curso de mirandês

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Das línguas de Portugal
May be an image of text that says "Curso de lhéngua mirandesa Nible d'Ampeço De 04 a 27 de julho de 2023 -9 de la nuite na anternete- Apuntes até 02 julho La sala para más de 15 i menos 21 alunos ASSOCIAÇON DE LA LHÉNGUA CULTURA MIRANDESA"

Nuobo curso de Lhéngua i Cultura Mirandesa, an lhinha. Curso acreditado pul CCPFC.
NOTA AMPORTANTE: este …

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Quando Sandro G voltou a Rabo de Peixe, deu 10 mil CD’s “de graça”: “Tinha 100 caixotes e 12 carrinhos de mão. A polícia achava que era droga, até chamaram os cães” – CNN Portugal

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Romeu Bairos e Sandro G conheceram-se ainda Romeu cantava nas ruas de São Miguel. Agora, o finalista do Festival da Canção veste a pele do antigo rapper em “Rabo de Peixe”. A CNN Portugal falou com os dois sobre esta ligação – e sobre a vila açoriana que agora é um sucesso da Netflix. E sim, aquele cartaz de “Sandro Jeans” existe mesmo

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Tiago Alves, o chocolateiro que conquistou os atores de “Rabo de Peixe” pela boca – NiT

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“Há pessoas aqui que não gostaram da série, a realidade é essa. Mas eu gostei muito. O facto de estar tão bem desenhada, permite perceber que aquilo atingiu mais a zona lá de baixo, do porto e dos pescadores. E, epá, aquilo foi um acidente. Apareceu na vida deles. Não foi uma coisa permanente. Morei … Continued

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deserto vermelho

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Detalhes… no reino mágico dos Açores… O Deserto Vermelho da Ilha de Santa Maria…
“Enche-se de felicidade aquele que vê, sem inveja, a felicidade dos outros.” – Francisco de Assis

O “deserto vermelho” também conhecido como o Barreiro da Faneca é uma das mais insólitas paisagens de Santa Maria, porventura de todo o arquipélago dos Açores. Trata-se de uma paisagem semi-desértica, em tons amarelados e avermelhados, rodeada por bastante vegetação que, e está classificado como Área de Paisagem Protegida.
O Barreiro da Faneca é uma extensa superfície de terreno árido e argiloso, pertencendo principalmente à unidade geológica denominada “Formação de Feteiras”, constituindo uma paisagem semi-desértica de cor amarelo-avermelhada, única nos Açores. Com altitudes que rondam os 200 metros acima do nível do mar, apresenta-se como uma superfície de relevo ondulado com declives muito suaves, inferiores a 4-5%, e com uma capacidade de drenagem muito reduzida. Nas zonas desprovidas de vegetação é notória a erosão do solo, podendo ser observadas “dunas” causadas pela erosão eólica e hídrica. Apesar de, há algumas décadas, o Barreiro da Faneca apresentar apenas algumas manchas isoladas de vegetação, nos últimos anos tem se verificado um aumento espontâneo desta, de forma que, atualmente, cerca de 70% de sua área encontra-se recoberta por espécies vegetais, das quais se destacam endemismos, como a urze (“Erica azorica”), o pau-branco (“Picconia azorica”), a malfurada, a “Scabiosa nitens”, a erva-leiteira, e outras espécies igualmente importantes, com o louro-da-terra e a faia-da-terra.
(36°59’56.08″N 25° 7’23.26″W) Barreiro da Faneca – São Pedro – Vila do Porto – Ilha de Santa Maria – Açores – Portugal
#Acores #DesertoVermelho #Deserto #BarreiroDoFaneca #vulcao #SaoPedro #VilaDoPorto #SantaMaria #Portugal
©Daniel Jorge https://www.facebook.com/fotos.djtc

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lenda do rei Sebastião

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Lenda do rei D. Sebastião e da ilha encantada.
Ainda há um século atrás se encontrava muita gente com bilhas cheias de água, vindo da fonte. Iam buscá-la para os arranjos da casa, para os animais. Muitas vezes iam mesmo de noite, quando havia menos pessoas à espera de encher a bilha.
Certa noite de lua cheia, as tias Bastos, da Ribeira Seca da Ribeira Grande, aproveitaram a calada da noite para irem à fonte. Enquanto esperavam que as talhas se enchessem, olhavam o majestoso mar que se estendia no seu azul negro lá ao longe.
De repente viram o mar abrir-se e fazer um longo caminho. Apareceu depois um homem jovem, muito belo, vestido como um rei e montado num cavalo branco. Veio-se aproximando, cavalgando, e ao chegar, perguntou com voz serena:
— Quem vive?
Repetiu a pergunta três vezes, mas as velhas, pasmadas e amedrontadas, puseram as bilhas à cabeça e fugiram sem responder Enquanto corriam para casa, olharam para trás e viram o rei caminhar para o mar de cabeça baixa, em passo vagaroso, fechando-se a estrada atrás dele.
No dia seguinte, as tias Bastos contaram aos vizinhos o que lhes tinha acontecido na noite anterior e ficaram a saber que aquele jovem era o rei D. Sebastião e que, quando o rei lhes perguntou “Quem vive?” deviam ter respondido “D. Sebastião mais a sua nação”. Teriam assim desencantado o rei e a ilha em que vive e que se chama D. Sebastião. Mas ao mesmo tempo que esta ilha se desencantasse, encantar-se-ia uma das ilhas dos Açores de nome feminino.
A ilha e o rei ainda continuam encantados e de sete em sete anos, numa noite de lua cheia, o infeliz rei vem a terra esperando que alguém o desencante.
( Foto encontrada no google)
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TITANS

