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Shusan LiuraiE ainda algo que li recentemente mas que não tenho conhecimento para avaliar a veracidade: o Antigo Testamento está em hebraico antigo. Todas as palavras têm múltiplos significados (e está cheia de recursos estilísticos e interpretações cabalísticas com base no número de letras, palavras por linha, passíveis de interpretações múltiplas).Por exemplo, o Isaac a ser morto por Abrão poderia não ser o filho do patriarca mas sim o seu sorriso e a alegria de viver. Também a palavra que se associa à homossexualidade (aqui falo mesmo “de cor”) referia-se mais à pedofilia do que à homossexualidade. Por isso há sinagogas de corrente humanista que aceitam casamentos homossexuais.
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Shusan LiuraiTambém li algures que a oração primordial dos cristãos deveria ser a dos judeus, a “Shema Israel” (ouve Israel) e estará algures indicado num dos Evangelhos do Novo Testamento. Não sei por que mudou para o Pai Nosso (assim como não percebo por que o dia de descanso passou de Sábado para Domingo, embora desconfie que tenha sido por decreto e não com base bíblica. Afinal, Jesus era um judeu praticante, a Última Ceia foi na verdade o jantar do início da Páscoa Judaica em que se come pão ázimo e até fez o seu Bar Mitzvá ao apresentar-se na sinagoga no início da adolescência).
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Filipe MartinsDos comentários ao artigo (que vai redundar sempre na questão da homossexualidade, não sei bem porquê), há a destacar estes dois:“O modo como é apresentada a relação entre cristianismo e lei judaica é um pouco rudimentar. Quando Jesus afirma que não veio acabar com a Lei, diz também que veio dar lhe vida. É o sentido da letra mais pequena do alfabeto hebraico. Jesus manifestamente não é um observante do Levitico. Insiste que não há alimentos impuros, cura doentes aos sábados e é acusado de não obrigar os seus discipulos a praticarem as abluçoes tradicionais antes das refeições. O Concilio de Jerusalém estabelece, num compromisso entre Paulo e Tiago/Pedro as prescrições judaicas que devem subsistir.”e“Caro Prof. Frederico Lourenço, muito obrigado pelo seu trabalho e publicações académicas, pela Bíblia LXX em pt, e textos de divulgação geral nas redes sociais. No entanto, o risco em posts pequenos é o de uma simplificação radical. Considerar que o Jesus de Mateus diria um “Sim” a lei judaica é passar de largo que o termo πληρῶσαι que aparece em Mt 5:18 não significa principalmente “cumprir”, mas “levar à plenitude”. E que todos os versículos que se seguem nesse discurso de Jesus em Mateus polemizam com a aplicação radical da Lei que os escribas (τῶν γραμματέων, gramáticos, no grego, pun intended
) e fariseus” (v.20) utilizavam. Além disso, em todo o evangelho de Mateus, Jesus é colocado não só em paralelo, mas em lugar superior a Moisés. A expressão “ouvistes que foi dito aos antigos… eu, porém, digo-vos” (repetida em Mt 5) é interpretada por Jacob Neusner, talvez o maior académico judeu do séc. XX, como o grande ponto de quebra entre judeus e cristãos. *** Outro breve comentário tem a ver com a sua expressão “o clero cristão dos primeiros séculos deu-se conta…”, que reduz a enorme diversidade de teólogos dos primeiros séculos, tao influentes como Tertuliano, Orígenes, ou Justino, para citar apenas alguns. *** E, na verdade, as Igrejas (suponho que quando diz Ortodoxia católica é mais uma simplificação) lutaram mais pela preservação do património do Antigo Testamento do que está a sugerir. Certamente apenas por lapso esqueceu referir a heresia marcionita que desprezava o Antigo Testamento como não sendo o do Deus Pai de Jesus… *** Um último comentário é sobre a questão da homossexualidade, que parece sugerir ser um tema espinhoso apenas na Igreja católica, e não na sociedade civil, e até na comunidade científica que continua um cego debate nature-nurture e que não acaba de providenciar argumentos científicos claros que ajudem a um estudo mais sério e respeitoso das questões. Como diz no seu post: “em que ficamos? É complicado”. *** Já agora, bem-haja pela versão dos evangelhos apócrifos que ainda não pude manusear. Só penso que também seria equilibrado reconhecer que, sendo a grande maioria, textos muito tardios em relação aos evangelhos canónicos, seria justo apresentá-los duma forma em que os seus gostos pessoais pesam menos na consideração da autoridade dos mesmos. Pessoalmente considero o de Tomé uma pequena jóia, se bem que, como género literário, nem é um evangelho, mas uma colecção de logia. Alguns, aliás, muito importantes para a critica textual dos sinópticos e João. E vários certamente autênticos. Partilho o meu preferido: “Jesus disse: sede forasteiros” (EvT 42). Como é que traduziu este versículo? Desculpe este longo comentário, bem-haja pelo seu trabalho e publicações!”-
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today’s cocktail
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Cointreau Fizz = Cointreau + Raspberries + Perrier WaterServe.
