Um raio cósmico ultrapoderoso de “partículas divinas” caiu na Terra, e ninguém sabe a origem – ZAP Notícias

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Foi detetado um dos raios cósmicos mais poderosos de sempre, proveniente de um “vazio no universo” que continua a intrigar a comunidade científica. Um estudo publicado recentemente, na Science, revelou que um dos raios cósmicos mais poderosos alguma vez observados foi detetado a colidir com a Terra. Como explica a LiveScience, a partícula extremamente energética captada a 21 de maio de 2021 – nomeada “Amaterasu” em homenagem a uma deusa japonesa – chegou de um vazio no universo. O Amaterasu, detetado pelo Telescope Array no Utah (EUA), possuía uns impressionantes 244 exa-eletrões-volt (EeV) de energia, tornando-o o raio cósmico mais

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Filho de ex-deputado do PS foi contratado como engenheiro (e não era engenheiro) – ZAP Notícias

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Deputado da Assembleia da República João Paulo Rebelo está no centro das polémicas. Um contrato de 926 mil euros terá favorecido na contratação pública para testes à covid-19, suspeita o Ministério Público. O Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) contratou os serviços de engenharia do filho do antigo deputado socialista e ex-presidente da Federação Distrital de Viseu do PS, José Junqueiro, apesar de este não ser, na altura dos factos, engenheiro. O contrato, válido entre abril de 2019 e março de 2020, terá valido 20.664 euros ao filho de Junqueiro. Será este, avança o Público esta quarta-feira, um dos

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DOURO E OUTRAS CORES” do João Paulo Sotto Mayor, o grafismo é da Mariana Negrão e teve a coordenação editorial de Francisco Madruga.

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No passado sábado, na Fundacao Dr Antonio Cupertino De Miranda, realizou-se a apresentação do livro “DOURO E OUTRAS CORES” – Cidade Europeia do Vinho 2023, do João Paulo Sotto Mayor.
A edição é da #primeiraedicao, o grafismo é da Mariana Negrão e teve a coordenação editorial de Francisco Madruga.
Aos mais de 140 participantes vindos dos mais diversos pontos do Douro, e fundamentalmente dos lugares e afetos devidos ao João Paulo, aos Patrocinadores e aos apresentadores fica o reconhecimento de um trabalho de muitos trabalhos, assim como de uma paixão pelo Douro.
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um dos maiores livros do mundo: A Açorianidade no Tempo, com quase 30.000 páginas

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incluída nesta obra a bga bibliografia geral da açorianidade…

José Andrade is with José Manuel Bolieiro and

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at Teatro Micaelense.

A Nova Gráfica, de Ernesto Rezendes, apresentou esta terça-feira, no Teatro Micaelense, um dos maiores livros do mundo: A Açorianidade no Tempo, com quase 30.000 páginas, 2,6 metros de lombada e 170 quilos de peso, que reproduz e reúne 150 obras de 263 autores, incluindo 6 títulos da nossa autoria:
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Mário Felix Couto

Parabéns pela iniciativa que significa a Literatura Açoriana e leva os Açores aos 4 cantos do mundo. Obrigado pelos Açores e Açorianos.
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Malvina Sousa palestra ao vivo nos EUA

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Está quase… encontro marcado para daqui a pouco, às 21h30, numa conversa que “atravessa os mares”!!
Até já!
Convido-vos a estar connosco através do link (caso não estejam a conseguir aceder, podem sempre tentar pelo QR Code na imagem):
May be an image of 1 person, boat and text that says "CLUBE LUSÓFONO University of Wisconsin-Milwaukee Spanish and Portuguese Department Till violence do us part. Journeys across the sea Abook with alvna Sousa, Azorean writer (bilingual) November 28, 2023 ZOOM link 4:30pm http:/sonsinedu.om./4670742"
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Maria Conceição Cabral

EXCELENTE!!!! PARABÉNS 👏

Paulo Portas: “Não há urgências fechadas nos Açores” – Polígrafo

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O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou este domingo, no seu espaço de análise na TVI, que o arquipélago dos Açores é bem governado “no geral”. Exemplo disso é que “não há urgências fechadas nos hospitais” da região. Será verdade?