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TITANS
A morte horrível destas cinco pessoas, embarcadas numa cápsula claustrofóbica, nas escuras profundezas do Atlântico, é uma tragédia (evitável) que reflete bem a ‘utopia’ neoliberal (ou ultra?) que tanto entusiasma muita gente nestes tempos, e parece ter uma apetência especial para conquistar jovens ‘apolíticos’ com soundbytes orelhudos.
Um grande empreendedor juntou dinheiro suficiente para construir um sofisticado ‘brinquedo’ submarino. Avançou com o projeto para, entre outras coisas (imagino), levar pessoas a espreitar os destroços do Titanic. Fugiu a qualquer certificação oficial de segurança, à regulação de qualquer Estado ou instituição pública, argumentando mesmo que é assim que a ‘inovação’ acontece e que confiava totalmente nos profissionais que contratou para construir essa máquina. Vários especialistas puseram em causa a segurança do Titan. O CEO da empresa Ocean Gate decidiu avançar, mesmo assim, para viagens com passageiros em águas internacionais. O Titan, aparentemente, ‘implodiu’ a caminho desse símbolo da infinita ambição e soberba humana (o Titanic era o maior e mais moderno navio de passageiros do seu tempo e afundou-se na primeira viagem, em 1912). Da utopia neoliberal de que falo, por exemplo trumpista, com origens em Reagan ou Thatcher, faz parte uma obsessão com a ‘desregulação’ como motor da ‘economia’, o desprezo pelos impostos (algo de que se deve fugir) e uma inabalável fé na iniciativa ‘empreendedora’ criadora de riqueza e empregos (que supostamente justifica, e moraliza, a mais irracional acumulação de fundos).
Esta tragédia do Titan é a da desregulação e desprezo por instituições do(s) Estado(s) e a da confiança desmesurada no poder do dinheiro.
Eu continuo a achar que a ideia de Estado é uma das grandes conquistas e invenções da humanidade (e não, não estou a falar do modelo soviético e de outras ditaduras), no sentido da solidariedade e da importância de uma enorme organização coletiva de todos para o benefício de todos. Os nossos impostos são mal aproveitados? É contra isso que nos devemos bater, não contra a sua existência. Impostos no mínimo dos mínimos, desregulação nas mais variadas áreas, uma entrega cega à “mão invisível” dos mercados e à selva das iniciativas privadas (num mundo já de desigualdades profundas) é colocarmo-nos na posição deste Titan.
Tudo é politica? Sim, (quase) tudo.

Manuel da Silva Rosa defendeu provas de doutoramento em História Insular e Atlântica (séculos XV-XX) | Notícias UAc

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Source: Manuel da Silva Rosa defendeu provas de doutoramento em História Insular e Atlântica (séculos XV-XX) | Notícias UAc

que justiça é esta????Os dois clandestinos a bordo de navio mercante português ficaram em liberdade – Observador

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Suspeitos que terão entrado no navio na Turquia encontram-se agora em liberdade “com termos de identidade e residência”. Os detidos mostraram uma “atitude não colaborante com a autoridade do navio”.

Source: Os dois clandestinos a bordo de navio mercante português ficaram em liberdade – Observador

“Queremos a Calheta de volta”