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Katia Regina TralhaoEsta imagem é…magnifica! Qualquer dia fico suspensa do fb, mas tenho que partilhar! Um beijinho
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Rui AmadoKatia Regina Tralhao ainda não suspendem por receitas de cocktail

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Fatídico acidente aéreo no Pico da Vara foi há 73 anos – Diario dos Açores
Vídeo recria o terramoto e maremoto de Lisboa em 1755. Veja aqui como foi – YouTube
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1.11.1755 nos açores
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Guilherme MeloO livro do tombo do Porto Judeu depositado no Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro contém um relato do que aconteceu!
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anedota sem piada
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polícia em hong kong contesta fantasia de halloween
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Ana VarelaSempre contra o progresso!

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GIPHY-
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Sonia PalmerFaltou-lhe senso comum-
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Luis Almeida PintoLuis, foi por causa do sistema de lançamento do foguetão…3
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Diogo CasquilhoEstava a crescer para ele?-
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era uma vez um hotel em ruínas
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O grupo chinês que anunciou a construção de um novo hotel de 5 estrelas nas ruinas do Monte Palace deixou caducar todos os prazos para o licenciamento das obras.RTP.PTAtrasado hotel na Vista do Rei (Som) – Economia – RTP Açores – RTPgrupo chinês que anunciou a construção denovo livro j p porto
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Novo livro em muito boa companhia numa belíssima colecção (N9na Poesia) inatacavelmente curada pelo poeta e romancista Henrique Levy. Já aqui no convite anuncio a presença de quem o prefaciou, Ângela de Almeida, para quem também guardo uma amizade e uma admiração imensuráveis.O livro é uma poesia reunida em capa dura, com um índice de doze páginas onde se inscrevem algumas centenas de poemas que fui colhendo pelos anos – onze anos de escritas feitos ao dia onze do mês onze. Convido-vos para essa dupla celebração. Até dia 11.11.
