jardinagem

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uma planta que cresceu imenso no pátio e que ameaçava fazer ceder a parede da sala foi trasladada bem como o meu favorito dragoeiro (que o Museu do Pico nos ofereceu nos 20 anos de colóquios) e um pé de milho como lhe chamam aqui que ao fim de 20 anos dentro de casa estava a chegar ao teto…. e o mato foi roçado, de novo, que crescera mais do que seria de esperar nestas semanas de canícula…

Sim, alguém ouve as suas chamadas (e não só). Parceiro de Facebook e Google admite

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O conhecido Cox Media Group admitiu que acede ao microfone dos telemóveis para fins comerciais. É claramente “assustador”.

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O primeiro hotel literário dos Açores tem mais de 5 mil livros nas estantes

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Dormir num quarto dedicado a Luís de Camões, numa suite inspirada na trágica história de amor de Romeu e Julieta ou tentar encontrar a baleia mais famosa do mundo através de um ponto de observação chamado Gávea Moby Dick. No Azores Book Hotel, a primeira unidade hoteleira literária do arquipélago, as páginas ganham vida e … Continued

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juntar órfãos e idosos, no fundo todos são órfãos

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No Canadá, foi implementada a brilhante ideia de combinar lares para idosos com órfãos.
O resultado ultrapassou todas as expectativas!
Os idosos encontraram netos amorosos, e os órfãos pela primeira vez sentiram o que era amor e cuidado paternal.
Os médicos observaram uma melhoria em todas as funções vitais nos idosos. A olhos vistos despertam um grande interesse na vida.
Crianças que primeiro rejeitaram seus abraços, tementes, inseguros e tristes viraram crianças barulhentas e mais felizes.
As crianças encontraram uma família que nunca tiveram, os idosos voltaram a sentir o calor de um lar cheio de netos.
A solução perfeita para as pessoas inteligentes que entendem que as crianças precisam de um abrigo e idosos solitários de companhia para se sentirem amados e úteis.
MM divulgações
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Carmen Cavaco

Excelente Elsa.💕
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Elsa Cardoso Vicente

Carmen Cavaco sem dúvida, porque sempre batalhei por isto ainda morava aí, a St. Casa da Misericórdia de Sines há anos que pratica estes momentos excepcionais. Pena que instituições ou outros não sigam o exemplo. ❤️
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INDONESIA GUNUNG PADANG

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Sara Shriwasthav
Gunung Padang in Indonesia might be rewriting history as radiocarbon dating suggests it could be as old as 27,000 years, potentially making it the oldest known megalithic site, even predating Göbekli Tepe. This incredible discovery challenges everything we thought we knew about ancient civilizations, hinting at the existence of advanced societies much earlier than previously imagined. If confirmed, Gunung Padang could reshape our understanding of human history, pushing back the timeline of civilization’s origins and opening new questions about the capabilities of these early societies
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Johny Chang

Oh no, another push by Indonesian so called experts for a speculation to be recognized though rejected of their incomplete study and evidences. No proofs or findings of human settlement but simply dug out something and carbon dated it to 20k years ago… then proclaimed they have found a stone age settlement. Lol…. their ego is surely prehistoric quality.

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PEDRO DA SILVEIRA E OBRAS SOBRE AS FLORES

