Não é novidade para ninguém que há um largo contraste entre a Costa Norte e a Costa Sul, não só pela formação interna como nos meios de salvamento a que cada entidade há acesso. (Motos de salvamento marítimo; viaturas pick-up; motos 4×4; embarcações de pequeno porte, não desvalorizando os meios de salvamento tradicionais como boias, prancha, carretel etc).
Voltando ao sujeito referido em cima, o salvamento falhado.
Saliento a importância de analisar bem as condições ambientais a nossa volta, refletir em que situação o banhista se encontra, a escolha e utilização do meio de salvamento adequado e como atuar, não sou eu que o digo, está escrito no manual de ensino.
Analisando a situação:
1 ° o nadador podia apitar e fazer sinal com a boia torpedo para nadar lateralmente;
2 ° se sem sucesso, escolha do meio de salvamento, eram 5 pessoas a resgatar, a escolha é rapidamente feita( a prancha existe e não negligenciem o carretel, que não está lá como decoração..)
3° os pés de pato onde andavam ? Na mochila..
4° entre Inumeras outras hipóteses..
O que realmente aconteceu:
• correram em direção ao banhista apenas com uma boia (acabando por ficarem eles mesmos presos na corrente.)
• 4 nadadores salvadores e nenhum conseguiu socorrer a vítima de 29 anos, estatura média.
1 hora a tentar lutar contra a corrente, a própria vítima já temia o pior, acabando por dizer “não faz mal, salvem-se vocês, não aguento mais.”
Se esta situação poderia ter sido evitada? Absolutamente!
O final feliz da história, um surfista acabou por socorrer a vítima. Que seríamos de nós sem os nossos surfistas ?
A própria formação é demasiado superficial e ridiculamente fácil, comprometendo a qualidade profissional e a segurança dos banhistas.
Infelizmente pela falta de mão de obra, as entidades tendem a ser menos seletivos e rigorosos.
As vezes não é uma questão de experiência ou ser o melhor nadador em piscina, apenas refletir inteligentemente.
Apesar de estarem lá para isso mesmo, nunca será demais reconhecer quem ajuda – principalmente pondo a sua vida em risco – . Por outro lado, merecem ter o equipamento adequado e os frequentadores devem ter a noção que quando arriscam e corre mal, alguém arrisca a sua vida por eles. Haja sensatez! Um bem haja aos heróis!
Apesar de estarem lá para isso mesmo, nunca será demais reconhecer quem ajuda – principalmente pondo a sua vida em risco – . Por outro lado, merecem ter o equipamento adequado e os frequentadores devem ter a noção que quando arriscam e corre mal, alguém arrisca a sua vida por eles. Haja sensatez! Um bem haja aos heróis!
Pictured is a NOT DOG, currently being avoided by athletes at the Olympic village.
Paris had a charter that said 60 per cent of food in the village had to be vegan friendly, and the day before the opening ceremony they ran out of meat and dairy options in the village, because they hadn’t anticipated so many athletes would be choosing the meat and dairy options over the vegan friendly ones.
The caterer had to rejig their numbers and bring in more of those products because surprise, surprise — world class athletes don’t have vegan diets.
Organisers have indeed since wilted to pressure from athletes and ordered more than 700kg of eggs and a tonne of extra meat to replace fake meat meals and non-dairy options.
“I AM A WOMAN READY TO FIGHT, BUT NOT TO BE SLAUGHTERED BY A MAN FOR A SICK IDEOLOGY” THIS MESSAGE COSTED HER A LOT BUT SHE WILL GO AROUND THE WORLD, MORE THAN IF SHE WON GOLD.
A temperatura está a subir nos Açores este Verão. A temperatura do ar cresceu entre 1 a 3.º Celsius (C), enquanto a temperatura do mar entre 1,5ºC e 2ºC.Em
A Metro do Porto encontrou um achado arqueológico do século XIII durante a obra do desvio do rio da Vila, no âmbito da construção da Linha Rosa. O grau de conservação elevado surpreendeu as equipas no terreno que já procederam ao levantamento da peça que deverá ser exposta num sítio ainda por definir na cidade.