Terry Portugal Costa, Conceição Mendonça and 44 others11 commentsLikeComment11 comments
View 7 previous commentsMost relevantAntónio Bulcão escreve sobre o piloto suicida e Putin
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Senhores passageiros…Às 10,30 do dia 24 de março de 2015, o copiloto Andreas Lubitz, da companhia de aviação Germanwings, atirou deliberadamente o avião que pilotava contra os Alpes franceses.Na altura falou-se em depressão do rapaz, que teria antecedentes e pensamentos suicidas. Mas, que diabo, podia ter-se matado sozinho. Por que decidiu levar consigo 150 pessoas? Entre as vítimas estavam 16 alunos do ensino secundário, dois professores que os acompanhavam, o baixo-barítono Oleg Bryjak e a contralto Maria Radner.Pessoas que não cresceriam, não criariam famílias, não en(cantariam) mais ninguém com a sua voz. Essas pessoas, fossem crianças, jovens ou adultos, iam sentadas nos seus bancos, dormitando, lendo livros, ouvindo música, ou simplesmente planeando o que iriam fazer quando ouvissem as palavras mágicas nessa situação, “senhores passageiros, acabámos de aterrar…”.Os seres lúcidos e descontraídos não imaginam acidentes de aviação. Prendem-se às estatísticas, à máxima de que o avião é o mais seguro meio de transporte, à pequena probabilidade de ser aquele voo concreto a correr mal. Mesmo os seres assustados, como eu, que vai sempre atento a um barulho pouco comum, preparado em todos os músculos tensos para um eventual poço de ar, mesmo este desgraçado vai até falhas de motor, tempestades cumulonimbiescas, pássaros saídos do Jurassic Park a entrar pelos Rolls Royce. Não lhe passa pela cabeça de que quem vai aos comandos vai fazer despenhar o avião.Todos morremos sozinhos. Mesmo que acompanhados por familiares ou amigos, num momento esperado, o último suspiro é só nosso. O que terá passado pela cabeça de Andreas para matar 150 pessoas? Ter-se-á sentido, na sua perturbação mental, mais acompanhado? Ou será que nem pensou nisso, na obsessão de se libertar de uma vida que já não teria sentido?Já tive amigos que se suicidaram. Tomaram comprimidos, atiraram-se de penhascos, enforcaram-se. Mas só fizeram mal a eles próprios. Por que quis Andreas fazer diferente? É uma dúvida perturbadora, mesmo para quem leu “O Suicídio” de Durkheim.Perguntará quem me lê: qual a razão que leva este tipo a escrever sobre isto hoje? Será por publicar na véspera do dia dos mortos? Quer-nos deixar deprimidos?Nada disso. Apenas me lembrei de Vladimir Putin. Que deixou de cumprir o acordo de exportação de cereais e fertilizantes com a Ucrânia, bloqueando a rota através do Mar Negro. Apelam a ONU e a Turquia, para que a Rússia não impeça os que mais precisam de ter alimento. E ele surdo…Até onde irá a loucura de Putin? Sabendo-se mortal, quererá ter a certeza de que morrerá, mas não haverá mais mundo depois dele? Será que a probabilidade de apertar um botão que liberte bombas nucleares é tão pequena como a de um piloto de aviação fazer explodir o avião que conduzia? Será que não consegue imaginar vida depois de a dele ter acabado? E, assim, não querer imaginar ninguém a galopar a cavalo em tronco nu, ou a pescar em alto mar, ou a tomar banho no gelo da Sibéria, ou a ser mais rico do que ele?Não sei até onde irá a perturbação mental deste homem. Como não conseguiria imaginar que houvesse Napoleões ou Hitleres, se no seu tempo tivesse vivido.Não faço ideia do que está dentro do crânio de alguém que espalha o terror e a morte, a destruição. Não sei até onde poderá ir. Mas sei que vale a pena pensarmos nisto, enquanto estamos vivos. Sobretudo na véspera do dia dos mortos.“Senhores passageiros, acabámos de levantar voo do aeroporto, com destino a…”.António Bulcão(publicada hoje no Diário Insular)comeres de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.
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DO HALLOWEEN A OUTRAS TRADIÇÕES
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DO HALLOWEEN A OUTRAS TRADIÇÕES, 1-22 NOVEMBRO 2008 CRÓNICA 60
12.8.1. DIA DE BOLINHOS OU DIA DE TI BOLINHOS
É milenária a origem do dia 1 de novembro, “Dia de Todos os Santos”. Nalgumas aldeias, ainda se comemora de forma curiosa. Na tradição popular, é conhecido pelo “Dia do Bolinho” ou “Pão de Deus” conforme a região. As crianças em pequenos grupos com sacolas de pano, andam de porta em porta, desde manhã cedo, por ruas e vielas, repetindo o “Ó tia! dá bolinho?”. Em meios rurais, há ainda quem leve a rigor a tradição preparando bolinhos com massa, noz, passas e frutos secos.
