TRILOGIA DA HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE.

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NO 18º COLÓQUIO DA LUSOFONIA NA GALIZA LANÇOU-SE UMA PEQUENA EDIÇÃO DE AUTOR (250 EXEMPLARES ASSINADOS) E SOBRARAM ALGUNS EXEMPLARES DO CD-LIVRO da TRILOGIA DA HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE.

Este volume atualiza Timor-Leste, 1983-1993, volume 2 Historiografia de um repórter, ( 2ª edição revista com mais de 3760 páginas ) e inclui os outros dois LIVROS DA TRILOGIA da HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE vol. 1 (O Dossier Secreto 1973-1975 em PT e Inglês) e vol. 3 (As guerras tribais. A história repete-se 1894-2006 ), de J. Chrys Chrystello

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“Crónica do Quotidiano Inútil – 50 Anos de Vida Literária”, de Chrys Chrystello,

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Será lançado já esta terça-feira, 22 de Novembro, às 18:00h, o livro “Crónica do Quotidiano Inútil – 50 Anos de Vida Literária”, de Chrys Chrystello, nas Cavalariças da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.
«Chrys Chrystello quer – e muito bem – que os poemas, escritos há mais de cinquenta anos a esta parte, possam garantir motivos de festa. Uma coisa é certa: Chrystello bem pode dizer que a sua Poesia tem o seu quanto de canino, mas, o que tem para dizer diz sem demoras.
Durante cinquenta anos tudo aconteceu e de tudo Chrys Chrystello deu conta. Ele expressa-se através da sua inquietação, que até pode parecer prosaica, mas que, ideologicamente, é profunda. A sua Poesia não é gratuita e, parecendo querer percorrer espaços pequenos, eis que a grandeza, banalizada pela injustiça, pela guerra, pela fome e pela falta dos saberes suficientes para resolver esse «quotidiano inútil», transparece como vontade no espelho da vida.
Vem a surpresa da Poesia de Chrys Chrystello dar a entender que se está perante uma escrita situada e sitiada, eivada de partidas e de chegadas, pois a tanto o obriga o desassossego geográfico de uma vida que nunca aceitou a monotomia do tempo e do lugar e sempre quis captar. Neste viajar inquieto, o Poeta procura, no interior das comunidades que vai convivendo, adaptar-se ao léxico de cada lugar.
Porém, são as condições político-sociais dos povos o tema que mais sensibiliza o Poeta deste livro. Transforma-se em Poeta Militante; desenvolve uma estratégia armada com a poesia de combate; é um amante à procura da pátria estabelecendo as suas próprias fronteiras afectivas».
Álamo Oliveira, 5 de Maio de 2022
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património açoriano abandonado

