Ensino do galego ‘O que está a faltar’: mais língua portuguesa na escola? – PGL

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Valentín García, secretario xeral de Política Lingüística, e Eliseu Mera, diretor do IES Plurilíngüe de Valga e vice-presidente da Associaçom Galega da Língua (AGAL) conversárom recentemente sobre a introduçom do português nas aulas.

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Transatlântico – As Migrações nos Açores | Voz da Póvoa

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 No decurso dos últimos anos o acervo bibliográfico sobre o fenómeno migratório tem sido profusamente enriquecido com o lançamento de um conjunto significativo de livros que têm ampliado o estudo e conhecimento sobre a história da emigração portuguesa.Um dos exemplos mais recentes que asseveram a importância destas obras na análise e compreensão da emigração nacional, encontra-se vertido no livro Transatlântico – As Migrações nos Açores, da autoria de José Andrade, atualmente Diretor Regional das Comunidades do Governo dos Açores.Com chancela da Letras Lavadas, e prefácio de José Manuel Bolieiro, presidente do Governo Regional dos Açores, a obra lançada no alvorecer deste mês nas instalações da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, numa sessão que esteve a cargo do presidente da Associação dos Emigrantes Açorianos, Rui Faria, e da presidente da Associação dos Imigrantes nos Açores (AIPA), Cristina Borges, constitui-se como uma reflexão/retrato incontornável das Migrações nos Açores, de ontem e de hoje, para fora e para dentro.Embrenhando-se num fenómeno marcante na vida de milhares de açorianos, estima-se que cerca de 1,5 milhões de açorianos e seus descendentes residam no estrangeiro, o livro do atual responsável das áreas da emigração, da imigração e das comunidades açorianas no exterior, tem não só o condão de (re)valorizar os movimentos da emigração açoriana para o Brasil, o Uruguai, o Havai, os Estados Unidos, a Bermuda ou o Canadá. Mas também destaca o papel de 4 mil cidadãos estrangeiros de mais de 90 nacionalidades diferentes, como é o caso de brasileiros, alemães, chineses ou ucranianos, que presentemente habitam e trabalham nos Açores, e contribuem assim de forma muito positiva para o desenvolvimento do território arquipelágico e do país.  Com mais de duas dezenas de livros publicados, a mais recente obra de José Andrade, como acentua a casa editorial que apadrinha o trabalho literário, “ rima Açorianidade com Interculturalidade. O seu pretexto são textos produzidos pelo Diretor Regional das Comunidades do Governo da Região Autónoma dos Açores durante os anos de 2021 e 2022. O seu propósito é a consciência e o orgulho de sermos um arquipélago transatlântico que projeta identidade no mundo e que abraça continentes nas ilhas. Não estamos no fim da Europa ou no princípio da América. Estamos no centro do mundo”. Daniel Bastos, HistoriadorCapa do livro Transatlântico – As Migrações nos Açores

Source: Transatlântico – As Migrações nos Açores | Voz da Póvoa

Ondas nos Açores podem atingir os 11 metros nos próximos dias – Observador

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Rajadas de vento podem atingir 100 quilómetros por hora. São desaconselhados passeios junto ao mar ou em zonas expostas à agitação marítima nos próximos dois dias.

Source: Ondas nos Açores podem atingir os 11 metros nos próximos dias – Observador

almeida maia no correntes d’escrita

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Esta semana, decorrerá na Póvoa de Varzim a 24.ª edição do festival literário Correntes d’Escritas, que mobilizará cerca de uma centena de escritores nacionais e internacionais. Com versos de Ana Luísa Amaral como tema universal para as onze Mesas do programa, cerca de quarenta apresentações de livros e inúmeros eventos-satélite, tenho enorme honra em convidar-vos para o Cine-Teatro Garrett no dia 17/02 às 17h00 para a mui modesta intervenção que farei, a bordo da Mesa 7 e ao lado de Joana Bértholo, José Alberto Postiga, Juan Gabriel Vásquez, Manuel Jorge Marmelo e Henrique Cayatte M. #CorrentesdEscritas
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presidente da Camara vs ministro

