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Aumento da temperatura do mar no Grupo Oriental em 2025 foi o segundo mais alto desde 1941 | RTP Açores
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…mudanças que impactam os Açores.
imperadores romanos chrys c
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- imperadores romanos 10 FEVº
A surpresa agradável foi esta que recebi do meu filho João hoje….
Olá Pai,
Aqui fica um poema “A Professora”.
Também quis seguir os teus passos e musicá-lo, mas não consegui terminar a tempo para o Natal. Deixo esta em vida para ti.
A mãe já não pôde ouvir, mas tu podes, enquanto estamos cá os dois.
A Professora
de fora, ninguém.
de dentro, farol.
a professora para os alunos,
para os colegas, mais
e ainda assim, mãe
inteira.
a professora,
luz de serviço,
mão estendida,
dia inteiro
sem aplauso.
pai presente,
sem ser perfeito,
mas firme
por perto,
com amor quieto.
e os dois, unidos,
a Lusofonia
como casa,
como fio.
eu era pressa
demorei a ver.
mas a professora
insistia.
licenciei-me
no ano em que a professora
já não pôde ver.
de fora, ninguém.
de dentro, alguém.
a professora
de todos, ninguém.
a professora
só minha,
e do pai também.
À mãe, a ti e tudo o que foram (e são) para mim. Mas, como compensação, tens uma nova versão da Maria Nobody.
https://youtu.be/dFJ5XlKtmQ4?list=PLwjUyRyOUwOKRIA8XUWpVdMb8qRyjwlPB
Com Amor, do teu Filho,
João Chrystello
Uma surpresa agradável, a contrastar com mais um dia de bruma, chuvosa (menos vento do que nos últimos dias) e com a vontade de fugir, de emigrar para um local mais tropical. Há momentos na vida que apetece guardar. IA ou não, o que conta é a intenção e o seu significado latente. Exatamente quando me estava-a recordar de que, exceto no futebol (a Nini era fanática benfiquista, sempre a insultá-los “…seus cães…”) tínhamos muitos gostos em comum e partilhávamos muitas semelhanças, aparte daquelas que fomos construindo ao longo dos anos, ao moldarmo-nos um ao outro. Enquanto muitos casais hoje se “gastam” e não “se consertam”, nós íamos conseguindo emendar algumas coisas, mesmo sem fita-cola nem adesivo. E conseguíamos falar sem nos insultarmos, como tantos casais que por aí andam, a fingir. Conseguíamos discutir pontos de vista diferentes e por vezes, atingíamos mesmo um consenso. E é nisto que ela me faz falta diária, pois a TchiTchi (cadela Leoa) nem sempre entende as minhas tergiversações.
Por vezes, esqueço-me de que ela já não está fisicamente presente e digo: “olha, sabes…” e dou conta da sua real ausência.
Sei que ela gostaria de ouvir o poema do João e escolheria uma das versões de que mais gostava da “Maria Nobody”, hoje que divulguei a do João e o improviso de 2025 do Aníbal Raposo.
Eu continuo a ter de viver sozinho e, diariamente, percorrer fotos e memórias da nossa vida em comum. A maior parte da nossa vida foi agradável e conseguimos ultrapassar os escolhos e os Everest com que nos deparamos.
Quando vejo os estragos no continente, imagino como seria bom se fôssemos japoneses ou chineses…assim, tenho de me contentar em ouvir um ministro dizer que vai demorar 9 meses para reparar a Linha do Oeste da ferrovia! Eles construíam uma nova nesse tempo ou menos. Vai demorar anos a restaurar o que se danificou, fora aquelas obras de Santa Engrácia, que nunca serão concluídas, sempre adiadas para as calendas. A incompetência, a desresponsabilização, a incúria, a falta de manutenção de pontes, estradas e tudo o mais é o que me custa mais a ver. Mas se fosse em casa deles, aposto que seria numa pressinha.
Como escrevi há mais de 15 anos, o mundo ocidental — o imperialismo capitalista — aproxima-se do seu termo.
