SEVERA CRÍTICAS A MENTIRAS PORTUGUESAS NO PARLAMENTO EUROPEU

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Manuel Leal

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Governo português alvo de desdém e muita crítica. Os políticos em Portugal são corruptos e sem vergonha. Mentir está nos genes do PS. Marcelo permite esta palhaçada

Crónica 379 A arte de viver em toda a sela 21.1.21

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Crónica 379 A arte de viver em toda a sela 21.1.21

Quando além da doença crónica da mulher sou confrontado em poucos dias, com a morte da minha mãe, dois primos e um colega de liceu vitimados pelo bicho apenas resta uma solução como a do Marquês do Pombal “Sepultar os mortos e cuidar dos vivos”. Agradeço a dádiva de ter beneficiado de 97 anos e dez meses de vida de quem me trouxe ao mundo, e que – ironicamente – dizia em tenros anos “ninguém me pediu para ser nascido”, e mais recentemente acrescentava “já que nasci, o melhor é não me queixar enquanto estou vivo”.

Em tempo de crise, o melhor é lembrar as cumplicidades com o filho mais novo Por isso perdi-me a revisitar fotos de há 24 anos e a sorrir aos momentos felizes que retratavam mesmo que nem todos estejam cá connosco para as recordarmos juntos…

Não me queixo apenas constato, desabafo e reajo com imagens de momentos de dias felizes com o mais novo, o resto é passado, ele é futuro e eu (entretanto) passei para a linha da frente.

A isto tudo assisto, ao desabar do mundo, da civilização ocidental, ao avanço da pandemia e do medo; à destruição de vidas e planos e a esta enorme impotência que a todos assola, sem respostas nem soluções para a mortandade, esta e as outras todas que deixaram de ser importantes, sejam elas o cancro ou a fome e guerra.

Assisto pouco mais do que mudo e calado – enquanto vou digerindo lentamente as vicissitudes da vida e da morte com a minha perspetiva oriental de que a morte não é senão uma fase da vida. Assim como à infância se sucede a juventude e a adolescência, a vida adulta, a madura e a terceira idade, a estas normalmente, segue-se a morte que é um estádio diferente, quando o eu se desliga das vestes terrenas, o corpo. Sem lágrimas, nem culto dos mortos, esse novo estádio pode ser encarado de várias óticas que normalmente são estigma na vida do mundo ocidental.

Também se não professam aqui crenças de 72 virgens nos céus islâmicos. Aceito-a apenas como uma etapa natural e não um fim, em si. Tanta memória e recordação que borbulharam à tona dos sentimentos, trazendo-me, de volta, à realidade da efémera passagem por esta vida e acreditem, devo sentir-me grato por ter vivido 71 outonos tão ricos e variados como os que passei em Timor, Macau, Bali, Austrália, Bragança e Açores e tantos os sítios que visitei e pelos quais me apaixonei, 26 deles na companhia da minha mulher que sempre me serviu de muralha protetora e catapulta de sonhos concretizados e com a presença deste quarto filho em 24 anos de lutas, desgostos, desilusões, alegrias e vitórias que juntos compartilhamos.

É isto o ciclo vital e não adianta derramar lágrimas como disse António Gedeão

olhei-a de um lado,

do outro e de frente:

tinha um ar de gota

muito transparente.

 

Mandei vir os ácidos,

as bases e os sais,

as drogas usadas

em casos que tais.

 

Ensaiei a frio,

experimentei ao lume,

de todas as vezes

deu-me o que é costume:

 

nem sinais de negro,

nem vestígios de ódio.

Água (quase tudo)

e cloreto de sódio.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists' Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018) 

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005) 

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

esta e as outras crónicas em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

Visão | Áustria, França e Baviera recomendam o uso das máscaras N95 por causa da nova variante. O que dizem os especialistas?

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Muitos responsáveis políticos passaram a usá-las e são já recomendadas na Áustria, Baviera e França para conter a nova variante do vírus Sars-Cov-2

Source: Visão | Áustria, França e Baviera recomendam o uso das máscaras N95 por causa da nova variante. O que dizem os especialistas?

José Soares Presidenciais à la carte

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Lusologias José Soares

 

Presidenciais à la carte

No que aos Açores diz respeito, nenhum dos candidatos tem algo no seu programa presidencial que traga alívio às condições constitucionais que continuam a assombrar a democracia portuguesa e a submeter forçadamente à suserania do retângulo ibérico os arquipélagos atlânticos, réstias dos impérios levados pelos ventos da história.

