turismo, estradas e eleições

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esta e anteriores em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

Crónica 406 turismo, estradas e eleições

Diz a sabedoria popular que em ano de eleições há piche a rodos e as ruas e estradas são alcatroadas com novos tapetes que terão de durar a legislatura.

Por causa da pandemia o turismo avassalador que catapultava estas ilhas para a estratosfera definhou, estagnou e quase ficou moribundo, tendo agora saído dos cuidados intensivos e mostrando boas percetivas no recobro. Ainda é cedo para darmos alta ao turismo doente, mas o que as entidades responsáveis se devem ter esquecido foi do estado calamitoso da estrada que vai do desvio da Maia / S. Brás para a Lagoa de São Brás em São Miguel, São 5 km de buracos, gravilha solta, pedras, e mais buracos e há muito que não aprecem lá as equipas de corte dos arbustos nas bermas.

Claro que ao chegar há o desapontamento por ver o lado direito da Lagoa com corte de máquina zero depois de desbastarem as criptomérias e outras que num pujante bosque orlavam as margens.

Já ouvi explicações sobre donos privados, públicos e outras razões para o corte e deixei passar uns meses na esperança de ao regressar lá hoje ver novas plantas onde cortaram as árvores que há décadas preenchiam a encosta norte. Engano ledo que nada foi plantado lá onde cortaram o bosque, ao contrário do que se passou nas Sete Cidades na Lagoa de Santiago onde as novas árvores brotaram cheias de vigor ao lado das antigas.

Nao sei a quem escrever, pedir, suplicar, que a natureza em toda a sua beleza seja reposta para bem do título de sustentável de que os Açores se orgulham e que enquanto as novas árvores não crescem não sujeitem os turistas, ou os locais àquela estrada que com umas pazadas de asfalto bem podia ser melhorada antes de vir outro inverno.

antes

 

 

 

 

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EUA já não é segredo a manipulação do clima (brincam aos deuses e depois arrependem-se-…

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Chuvas fortes caíram em 14 e 15 de Julho em várias regiões dos Emiratos Árabes Unidos (EUA), incluindo Abu Dhabi, Dubai e Sharjah, no meio de uma onda de calor com temperaturas nos elevados anos 50. O Centro Meteorológico Nacional dos EUA explicou que as operações de sementeira de nuvens foram levadas a cabo para aumentar a precipitação.
A agência emitiu avisos meteorológicos para o leste do país devido à possibilidade de formações de nuvens convectivas associadas a mais chuvas e ventos com velocidades de 40 km/h causando poeira e deriva de areia.
Formam-se nuvens convectivas devido às altas temperaturas à superfície da terra, que provocam a elevação de ar quente e húmido através do ar mais fresco da atmosfera circundante.
Nos últimos anos, as autoridades dos EUA têm vindo a desenvolver activamente tecnologias para induzir a chuva no seu território árido. Na Primavera, o país testou drones que podem induzir a chuva através da aplicação de choques eléctricos nas nuvens sem o uso de compostos químicos.
EAU provoca fuertes lluvias artificiales con una nueva tecnología en medio de una ola de calor
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EAU provoca fuertes lluvias artificiales con una nueva tecnología en medio de una ola de calor

The World’s First Space Hotel to Open in 2027 | Architectural Digest

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The Voyager Station, which would accommodate 280 guests, aims to be the first commercial space hotel upon completion

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Investigação internacional revela que software israelense foi usado por governos para espionar opositores e jornalistas

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Militantes pelos direitos humanos, jornalistas e opositores do mundo inteiro foram espionados através de um software desenvolvido por uma sociedade israelense, de acordo uma investigação publicada ne…

Source: Investigação internacional revela que software israelense foi usado por governos para espionar opositores e jornalistas