Source: Paulo Portas: “Não há urgências fechadas nos Açores” – Polígrafo

Escritora americana com raízes açorianas fez investigação sobre a vida dos judeus na Região

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Escritora americana com raízes açorianas fez investigação sobre a vida dos judeus na Região
A escritora e artista Lily Snider passou uma temporada nos Açores para desenvolver uma investigação em torno da presença de judeus na Região. Ao jornal Correio dos Açores falou da importância de se compreender a complexidade da história como um todo e, através de projectos como este, continuar a prestar testemunho às partes da história que se tende a esquecer. O tetravô, natural de São Miguel, fugiu num navio baleeiro para América onde conheceu a esposa, também ela imigrante açoriana. E foi a sua filha, Maria Carolina Ladino, quem inspirou toda esta jornada que, segundo Lily Snider, lhe deu tanta inspiração intelectual quanto artística. Correio dos Açores – Qual foi o seu percurso antes de chegar aos Açores? Lily Snider – É uma questão difícil de responder porque, em certa parte, sinto que muitos momentos da minha vida já me estavam a preparar para chegar aos Açores. Sou escritora, investigadora e artista. Por vezes, olhamos para o nosso percurso e percebemos que as pistas estavam, desde sempre, a dizer-nos aquilo em que nos podemos tornar. Tenho escrito diários e criado desde o momento em que consigo segurar uma caneta. Na verdade, desde que me lembro. Mas, provavelmente, a resposta mais formal passa por dizer que fui para a Universidade da Pennsylvania para estudar Escrita Criativa, e formei-me em 2020. Depois disso, trabalhei em vários papéis relacionados com escrita e investigação. Antes de vir para os Açores, estive em Los Angeles a trabalhar no desenvolvimento de programas de televisão e documentários de crime real na NBC Universal. À margem disto, estava a dedicar-me à música. E numa margem ainda mais estreita, estava no processo de candidatura à Bolsa Fullbright. Foi nesta pequena margem que estive um ano inteiro a sonhar com os Açores. Ainda que muitas poucas pessoas saibam disso, a família da minha mãe é originária da Região. O meu tetravô, Louis de Medeiros Ladino, saiu de São Miguel num navio baleeiro na viragem do século 20. O irmão dele arranjou trabalho no navio e, no próprio dia do embarque, ele decidiu que não ia ficar para trás. A minha tetravó, Maria Xavier Ferreira, original do Faial, imigrou por volta dessa altura. Conheceram-se em New Bedford, Massachusetts, e foi aí que começou a história do lado americano da minha família materna. Tive a sorte de conhecer a sua filha Maria Carolina, a minha bisavó, que foi uma grande inspiração para mim. Ela era poeta, professora e uma mulher com muita garra. Pouco depois da sua morte, comecei a ganhar um grande interesse pela história da nossa família e pelas nossas raízes açorianas. Na parte do meu pai, fui criada dentro da cultura judaica, pelo que estive desde sempre ligada à sua história. Recebi a Bolsa Fullbright para fazer investigação neste contexto, mas essa decisão também foi muito pessoal, pesou muito o facto de os Açores serem o berço da minha família materna. Pode falar um pouco sobre a pesquisa que veio fazer aos Açores e a sua importância? Vim para os Açores para explorar e dar continuidade à investigação acerca dos judeus na Região, para aprofundar a nossa compreensão desta parte da história. O trabalho passou por documentar a história oral que as pessoas, tanto historiadores como descendentes de linhagem judaica, ainda conseguem lembrar e partilhar. Com o passar do tempo, muitas vezes perdemos o contacto com histórias como esta e, neste sentido, este trabalho é de grande importância. Para além disso, ainda ficaram muitas questões por responder e detalhes que