Para os católicos, 1 de novembro é dia de ida ao cemitério para depositarem flores nas campas dos que já abandonaram as lides terrenas. Dia 2 de novembro é Dia de Finados. Na Irlanda, Reino Unido e França, os celtas comemoravam o ano novo no dia 1 de novembro. Isto representava o fim do verão e o início do outono, a época das colheitas, antecedendo a escura e fria invernia, sinónimo de temporais e morte. Os Druidas consideravam o dia 31 de outubro como Samhain (Senhor da Morte e Príncipe das Trevas) ou Dia das Almas, celebrando a passagem entre a vida e a morte, onde reinava o espírito duma prática fantasmagórica. Com o advento cristão, no século VII, o Papa Bonifácio IV designou o dia 1 como “Dia de Todos os Santos” e a noite de 31 de outubro passou a ser “Noite de Todos os Santos” e assim se alterou uma celebração de cariz profano.
12.8.2. PERÍODO PRÉ-CRISTÃO
Acreditava-se que os espíritos dos mortos voltavam para visitar os familiares em busca de calor e mantimentos, pois o inverno aproximava-se com o reinado do Príncipe das Trevas. Os Druidas invocavam forças sobrenaturais para acalmar os espíritos, que raptavam crianças, destruíam colheitas e matavam os animais. Nessa noite, acendiam-se fogueiras nas colinas para guiar os espíritos ou para espantarem as bruxas. A inclusão de feiticeiras, fadas e duendes nos rituais, resulta da crença pagã de que, na véspera do Dia de Todos os Santos havia espíritos que se opunham aos ritos da igreja, e vinham ridicularizar a celebração de Todos os Santos. Supunha-se que os fantasmas pregavam partidas e causavam acontecimentos sobrenaturais.
12.8.3. PERÍODO CRISTÃO
Com os anos, o Halloween tornou-se alegre e divertido, sem os aspetos tenebrosos da tradição céltica, divulgada na América pelo influxo escocês após 1840. Alguns costumes foram mantidos e outros mudados. As Jack-O-Lanterns eram feitas com nabos e passaram a ser com abóboras, símbolo de origem irlandesa.
12.8.4. JACK-O-LANTERN
A lenda fala de Jack que não conseguiu entrar no céu por ser muito avarento, expulso do inferno por pregar partidas ao diabo. Foi condenado a vagar eternamente pela terra com uma lanterna para iluminar o caminho.
Outra versão conta: um homem bêbedo e agressivo chamado Jack bebeu demais e o Diabo desceu à Terra para levar a alma. Jack, pediu para o deixar viver e beber mais um copo. O Diabo cede, mas Jack não tem dinheiro para pagar e o Diabo transforma-se em moeda na carteira. Só que o fecho tem o formato de uma cruz, fazendo com que o Diabo suplique para sair. Jack, então, propõe libertar o Diabo e ficar vivo por mais um ano. O Diabo concede o pedido, que muda os seus hábitos, passando a ser menos violento com a família.
No ano seguinte, exatamente no dia 31 de outubro, o Diabo volta e reclama a sua alma. Jack convence-o a pegar uma maçã numa árvore próxima e sem que ele perceba, risca uma cruz no tronco com um canivete. O Diabo foge e promete retornar dez anos depois. Mas Jack não aceita e diz que só irá libertá-lo se ele nunca mais aparecer. O Diabo concorda. Mas passa-se um ano e Jack morre. É impedido de entrar no céu, e vai para o inferno, onde a entrada é recusada pelo Diabo, que fica com pena da alma de Jack e oferece-lhe um pedaço de carvão que usa para iluminar um nabo esculpido em forma de lanterna. Ela vai iluminar os caminhos do espírito de Jack. Daí o nome Jack O’Lantern, uma alma errante vagando pelo mundo dos vivos.
