Ilhéu Vila Franca do Campo – Preços, Horário, Como visitar – São Miguel

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Conhecer o Ilhéu de Vila Franca do Campo é um deleite único, inesquecível e que abastece os sentidos e a alma. Um destino realmente imperdível.

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não violentem a língua

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4 m
Via Vitor Lopes Dias
Não se admirem se, em breve, nos tentarem convencer que a Lógica (modo correcto de pensar, subjacente à linguagem) foi uma invenção arbitrária dos gregos…
A título de exemplo:
Existe a palavra: PRESIDENTA? Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto? No português existem os particípios activos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio activo do verbo “atacar” é “atacante”, o de “pedir” é “pedinte”, o de “cantar” é “cantante”, o de “existir” é “existente”, o de “mendigar” é “mendicante”, etc. Qual é o particípio activo do verbo “ser”? O particípio activo do verbo ser é “ente”; aquele que é: o ente; aquele que tem entidade. Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a acção que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos “-ante”, “-ente” ou “-inte”. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE,e não “presidenta”, independentemente do sexo.
Diz-se: capela ardente, e não capela “ardenta”; estudante, e não “estudanta”; adolescente, e não “adolescenta”; paciente, e não “pacienta”.
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
“A candidata a presidenta comporta-se como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, de entre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta”.
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trabalho depois de almoço

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May be an image of street and road

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The Most Hilarious Photos Ever Taken At The Beach – Your Money Magic

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When it comes to vacationing, anything can happen. These funny beach photos were captured at the perfect moment and are guaranteed to make you laugh.

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Coisas que o mundo inteiro deveria aprender com Portugal | Descobrir Portugal

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Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média e é muito maior do que parece. Acho que o mundo seria melhor se fosse mais parecido com Portugal.

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santos narciso escreve sobre língua maltratada

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No photo description available.
Deve dizer-se Câmara DE Lagoa ou Câmara DA Lagoa? Junta DE Arrifes, DE Capelas, ou DAS Capelas e DOS Arrifes?…. Eis o meu artigo publicado hoje, no “Correio dos Açores”…. Nunca peço isto a ninguém. Mas se puderem partilhar, ficarei muito grato. Pode ser que, por intermédio de algum dos meus Amigos/as do facebook, chegue junto de quem de direito, ou, pelo menos, dos muitos assessores/as de imprensa que pululam por aí!
Aqui está
DE ou dA?
A moda suplanta a gramática?
Tornou-se moda reduzir um determinativo de lugar à preposição “de”… Assim, temos, em documentos oficiais, A Câmara DELagoa; a Junta de Freguesia DE Arrifes; a Câmara DE Nordeste e a Junta DE Capelas. Isto para citar apenas alguns casos sem sair de São Miguel.
Nada mais errado! E não sei se ainda vamos a tempo de corrigir o erro. Porque nada pior do que a repetição dele para se pensar que assim é que é. Já para não falar de certo snobismo cultural que vai ditando regras ao sabor do momento e na proporção da indiferença com que as questões da Língua são tratadas.
No caso concreto das denominações de países, províncias, cidades, vilas, freguesias ou lugares, há dois aspectos a considerar: uns nomes pedem artigo definido, masculino ou feminino, no singular ou plural, para serem escritos ou pronunciados. Outros são “neutros” ou, como dizia o Professor José de Almeida Pavão, “indefinidos”.
E aqui estão exemplos: Roma, Paris, Londres, Lisboa, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Vila Franca do Campo, Água de Pau,
São Mateus, e tantos outros… Nenhum destes nomes precisa de artigo definido para ser pronunciado ou escrito.
E por isto mesmo se diz, correctamente: Vou A Lisboa, vim DE Roma, estive EMLondres, ou vivo EM Ponta Delgada. Tudo preposições simples sem qualquer contracção com o artigo definido.
Vejamos agora outros exemplos: tudo nomes de países, cidades, vilas, freguesias e lugares que requerem um artigo a defini-las: O Porto, A Ribeira Grande, A Horta, A Lagoa, OS Açores, OS Arrifes, O Nordeste, A Ribeira das Tainhas (por favor sem acento, e todas as placas estão erradas), A Maia e AS Capelas… Só para dar alguns exemplos.
E aqui todos nós dizemos, e bem: vou AO Porto, estive NA Ribeira Grande, já visitei A Horta, gosto de ir À Lagoa, tenho amor AOS Açores, passarei NOS Arrifes, e estarei NO Nordeste.
A ninguém passa pela cabeça dizer que vivi em Horta, ou vou morar em Lagoa, ou mesmo vou nadar no mar de Capelas. Como estas palavras todas pedem o artigo definido, quando preposicionadas, pedem a contracção da preposição com o artigo definido.
Por isso mesmo deve dizer-se a Vila DAS Capelas (contracção da preposição DE, mais o artigo definido do plural AS); Concelho, ou Câmara DA Lagoa, do Nordeste ou DA Ribeira Grande ( contracção da preposição DE, mais o artigo definido, no plural, feminino ou masculino A/O, conforme os casos).
Nunca percebi o porquê da moda que agora se vê em muitos lados, quando se escreve a Câmara DE Nordeste, a cidade DE Lagoa, ou a Junta DE Arrifes.
É natural que este meu alerta venha a cair em saco-roto, até porque me poderão dizer que não sou académico, nem tenho autoridade para opinar sobre a matéria. Mas acho que, em questões destas, basta conhecer o básico de uma gramática e acima de tudo estar atento ao senso comum. Se ninguém diz: eu vou A Arrifes, porquê Junta de Arrifes? Se ninguém diz: estive EM Lagoa, mas sim NA Lagoa, porque cidade DE Lagoa?
Deixo o assunto à consideração de cada um dos responsáveis, com a certeza de que quem tiver coragem de se demarcar de modas para se guiar pela gramática, ganhará pontos. Não dá votos, mas há mais vida para além dos votos!
Santos Narciso
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Maior fóssil de saurópode da Europa poderá ter sido encontrado em Pombal