merecem ser explorados. Acredito que é essencial compreender a história como um todo para que seja sequer possível ter uma relação mais profunda com o mundo em que existimos, com o agora. Também é muito importante para as famílias que saíram dos Açores e que agora vivem em diferentes regiões do mundo. Mas, acima de tudo, é uma história sobre a identidade judaica que, normalmente, não é associada ao judaísmo moderno e que, por isso, tende a ter menos atenção. Acredito que esta seja uma forma de honrar a experiência judaica, que é global, multifacetada e, na verdade, muito antiga e complexa. Houve muitos judeus que encontraram refúgio nos Açores e se fizaram na Região, mas o registo histórico é quase inexistente. Quais foram os maiores desafios que teve de enfrentar na sua pesquisa? O registo histórico não é inexistente, mas é limitado. E uma compreensão profunda vai necessitar do trabalho de mais especialistas e académicos. Parte das minhas razões para me envolver neste trabalho também passou por gerar este tipo de curiosidade. Quero que as pessoas ganhem interesse e que continuem os esforços para compreender e preservar esta história. Alguns dos maiores desafios que enfrentei foram as fontes limitadas e o facto de que apenas uma pequena comunidade de pessoas é realmente dedicada a este trabalho. Uma grande dificuldade foi tentar interpretar registos muito antigos escritos num português arcaico. Ainda que eu consiga ler e falar um pouco de português, estes registos, como os da Inquisição, por exemplo, são difíceis de interpretar mesmo para um falante nativo comum. Para além disso, embora pareça um campo de pesquisa específico, na verdade existe muita coisa que podemos aprender e explorar, tanto que seria impossível para uma única pessoa contar esta história toda e fazê-lo bem. Acho que é por isso que coloquei tanto ênfase nas entrevistas e em destacar e incluir várias vozes. Trabalhou com a Sinagoga Sahar Hassamaim. Para si, qual é a sua importância? A sinagoga de Ponta Delgada é um dos templos mais antigos de Portugal e, na minha opinião, um dos mais importantes. Acredito que o facto de ter sido restaurada e mantida foi uma das coisas mais bonitas e poderosas que aconteceu em Ponta Delgada, mesmo que nem toda a gente tenha conhecimento disso. Sem esta sinagoga, seria impossível para alguém como eu vir para os Açores fazer este trabalho. É uma peça de história verdadeiramente magnifica, uma evidência material que honra as vidas dos judeus que por cá passaram, que aqui rezaram e chamaram este lugar de casa. É o único museu no arquipélago com tamanha coleção de artefactos e que faz um grande esforço para, continuamente, prestar testemunho à robusta e maravilhosa vida judaica que existiu nesta ilha. Significa muito para mim e pensar nisso emociona-me. Estou muito grata ao Dr. José de Mello por me dar a oportunidade de passar um tempo lá e fazer parte da expansão da reputação e da comunidade do museu. O que descobriu acerca das suas raízes açorianas? Bem, em primeiro lugar, descobri que tenho mais primos do que pensava – e, ao que parece, eles são maravilhosos! Já ouço falar deles há muito pois eram próximos da minha bisavó e “Ainda que muitas poucas pessoas saibam disso, a família da minha mãe é originária da Região” “Vim para os Açores para explorar e dar continuidade à investigação acerca dos judeus na Região, para aprofundar a nossa compreensão desta parte da história. O trabalho passou por documentar a história oral que as pessoas, tanto historiadores como descendentes de linhagem judaica, ainda conseguem lembrar e partilhar” Correio dos Açores, 26 de novembro de 2023 entrevista 11 da minha avó – e agora, de mim. Quanto à minha árvore genealógica, ainda estou a trabalhar nisso. Mas, mais do que tudo, descobri que me sinto profundamente