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MANTÊM-SE O APELO DE URGÊNCIA!
Porque o teor deste artigo que escrevi há 6 anos e as razões de apelo/reivindicão/alerta deste cordão humano promovido pelo CADEP-CN continuam (e cada vez de forma mais pertinente), voltamos a reforçar para não esquecer e agir, antes que seja tarde demais!
Nota inicial: A classificação o imóvel, como Património de Interesse Municipal (para começar), como vimos defendendo, nos últimos anos, na Assembleia Municipal, com apresentação de propostas, incorporando a descrição histórico-documental do mesmo (ficha técnica), finalmente vai ir avante, considerendo que é um importante passo para a sua valorização e impulso para arecuperação.
CORDÃO HUMANO PELA RECUPERAÇÃO DO FORTE DE S.JOÃO BATISTA, EM APELO DE URGÊNCIA!
O PRIMEIRO FORTE DOS AÇORES, precisa de intervenção URGENTE, antes que seja tarde demais.
“Forte de São João Baptista da Praia Formosa, também denominado como Castelo de São João Baptista ou Castelo da Praia, é uma das edificações históricas mais marcantes e valiosas de Santa Maria e também dos Açores, apontando escavações recentes que se trata da edificação do género mais antiga do arquipélago.
Em posição estratégica sobre este trecho da costa da ilha, constituiu-se num forte, outrora, destinado à defesa deste ancoradouro, contra os ataques de piratas e corsários que, num passado já longínquo, eram frequentes nesta região do oceano Atlântico.
Trata-se de uma fortificação de pequenas dimensões, implantada entre o caminho litoral e o mar, junto à Ribeira da Praia. De planta poligonal irregular (adaptada ao terreno), aproximando-se de um trapézio, desenvolvendo-se no sentido este-oeste, atingindo 46 metros de extensão. É constituída por uma plataforma abaluartada, hoje parcialmente murada, onde se rasgam as canhoneiras pelo lado sul (voltadas ao mar) e oeste (voltadas à ribeira), e onde, confinando com o caminho público (a norte), está implantado um corpo torreado de que restam as paredes resistentes.
Até 2008, a datação do Castelo da Praia era do século XVII, pois os investigadores datavam-no com base numa muralha que estava à vista, mas as novas escavações levadas acabo pela equipa do arqueólogo Élvio Sousa, permitiram encontrar uma outra muralha soterrada que os leva a admitir a raiz da construção no século XVI e, muito provavelmente, na segunda metade do século XV.
Élvio Sousa, coordenador do projeto EAMA (Estudo da Arqueologia Moderna dos Açores), adiantou-nos que “em 2008 foram feitas escavações no interior da torre que permitiram constatar, pelas fundações, que ela seria anterior ao século XVII”, o que acabou por ser confirmado em escavações posteriores”.
Estes investigadores encontraram uma construção junto à torre, uma muralha com uma largura de 90 centímetros que pertencia à estrutura defensiva do torreão. Este indício, que estava soterrado, permite recuar a datação que até agora era feita. Estes novos dados, segundo Élvio Sousa, revelam “sustentadamente o recuo de mais de 100 anos na antiguidade da fortificação, o que redesenha a arquitetura do forte”.
Tal como o CADEP-CN, outras força vivas da Ilha e agora o “Cordão Humano pelo Forte da Praia”, o conceituado investigador também defende a urgência de se preservar o forte, que “está cada vez mais desestabilizado”, tendo alertado em 2013 que, “em março, ruiu uma parte estruturante” daquela fortificação.
Faz todo o jus o gesto de cidadania deixado por este grupo de cidadãos e cidadãs, neste simbolismo de “Dar as mãos pelo Forte de S.João Batista”, pois se as entidades deixarem cair o torreão, o que não sei se aguentará mais um dois invernos, perde-se irremediavelmente todo o interesse arquitetónico daquele valioso património multissecular e apaga-se, fatalmente, uma fatia importante da história de Sta Maria e dos Açores.