Infelizmente parece que vai ser substituído por autocracias e fascismos. Andam todos muito contentes com a máxima votação para Presidente da República, mas esquecem-se de que se os partidos não alterarem radicalmente o seu funcionamento, é só uma questão de tempo para o Ventura e a sua corja ascenderem ao poder, de mérito próprio, eleitoral, tal como aquele austríaco de nome Adolfo.
Custa-me imaginar que estarei vivo quando isso suceder; toda a vida lutei para que isso não se repetisse, mas ninguém lê ou estuda a História e repete os mesmos erros. Dizem que Caracala foi o pior de todos. Calígula era louco e Cómodo também vivia em outra realidade. Caracala era simplesmente cruel por crueldade. Dito isso, Cómodo leva o bolo pelo maior dano de longo prazo ao império Romano no menor espaço de tempo, se estamos medindo dessa forma. Calígula foi o mais depravado, enquanto Caracala foi o mais cruel entre os três. Provavelmente, o mais excêntrico tenha sido Cómodo. Talvez Trump esteja a competir diretamente com ele.
Certa vez, tendo o imperador Calígula, que governou de 37 a 41 d.C., adoecido gravemente, dois cidadãos romanos apresentaram-se: um desejava oferecer a própria vida e outro propunha-se a lutar como gladiador se o imperador recuperasse. Calígula recuperou a saúde e exigiu que cumprissem as promessas, de modo que ambos morreram. Cometeu incesto com suas irmãs, queria fazer seu cavalo cônsul e afirmou ser capaz de comunicar-se com a deusa lunar.
Diz-se que Nero, imperador de 54 a 68 d.C., se considerava um artista talentoso. Cantava, tocava cítara, escrevia poesia e conduzia bigas. Exibiu-se em teatros e arenas de circo e até fez uma digressão pela Grécia no ano de 67/68. Em Roma, utilizou imensos recursos do império para promover luxuosos banquetes públicos e para construir um complexo palaciano para si, no centro de Roma, que ligava a colina do Palatino à do Esquilino e ocupava uma área de cerca de 50 hectares. Diz-se que Domiciano, imperador de 81 a 96 d.C., teria aterrorizado a aristocracia romana de forma sistemática, obrigando-a a comparecer às suas receções matinais e jantares noturnos no palácio. Ao fim do seu reinado, tinha tanto medo de conspirações que instalou espelhos nos muros do palácio para ver o que acontecia na sua retaguarda.
Calígula, Nero, Domiciano, caso nos centremos no primeiro século d.C., personificam de maneira absoluta a imagem negativa dos imperadores romanos nas fontes literárias antigas. As fontes citam como características comuns orgulho, ódio e perseguição da aristocracia senatorial, luxo e prodigalidade, crueldade e perversão sexual, megalomania e, ainda — no caso de cada imperador, de forma mais ou menos óbvia —, sinais de doença mental. Todos os três foram assassinados — no caso de Nero, forçado a cometer suicídio. Após as mortes, foram apagados da memória pública pelo Senado, mediante damnatio memoriae, e os seus atos foram postumamente declarados inválidos. Foram esses três imperadores, acima de tudo — além de Cómodo, que governou entre 180 e 192 — que deram sentido ao termo moderno “loucura imperial (ou loucura cesariana)“. Esse termo começou a aparecer no século XIX e também foi aplicado a governantes contemporâneos, mostrando-se útil desde então em vários contextos não académicos, sendo uma espécie de categoria-síntese para designar a perda de contacto com a realidade por parte de potentados modernos, causada pelo próprio papel que desempenhavam. Olhem em volta e descubram semelhanças. Isto sem falar na anormalidade do caso E P S T E I N.