ligada às minhas raízes açorianas. Senti os Açores como casa e sinto a minha avó comigo quando estou em São Miguel. Tenho muita sorte por contar com um anjo como ela. Fez alguma descoberta importante que queira partilhar? Neste momento, acredito que toda a gente deve educar-se melhor naquilo que diz respeito à história como um todo. A maior parte das pessoas apenas pensa na história durante o século 19, quando muitos judeus marroquinos se mudaram para cá – esta é a história que as pessoas normalmente sabem e que tendem a focar. Mas uma coisa que considero particularmente fascinante e à qual continuo a voltar é o facto de que a fundação dos Açores coincide temporalmente com a Inquisição portuguesa e, durante esse período, os judeus eram forçados a converter-se e, mesmo assim, impedidos de sair do território português, o que fez dos Açores um destino apelativo. E enquanto temos, de facto, o registo de muitas famílias de “Novos Cristãos” que se fixaram cá nesta altura, suspeito que possam ter sido muitas mais. Portanto, o que muitas pessoas não sabem é que a vida judaica nos Açores é quase tão antiga quanto a própria história da Região, é parte do próprio tecido destas ilhas e dos seus primórdios. Espero que não seja demasiado controverso dizer isto. O que o seu livro vai descrever? Já existe uma data para a publicação? É verdade que há a possibilidade de o transformar num documentário? Tenho esperança que o livro seja uma combinação entre a vida judaica que teve lugar no arquipélago e um relato pessoal da minha jornada. Os livros levam muitos anos a ser escritos e penso que o ideal será começar com a publicação de pequenas peças de escrita e pesquisa para que eu possa começar a construir o livro. Em breve será publicado um texto na American Book Review, uma resenha sobre uma antologia de poesia que trata de um tema semelhante à minha pesquisa: a diáspora dos judeus espanhóis após a inquisição, e seus descendentes no Novo México nos EUA. Fui convidada a fazer esta peça por causa da minha pesquisa. Para além do trabalho de investigação, o meu ramo é a escrita criativa e, neste sentido, esta experiência teve muito impacto tanto a nível intelectual como criativo. Estou a organizar ambos os sentimentos. Provavelmente, também vou incluir obras de poesia e partes mas artísticas na obra final. Considero que o processo desta investigação tem um cunho verdadeiramente artístico e, embora possa parecer estranho, para mim é muito importante combinar as duas esferas de forma adequada. Gravei muitos vídeos no tempo que passei nos Açores e tenho o registo de entrevistas incríveis. Por isso estou a considerar a realização de um pequeno documentário. E talvez um dia, um grande documentário! Esta terra é muito poderosa e bonita, sinto que seria uma pena não mostrar em vídeo o lugar de que estou a falar. A terra é ela própria uma personagem. O objectivo é criar algo que seja acessível a todos – não apenas para académicos, ou investigadores. Também quero que o livro seja acessível a todos os que falam inglês, para pessoas como eu, que têm raízes portuguesas, mas que não foram criados com a língua. Tenho de encontrar uma equipa e reunir os fundos. Assim sendo, este processo leva o seu tempo, mas estou a trabalhar arduamente para o conseguir. Como é que o seu trabalho foi recebido na comunidade judaica nos EUA? Neste momento, estou a começar o processo de partilhar o meu trabalho – e também acredito que o projecto se vai alastrar por algum tempo. É difícil sentir que tenho um produto “acabado” para partilhar. Mas, de um modo geral, tenho recebido o apoio e incentivo da comunidade judaica e não-judaica. Acredito que num lugar como os EUA, que é composto por emigrantes de todos os cantos do mundo, muitas pessoas recebem com entusiasmo histórias que exploram estas