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Declarações de autarca de Ponta Delgada “não correspondem ao seu entendimento” – MAI (C/ ÁUDIO)
*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***
Ponta Delgada, Açores, 10 fev 2023 (Lusa) – O ministro da Administração Interna afirmou hoje que as pessoas, por vezes, fazem “formulações de linguagem que não correspondem ao seu verdadeiro entendimento”, reagindo às declarações do autarca de Ponta Delgada sobre a segurança na cidade.
“O senhor presidente da Câmara [de Ponta Delgada] foi muito simpático comigo e foi muito cortês e correto institucionalmente. Por vezes as pessoas fazem formulações de linguagem que não correspondem ao seu verdadeiro entendimento”, afirmou José Luís Carneiro aos jornalistas.
O ministro falava em Ponta Delgada, após a cerimónia militar do dia do Comando Territorial da Guarda Nacional da República dos Açores, em que também estiveram presentes o presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, e o autarca de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral.
Na segunda-feira, o presidente da Câmara de Ponta Delgada reivindicou o reforço de agentes da PSP e a alteração da lei para combater o consumo e tráfico de droga na cidade, responsabilizando o ministro da Administração Interna.
“Ou se altera a lei ou então o senhor ministro da Administração Interna tem de se demitir, porque manifesta uma incompetência atroz para o exercício do cargo”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, Pedro Nascimento Cabral (PSD).
Hoje, José Luís Carneiro revelou que escreveu uma carta ao autarca da maior cidade açoriana após aquelas declarações, mas não detalhou o conteúdo da missiva.
“Devo dizer, quanto a essa declarações, que pude redigir uma comunicação formal ao presidente da Câmara de Ponta Delgada e não tenho mais nada a dizer sobre isso”, acrescentou.
Antes, sobre a falta de polícias no arquipélago, o ministro da Administração Interna realçou que em 2022 foram reforçados os elementos da Policia de Segurança Pública (PSP) e GNR na região, com agentes que “já estão” no terreno.
“Nós já reforçámos os elemento da GNR com mais 20 elementos no ano de 2022 e a PSP com mais 49 agentes. Para além desses, há outros que estão a desenvolver formação técnica concedida pelo SEF para competências de controlo de fronteira aérea e portuária”, assinalou.
Nas declarações de segunda-feira, Nascimento Cabral garantiu que há “respostas institucionais” para situações de pobreza e de mendicidade, mas falta um combate “eficaz” aos problemas de natureza criminal.
“O senhor ministro da Administração Interna [José Luís Carneiro], das duas uma: ou é incompetente e não sabe atuar, ou então tem de mostrar competência e tem de atuar ao nível do reforço dos agentes da PSP e da perseguição criminal de quem fomenta este tráfico de droga”, disse.
Pedro Nascimento Cabral considerou “inadmissível” que a esquadra de Ponta Delgada encerre à noite e que os agentes não tenham “meios suficientes para poderem atuar”.
RPYP (CYB) // MLS
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pedro p camara

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Ontem, na Gala Audiência, Pedro Paulo Câmara recebeu o Troféu Artes e Letras. 🏆
Muitos parabéns! 👏🧡
PEDRO PAULO CÂMARA, TROFÉU ARTES & LETRAS 2022
AUDIENCIA.PT
PEDRO PAULO CÂMARA, TROFÉU ARTES & LETRAS 2022
Licenciado em Português-Inglês, com especialização em Estudos Interculturais – Dinâmicas Insulares, é mestre em Estudos Portugueses Multidisciplinares e doutorando, na Universidade dos Açores, de Cultura e Literatura Insulares. É professor desde 2003, sendo, na atualidade, coordenador do C…

Ilha das Flores: há prateleiras vazias nos supermercados e mercearias | Jornal da Uma | TVI Player

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https://tviplayer.iol.pt/programa/jornal-da-uma/53c6b2633004dc00624392e1/video/63e7a1130cf2cf9224f8892e

Jornal da Uma | TVI Player

Source: Ilha das Flores: há prateleiras vazias nos supermercados e mercearias | Jornal da Uma | TVI Player

luis filipe borges work in progress terry costa

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O protagonista do 7º episódio de WORK IN PROGRESS é a outra montanha da ilha do Pico. Director artístico, encenador, performer, o Terry Costa é talvez o mais extraordinário agente cultural do arquipélago. Com uma alma que vai bem para lá dos extremos oriental e ocidental das ilhas, o estratega da MiratecArts faz das tripas coração (e omoletes sem ovos) entre festivais, encontros, palestras, concertos, uma editora, enfim, pontes fundamentais e constantes que levam os artistas açorianos a encontrarem-se na Ilha Maior e criativos de todo o mundo (64 países já) a conhecer, trabalhar, e mesmo por vezes residir no coração do Atlântico. Godspeed, Mr. Terry 🙂
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há mais de cem anos que as flores são um tormento

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“Visitada mensalmente pelo vapor da carreira insulana, que, em muitas occasiões, apenas consegue lançar em terra as malas sem poder descarregar os generos de primeira necessidade que conduz, com grave prejuizo dos habitantes, e por alguns navios que fazem commercio entre os Açôres e os Estados Unidos, sem comtudo encontrarem um porto seguro de descarga; esta ilha [das Flores] pode bem dizer-se abandonada aos seus proprios recursos e julgada insusceptivel d’outra exploração que não seja a da emigração para a America, que ameaça despovoal-a roubando aos trabalhos do campo seus melhores braços.”
“Glórias e Primores de Portugal” , 10 Junho de 1891.
Guilherme Read Cabral, Commendador da ordem de Christo e Cavalleiro da Torre e Espada, para a sua Alteza Real o Senhor D. Carlos.
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ChatGPT

