Fly Timor interessada em voos domésticos – TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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DÍLI, 19 de julho de 2023 (TATOLI) – A empresa Fly Timor está interessada em voos domésticos usando avionetas. Para tal, encontra-se no que afirma ser uma “fase de preparação” usando um aparelho que chegou a Timor-Leste no dia 7 deste mês. A informação é proveniente do Diretor-Executivo da empresa, Pedro Carrascalão, à Tatoli, na passada […]

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nova ilha a oeste do Faial

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Ilha a Oeste do Faial?
Os sismos a Oeste do Faial devem estar relacionados com a actividade intensa do Sol. É o que opina o vulcanólogo Victor-Hugo Forjaz, catedrático jubilado da Universidade dos Açores.
Segundo aquele professor, desde o início de Julho, especialmente, após o dia 4, tem-se registado intensa actividade solar com impacto na Terra.
Segundo o engenheiro Frederico Machado, a actividade das manchas solares tem repercussões no planeta Terra e ele determinou correlações muito interessantes para a compreensão da evolução geofísica das ilhas açorianas.
Victor Forjaz acrescenta que essa área de alta sismicidade tectónica e vulcânica irá gerar no futuro uma nova ilha. Há vários anos que ele insiste nesse tema, na medida em que, ciclicamente, ocorre nesta mesma zona, a oeste do Faial, onde se regista um acréscimo da sismicidade. Esses sismos são sentidos no Faial, mas não devem ter impacto na segurança das populações. Além disso, no Faial, especialmente na Praia do Norte e do Capelo o parque habitacional encontra-se bastante reforçado, diz.
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turismo=caos nas sete cidades

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Sete Cidades apontam problemas ao excesso de turismo mas admitem as vantagens económicas que este traz à freguesia
À saída de Ponta Delgada, e em direcção às Sete Cidades, os carros de aluguer começam a ser companhia bem presente na estrada. A nossa opção passa por fazer o percurso via Covoada. Nos miradouros, aqui e ali, cruzamo-nos com alguns turistas que vão aproveitando para tirar as fotografias da praxe, tendo como pano de fundo a ilha de São Miguel. Quando paramos junto à Lagoa do Canário, o parque de estacionamento está praticamente cheio e são apenas 10h da manhã de uma Terça-Feira. Imunes a isso e oriundos de Lisboa estão Jacinto Baptista e Cláudia Machado que acabaram de visitar a Lagoa do Canário. Em conversa com o nosso jornal, Jacinto Baptista começa por confessar ser visitante dos Açores desde 1975 “por razões profissionais, mas também de férias”.
“Noto muitas diferenças e já não vinha cá desde 2018”, afirma, antes de explicar que essas “diferenças” por si encontradas, são claramente “para melhor”.
“Os acessos melhoraram bastante e as coisas estão mais viradas para o turismo o que também é muito importante”, destaca. Precisamente sobre este ponto, Jacinto Baptista responde com algum humor quando lhe é questionado se não se começa a assistir a um aumento da pressão turística na ilha.
“Se temos coisas bonitas para mostrar, as pessoas querem ver e não podemos fazer muito mais; ou não temos turistas ou então temos de suportar”, refere.
Ao seu lado encontra-se Cláudia Machado e a filha desta, Mariana Ferreira. Cláudia Machado explica que a sua mãe é natural “de cá” e que a ilha foi um sítio muito visitado por si enquanto criança. Apesar disso, já cá não vinha desde 2005 mas este ano resolveu voltar “e mostrar a ilha à minha filha”.
Para esta turista oriunda de Lisboa, as diferenças em relação à última visita, em 2005, “são muitas”.
“Em termos de turismo, há muito mais fluxo mas os acessos e as indicações estão bem melhores. Acho que está tudo muito melhor”, sentencia. Nesta que foi a sua primeira ‘incursão’ na Lagoa do Canário, Cláudia Machado confessa não se ter cruzado com um número elevado de pessoas nesta caminhada.
“Não sei se é por ser de manhã e dia de semana mas não notei grande fluxo. Estou habituada a sítios de turismo em Lisboa e, por exemplo, em Sintra, é terrível (…) tem de facto excesso de turismo mas aqui ainda não se nota isso”, considera.
Feita esta primeira paragem, deparamo-nos logo à frente, e já na descida para a freguesia, com obras à beira da estrada. Estão a ser criados novos lugares de estacionamento, revelam alguns dos trabalhadores.
Opinião de moradores
das Sete Cidades
Chegando às Sete Cidades, passam poucos minutos das 10h45, e já se vêm vários carros estacionados junto das imediações das lagoas. Bem no centro da freguesia encontramos Luís Melo, lavrador de profissão, e residente nas Sete Cidades “há 50 e poucos anos”. Concretamente sobre os turistas que visitam a freguesia, Luís Melo revela existirem “dias em que isto aqui é chato com o turismo”. Este morador admite igualmente que o seu trabalho “às vezes complica” devido ao grande número de pessoas a visitar as Sete Cidades. Apesar disso, e questionado sobre a necessidade de limitar o acesso de turistas, Luís Melo faz questão de realçar que é preciso ter em conta os ‘dois pratos da balança’.
“Não sei se é preciso colocar um limite porque sem isso também não é bom para a freguesia (…) Se não houver turismo, os cafés também não fazem negócio”, justifica.
“Vivo bem com isso mas há dias em que é complicado”, finaliza Luís Melo.
A caminho das lagoas cruzamo-nos com Maria Rosa Monteiro que está a braços com a limpeza dos degraus de sua casa. A conversa tem de ser rápida, explica esta moradora das Sete Cidades, já que a comida está ao lume. A dois dias de completar 69 anos de vida na freguesia, “faço esta Sexta-Feira”, Maria Rosa Monteiro avalia o crescimento do turismo pelos dois prismas.
“Por um lado o turismo é bom mas por outro não é. A gente, quando vem de Ponta Delgada, encontra sempre muito turismo lá em cima ao pé da Lagoa das Empadadas e é um problema sério (…) Não tenho nada contra, às vezes há aquela situação lá em cima e penamos um bocadinho para passar no trânsito. Vamos ver se o Governo vai resolver a situação”, espera esta moradora. Apesar desses constrangimentos, Maria Rosa Monteiro dá nota positiva à vinda de turistas para as Sete Cidades.
“Antes vir turismo do que estamos para aqui como uns pobres de Cristo (riso). Dá vida à freguesia e dá lucro aos restaurantes e cafés que abriram”, justifica.
Luís Lobão, Correio dos Açores
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Carlos Silva