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Pedro da Silveira refere-se a este texto como sendo medíocre. Trata-se de uma pequena estória da autoria de Manuel Serrano (sob o pseudónimo Albino Morel). Manuel Serrano, um continental, esteve instalado nas Flores pelo menos em dois períodos, trabalhando na Estação de Radiotelegrafia. Chama-se «O oiro da Califórnia», e é de 1925. Infelizmente, não encontrei a versão completa. Se alguém a tiver, que se acuse! O que se segue é um artigo incluindo um extracto (o capítulo IV «Um noivo com “dollars”», talvez incompleto) publicado n’Os Açores – Revista ilustrada, de 1925-04, a. 1, n. 11, páginas 12 e 13:
«O oiro da Califórnia
O OIRO da California é uma interessante novela, prestes a entrar no prelo, da autoria do senhor Manuel Serrano, distinto escritor continental, ha muito residente nestes extremos oci- dentais da europa.
A obrinha, limpa de complicada trama, é escrita em estilo simples, mas atraente, de maneira a fazer-se lida pela numerosa colónia açoriana, estabelecida na America do Norte. E, prefigura-se-nos, o autor conseguirá seu objectivo, porque a novela, a par do desataviado da linguagem, reflete um quadro muito verdadeiro da vida das Flores, de intenso colorido regionalista. O proprio autor o diz, em nota prévia:
“Este livro não é para letrados; é uma narrativa singela, sem artificios de linguagem, aspirações de forma ou complicações de enredos.
O presente trabalho, escrito especialmente para os Trabalhadores Açorianos da California; e só a eles delicado, procurou ser desataviado e simples como o é a sua origem: — a vida duma das mais pequenas ilhas dos Açores, onde a accão se passa. Pretendemos, apenas, levar até aos /farms/ um pedaço humilde da sua terra, chegando a admitir na obra algumas liberdades de linguagem regional, quer na narrativa quer no dialogo, com o sacrificio consciente do purismo literario, mas provavel relevo da pintura local, que tentamos, sem aptidões, fazer….”
O excerto do capitulo ao lado transcrito é, pois, uma amostra do interessante trabalho, que não só os trabalhadores da California apreciarão. O leitor das boas letras lusitanas aprecia-lo-ha tambem e a bibliografia açoriana terá mais uma obra, tipicamente regional a enriquece-la.
M.C.
IV
Um noivo com “dollars”
Tudo se preparava em casa do José de Avelar para o receber, tendo seu pai, embora muito trôpego, ido a bordo busca-lo.
Não foi sem grandes dificuldades que o recem-vindo conseguiu chegar a sua casa, depois de haver mostrado as malas na alfandega e de atender aos numerosos amigos que, no caes e rua acima, tinham ido ao seu encontro. O rapaz já estava desfeito de dar abraços nuns e apertos de mãos noutros, conforme os laços que ligavam os seus tempos de infancia áquela gente amiga.
O pior fôra, sem duvida, o largo inquérito a que o tinham sujeito.
Choveram-lhe mil perguntas sobre os que haviam ficado em California, outras tantas sôbre o que ele pensava fazer nas Flôres, só lhes faltando preguntar se trazia muitas águias, quantas botas tinha ao todo e qual o misterioso recheio duma pequena mala amarela, muito pesada, que o Avelar transportava a custo e para a qual se dirigiam de preferencia todos os olhares.
Desta maneira foi quási ao meio-dia que o bom do José pôde abraçar sua mãe a quem tamanha demora parecêra úm século.
A pobre tia Avelar, que nunca tinha logrado socêgo desde que o filho saíra da sombra daqueles tectos, ainda tinha receios, muito embora o soubesse em terra firme e tão perto de si, que ainda acontecesse alguma coisa má, capaz de lhe tirar o prazer supremo de voltar a pôr os olhos no seu filho único.
Ha tanto mau olhado!…
Colocada a meio da rua, a anciosa criatura mal poderia ter reconhecido o seu desejado moço nêsse homem alto e alentado que subia a Ribeira dos Barqueiros, cercado duma grande roda, se não ouvisse várias vozes anunciarem, alviçareiras: — É o José! — Lá vem o José de Avelar! Vem ali o rapaz da America! —
O festejado florentino depois de ter beijado sua mãe que chorava de alegria, tratou de passar uma revista a todos os recantos da casa em que houvera uma transformação de dez anos. Cá fóra, na pequena sala, era onde isso menos se notava.
Com efeito, lá estava ainda a velha mesa polida com a competente coberta de renda, já rala de lavagens; o antigo relogio de pendula a bater horas já roucas pelo longo trabalho a que fôra forçado; e, a meio de duas jarras, numa especie de trono, para se ver a grande estimação em que o tinham tido, o retrato de José, tal qual o tinha tirado numa das cidades de /East/.
Ali apenas um melhoramento, que o regressado, de resto, já esperava encontrar: — dois quadros grandes, de molduras doiradas, a reflectirem um pequeno luxo no ambiente modesto, contendo as figuras ampliadas e coloridas de seu pae e de sua mãe, conforme um retratinho, devéras gasto, que êle recebêra na America.
Por tal sinal que o fotografo errára as córes!…
A dona da casa, mulher bastante trigueira, aparecia na pintura com uma côr encruada de pão mal cosido, a animar-se, apenas nas bochechas, por um tom fortemente vermelhaço de maçã de enxerto. Quanto ao bigode do pae ficára com umas tintas tão prêtas que o velhote quasi se babava de vaidade ao passar na sala e ao rever-se no precioso quadro, que o fazia muito mais novo.
A tia Avelar acompanhava, de certo modo, seu esposo nestes transportes. Apezar de nunca ter tido, é verdade, aquela côr, tão visinha do tomate, muito se comprazia em secundar seu marido na admiração agradecida pelo habil retratista, que soubéra, a troco de dois “dollars”, dar uns ares tão bonitos ao velho casal de pombos.
MANUEL SERRANO
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Urbano Bettencourt