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Tudo começou quando, em 2012, o dono de um quintal deu conta de vários fragmentos ósseos no quintal, antes de realizar obras no local.

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MAIS PESSOAL DA TAP

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104 tripulantes da TAP com contrato a prazo saem no fim do verão
O crescimento da procura pelo transporte aéreo levou a TAP a contratar 430 tripulantes de cabine. A grande maioria com contratos sem termo, mas há cerca de 100 que terão de sair no final do verão.
A recuperação da atividade e os níveis elevados de absentismo levaram a TAP a contratar 430 tripulantes de cabine nos últimos meses. Destes, 104 têm contratos a termo ( a maioria de 4 meses, não renovável) e vão sair no final do verão, revelou a CEO da companhia aérea em entrevista dada ao jornal ECO.
“Alguns [terão de sair]. Recrutámos 104 com contratos a curto prazo e 380 sem prazo. Destes 380, a maioria são tripulantes que foram reintegrados”, afirmou Christine Ourmières-Widener. As contas incluem 85 colaboradores contratados para o pessoal de terra.
A presidente da TAP confirma que os contratados a prazo irão sair, mas realça que vieram trabalhadores para “alguns ativos estruturais” e que vão manter-se. “Por exemplo, decidimos reabrir o balcão premium, que não fechará durante o inverno. Reabrimos um balcão na área de transferências de voo, que também não encerra. Há um número de colaboradores que vai ficar porque queremos manter o nível de serviço”, afirmou Christine Ourmières-Widener.
A companhia aérea aumentou a capacidade oferecida nos seus aviões, que passou de 79% dos níveis de 2019 no primeiro trimestre para 92% entre abril e junho. A taxa de ocupação (load factor) passou de 48,3% para 80,4%, com o número de passageiros a saltar de 928 mil para 3,7 milhões.
A TAP avançou que para o terceiro trimestre espera uma capacidade igual a 89% de 2019, subindo para 93% no período entre outubro e dezembro. Nos últimos três meses do ano o tráfego é sempre inferior, tirando o pico que existe na altura do Natal.
Apesar de as reservas para o segundo semestre estarem a um nível semelhante ou até acima do que acontecia em 2019 na mesma altura, Christine Ourmières-Widener afirmou na conferência de imprensa de apresentação de resultados estar “cautelosamente otimista” em relação aos próximos meses e identificou vários “ventos contrários”.
A incerteza geopolítica e as suas ramificações ainda desconhecidas, o risco de recessão que começa a ser comentado por vários players no mercado, a inflação que pode ter impacto na procura e nos custos e a flutuação das taxas de câmbio foram fatores apontados pela CEO.
A transportadora chegou ao final de junho com 6.935 colaboradores no quadro de pessoal, mais 309 do que no início do ano. No âmbito do plano de reestruturação saíram 1.480 trabalhadores da companhia em 2021, a maioria através de rescisões negociadas mas também por despedimento coletivo. No ano anterior, o quadro de pessoal já tinha sido reduzido em 900 trabalhadores.
📝Fonte: Jornal Eco
📸Foto: João Palma Costa
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VASCO PEREIRA DA COSTA – 50 Anos de Vida Literária