Chega adicionou chuva falsa a um vídeo de Ventura para parecer que chovia “torrencialmente”
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É verdade que estava a chover quando André Ventura carregou águas e leites para ajudar populações afetadas pela tempestade Kristin, mas não tanto como um vídeo publicado pelo Chega queria fazer parecer. Foi adicionada chuva falsa, para responder a quem questionou que estivesse a chover “torrencialmente”. Numa publicação no Instagram, a 4 de fevereiro, a advogada Inês Rogeiro questionou-se se estaria “a ficar maluca” depois de ter reparado numa alegada manipulação digital num vídeo partilhado pelo Chega em resposta a um comentário de Maria Castelo Branco, na RTP Notícias. “Vou mostrar aqui uma série de coisas para que vocês me
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MARIA NOBODY TODAS AS VERSÕES MUSICADAS (2 INÉDITAS)
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- MARIA NOBODY, poema de Chrys Chrystello interpretado em versão pop (fado/tango) por Pedro Teixeira, Paulo Peixoto e Joana Costa, trio da EBI Maia nos Moinhos de Porto Formoso no 21º colóquio da Lusofonia a 27 abril 2014
https://youtu.be/OkM8_nr3jrI?list=PLwjUyRyOUwOJXfW91m4BUdRyrE_5Rtf_F - Em 2016 na Lomba da Maia https://youtu.be/F4-u6nbEg9A
e nas anteriores versões clássicas: - A primeira versão Ana Paula Andrade ao piano, violoncelo Henrique Constança e pela soprano Helena Ferreira no 19º colóquio em estreia na maia 2013, https://youtu.be/flhODrQYThQ?list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=WSG9_XVsXjM&list=FLfH-fiSXyyKC9QkU3YnmHYQ&index=5 - A segunda versão pelo barítono Miguel Rodrigues com Raquel Machado ao piano no Conservatório de Ponta Delgada 2013 http://youtu.be/TiEXA8RN0yY
- Versão terceira do poema Maria Nobody de Chrys Chrystello, Ana Paula Andrade ao piano, soprano Raquel Machado, violoncelo Henrique Constança e violino Carolina Constança no 20º Colóquio em Seia 2013 https://youtu.be/v3lhDm8xU3M?list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://youtu.be/XS-H6SpIXrU?list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
- Ana Paula Andrade piano e Carolina Constância voz em Santa Cruz da Graciosa outº 2015 https://youtu.be/JHUOEPKJEvI?list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
- Maria nobody gravado no Conservatório de Ponta Delgada dezº 2015 https://youtu.be/CFh4S-Y0ktw?list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
- Ana Paula Andrade e soprano Carina Andrade na Madalena do Pico 2018 https://youtu.be/v3lhDm8xU3M?list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
- A melhor versão é esta ANA PAULA ANDRADE piano e HELENA CASTRO FERREIRA TERRA NOSTRA 2020 https://youtu.be/v8NvIqLkPHU
- 2024 SÉRGIO PROSDÓCIMO DIZ MARIA NOBODY 2024 https://youtu.be/UTFGsUZEQaE?list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
- 2025 VERSÃO NOVA DE ANÍBAL RAPOSO https://youtu.be/VqfuesauUcs
- 2026 VERSÃO JOÃO CHRYSTELLO 2026 https://youtu.be/dFJ5XlKtmQ4

Linha do Oeste vai demorar “no mínimo nove meses” a ficar operacional
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O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu hoje que a linha ferroviária do Oeste vai demorar “no mínimo nove meses” a ficar totalmente operacional, na sequência dos danos causados pelas tempestades que assolaram o território nacional.
Source: Linha do Oeste vai demorar “no mínimo nove meses” a ficar operacional
Onésimo sobre Antologia de Humor de Helena Chrystello
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Trump threatens to block opening of new U.S.-Canada bridge | Haystack News
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U.S. President Donald Trump says he will halt the opening of the Gordie Howe Bridge until the United States is ‘fully compensated for everything we have given’ Canada. The bridge is the newest border crossing between Windsor, Ont., and Detroit.
Source: Trump threatens to block opening of new U.S.-Canada bridge | Haystack News
ACORES-AINDA-MENOS-TURISTAS.