origens. Penso que, por vezes, as pessoas têm uma ideia muito específica de como é um judeu e de como é a sua história. É sempre algo muito importante quando conseguimos mostrar como os judeus e a sua história realmente são: na sua diversidade, na sua globalidade e complexidade. A minha comunidade pessoal de estudiosos, escritores e indivíduos judaicos e não judaicos está muito entusiasmada por receber esse tipo de representação. Ainda encontrou tempo nos Açores para trabalhar na sua música. Pode falar um pouco sobre o processo que levou à criação de um videoclip na Região? Foi tanto um choque quanto uma alegria poder trabalhar na minha música no meio da pesquisa. Antes de me mudar para os Açores, estava a trabalhar na indústria do entretenimento em Los Angels e fazia música nas minhas horas vagas. Pouco depois de chegar aos Açores, decidi partilhar uma música que fiz com um amigo americano no início do ano, antes da minha Fulbright. Quando a partilhei no Instagram, as pessoas incríveis da La Bamba contactaram-me – gostaram mesmo da faixa –, e o Luis Banzares Kitas disse-me que eles queriam produzir um videoclip. Puseram-me em contacto com a Maria João Sousa, e ela filmou comigo nas Sete Cidades. Foi tudo inesperado, mas incrível. Também acabei por escrever muita música enquanto vivi em São Miguel. Senti-me muito inspirada, em conexão com tudo à minha volta e comigo própria. Acabei por escrever um álbum inteiro, que estou agora a gravar na América! Os Açores deram-lhe uma inspiração à qual pretende voltar? Absolutamente. Fui profundamente inspirada pelos Açores – e tenciono voltar para estar com a família e amigos maravilhosos que encontrei na Região, para continuar a minha relação com a comunidade em geral e prosseguir com a minha pesquisa. Eu vou voltar. Continuo em contacto com a minha comunidade, tanto a pessoal como a académica. Na próxima semana vou compartilhar a minha experiência como escritora criativa numa aula da Universidade dos Açores, via Zoom. Com que impressão ficou do desenvolvimento cultural em Ponta Delgada e dos Açores? Creio que Ponta Delgada está a ter um momento intrigante na sua vida. Está num ponto de viragem muito interessante em que está a receber muita exposição e a crescer com isso. Mas de forma silenciosa, e historicamente falando, os Açores sempre foram um lugar muito importante, globalmente relevante e cheio de culturas diversas e em constante mudança – mesmo que nem todas tenham ficado de forma permanente. Ponta Delgada é vibrante e especial. Tenho muita sorte por agora também lhe pertencer e por ter a minha história pessoal entrelaçada por ela. O melhor levou dos Açores? Do que sente mais saudades? É uma questão impossível de responder. Tenho muitas saudades dos meus amigos. Tenho saudades dos tons de verde tão especiais. As cores dos Açores são diferentes de qualquer outro sítio na Terra, pelo menos de qualquer outro que eu tenha visitado. É impossível resumir ou decidir sobre a melhor coisa que trouxe dos Açores. Mas, neste momento, a palavra que me vem à cabeça é paz. Sinto que os Açores preencheram algo que nem sabia que me faltava – e sinto que, mesmo estando longe, é algo que me guia. Sinto que sou capaz de saber onde fica a minha casa. É um sentimento muito apaziguador. Daniela Canha “Senti os Açores como casa e sinto a minha avó comigo quando estou em São Miguel…” “Historicamente falando, os Açores sempre foram um lugar muito importante, globalmente relevante e cheio de culturas diversas e em constante mudança – mesmo que nem todas tenham ficado de forma permanente. Ponta Delgada é vibrante e especial. Tenho muita sorte por agora também lhe pertencer e por ter a minha história pessoal entrelaçada po
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língua portuguesa, futebol e amor-próprio