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VASCO PEREIRA DA COSTA – 50 Anos de Vida Literária
Hoje, no Açoriano Oriental, Vamberto Freitas recenseia, com propriedade e brilhantismo, o mais recente trabalho poético do virtuoso Vasco Pereira da Costa – «Os Nós do Tempo», obra com que o poeta, ficcionista e artista plástico terceirense assinala os seus cinquenta anos de vida literária. Acompanha o livro em análise um opúsculo contendo o conto «O Maestro, o Poeta, e o Menino de Sua Mãe», um texto “esquecido”, mas de notável qualidade, aliás, vencedor do «Prémio Aquilino Ribeiro», em Viseu, em 1985.
Um e outro serão lançados em Coimbra, no próximo mês de setembro e em Angra do Heroísmo e Ponta Delgada, no próximo mês de outubro.
Reportando-me somente aos seus contos, e rememorando o que deixou escrito Santos Barros acerca da escrita ficcional de Vasco Pereira da Costa:
«Não custa muito admitir que as letras açorianas ganharam, neste ano de 1978, novo fôlego com a edição em quantidade de livros a que não falta qualidade. (…) uma vez por outra surgem obras merecedoras do emprego de palavras cuja justeza não obriga a temer-se o desgaste do lugar-comum. E porque são «verdadeiramente extraordinárias» as sublinho, repetindo-as. Uma, é a colectânea de contos «Nas Escadas do Império» de Vasco Pereira da Costa (…)».
Ora, se além da referida coletânea nos ativermos também a outras obras posteriores, como sejam, «Plantador de Palavras Vendedor de Lérias», de 1984 ou «Memória Breve», de 1987, parece-me muito ajustado confirmar que a «mina» literária que este autor terceirense tem vindo a escavar ao longo dos anos, se tem revelado muito profícua, tendo há muito ultrapassado «o limiar das «promessas»», elevando-o ao lugar de relevo que hoje deve ocupar, junto dos melhores contistas nacionais.
Estamos a falar de um corpus textual robusto e de uma amplitude temática muito significativa, um conjunto de contos de qualidade assinalável, digno de reedições atualizadas, sob pena de, indiligentemente, vermos silenciada uma voz que, além de nos encantar com o brilhantismo poético, se destaca também como um dos grandes contadores de histórias do nosso tempo.
Ao autor, muitos parabéns pelos seus cinquenta anos de vida literária. Que os próximos sejam, pelo menos, tão profícuos quanto estes que agora se comemoram.
Vasco Pereira da Costa, «Os Nós Do Tempo», Palimage, 2022
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Orçamento do parlamento dos Açores para 2023 é o maior de sempre – Jornal Açores 9

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O parlamento dos Açores prevê gastar em 2023 mais de 14,3 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre neste órgão e que representa mais 1,7 milhões de euros do que o orçamento inicial deste ano. De acordo com a proposta de orçamento da Assembleia Legislativa dos Açores para o próximo ano, a que […]

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Publicado em Politica Politicos 25 abr 1 mai 10 jun 5 out 25 nov 1 dez fascismo racismo xenofobia nazi SALAZAR judeus jews sionismo islao terror russia | Comentários fechados em Orçamento do parlamento dos Açores para 2023 é o maior de sempre – Jornal Açores 9