Nem uma palavra sobre uma qualquer eventual revisão constitucional para permitir partidos insulares e terminar com a proibição dos mesmos.

Nem uma palavra sobre a permissão de referendos insulares.

Nem uma palavra sobre a liberdade de expressão autonomista ou mesmo independentista, sem que isso seja considerado crime.

Nem uma palavra sobre um rosário de tantos outros assuntos, nomeadamente a partilha do Mar dos Açores, já considerada em lei e que o atual presidente em fim de mandato até concordou e assinou, mas que umas três dezenas de deputados de São Bento do PSD, do PS e do PCP, não satisfeitos com a causa democrática, decidiram questionar junto das instâncias judiciais, para satisfazerem o seu ego colonialista. Alegam que pode estar em causa a soberania portuguesa. E foram os avós destes que de imediato se aliaram e entregaram ao castelhano Filipe no século XVI, quando este entrou e tomou a coroa portuguesa e todo o país, tendo as Ilhas açorianas resistido na sua pequenez durante três anos, principalmente Angra – a do Heroísmo – que mandou recado ao invasor de que “Antes Morrer Livres, Que Em Paz Sujeitos”. Que lições de patriotismo nos querem dar, essa corja política ignorante tripartidária?

Nem uma palavra sobre a extinção do cargo de representante do reino, assunto que continua amarrado na casota de cão.

Nem uma palavra…

Não se admirem da já habitual e clássica abstenção açoriana e madeirense. Agora ainda mais acentuada com um confinamento bendito.

A transparência não tem sido a causa defendida pelos atuais corredores a Belém e a intolerância dalguma extrema esquerda começa a tirar a máscara, ameaçando candidatos da direita por terem o mérito de os ultrapassar nas sondagens.

Quanto mais denegrirem o “Chega”, mais o atiram para a ribalta. Ainda não perceberam isto? Ou trata-se apenas de rasteirar o adversário que lhes ultrapassa na maratona?

Candidatos sem envergadura democrática nem tolerância para aceitar outros que são tão legais como eles sob a Constituição da república.

Não sou membro de nenhum partido político nem simpatizante de demagogos. Sou intrinsecamente açoriano e democrata. Isso basta-me de sobra. Aceito as diferenças, mesmo nas divergências. Luto através do debate e do diálogo.

As Ilhas não abrem o apetite a estes candidatos. A presidência é apenas um cargo de passeio nos jardins de Belém, a acariciar as cercas de cedros, as flores… as aparências televisivas e esperar pelo fim de cada mês. No final, é mais uma pensão acumulativa para a vida ou o que resta dela.

Ser presidente desta república com cada vez menos ética republicana, sem transparência democrática, sem justiça igual para todos, com muitos benefícios apenas para alguma casta elitizada pela política. Os dados estão viciados.

 

 

CORTES NA SATA

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SATA

Plano de reestruturação

Conselho de Administração propõe corte de 20% do vencimento para quem ganha mais de 2 salários mínimos

( Antena 1 – Açores)
O Conselho de Administração da SATA propõe três medidas aos trabalhadores três medidas
Um corte de 20% no vencimento para quem ganha mais de 2 salários mínimos. Uma redução salarial para vigorar dois anos
Para os mesmos dois anos, mas para todos os trabalhadores è proposta pelo CA uma medida transversal
Na SATA, .Ficam suspensos aumentos salariais e todos os outros mecanismos que acrescentem suplementos ao vencimento dos cerca de 1400 colaboradores
O Conselho de Administração da SATA, na Comunicação interna enviada hoje aos colaboradores faz ainda saber que está aberto
a saídas amigáveis. Saídas negociadas, desde que esses trabalhadores não necessitem de ser substituídos
Em salários, por ano, a SATA gasta perto de 70 milhões de euros, números de 2019
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Pierre Sousa Lima and 34 others
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  • Ainda bem. Quer dizer que a situação não é tão grave como se dizia….
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  • E para eles? O Conselho de administração não propõe cortes no seus vencimentos também?
    Se se cortar nos vencimentos daqueles que auferem mais de 2 salários mínimos e não nos outros funcionários, aqueles ficarão a ganhar menos do que os restantes a que…

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