Presidente da Carris renuncia ao cargo

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O presidente da Carris, Pedro de Brito Bogas, renunciou esta quarta-feira ao cargo que desempenhava na empresa. A notícia surge dois dias após a divulgação do relatório preliminar ao acidente com o Elevador da Glória, em Lisboa, que apontou responsabilidades à Carris.

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Opinião: Gualter Furtado | Os produtos agrícolas e a economia de sobrevivência! – jornalacores9.pt

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Desde o povoamento dos Açores e praticamente até ao início dos anos 70 do séc passado, que os produtos agrícolas e o produto da pesca foram a base de subsistência do povo açoriano, num contexto de grande isolamento, e com apoios públicos reduzidos, ou, praticamente inexistentes. Estas dificuldades porque passavam a maioria das famílias a […]

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INUNDAÇÕES NA TERCEIRA E DERROCADA NA FAJÃ DOS CUBRES, DE NOVO

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Segundo informação da Proteção Civil há registo de algumas inundações na ilha Terceira e nova derrocada no caminho de acesso à Fajã dos Cubres, no mesmo local da anterior.
Precipitação que está a atingir algumas ilhas já provocou ocorrências | Antena 1 Açores
acores.rtp.pt
Precipitação que está a atingir algumas ilhas já provocou ocorrências | Antena 1 Açores
…voltou a trazer dificuldade à circulação.

7 peças do seu roupeiro que nunca deve deitar fora (uma é dos anos 2000)

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Todos os anos é bom fazer uma revisão ao roupeiro de maneira a perceber que peças de roupa (e acessório) ainda vale a pena manter e aquelas que se devem doar. Contudo, segundo os especialistas, há sete peças que nunca deverá descartar, porque nunca passam de moda.

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AVC cada vez mais frequentes em pessoas com menos de 55 anos. Os sinais

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Tem vindo a ser mais frequente adultos com menos de 55 anos sofrerem um AVC. Saiba como reconhecer os sintomas – cuja duração pode variar entre apenas alguns minutos e horas – e todos os sinais de alerta.

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burcas, de novo

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Paulo Reis

PORQUE É QUE A EXTREMA-ESQUERDA GOSTA DE BURKAS?
A burka, imposta nas versões mais retrógradas e fanáticas do Islão, é um símbolo de violência e humilhação contra as mulheres.
Ao deixar apenas uma fenda para os olhos, nega à mulher o campo de visão, a expressão e, sobretudo, a identidade. Na nossa cultura, o rosto é a marca da pessoa, o sinal visível da dignidade individual. A burka apaga-o. Transforma o ser humano em sombra.
Quem a usa dificilmente encontrará emprego, integração ou liberdade. Não é um traje: é uma cela ambulante. Por isso foi, e bem, proibida em boa parte da Europa Ocidental. A burka é um monumento à submissão, uma peça icónica de um mundo em que a mulher é propriedade. Tudo isto parece óbvio, mas, como advertia G.K. Chesterton, “chegará o dia em que teremos de provar ao mundo que a relva é verde”. Pois bem: esse dia chegou.
E então, porque é que a extrema-esquerda simpatiza com a burka? Porque, para ela, a presença da burka no nosso espaço público é mais do que uma questão de religião: é um símbolo político. Representa, aos seus olhos, o colapso moral do Ocidente, e tudo o que enfraqueça o Ocidente é, por definição, bem-vindo.
A extrema-esquerda vê na burka a prova viva de que a civilização liberal falhou em impor os seus valores universais. E como o objectivo último é destruir essa civilização, para que surjam, um dia, os tais “amanhãs que cantam”, toda manifestação do seu enfraquecimento é recebida com entusiasmo. É a velha lógica revolucionária: os inimigos dos nossos inimigos são nossos aliados.
Pena é que a dignidade das mulheres sirva, uma vez mais, de arma táctica.
Pena é que um PS, capturado ideologicamente pelo Bloco de Esquerda, não perceba o atoleiro moral em que se deixou cair.
– Miguel Alçada Baptista

Vai comprar carro usado? Saiba se a quilometragem pode estar adulterada

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Se comprar um carro novo, em princípio a quilometragem indicada não gera dúvidas. Mas o mesmo nem sempre acontece com automóveis usados, já que por vezes o valor pode ser adulterado. Conheça alguns sinais chave.

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CTT responsabiliza transporte aéreo por falhas no serviço com os Açores – jornalacores9.pt

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O presidente da comissão executiva dos CTT, João Bento, responsabilizou hoje o transporte aéreo entre o continente e os Açores por 25% dos dias do ano estarem “profundamente abaixo da capacidade” contratualizada em termos de expedição de correio. João Bento afirma que, em “25% dos dias do ano não houve a capacidade contratualizada com as […]

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Dois casos em três dias: Filhos que matam pais em Portugal e lá fora – Notícias ao Minuto

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No mês de outubro, foram vários os casos de filhos que mataram ou tentaram matar os pais. Em Portugal, no espaço de três dias, foram dois os casos, sendo que um deles envolve um menor de idade que é suspeito de atirar contra a mãe em casa.

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Filho de 14 anos é suspeito da morte de vereadora de Vagos(que tipo de filhos andamos a criar?

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Susana Gravato morreu na terça-feira à tarde depois de ter sido atacada em casa. Polícia Judiciária (PJ) revela que a vereadora da Câmara Municipal de Vagos foi morta com uma arma de fogo, que pertencia ao marido. O principal suspeito do crime é o filho, de 14 anos.