“Povo que despreza a memória coletiva e o seu património, perde a sua “alma” e condena a sua “identidade”, correndo o risco de ser ignorado por não ter diferenças para mostrar, nem base diacrónica para se afirmar! (J.Melo) “
* In jornal “O Baluarte”
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Cordão humano pela recuperação do Forte de S.João Batista, na Praia Fomosa-Sta Maria. – Divulga e junte-se à causa.
O PRIMEIRO FORTE DOS AÇORES, precisa de intervenção URGENTE, antes que seja tarde demais.
“Forte de São João Baptista da Praia Formosa, também denominado como Castelo de São João Baptista ou Castelo da Praia, é uma das edificações históricas mais marcantes e valiosas de Santa Maria e também dos Açores, apontando escavações recentes que se trata da edificação do género mais antiga do arquipélago.
Em posição estratégica sobre este trecho da costa da ilha, constituiu-se num forte, outrora, destinado à defesa deste ancoradouro, contra os ataques de piratas e corsários que, num passado já longínquo, eram frequentes nesta região do oceano Atlântico.
Trata-se de uma fortificação de pequenas dimensões, implantada entre o caminho litoral e o mar, junto à Ribeira da Praia. De planta poligonal irregular (adaptada ao terreno), aproximando-se de um trapézio, desenvolvendo-se no sentido este-oeste, atingindo 46 metros de extensão. É constituída por uma plataforma abaluartada, hoje parcialmente murada, onde se rasgam as canhoneiras pelo lado sul (voltadas ao mar) e oeste (voltadas à ribeira), e onde, confinando com o caminho público (a norte), está implantado um corpo torreado de que restam as paredes resistentes.
Até 2008, a datação do Castelo da Praia era do século XVII, pois os investigadores datavam-no com base numa muralha que estava à vista, mas as novas escavações levadas acabo pela equipa do arqueólogo Élvio Sousa, permitiram encontrar uma outra muralha soterrada que os leva a admitir a raiz da construção no século XVI e, muito provavelmente, na segunda metade do século XV.
Élvio Sousa, coordenador do projeto EAMA (Estudo da Arqueologia Moderna dos Açores), adiantou-nos que “em 2008 foram feitas escavações no interior da torre que permitiram constatar, pelas fundações, que ela seria anterior ao século XVII”, o que acabou por ser confirmado em escavações posteriores”.
Estes investigadores encontraram uma construção junto à torre, uma muralha com uma largura de 90 centímetros que pertencia à estrutura defensiva do torreão. Este indício, que estava soterrado, permite recuar a datação que até agora era feita. Estes novos dados, segundo Élvio Sousa, revelam “sustentadamente o recuo de mais de 100 anos na antiguidade da fortificação, o que redesenha a arquitetura do forte”.
Tal como o CADEP-CN, outras força vivas da Ilha e agora o “Cordão Humano pelo Forte da Praia”, o conceituado investigador também defende a urgência de se preservar o forte, que “está cada vez mais desestabilizado”, tendo alertado em 2013 que, “em março, ruiu uma parte estruturante” daquela fortificação.
Faz todo o jus o gesto de cidadania deixado por este grupo de cidadãos e cidadãs, neste simbolismo de “Dar as mãos pelo Forte de S.João Batista”, pois se as entidades deixarem cair o torreão, o que não sei se aguentará mais um dois invernos, perde-se irremediavelmente todo o interesse arquitetónico daquele valioso património multissecular e apaga-se, fatalmente, uma fatia importante da história de Sta Maria e dos Açores.
“Povo que despreza a memória coletiva e o seu património, perde a sua “alma” e condena a sua “identidade”, correndo o risco de ser ignorado por não ter diferenças para mostrar, nem base diacrónica para se afirmar! (J.Melo) “
* In jornal “O Baluarte”
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  • Abilio Serra