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Algo impensável em Espanha, ou em França, ou em Itália, ou em Inglaterra, ou na Alemanha — só para aludir os países com as principais ligas de futebol europeias —, onde os jornalistas nas conferências de imprensa só perguntam nas suas línguas nacionais. Remédio santo: todo e qualquer treinador ou jogador estrangeiro tem mesmo de aprender a expressar-se no idioma do país onde trabalha, como aconteceu com Carlos Queirós, Mourinho (estes já verdadeiros poliglotas…), Ronaldo; Bruno Fenandes, João Cancelo, André Silva, Rafael Leão, etc., etc.. etc.
P.S. — Já agora, saudemos o atual elecionador nacional de Portugal. o espanhol Roberto Martinez, que logo que assumiu funções, prometeu aprender português — o que aconteceu nem passado um ano.
……………………………………………………………………………………………………………..
« (…) No sábado, foi notícia o facto de, no final do jogo Benfica-Famalicão, o sr. Roger Schmidt não ter comparecido na conferência de imprensa e o Benfica não ter enviado ninguém em sua substituição. Num comentário ao jogo, ouvi referir que a causa provável para tal ausência seria o facto de o sr. Schmidt ter ficado irritado pelo facto de jornalistas, numa conferência de imprensa anterior, lhe terem dirigido perguntas em português.
Quando um alto quadro de uma grande empresa ou instituição emigra para um país onde se fala uma língua diferente da sua, faz parte da cortesia e boa educação que o indivíduo aprenda a língua do país de acolhimento, por respeito para com a empresa ou instituição, os seus colegas e os naturais do país. Se o indivíduo não o fizer por iniciativa própria, será provavelmente a empresa ou instituição a prover essa formação linguística. É sempre visto como arrogante e desrespeitoso o comportamento daqueles que não têm qualquer interesse pela língua e cultura do país que os acolhe e são incapazes de qualquer gesto de simpatia, para não dizer de boa educação. Tal não acontece só com alguns estrangeiros em Portugal: foi e é também apanágio de muitos portugueses que vivem em lugares povoados por gente que consideram inferior – e.g. em 1998, em Macau, constatei que portugueses que lá estavam há décadas, altos funcionários e professores universitários, não haviam feito o mínimo esforço para aprender cantonês ou mandarim e poder comunicar com os habitantes do território.
É sempre visto como arrogante e desrespeitoso o comportamento daqueles que não têm qualquer interesse pela língua e cultura do país que os acolhe.
Quando o alto quadro da empresa é treinador ou jogador de futebol de uma grande equipa nacional, o desrespeito e a má educação de quem se recusa a aprender e falar a língua do país que o acolhe é (ou deveria ser) mais perturbadora, por ser assumida publicamente sem qualquer pudor. Mas, pior do que o comportamento de pessoas assim, é o facto de os clubes que os contratam não tomarem quaisquer medidas e permitirem que os seus assalariados se mantenham meses e anos em Portugal sem aprender português ou, pelo menos, sem garantir serviços de interpretação simultânea em situações públicas de comunicação. Desgosta-me, ainda, que a comunicação social continue a ser subserviente, conformada e veja com naturalidade falar inglês com tais figuras. Independentemente, pois, do eventual revanchismo que motivou a atitude de só fazer perguntas em português ao sr. Schmidt, é com agrado que vejo a determinação dos jornalistas na exigência de respeito pelo país, sua língua e sua gente.
Eu bem sei que este padrão de comportamento não é só do sr. Schmidt e do Benfica e que é transversal a outras equipas, empresas e instituições. Sei que o puro conformismo com a situação é habitual na sociedade portuguesa, dando a entender que sente que a sua língua e cultura são inferiores às daqueles que teimam em não querer saber. O que fazem, ou têm de fazer, os treinadores e jogadores portugueses quando vão para clubes de países não anglófonos? Que sentem e manifestam muitos portugueses quando o taxista, o rapaz das entregas ou a senhora da limpeza não fala, ainda, português?»
[ Margarita Correia, “Diário de Notícias”, 27/11/2023]
DN.PT
O futebol, o amor-próprio e o português
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Chrys Chrystello

açores cabos submarinos da google em s miguel

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Cabos Submarinos: do mesmo modo do que escrevi passado dia 11, a “nuvem” está agora a ser desenhada na costa Norte da ilha de São Miguel, na Praia de Santa Bárbara. A “nuvem” é o cabo do mesmo nome da Google! Claro e óbvio!
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Luís, Rui and 16 others

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Leonor Anahory

nuvem?? e ?