Shuttle. Mantém a receita no local, aumenta receita para manutenção, e faz com que o “produto” seja ainda mais exclusivo. É aprimorar o método da Lagoa do Fogo e adaptar para a zona das 7 cidades. Já o defendo há anos… Já funciona assim em inúmeros locais a nível mundial, temos locais tão apetecíveis, que vendem por si só, só temos de regular acessos

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“O Stop não vai fechar!”: Músicos revoltados por terem sido retirados de centro comercial no Porto – Sociedade – Correio da Manhã

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Elementos da PSP dispostos lado a lado impediram uma entrada desordenada no espaço.

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Carolina Cordeiro maratona literária

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Favourites Ponta Delgada
📒 ✍️ 🏃‍♀️ Carolina Cordeiro estará bem cedinho, às 7:00h do dia 22 de Julho, no Mercado da Graça, supostamente para escrever.
Não sabemos é se depois irá aproveitar para ser das primeiras clientes e comprar os produtos mais frescos. 🛍 🍎🍌🥕🍠 Pelo menos é o que faríamos se estivéssemos no seu lugar. 😆
Carolina Cordeiro é licenciada em Estudos Portugueses e Ingleses pela Universidade dos Açores. Desde há mais de uma década a esta parte, tem vindo aproximar a sua profissão de professora à produção de textos vocacionados à escrita criativa. Foi publicada, primeiramente, na colectânea “Who’s Who in Poetry”. Mais tarde, publicou o seu primeiro livro de poesia “Invictas Brotassem”, sob o pseudónimo Clarice Nunes-Dorval, com a chancela da Chiado Editora (2012). Participou na Antologia de Poesia Contemporânea “Entre o Sono e o Sonho“, Vol IV (Chiado Editora, 2013) bem como na Antologia NPE – Parte V (2014). Participa, com alguma regularidade em várias revistas literárias nacionais. Em Dezembro de 2013, editou o romance histórico, primeiro volume da trilogia Tempo, “No Meu Tempo” (pela Pastelaria Estúdios), de que se seguiu “Naquele Tempo”, editado pela Letras Lavadas (2015). Em 2020, foi editado o diário ficcional “3.6.5. Ou Um dia de Cada Vez”, pela Letras Lavadas.
ℹ️ A Maratona Literária de Ponta Delgada é um evento Letras Lavadas em co-realização com a Câmara Municipal de Ponta Delgada.
May be an image of 1 person and text that says "MARATONA LITERARIA HORAS 24 ESCRITORES ESCRI 21-22JULHO| PONT DELGADA L'avadas m RDPACORES novagráfica LOCAL 23 CAROLINA CORDEIRO MERCADO DA GRAÇA 07:00H"
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Henrique Levy, Aníbal C. Pires and 3 others

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Ventos fortes em rota fazem avião de passageiros seguir para o sul e sobrevoar a Antártica

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Há muitos anos tours aéreos sobre a Antártica atraem milhares de pessoas. Em geral, eles partem da Austrália e custam milhares de dólares

Source: Ventos fortes em rota fazem avião de passageiros seguir para o sul e sobrevoar a Antártica

Indigenous Singer Covers “Blackbird” in Mi’kmaq Language

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https://platform.tumblr.com/v2/follow_button.html?type=follow&tumblelog=mymodernmet&color=blue

Listen to this beautiful rendition of The Beatles’ “Blackbird.”

Source: Indigenous Singer Covers “Blackbird” in Mi’kmaq Language