novo livro de emanuel jorge botelho

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é sempre uma alegria imensa um livro novo de Emanuel Jorge Botelho. “O Livro Das Coisas Ardidas”, com uma capa linda de Inês Dias, ed. Averno.
Brevemente na Livraria SolMar.
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Voos da British Airways não vão mais decolar com comida para todos os passageiros

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A British Airways está testando um novo método de reduzir o desperdício de alimentos a bordo de seus voos de longa distância: racionamento

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PS/Açores questiona “atraso de meses” em obras da estrada da Ribeira Quente – Açoriano Oriental

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O grupo parlamentar do PS/Açores alertou para “um atraso de meses” na conclusão da empreitada da estrada da Ribeira Quente, São Miguel, e questionou o Governo Regional sobre as obras na única via de acesso à freguesia.

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1971 vilar de mouros

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【A CAUSA DAS COISAS】
Corria o ano de 1971 (52 NOS) e andava eu em Vendas Novas na EPA, quando se realizou o “Vilar de Mouros71”, obviamente que nesse fim de semana de 7 e 8 de Agosto de 71, ninguém me segurou no quartel.
Junto às águas calmas do Coura, a freguesia caminhense de Vilar de Mouros, recebia assim, na sua quarta edição, 1971, nomes grandes do firmamento pop da época: Manfred Mann e Elton John.
O sul-africano Manfred Mann (teclas), contava com Mike Hugg (bateria). Paul Jones (voz). Os outros membros foram Tom McGuinness (baixo) e Mike Vickers (saxofone e guitarra). Quando vêm a Vilar de Mouros já teriam novos membros, no caso, Chris Slade (bateria) e Colin Pattenden (baixo).
Na noite de 7 de agosto, em Vilar de Mouros, tocaram os temas “Dealer”, “Ashes To The Wind”, “Happy Being Me”, “Captain Bobby Stout” e “Mighty Quinn”.
Elton John tinha 24 anos na altura. 1971 foi o ano em que lançou “Madman Across the Water”, mas não foi ele um dos loucos que se banharam nas águas do Coura. Aliás, várias vezes ao longo dos anos, José Cid (que lá esteve com o Quarteto 111), fez questão de dizer que o britânico nascido Reginald Kenneth Dwight, foi o único a não ir à água. Zamith recorda que “há aliás, imagens de José Cid no rio, que é baixinho, bastante calmo junto ao local do festival, tentador, em pleno verão”.
O festival começara a ser pensado antes da realização do de Woodstock (1969), e a ideia do organizador, o médico local António Augusto Barge, era mais ambiciosa: chegou a pensar nos Beatles, mas estes separaram-se; sondou os Rolling Stones e os Pink Floyd, mas nenhuma das bandas tinha datas disponíveis, o mesmo sucedendo com os Moody Blues e com Cat Stevens. Ficou Elton, que cobrou 600 contos (cerca de três mil euros), e os Manfred Mann (pouco mais de cem contos), completando-se o cartaz com alguns precursores do rock português, como o Quarteto 1111, de José Cid, Pentágono, Pop Five Music Incorporated, Sindicato ou Chinchilas.
Tive o privilégio de passar por “estica cabos” ao serviço da RTP, por “cunha” de uma amiga e assim fiquei a 2 metros do palco, onde actuou o Elton John.
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Artur Arêde and 2 others

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