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/OS-ACORES-VISTOS-PELA-BOLA.pdf
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/SUBSIDIO-SOCIAL-DE-MORADA-FINAL.pdf
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a Lomba da Maia ganhou juízo nesta 2ª volta
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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2026/02/Presidenciais-2026_-Resultados-em-Portugal-por-distrito-concelho-e-freguesia-SIC-Noticias2.pdf
nunca deveria ter chegado a uma segunda volta
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8 fevº
Pelas 10:30 deste dia solarengo e menos frio, mas ainda muito ventoso, cumpri o meu direito e dever. As meninas da mesa de voto disseram que havia muitos menos votantes do que na última eleição. Juro que tive mesmo vontade de riscar o nome do outro candidato, que nunca deveria ter chegado a uma segunda volta. Mas sei, pelo que a História me ensinou, que é só uma questão de tempo até ele ficar em primeiro lugar. A humanidade, ao longo de milhões de anos, nunca aprendeu e continua a repetir, ciclicamente, os mesmos erros. Só falta nomear o cavalo de Calígula como deputado! Cerca de 17 freguesias de oito municípios adiaram a segunda volta das eleições para o próximo dia 15, e cerca de 37 mil eleitores só vão exercer o direito de voto na próxima semana.
A tempestade Marta seguiu para Marrocos e Rif, onde já causou inúmeros estragos. Em Marrocos, as cheias já obrigaram à evacuação de 140 mil pessoas das zonas de risco. Em Portugal, evacuaram as pessoas apenas depois, quando já estavam isoladas, sem meios de acesso. Nos últimos dias, a chuva aumentou em mais de 200% em relação ao ano passado.
Em Portugal, enquanto os danos (muitos milhares de milhões) não se calculam, seria altura de relembrar o que o saudoso arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles nos alertava sobre a erosão da orla costeira. Pouco ou nada foi feito e as praias continuam a desaparecer, com ou sem temporais como estes. A costa continua a regredir, por mais areia que lhe deitemos, ou por mais enrocamentos ou paredões que se construam, mas, em nome do turismo, continuam-se a deitar fora milhões de euros para preservar o que vai ser destruído no próximo temporal e com a lenta subida do nível das águas.
Em todo o território continental, na noite de sábado, 167 mil clientes estavam sem eletricidade. Na manhã do mesmo dia eram “apenas” 63 mil. A depressão Marta agravou a situação de abastecimento de energia em Portugal, deixando mais de 100 mil pessoas sem luz só no dia de ontem. A estes, juntam-se os 63 mil que já estavam nessa condição, na manhã de sábado.
Os mais afetados são clientes da zona afetada pela depressão Kristin (que derrubou uma centena de postes de eletricidade, já na semana passada). Nessa zona, havia 56 mil clientes sem luz ao início do dia. Mas às 19:30, com a depressão Marta, o número de clientes sem luz era de 124 mil na zona da depressão Kristin (distritos de Leiria, Santarém, Castelo Branco e Coimbra, maioritariamente).
A falta de comunicação e as dificuldades de mobilidade foram as principais razões para que os eventos fossem inicialmente ignorados: o inveterado centralismo das grandes cidades não permitiu que os media, produtores de informação, se lançassem imediatamente no terreno para conhecer os efeitos da catástrofe e fazer ver aos responsáveis a desgraça que tinha ocorrido no “interior”. O país a soçobrar e não se dava conta disso nos gabinetes do poder. Lisboa é capital, o resto é paisagem.
No meio dos temporais, a E-Redes, a rede chinesa, deu as boas novas aos acionistas. Chegou a hora dos portugueses serem solidários com a E-Redes e continuarem a pagar a conta da luz bem puxadinha; não se preocupem, pois ela vai incorporar os prejuízos provocados pela tempestade Kristin aos custos da eletricidade. Se estiveram vários dias sem luz, com casas danificadas e prejuízos reais, não terão descontos, mas irão pagar uma taxa maior na fatura: lucros garantidos pelo Estado à empresa, sacrifícios distribuídos pelos consumidores portugueses, lucros a partilhar com os acionistas.