Source: Filho de 14 anos é suspeito da morte de vereadora de Vagos

estado da palestina não existiu

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【A CAUSA DAS COISAS】
ISRAEL | PALESTINA A história que muitos querem ignorar – A coexistência não pacífica!
Voltamos à história, sobretudo para avivar as memórias mais distraídas!
Antes do moderno Estado de Israel, havia um Mandato Britânico, e não um Estado Palestino.
Antes do Mandato Britânico, existia o Império Otomano, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Otomano, estava o Sultanato Mameluco do Egito, e não um Estado Palestino.
Antes do Sultanato Mameluco do Egito, havia o Império Aiúbida; Godofredo de Bulhão conquistou Jerusalém em 1099. Não havia um Estado Palestino.
Antes do Império Aiúbida, existia o Reino Cristão de Jerusalém, e não um Estado Palestino.
Antes do Reino de Jerusalém, havia os impérios Omíada e Fatímida, e não um Estado Palestino.
Antes dos impérios Omíada e Fatímida, estava o Império Bizantino, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Bizantino, havia o Império Romano, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Romano, existia o Reino dos Hasmoneus, e não um Estado Palestino.
Antes do Reino dos Hasmoneus, estava o Império Selêucida, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Selêucida, o Império de Alexandre da Macedônia existia, e não um Estado Palestino.
Antes do Império de Alexandre da Macedônia, havia o Império Persa, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Persa, estava o Império Babilônico, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Babilônico, havia os reinos de Israel e Judá, e não um Estado Palestino.
Antes dos reinos de Israel e Judá, havia o Reino de Israel, e não um Estado Palestino.
Antes do Reino de Israel, existia a teocracia das Doze Tribos de Israel, e não um Estado Palestino.
Antes da teocracia das Doze Tribos de Israel, havia uma coligação de cidades-estado cananeias, e não um Estado Palestino.
Na verdade, nesta parte do mundo, houve de tudo, excepto um Estado Palestino.
NB: Factos não são Fatos!
Mas podem continuar a martelar a história…agora que isto descambou, lá isso descambou. Os ódios de estimação e promessas de aniquilação de um ou de um outro lado, não abonam nada em nome da paz. Podre ou não, na miséria humana em que se transformou aquele território, quem mais sofre é sempre a população. Ódio, raiva, rancor, pobreza, miséria, um cocktail sem fim à vista!!!
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Fernando Jacinto

Peço desculpa, mas é um pouco mais complicado. 1. Também, não havia Estado de Israel, embora houvesse palestinianos no território que se dedicavam à agricultura e pastorícia. 2. Quando o Império Otomano se desfez foram criados vários Estados ((nenhum era Israel), mas os ingleses recusaram um Estado palestiniano. 3. Para o território onde há hoje conflito, eram enviados judeus pobres (um povo ou seguidores de uma religião?) considerados “contestatários comunistas” que incomodavam muitos países. 4. Judeus ricos compravam parcelas do território aos ingleses mas não os cultivavam, deixavam isso aos palestinianos. Só, por pressão dos ingleses, começaram a fazer algo das parcelas que adquiriram, expulsando os que lá estavam. Etc, etc, etc. A história do médio-oriente é de facto muito complexa e as potências europeia têm muita culpa no cartório,

pdl capital da cultura da parolice

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5.500 euros mensais para isto?
Numa grande entrevista dada ao Nuno Martins Neves para o Açoriano Oriental a comissária da Ponta Delgada Capital da Cultura 2026, quando questionada sobre a sua programação, não querendo revelar o que já estava planeado, escolheu referir o “recuperar de tradições” como os Assaltos de Carnaval e o Menino Mija.
Quando o que se espera, e o que se exige, seria visão, rasgo, modernidade, vanguarda, futuro e ambição, o que fica deste titubeante arranque da Capital da Cultura é o Monumento à Vaca, os Assaltos de Cultura e o Menino Mija, numa espécie de nostalgia infantojuvenil de uma Ponta Delgada dos anos oitenta do século passado, quase ao estilo de um António Ferro para quem a cultura era um adorno de propaganda política mais do que um Manifesto para o Futuro…
O meu apelo público é para que este importante evento não se transforme em mais uma oportunidade perdida.
A crónica semanal para o Açoriano Oriental e em azoreansplendor.blogspot.com.
May be an image of text that says "16 Pontos de Vista Pedro Arruda Empresark Uma Capital sem ambição escussostrismesesdoscu infciofoifinalmenteassi. nado roprow Ponta dad proprio arquipélago, በስማው Naose públicos นททส uma leuma municaçao, que espero que Capital Cultura possa mais mais suma opor portunidade perdida. Sejuntarmos: 0Me- Delgada oitenta asexperienciase gerouenor- Uma capitalculturalan temos esem rimeras imaginacão, Sinceramente, estaCanitaldaCultura mais umaaportunaddepe perdida."
Numa grande entrevista dada ao Nuno Martins Neves para o Açoriano Oriental a comissária da Ponta Delgada Capital da Cultura 2026, quando questionada sobre a sua programação, não querendo revelar o que já estava planeado, escolheu referir o “recuperar de tradições” como os Assaltos de Carnaval e o Menino Mija.



Quando o que se espera, e o que se exige, seria visão, rasgo, modernidade, vanguarda, futuro e ambição, o que fica deste titubeante arranque da Capital da Cultura é o Monumento à Vaca, os Assaltos de Cultura e o Menino Mija, numa espécie de nostalgia infantojuvenil de uma Ponta Delgada dos anos oitenta do século passado, quase ao estilo de um António Ferro para quem a cultura era um adorno de propaganda política mais do que um Manifesto para o Futuro…



O meu apelo público é para que este importante evento não se transforme em mais uma oportunidade perdida.



A crónica semanal para o Açoriano Oriental e em azoreansplendor.blogspot.com.

Seeless
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Apresento aqui a minha proposta para o projeto de arte pública “escultura” e que fará parte da programação oficial – Ponta Delgada Capital da Cultura 2026.