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Há exatamente 20 anos escrevi esta crónica sardónica e ainda hoje lhe acho piada..(in ChrónicAçores uma circum-navegação.
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Há exatamente 20 anos escrevi esta crónica sardónica e ainda hoje lhe acho piada..(in ChrónicAçores uma circum-navegação.
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Acompanhe aqui AO MINUTO as incidências relacionadas com a depressão Ingrid, que assola Portugal continental.
Source: AO MINUTO: 6.500 clientes estão sem energia; Estradas e escolas fechadas
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Conclusão da investigação diz que Pedro Reis se cortou em vários pontos do corpo e ingeriu veneno para ratos, num hotel. “Nunca vi, confesso que nunca vi, ou não é normal”, diz ex-inspetor da PJ. Administrador do banco BCI (detido maioritariamente pela Caixa Geral de Depósitos e minoritariamente pelo BPI) Pedro Ferraz Correia dos Reis foi encontrado morto no hotel Polana, em Maputo, Moçambique, e rapidamente a polícia moçambicana concluiu que o caso se tratava de homicídio com arma branca. Mas um dia depois a investigação negou essa conclusão: afinal, foi suicídio. A nova (e inesperada) conclusão veio do Sernic,
Source: Banqueiro português “suicidou-se” em Moçambique. À facada, nas costas
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A once standard feature of Australian homes officially banned on January 1 will have flow on effects for buyers, builders and homeowners everywhere. But it could also save you a bunch of cash.
Source: Australian households ditching gas to save $4100 a year as costs soar – realestate.com.au
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confesso sem vergonha nem temor
os olhos transbordaram hoje
lágrimas em cascata como diques
pior que a lois quando chove
o coração bateu impiedoso por timor
os olhos turvos a mente clara
as mãos trémulas de impotência
nas covas e nas valas comuns
muitos se agitaram com a violência
mais uma morte gratuita
mais um casal de pais órfão
mais um filho varado às balas
sem razão nem justificação
poucas vozes serenas se ouviram
velhos ódios, vinganças acicatadas
o povo dividido como em 1975
sem alguém capaz de congregar o povo
sem alguém capaz de governar para todos
sem alguém acima de agendas pessoais
sem alguém acima de partidos
temos de superar agosto 75
udt e fretilin, a invasão
a indonésia e o genocídio
amigo, família, irmão
é urgente um passo em frente
faça-se ou não justiça
vamos congregar toda a gente
é urgente alguém com visão
um sonhador, um utópico
um poeta como xanana já foi
todos juntos em união
alguém que ame timor
mais do que as suas crenças
mais do que a sua família
mais do que as suas tenças
ou memórias e homilias
talvez mesmo uma mulher
meiga e sensível
olhar almendrado
pele tisnada e volúvel
capaz de amar
impulsiva para acreditar
talvez mesmo uma mulher
liberta de injustiças passadas
solta de ódios, vinganças
e outras dores desusadas
capaz de abdicar
das armas e liderar
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As Forças Armadas canadianas estão a estudar táticas de guerrilha como as usadas pelos mujahidin afegãos. As autoridades canadianas realçam que uma invasão americana é improvável e que os cenários são “meramente conceptuais”. Se acontecer, o Canadá pedirá ajuda à França e Reino Unido. O Exército do Canadá criou um cenário de invasão militar do Canadá pelos Estados Unidos e suas possíveis respostas, noticiou hoje o diário canadiano The Globe and Mail, numa altura em que o Presidente norte-americano, Donald Trump, fala novamente em conquistar o país. É a primeira vez em mais de um século que o Exército do
Source: “À moda dos mujahidin”. Exército do Canadá estuda cenário de invasão pelos EUA
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Durante décadas, fui correspondente estrangeiro, e paladino internacional pela causa de Timor em que ninguém acreditava. Era sistematicamente ridicularizado pela direção da LUSA por escrever demasiado sobre a “guerra perdida.” Arquei com consequências, a nível da sanidade mental, durante mais de 24 anos. Em 1999 publico o 1º volume da Trilogia “Timor-Leste: o dossier secreto 1973-1975”, na semana em que o ditador genocida Suharto faleceu (o maior cleptocrata em 32 anos acumulando 53 biliões de dólares). No seu prefácio escrevi:
“Este trabalho mostra a atitude lânguida dos colonizadores, os primeiros europeus a “descobrir” Timor e Austrália, que se descartaram da Austrália e preferiram Timor devido à madeira de sândalo. A expansão holandesa forçou-os a colonizar Timor e a “pacificar” a rebelde população. Este diário de acontecimentos, até à sangrenta anexação, pretende mostrar como Portugal lidou, incompetente e apressadamente, com a descolonização. Timor não estava preparado, nem os portugueses tiveram tempo e, os EUA, Austrália e Indonésia ansiosos para se verem livres do problema. Timor era atrasado, sem educação nem infraestruturas.
A Austrália competia pelo petróleo em plena crise energética de 1973, Portugal aprendia a democracia depois de 48 anos de ditadura, e tentava evitar a Guerra Civil.
Quando a descolonização se inicia, a administração introduz medidas aceleradas para a preparação de quadros com vista à futura passagem de poderes e autodeterminação, mas a Indonésia estava adiantada a falsificar a escrita, apoiada pela histeria anticomunista dos EUA, devido à queda de Saigão, à “Teoria do Dominó” de Kissinger e incentivada pela pragmática diplomacia petrolífera australiana.
Para Portugal, Timor é demasiado longe, pobre e pequeno para ter importância. Deficientemente preparados, os Timorenses esperavam, que o mundo escutasse os pedidos de S.O.S., depois da curta guerra civil e da declaração unilateral de independência, quando os abutres indonésios descem a pique, no mais abafado genocídio do século que ocorre fora dos olhos e ouvidos do mundo. A luta prossegue após a queda de Suharto.
Apesar dos duzentos mil mortos (um terço da população). Timor não era o Kuwait, ninguém escutava os apelos. Ao invés da invasão do Kuwait pelo Iraque (1990) EUA, Reino Unido e potências ocidentais não fizeram campanha contra a brutal agressão da Indonésia. Ninguém se importou então e poucos querem saber agora.
Esta é a razão principal da tese. Dedico-a à memória dos que lutaram de armas na mão, ou doutra forma, pelo direito do povo Maubere à autodeterminação, que com pleno direito têm tentado ao longo dos anos.
Este trabalho acompanha a bibliografia disponível para o período 1973-75: artigos de jornal, entrevistas, a minha vivência em Timor e vinte anos de pesquisas. As conclusões tornam-se óbvias ao adicionarmos os cabogramas secretos de países ocidentais. A tese pretende demonstrar que a enormemente desejada, independência não teria sido viável, mas é mais do que merecida.”
dezembro 1999


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(Zé-António Pimenta de França, in Facebook, 17/01/2026) Já está tudo decidido, o que vão debater nas “negociações” é simplesmente de que forma os “spin doctors” europeus e a…
Source: A Gronelândia já era. O que interessa agora é fazer a opinião pública europeia engolir o sapo