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Artigo no CA de hoje.
“Queremos a Calheta de volta”
A exigência formulada pela frase, adotada por um movimento de cidadania há anos, que reivindicava a devolução da Calheta aos seus cidadãos é irremediável, já se sabe. Cerca de vinte anos depois, sob o aterro, onde outrora foi o histórico porto da Calheta de Pêro de Teive, à volta do qual nasceu Ponta Delgada, permanece ainda o mistério quanto ao seu futuro.
Dezenas de anos depois de acumulação de entulho, ainda recentemente, sob a administração camarária anterior, foi possível resgatar uma parte do espaço que, segundo julgo saber, seria devolvido ao usufruto público com zonas verdes de lazer. Começaram as obras de demolição, mas, eis que, nos últimos dias, foi anunciada a sua suspensão pela empresa promotora da obra que detém a concessão do espaço. Da justificação, nada se sabe. Para os cidadãos comuns, como eu, igualmente nada se sabe sobre os negócios ao longo dos anos que conduziram àquela situação deplorável. Quem são os responsáveis, os verdadeiros envolvidos, visíveis e invisíveis. É evidente que o enredo é de tal forma complexo que já perdeu ponta por onde se pegue, são tantas as pontas soltas…
De qualquer modo, ao cidadão comum nada disso interessa. Importa aos cidadãos de Ponta Delgada, e aos habitantes da ilha que têm esta cidade como sua, que a questão seja resolvida de uma vez por todas! Podemos já não identificar quem nos trouxe até aqui, mas quem está nos lugares de poder atualmente tem seguramente responsabilidades sobre o que por ora, ou daqui em diante, se faz.
Enquanto se renova o centro da cidade, sem que houvesse qualquer reivindicação ou carácter de prioridade para isso, a uns metros mais ao lado, em plena Avenida Marginal, temos uma frente nobre da cidade, cheia de entulho há décadas!
É como arrumar a sala de visitas de uma casa, prepará-la para receber convidados, mas, se os mesmos convidados espreitarem para outra divisão da casa, verão o lixo e o entulho despejado, dando conta da falta de brio do anfitrião que, hipocritamente, esconde a sujidade do seu desleixo.
No caso em questão, a imundície da ineficiência está para além do que a nossa compreensão e vista alcançam, protegidas por tapumes de latão que, ainda assim, só foram postos recentemente. Dantes, nem essa “dignidade” havia, tal era o à-vontade. Qual é a fonte deste à-vontade e o porquê desta pouca vergonha? Na cidade mais antiga e populosa da região, não há suficiente pressão por parte dos cidadãos para evitar uma mutilação do nosso património deste calibre? Ou – pior – nenhum valor se lhe reconhece? Um abandono duma parte nobre de Ponta Delgada justifica-se como? A quem interessa? Que poder nós elegemos para nos representar que não põe cobro a uma situação moralmente danosa para os habitantes da cidade e desta ilha?
Assumo a contradição, pois referi que já nada disso interessa. Porém, as perguntas impõem-se por si. Serão inevitavelmente respondidas no devir da história.
Por agora, o que importa acima de tudo é o rápido desfecho do (ana)crónico problema. Há-de haver jovens nesta terra que nunca tiveram o direito de conhecer aquele lugar de outra forma.
Exige-se que quem está nos lugares certos faça o que lhe compete com a delegação de autoridade que lhe foi outorgada. Nada mais.
A urgência da sua resolução é para ontem e nada tem a ver, como às vezes se diz, com a crescente afluência de turistas que nos visitam.
É inadiável, porque nós que aqui estamos temos o direito de viver numa casa limpa. Açoriano que se preze tem casa asseada e consciência lavada e recebe na sua casa seja quem for, desde que venha por bem!
May be an image of 1 person and text that says "opinião/pub. Correio Acores, 24de Junho de 2023 "Queremos Calheta devolta" Por: Paula Cabral mais antiga populosa região, não parte Aexigência Ou- patri- deci abandono como? mente para habitantes cidade carácter metros erdadeiros prioridade contradição, Porém, que pegue, entulho conhecer lugares Para outorga. imundicie igual- diante, faz resolução como vezes dignidade aqui pouca vergonha? por quem adae que"
  • Tomás Quental

    Há uma empresa que manda mais nos Açores do que todas as autoridades governamentais e municipais açorianas juntas. A culpa é dessas mesmas autoridades governamentais e municipais, porque deixam a referida empresa fazer ou não fazer tudo quanto lhe apetece.

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      Paula Cabral

      Tomás Quental, mas de onde lhe advém tanto poder? Transcende o interesse económico, com certeza. Há no ar insinuações que a realidade parece confirmar, dado que há 20 anos ninguém tem mão sobre o assunto. Não há um canal de televisão do continente que venha pôr aquilo a limpo?! O povo aguenta tudo!!
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      Tomás Quental

      A Procuradoria-Geral da República, como garante máximo da legalidade democrática, é que deveria vir “pôr aquilo a limpo”, para usar as tuas palavras. E, nas próximas eleições legislativas regionais, mais uma vez, a grave questão da Calheta de Pêro de Teive será tema de campanha, mas será apenas um novo exercício de hipocrisia política. “É ´desta` que tudo se vai resolver”, costumam dizer. A Calheta continuará a ser uma autêntica vergonha, porque PS e PSD, muito “amigos” nesta matéria, vá se lá saber porquê, têm dado sempre cobertura política, ou através do Governo Regional ou por meio da Câmara Municipal de Ponta Delgada, a interesses que não servem o povo açoriano.
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      Paula Cabral

      Tomás Quental, isto porque não temos escrutínio suficiente, caro Tomás! Uma CS aguerrida faria tremer as hostes ou, pelo menos, não haveria tanto à-vontade!
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  • José António Pacheco

    Uma pequena calha de acesso ao mar, pelos barcos de boca aberta, mas uma grande e nobre causa. Bem haja
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