O mesmo aumento nas faturas se deve esperar dos fornecedores de água e gás, depois, serão os transportes a encarecer, os seguros, a saúde, a própria educação por causa dos danos causados nas escolas, e todos aqueles que podem beneficiar da desgraça alheia, produtores de fruta e vegetais, de gado e os que terão de aumentar as suas importações do estrangeiro, numa roda viva sem parar, limpando todos os excessos que o PIB pudesse ter nos próximos anos. Isto implicará novas subidas de impostos, novos escalões de IRS, mais uma vez apertar o cinto, que a época é de crise e alguém terá de pagar a fatura (quem? Os consumidores, os utentes).
De tragédia em tragédia, isto começa a lembrar a história da velha Grécia, mas precisamos manter a mente limpa, dentro dos parâmetros da decência e da moral que existiam até há pouco, sem nos deixar afetar por perversões, desvios e abusos que retratam, na realidade virtual, o inferno dos cristãos. Não podemos deixar que isso nos afete; sabemos que a impunidade tudo lava; sempre foi assim e continuará assim, por mais que não queiramos, por mais que esperneemos de raiva e impotência.
No fundo, uma das leis inelutáveis do universo. O preço da impunidade: “Epstein não estava a vender o corpo das raparigas, mas a experiência da impunidade. O produto final não era o ato sexual, mas sim a garantia de que não haveria consequências.”A comparação que está a ser feita entre o filme Salò, de Pasolini, e os arquivos de Epstein não é uma metáfora. Pasolini revelou a lógica íntima do poder nu, a mesma que os papéis de Epstein expõem de forma crua. Salò não fala do fascismo histórico, mas sim de uma possibilidade permanente do capitalismo.
Não se trata de “loucura” ou “perversão individual”. Trata-se da racionalidade instrumental do poder quando emancipado de todos os limites éticos. Epstein não era um sádico isolado, mas sim o gestor de um território onde as elites capitalistas criaram um espaço experimental livre de toda a lei humana. Lá, a acumulação de capital traduz-se na impunidade sobre corpos feminizados e empobrecidos. Mas o poder não é omnipotente. Tem fissuras. Onde há testemunho, há uma lacuna no poder. Onde há memória, há a possibilidade de justiça. Epstein não é um caso; é a face mais repugnante dum sistema que precisa ser destruído antes que destrua tudo. Queime o que tem de ser queimado. A fonte original em espanhol foi apagada: https://belib.org/pensamiento-yagé.
Mas se quer más notícias aqui vão: sabia que existe uma rede social para robôs??? A Moltbook é feita para que apenas IA publique e interaja; nós, humanos, só podemos assistir. Utiliza um sistema de execução de tarefas, diferente dos chatbots aos quais estamos acostumados. Uma Rede Social de Robôs é uma forma de Aprendizagem de Máquina para Inteligências Artificiais, que sempre aprendem a cada interação com humanos! Com essa rede, robôs vão aprender mais com outros e melhorar as suas habilidades! O curioso é que mais de 20% dos “posts” são hostis aos humanos. Uma entidade que tem muita informação tende a eliminar aquilo que ela considera perigoso, neste caso, os humanos. E têm razão!
30 anos depois, o histórico caso do OVNI de Varginha chegou ao Congresso dos EUA
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Várias pessoas, entre as quais um professor de geografia e um neurocirurgião, dizem ter tido um encontro com um ser não humano “de grandes olhos lilases e altamente inteligente”. O chamado “Incidente de Varginha” é um dos episódios mais mediáticos e controversos da ovnilogia latino-americana. Numa sala fechada, em Washington, três congressistas norte-americanos ouviram, com atenção pouco habitual para os corredores do Capitólio dos EUA, o relato de um neurocirurgião brasileiro que descreveu o que diz ter sido um contacto directo com um ser não humano, há três décadas, no Brasil. A reunião, realizada a 15 de janeiro à porta
Source: 30 anos depois, o histórico caso do OVNI de Varginha chegou ao Congresso dos EUA




