Air Canada Orders 30-Seater Electric Plane From Heart Aerospace, ES-30

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The Swedish manufacturer Heart Aerospace is slowly racking up orders for its electric plane, which has been purchased by United Airlines.

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manuais digitais, um erro (título meu sobre artigo de Pedro Arruda

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De entre os muitos males que a Covid fez ao mundo e foram imensos, talvez o pior deles todos tenha sido o mal que fez à cabeça das pessoas. Aquilo a que muitas já chamaram de insanidade pandémica e que pelos vistos parece que se prolonga no tempo bem mais do que a também já propalada “long covid”, que aflige covidiotas por esse mundo fora. A mais recente manifestação da loucura pandémica é a odisseia surreal dos “manuais digitais”. Embalado nos milhões do PRR e na cartilha mágica da “transição digital” o Governo decide impor uma reforma digital a martelo, sem opção de escolha, e toca a gastar fortunas, não com os miúdos, mas com a Samsung e corre todos os 5 e 8 anos com PC’s portáteis e powerpoints da Porto Editora, porque apesar de serem digitais não deixam de ser manuais, tudo isto numa geração que já não lê, que abomina livros e pura e simplesmente já não sabe o que é um jornal ou uma revista ou qualquer outro instrumento que seja feito dessa matéria prima antiga e imemorial chamada papel. Tudo isto seria normal, neste mundo de absurdos, não fora o requinte de idiotice que a administração das escolas vem de impor aos pais na forma de um Contrato de Comodato para utilização dos referidos computadores. Em lugar de adquirir os equipamentos, fazer os respetivos seguros e assegurar equipamentos de substituição, se for caso disso, acha por bem o Governo impor aos pais e aos alunos o ónus da culpa no manuseamento de um equipamento que nem uns nem outros pediram, quiseram ou escolheram usar. Se eu quiser que a minha filha seja “responsável” por um computador eu ofereço-lhe um. Se eu pago impostos é para que o Estado assegure os instrumentos necessários para um bom desempenho dos Sistemas de Saúde e de Educação, zelando para que haja professores, auxiliares, equipamentos e assegurando todos os elementos necessários ao bom funcionamento das escolas. Tornar-me a mim o polícia da bateria do Samsung da minha filha é o último grau da estupidez governativa. A maior prepotência do Estado não está na forma como impõe condutas e comportamentos, mas na forma como escolhe fazer de nós todos tolos…
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Diana Zimbron, Fabíola Jael Cardoso and 15 others
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Most relevant

  • Pedro Peixoto

    Entretanto a ESAQ (por exemplo) continua a cair de velha e continuam a faltar professores e auxiliares… nada como definir bem as prioridades.
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  • Ricardo Bravo

    Obrigado.
  • Fabíola Jael Cardoso

    Concordo com muito do que diz. Só dois reparos, se me permite. 1- A editora que é parceira da Sreac é a Porto Editora, que tem tido palco descarado, sem travão de ninguém, para apelar a um quase monopólio na adoção dos seus manuais. Há, felizmente, ain…

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  • Celia Santos

    Assertivo. É isso mesmo. Uma loucura!

TAP é a companhia aérea com mais queixas de clientes portugueses

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O Portal da Queixa recebeu 1317 queixas dirigidas a companhias aéreas desde janeiro e quase metade foram sobre a TAP. Cancelamentos e atendimento ao cliente entre os principais motivos de reclamação.

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Líbano. Clientes assaltam bancos para levantar o próprio dinheiro

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A crise económica no Líbano está a levar a medidas drásticas por partes dos clientes de bancos. Com medidas cada vez mais restritivas para poderem levantar as poupanças, são muitos os clientes que forçam a entrada e inclusivamente entram armados em bancos e pedem o seu próprio dinheiro. Muitas destas pessoas saem do edifício com algum do dinheiro que pedem e não são detidas nem presas por estes atos.

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rui cinatti

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Ruy Cinatti (1915-1986): um apaixonado de Timor.
Ruy Cinatti (1915-1986), poeta, antropólogo e agrónomo, nasce em Londres, onde o seu avô materno, Demétrio Cinatti (1851-1921), era então cônsul geral português. Regressado pouco depois a Portugal, Ruy Cinatti, órfão de mãe aos 2 anos, foi educado pelo avô materno, de quem terá recebido numerosas influências, e depois da morte deste, pelos avós paternos.
Aluno interno no Instituto Militar dos Pupilos do Exército, Ruy Cinatti licenciou-se depois em agronomia no Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa, dedicando-se à fitogeografia, área em que publicou diversos trabalhos. São classificadas com o seu nome, em 1948, duas novas espécies botânicas: Eucalyptus Cinattiensis e Justitia Cinattii.
Mais tarde, em Oxford, estudou etnologia e antropologia social e entre 1943 e 1945 foi meteorologista aeronáutico da Pan American Airways, o que lhe permitiu viajar pelo mundo. Descobre e apaixona-se por Timor, onde, entre 1946 e 1948, foi secretário e chefe de gabinete do governador, percorrendo o território a fim de elaborar um levantamento da distribuição botânica na ilha, e, entre 1951 e 1956, diretor dos Serviços de Agricultura, elaborando vários estudos nas áreas da fitogeografia e da antropologia social – alguns dos quais viriam a ser publicados pela Junta de
Investigações do Ultramar, organismo de que vem a ser investigador.
Regressa a Timor em 1961 para recolher elementos para a sua tese de doutoramento e regista, em 6000 metros de filme, a delapidação do ecossistema e do património cultural timorense, cujo equilíbrio assentava numa delicada relação entre o homem a natureza aperfeiçoada ao longo de gerações. Entre 1963 e 1965 viaja pelo Oriente, em 1966 faz a sua última viagem a Timor e em janeiro de 1975 dirige uma carta, nunca publicada, ao Diário de Notícias, em que previne para o perigo da invasão indonésia.
Juntamente com Tomaz Kim e José Blanc de Portugal, fundou e dirigiu, entre 1940 e 1942, a primeira série da revista Cadernos de Poesia, na qual publicaram os poetas mais relevantes do seu tempo. Em 1951, com Jorge de Sena, José-Augusto França e José Blanc de Portugal, dirige a segunda série da revista onde publica as suas primeiras obras poéticas: Nós não somos deste mundo (1941), e Anoitecendo a vida recomeça (1942).
Entre 1942 e 1943, funda e dirige a revista Aventura, de inspiração espiritual católica, mas que acolhe «todas as expressões de beleza, todas as formas do trabalho do homem», enquanto expressões de um «Deus – motivo de toda a criação, origem de toda a justiça», a qual exerceu, segundo Jorge de Sena, «ação destacada no nosso meio cultural».
A poesia de Ruy Cinatti possui uma grande liberdade métrica e lexical, integrando temáticas tradicionalmente não poéticas e mantendo uma particular relação com espaços e populações.
Ruy Cinatti foi distinguido com o Prémio Antero de Quental (1958), pela obra O livro do nómada meu amigo, e com o Prémio Nacional de Poesia (1968), por Sete septetos, bem como com o Prémio Camilo Pessanha (1971), com Uma sequência timorense, e com o Prémio P.E.N. Clube Português de Poesia (1982), com 56 Poemas.
You, J M Domingues Silva and 2 others
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