    o q propoe para alem de que esta agora a ser feito pelo municipio?
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    • 1 h

sempre que chove Díli inunda

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em poema de 2016

 

685 dili inundado (lomba da maia) 6 fevº 2016

 

maromác zangou-se

as ribeiras transbordaram

em dili nada mudou

tudo alagado como dantes

décadas depois

nem os milhões do petróleo

dominam as águas

 

passados quarenta anos

sem posses para voltar

dominam-me as mágoas

a minha saudade

rima com verdade

A DEGRADAÇÃO DO CLUBE NAVAL DA HORTA

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CLUBE NAVAL DA HORTA
Fundado a 26 de setembro de 1947, o Clube Naval da Horta foi o resultado do interesse e mobilização do povo faialense para dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela secção náutica da Junta Local da Liga Naval Portuguesa, havendo-se instalado, em janeiro de 1948, a título precário no Castelo de Santa Cruz.
Tendo em 1968 sido obrigado a abandonar este espaço e a vender parte do seu espólio, tal resultou numa enorme crise na dinâmica e promoção das atividades culturais e náuticas na ilha do Faial, instalando-se em 1973 na antiga casa dos remadores da Alfândega (junto ao castelo de Santa Cruz).
Enfrentando ao longo da sua história inúmeras dificuldades, os sócios e os simpatizantes do Clube Naval da Horta conseguiram, sempre, desenvolver um conjunto de iniciativas de carácter recreativo-cultural (exposições, regatas, gincanas, construções na areia, entre outras) mas, também, formativo e competitivo (concursos e semanas desportivas).
É na esteira deste empenho e dinâmica organizativa que, em 1975, o Clube Naval da Horta programou, a par de uma comissão para o efeito eleita, a receção da regata oceânica Mocra Azores Race – Portmouth UK/Horta, dando origem ao conceito da realização anual de festejos náuticos, que passam, posteriormente, a designar-se por “Semana do Mar”.
Com um número cada vez maior de praticantes nas suas diversas secções náuticas, volta a mudar de instalações em 1989, ocupando as instalações de apoio à marina da Horta.
Esta mudança de instalações permitiu alargar a capacidade organizativa do Clube Naval da Horta, onde se destaca, para além da Semana do Mar, a organização da regata “Horta-Velas-Horta” em 1983 e em 1988 a “Atlantis Cup”, que tornar-se-á a maior regata oceânica a ligar as ilhas dos Açores até à atualidade.
Fruto desta capacidade de saber organizar e de mobilização de um número muito significativa de colaboradores sócios e simpatizantes, o Clube Naval da Horta ganha notoriedade nacional e internacional, sendo organizador de inúmeras competições náuticas da classe cruzeiro, mini, e de vela ligeira, onde se destacam o Campeonato de Portugal de Vela Cruzeiro, a Rota das Hortênsias, a Vannes – Les Açores (Horta)- Vannes, a Les Sables – Les Açores (Horta) – Les Sables, o Campeonato de Portugal da Classe 420 e Optimist, Campeonato Nacional de Vela Adaptada, bem como os Encontros Internacionais de Vela Ligeira.
Em termos individuais é igualmente relevante os títulos nacionais e internacionais obtidos por diversos atletas, com são exemplo o título de campeão europeu obtido por Rui Dowling na Classe Hansa 2.3 ou o título de campeão nacional obtido por Rui Silveira em Laser Standard.
Esta dimensão nacional e internacional leva a que o Clube Naval da Horta se transforme gradualmente no embaixador do turismo náutico do Faial e dos Açores além-fronteiras, resultando no convite para participação em salões náuticos nacionais e internacionais, como são o caso da Nauticampo, Feiras de Barcelona, Madrid e Paris, bem como os prémios que tem recebido pelas Federações Estrangeiras e Nacionais das diversas modalidades náuticas.
Esta dimensão náutica exterior é acompanhada localmente pela dinamização de 11 secções náuticas – Vela e Remo em Botes Baleeiros, Apneia, Canoagem, Pesca Desportiva, Natação, Vela Ligeira, Vela de Cruzeiro, Remo, Jet Ski, WindSurf, Mergulho e o Radiomodelismo, sendo responsável pela formação de centenas de atletas e de outros agentes náuticas na área do recreio.
Atualmente as instalações disponíveis para o desenvolvimento desta intensa atividade, designadamente a sede do Clube Naval da Horta, esgotaram há muito a sua capacidade de resposta, sendo os espaços existentes evidentemente diminutos para o armazenamento do material náutico, trabalho de manutenção e para a salvaguarda do investimento realizado na reparação do património baleeiro, assim como para a realização das tão necessárias restantes atividades de apoio à náutica. Acresce a este facto, o estado de significativa degradação do edifício em causa, que fruto da ausência de manutenção por parte do seu proprietário, o Governo Regional dos Açores, apresenta um crescente rol de problemas estruturais, colocando mesmo em causa a segurança dos atleta, treinadores, funcionários e sócios do Clube Naval da Horta.
Neste sentido e no ano em que o Clube Naval da Horta celebra os seus 75 anos de existência, entende-se que o estado de degradação e exiguidade da atual Sede do Clube Naval da Horta não deverá perpetuar-se, sendo urgente a sua resolução.
Por estas regiões o Clube Naval da Horta pede a reabilitação do seu edifício.
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