nós os vivos e os zombies

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👏
May be an image of 10 people and people standing
O apocalipse zombie afinal chegou mesmo.
A era dos mortos vivos está aí! Estamos a vivê-la.
A era das pessoas que não percebem que a morte é a primeira premissa da vida; a era dos que preferem emparedar-se vivos numa existência patética de aspirações assépticas: é o que vivemos hoje!
Tempos impensáveis, inimagináveis, de puras imposições ditatoriais que, para muitos, são tão naturais como a sua incapacidade de perceber que ao dizerem sempre “ámen” nos estão a condenar a todos.
Para muitos faz sentido que o estado os “proteja” com limitações de direitos que deveriam ser quase sagrados.
Para muitos sabe bem a inércia laboral, o laxismo apático, de rendimento garantido, e saboreiam a supressão dos seus mais básicos direitos com a estupidez de ovelha a sentir-se protegida pelo lobo.
A era dos zombies está aí e cabe-nos a nós, os que ainda estamos vivos, lutar por repor algo que nunca poderia ter-nos sido retirado: o direito de viver! O direito de trabalhar, sustentar-nos, circular, respirar.
Nós, os que ainda estamos vivos, temos que salvar-nos a nós, aos nossos e aos outros; temos que munir-nos de uma paciência infinita para não perdermos a calma face à ignorância e temos, acima de tudo, de impedir que o assassinato dos nossos direitos mais básicos continue a efectivar-se, levianamente e sem consequências para os nossos carrascos.
Não podemos compactuar mais com medidas ilógicas, ineficazes para o propósito que dizem ter, gravemente nefastas para a saúde económica, física e mental de cada cidadão e do país inteiro!
Temos que salvar os zombies, esse séquito feliz deste poder cada dia mais despótico, do seu infundado medo: haverá sempre infectados! Mas, calma, agora os números de internados e mortos chegaram, proporcionalmente, a percentagens irrisórias, patéticas até (3641 novos casos e 5 mortos num dia equivale a uma percentagem de mortalidade de 0,0013) face à condenação de mais de 10 milhões à morte em vida!
Não podemos trabalhar, por mais que tenhamos investido, que tenhamos assumido compromissos, que tenhamos famílias inteiras a depender de nós. Não podemos respirar livremente mesmo quando não há ninguém por perto. Não podemos ter acesso a simples serviços por nós pagos (e bem!) porque está tudo trancado, fechado, a “funcionar” em modo de atendimento agendado para daqui a 4 meses. Não podemos ter acesso a cuidados médicos eficazes e prontos para todos os milhares de casos que, esses sim, causam centenas de mortes por dia!!
O país está adiado para o décimo oitavo mês de dois mil e sabe-se lá quantos. Mas os zombies estão felizes com isso: a comida na mesa não se lhes vai acabar (pensam eles) e as demais alegrias da vida tão-pouco lhes importam muito porque, lá está, já estando mortos não lhes sentem a falta.
Enquanto isso, nós, os vivos, não podemos mais demitir-nos desta luta. Obedecer cegamente a medidas que nos enterram vivos é estarmos a tornar-nos zombies também!
Precisamos de entender e fazer entender que o risco zero não existe. Nem para este vírus nem para nada. Nunca estamos a salvo, nunca. Sobretudo quando o que é suposto proteger-nos nos mata muito mais do que a maleita original.
Ana Amorim Dias
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teste para candidatos autárquicos

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HOSPITAL PSIQUIATRICO
O teste da banheira
Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:
– Qual é o critério pelo qual eles decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
O diretor respondeu:
– Enchemos uma banheira com água e oferecemos ao paciente uma colher, um copo e um balde e pedimos que esvazie. De acordo com a maneira como ele decide esvaziá-lo, decidimos se o internaremos ou não.
Ah! Já entendi.
– Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher, disse o visitante.
Não! – respondeu o diretor.
– Uma pessoa normal removeria o tampão do esgoto.
O que você prefere?
Quarto privado ou compartilhado?
Às vezes a vida tem mais opções do que as oferecidas, basta olhar para elas.
Agora diga a verdade …
Você também escolheu o balde, certo?
Eu já sabia … somos todos loucos.
Vale a pena ler.
Para saber quantas pessoas loucas existem por aqui
Bom Dia!!!
No photo description available.

Vamos lá ver que opção tomam.

Figuras sinistras com cabeças enormes são descobertas em pinturas de caverna na Tanzânia

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Em 2018, os arqueólogos fizeram uma descoberta surpreendente na Reserva de Caça Swaga Swaga, no centro da Tanzânia.

Source: Figuras sinistras com cabeças enormes são descobertas em pinturas de caverna na Tanzânia

ninguém deu conta mas estamos supervigiados

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A CAUSA DAS COISAS
Ativistas de direitos humanos, jornalistas e advogados em todo o mundo têm sido alvos de governos autoritários, usando software de hacking vendido pela empresa de vigilância israelense NSO Group, de acordo com uma investigação sobre um vazamento massivo de dados.
A investigação do Guardian e de 16 outras organizações de mídia sugere abuso generalizado e contínuo do spyware de hacker da NSO, Pegasus, que a empresa insiste que é destinado apenas para uso contra criminosos e terroristas.
Pegasus é um malware que infecta iPhones e dispositivos Android para permitir que os operadores da ferramenta extraiam mensagens, fotos e e-mails, gravem chamadas e ativem microfones secretamente.
O vazamento contém uma lista de mais de 50.000 números de telefone que, acredita-se, foram identificados como de pessoas de interesse por clientes da NSO desde 2016.
Forbidden Stories, uma organização de mídia sem fins lucrativos com sede em Paris, e a Anistia Internacional inicialmente tiveram acesso à lista vazada e compartilharam o acesso com parceiros de mídia como parte do projeto Pegasus, um consórcio de reportagem.
A presença de um número de telefone nos dados não revela se um dispositivo foi infectado com Pegasus ou sujeito a uma tentativa de hack. No entanto, o consórcio acredita que os dados são indicativos dos alvos potenciais dos clientes do governo da NSO identificados antes de possíveis tentativas de vigilância.
Revealed: leak uncovers global abuse of cyber-surveillance weapon
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