12.8.5. “TRICK OR TREAT” (TRAVESSURAS OU GOSTOSURAS)
Tradição originária da Irlanda, as crianças iam de casa em casa pedindo provisões para as comemorações do Halloween, em nome da deusa Muck Olla. Esta tradição ganhou roupas extravagantes, máscaras e todos se vestem carnavalescamente como fantasmas, bruxas, duendes, gnomos, Dráculas, Frankenstein, ou doutras formas aterrorizadoras. Vão batendo de porta em porta, carregando abóboras iluminadas com velas, pedindo doces e dizendo: ” Trick or Treat”. Quem não lhes dá nada recebe uma pequena vingança. O nome de Halloween, adaptado de “All Hallows Eve”, significando véspera de Todos os Santos. As fogueiras eram acesas nas casas durante as comemorações. Os vivos que não queriam ser possuídos apagavam o fogo para que o local parecesse ser frio e indesejado, além de se vestirem com fantasias assustadoras e desfilarem na vizinhança para afugentar os espíritos que vagavam. Conta a lenda que na festa de Samhain, as fogueiras das casas eram acesas a partir das brasas de uma fogueira sagrada. Para levar a brasa, os moradores usavam um nabo como se fosse um lampião. Daí, os irlandeses, passarem a esculpir nabos e beterrabas e usá-los como lanternas quando emigraram para a América, não encontrando nabos e beterrabas, trocaram-nos por abóboras.
DIA DE FINADOS. AINDA ESTOU VIVO. DE VOLTA À MINHA INFÂNCIA, CRÓNICA 31, 1 NOVº 2006
O dia dos fiéis defuntos, dia dos mortos ou dia de finados é celebrado pela Igreja Católica a 2 de novembro, a seguir ao Dia de Todos-os-Santos. No séc. 1 os cristãos não rezavam pelos mortos, que nunca foi prática da “Igreja Primitiva”. Pelo contrário, líderes como o apóstolo São Paulo orientavam o povo cristão a não se preocupar com a situação dos mortos, como os pagãos faziam (1Ts 4.13).
Os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires. No séc. V, a igreja dedicava um dia para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o séc. XI os papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No séc. XIII passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. Na cultura judaico-cristã que nos rodeia, a recordação dos que já morreram assume uma grande importância, quanto mais não seja para pensarmos que outra vida melhor nos espera.
Quem não se deu conta que aspiramos à eternidade e sentimos que essa aspiração se concretiza na memória dos que conviveram com cada um de nós. Há um dia expressamente dedicado a tal, a essa saudade, razão que motiva muitos dos que vivem longe dos locais onde nasceram, a visitá-los uma vez ao ano, e isso é bem mais visível no interior do país, onde, cada vez vive menos gente. O dia de finados é uma evidente expressão da cultura lusófona a que pertencemos e manifesta-se em todos os povos que se exprimem culturalmente em português. Eu tenho para mim que não é preciso haver um dia no calendário, propositadamente colocado a seguir ao Dia de Todos os Santos.
Ora esta data tem ainda algum relevo para uma minoria, e obviamente um dia de Finados em dia de laboração normal não deixa grande margem de manobra para as pessoas irem aos cemitérios, depois de se levantarem cedo, deixarem os filhos na escola, voltarem do trabalho, irem buscar os filhos ao ATL (tempos livres), prepararem o jantar, etc.
palestra na Arquitetura sobre antiga cidade fortificada no MarrocosUFMG – Universidade Federal de Minas Gerais – Eventos
Detenção por incêndio urbano – Polícia Judiciária
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tirem-me deste aniversário,diogo ourique
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o diogo ourique faz hoje anos, poucochinhos, tirem-me deste aniversário que ele quer continuar a ser jovem..para prenda devia fazer-se sócio da AICL

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