Manuel Menezes de Sequeira, tenho a obra completa. E, algures, uma nota sintética sobre a intriga.
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Manuel Menezes de Sequeira

«Na família não havia a Odisseia, nem Os Lusíadas ou a Guerra e Paz nem sequer a Bíblia, aqueles livros q…

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ACORES.RTP.PT
Ser ilhéu – e salvar-se pelos livros – URBANO BETTENCOURT – RTP Açores

Ser ilhéu – e salvar-se pelos livros – URBANO BETTENCOURT – RTP Açores

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primitivos no LIVRAMENTO

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Livramento Terra de primitivos Com Roqueiras à meia noite!

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You, Laudalina Estrela, Gabriela Mota Vieira and 8 others

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Gabriela Mota Vieira

Pela saúde, segurança e bem-estar de todos, há que acabar com este barulho ensurdecedor!
Os fogos de artifício são nocivos, perigosos e invasivos, trazendo sérios riscos à população, aos animais e ao meio ambiente. Centenas ou milhares de militares po…

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Laudalina Estrela

Gabriela Mota Vieira e se vamos falar com os “ atiradores das roqueiras “, respondem que é a tradição …

leiam este meu artigo, o 3º este ano sobre o tema https://blog.lusofonias.net/de-novo-e-sempre-as-roqueiras-do-meu-descontentamento-chrys-c-pdf/

ladrão exigente

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o ladrão que pediu LIVRO DE RECLAMAÇÕES

 

A Tabacaria Açoriana foi assaltada de madrugada, mesmo com os donos a viverem por cima. Eram 4 da manhã, o meliante arrombou a porta da frente, arrastou-se pelo chão para não disparar o alarme, roubou dinheiro e mercadoria, arrombou a porta das traseiras, quando a Polícia alertada por um cidadão que por ali passava, chegou e já com o proprietário, perseguiram o ladrão que fugiu para o quintal da casa de cima. Encurralado, o Agente tentou acalmá-lo a ver se se entregava sem reagir. Sua excelência respondeu que lhe entregassem primeiro “o Livro de Reclamações”!
Antes de ser preso ainda exigiu 150 euros…
Foi levado para o calabouço onde aguarda o resultado judicial da sua perigosa e assustadora brincadeira.
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Mario Jorge Costa and 18 others

mcdonalds forever and ever …comida imortal

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“This is a MacDonalds double cheeseburger that I bought and did not eat in August of 2015. It is now 9 yrs old. It smells awful, total chemical and grease odor. The cheese, pickle and ketchup are still there, it’s hard as a rock but other than me chipping the bun when I dropped it, it has stayed the same…and I see people putting this is their stomachs everyday…😖
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