arrendamento de longa duração com o objetivo de assegurar a o direito à habitação e a diversidade social no seu território.
Como é que se diz PREC em finlandês?
LADROESDEBICICLETAS.BLOGSPOT.COM
Como é que se diz PREC em finlandês?
Helsínquia: rendas controladas e iniciativa pública fazem a diferença : “quase um quinto das habitações pertence ao município, que as dispon…

Helsínquia: rendas controladas e iniciativa pública fazem a diferença: “quase um quinto das habitações pertence ao município, que as disponibiliza em regime de arrendamento de longa duração com o objetivo de assegurar a o direito à habitação e a diversidade social no seu território.”

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TINA’s Nemesis disse…

Um dos requisitos básicos para se ter acesso a um apartamento social na cidade de Viena é ter rendimento anual abaixo de determinado valor.
E qual é esse valor?1 pessoa: 53,340 €

“Os limites de rendimento relativamente altos (75% da população vienense ganha menos) garantem que a “classe média” também tenha acesso ao estoque de moradias subsidiadas de Viena.”

https://socialhousing.wien/tools/flat-allocation-criteria

E depois leio comentários a dizer que habitação social é apenas para pessoas carenciadas… é preciso ser proprietário para se dizer uma coisa destas…
Mas é verdade, a “classe média” tem carência de habitação, o Estado português falhou e falha em cumprir a constituição portuguesa.

Também já li que a habitação social depois fica degradada pois a cidade não tem recursos para a manter. Então expliquem-me como encontrar um prédio devoluto é como encontrar uma agulha num palheiro em Viena! É elevadíssimo o nível de ordenamento e preservação naquela cidade, deve ser o “mercado livre” o responsável!…

Capitalismo, especialmente na sua fase financeirizada, cria mercadorias inacessíveis à maioria das pessoas, mas como a ubíqua propaganda (seja nas opiniões dominantes como no marketing/ publicidade) adora fazer crer que o problema é do indivíduo por não conseguir aceder a essas mercadorias. Habitação reduzida a mera mercadoria é tragédia social, e nós estamos a viver essa tragédia, há responsáveis por esta tragédia.

Os negacionistas da grotesca crise da habitação que aflige o povo português serão derrotados, e estão cada vez mais ao nível daqueles que dizem que a terra é plana!

Anónimo disse…

“Processo revolucionário em curso” em finlandês: “käynnissä oleva vallankumouksellinen prosessi”
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DAVID MOURÃO-FERREIRA 96 ANOS

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Homenagem a David Mourão-Ferreira, escritor, poeta e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no 96.º aniversário do seu nascimento, em Lisboa.
24-02-1927 – Nasce, em Lisboa, o escritor, poeta e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, David Mourão-Ferreira.
E por Vezes
E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos.
David Mourão-Ferreira, in ‘Matura Idade’
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ZECA MORREU HÁ 36 ANOS

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ZECA AFONSO ( 1929-1987)
Hoje, 23 de Fevereiro de 2023 passam 36 anos sobre a morte de José Afonso – Zeca Afonso.
Símbolo da resistência ao regime que escureceu o país e o povo, Zeca Afonso foi e sempre será recordado como um grande poeta, como o reconstrutor da palavra pública ensaiada em canções que nos iam transmitindo uma crítica intensa sublinhada por maravilhosos acordes que todos nós, os desta geração, sabemos cantar de memória.
Toda a vida de Zeca se passou num desenhar fiel e constante de um perfil colectivo que tardava em vingar, num foco de luz a iluminar a dimensão política possível.
E, sempre pelos poemas e pelas canções, nos inúmeros álbuns que gravou, o país e a Europa foram tomando consciência da inutilidade e da incompreensão daquele regime opressor, maldito.
Quem poderá algum dia esquecer “Os Vampiros” ou “O Menino do Bairro Negro” com letras inspiradas na miséria nacional que, desde o norte ao sul, apontavam a miséria e indigência social e cultural? Quem poderá algum dia esquecer “Grândola Vila Morena” entoada até à exaustão, do mesmo modo como se agitou a bandeira da liberdade no dia 25 de Abril de 1974?
Um herói inesquecível, uma atitude que não se esquece, de dádiva permanente e alerta constante; uma vida de dura luta em todas as direções, esse percurso de Zeca Afonso que tão cedo nos deixou.
Acredito não haver ninguém que não conheça a sua poética, as suas canções, a fibra de resistência e a força que o marcou. Essa força que nos transmitiu para sempre.
Zeca Afonso nunca será esquecido.
(e poucas lamechices nos discursos, que era uma coisa que ele detestava.)
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ZECA AFONSO ( 1929-1987)
Hoje, 23 de Fevereiro de 2023 passam 36 anos sobre a morte de José Afonso – Zeca Afonso.
Símbolo da resistência ao regime que escureceu o país e o povo, Zeca Afonso foi e sempre será recordado como um grande poeta, como o reconstrutor da palavra pública ensaiada em canções que nos iam transmitindo uma crítica intensa sublinhada por maravilhosos acordes que todos nós, os desta geração, sabemos cantar de memória.
Toda a vida de Zeca se passou num desenhar fiel e constante de um perfil colectivo que tardava em vingar, num foco de luz a iluminar a dimensão política possível.
E, sempre pelos poemas e pelas canções, nos inúmeros álbuns que gravou, o país e a Europa foram tomando consciência da inutilidade e da incompreensão daquele regime opressor, maldito.
Quem poderá algum dia esquecer “Os Vampiros” ou “O Menino do Bairro Negro” com letras inspiradas na miséria nacional que, desde o norte ao sul, apontavam a miséria e indigência social e cultural? Quem poderá algum dia esquecer “Grândola Vila Morena” entoada até à exaustão, do mesmo modo como se agitou a bandeira da liberdade no dia 25 de Abril de 1974?
Um herói inesquecível, uma atitude que não se esquece, de dádiva permanente e alerta constante; uma vida de dura luta em todas as direções, esse percurso de Zeca Afonso que tão cedo nos deixou.
Acredito não haver ninguém que não conheça a sua poética, as suas canções, a fibra de resistência e a força que o marcou. Essa força que nos transmitiu para sempre.
Zeca Afonso nunca será esquecido.
(e poucas lamechices nos discursos, que era uma coisa que ele detestava.)
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Obrigar a arrendar casas devolutas vai ser um “jogo do gato e do rato” (veja a ‘teia’ da burocracia)

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A maior dificuldade é localizar as casas mas, logo a seguir, é demonstrar que estão, de facto vazias, sem uso e sem ninguém lá dentro – o que nem sempre será fácil. E também há quem já fale em ‘Big Brother’ no arrendamento

Source: Obrigar a arrendar casas devolutas vai ser um “jogo do gato e do rato” (veja a ‘teia’ da burocracia)