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« (…) O ChatGPT não é nem inteligente, nem artificial, é concentração de trabalho vivo em trabalho morto num mundo de zombies. Ou seja, ele é o que os seres humanos põem lá, se os seres humanos que lá põem alguma coisa são cada vez menos, o ChatGPT vai-nos oferecer o que já temos hoje mas numa escala maior: todos os canais de TV são iguais, os jornais têm textos idênticos, os prédios são iguais, a roupa é igual, as casas são decoradas da mesma forma, a música é igual.
Por isso a grande questão revolucionária é e sempre foi a mesma — como construir uma sociedade onde o trabalho é emancipado e não padronizado. (…)»
Estou tranquila com o ChatGPT. Já explicarei porquê, no fim. Primeiro o horror e o pavor. O ChatGPT é a divisão sócio-técnica do trabalho que caracteriza o capitalismo (parcelar em tarefas simples o trabalho, para aumentar a quantidade produzida) a chegar às letras e à criação artística, que deixará de ser letras e arte, passará a ser standartizada. Em vez de mais gente a saber escrever vamos ter menos gente a saber escrever e a maioria dos textos e desenhos vão ser todos iguais. Professores, jornalistas, escritores, guionistas, tradutores, designers, arquitectos, todos a serem substituídos por máquinas.
No século XIX um sapateiro tinha uma oficina com centenas (sim, podia ser mais de uma centena) de instrumentos para fazer sapatos, era um artista. Cada sapato era uma obra, de alta qualidade, feita para aquele pé. Foi substituído por um designer que faz sapatos e milhões de operários que operam: colocam solas, cosem, colam, cortam, cada um faz a sua tarefa, estupidificante, de forma repetitiva. São de má qualidade e duram pouco mas são triliões de sapatos. Porque as máquinas que os fazem nunca conseguiram fazer melhor do que uma obra de um artista/sapateiro. A maioria dos operários de sapatos hoje não faz a mais pequena ideia de como se faz um sapato. Em breve assim será com os designers, não saberão desenhar. Porque agora este rumo chegou aos textos.
Mas não foi de agora: escrever e ler, que são a mesma actividade, exige uma educação intelectual exigente, que desenvolve o nosso cérebro e uma autodisciplina muito difícil de adquirir – tem sido substituída nas ultimas 3 décadas pelo empobrecimento dos currículos na escola, substituição da leitura pelo ecrã, substituição do ensino lento e complexo da leitura pelo ensino repetitivo de pequenos textos; substituição do jornalismo por corta e cola; temos hoje teses de mestrado que antigamente eram trabalhos de disciplina; quilos de livros vazios; séries cujos guiões se repetem ad nauseum; professores que se limitam a repetir o que está no manual, cada vez mais fácil e repetitivo; agora com os telemóveis basta mandar um emoticon. É por isso que quando lemos os textos do ChatGPT aquilo nem parece mau – aquilo repete o mau que estava a ser feito há décadas. O ChatGPT vai fazer milhões de textos iguais, como os móveis da Ikea, e a roupa made in China.
Porque não tenho grande angustia? Digamos que eu tenho com o capitalismo uma relação pacífica – é um sistema paranóico, irracional, de criar infelizes, que gera o seu antagonista, a classe trabalhadora, nós, gente com uma capacidade única de mudar o rumo da história. Ciclicamente os operários mais estupidificados, padronizados, ignorantes, se rebelam com uma grandeza tal, e a sua força, concentrada é tal, que mudam o mundo e param a marcha da desordem. Cada um destes operários – das fábricas, professores, designers – individualmente pode ser tão desinteressante como o trabalho alienado e vazio que faz, mas em conjunto a lutar fazem o que o mais brilhante dos intelectuais não é capaz de fazer. As melhores artes, direitos, vanguardas científicas nasceram das revoluções. Por isso não percebo o medo de greves e os apelos à estabilidade, quando o que a sociedade precisa é de uma rotundo Não, um divórcio urgente, uma ruptura completa com um modus operandi sociopata.
E caótico. Sim – a estabilidade é o caos. É um casamento de violência que se mantém porque se acha que o divórcio é uma desordem. Ora o divórcio é a libertação do caos.
O ChatGTP é o caminho para a completa proletarização dos sectores médios, mas também os coloca na situação objectiva de serem obrigados a fazerem parte da luta contra essa proletarização. Compreenderem finalmente que a única coisa boa em fazer parte da classe trabalhadora é a capacidade de lutar para sair da classe trabalhadora.
As revoluções nunca foram defendidas pelos revolucionários para gerar o caos e levar a classe trabalhadora ao poder, mas para acabar com as classes sociais, e com o poder, e começar a criar uma sociedade de trabalho livre, criativo, humanizado, sem classes. Marx aliás tinha esta bela ideia – a emancipação da classe trabalhadora vai emancipar a classe burguesa, que vive enredada em desejo paranóico de poder, lutas de heranças, raiva e medo, a competição torna-os cínicos, e desumanos. Libertava o oprimido e o opressor.
O ChatGPT não é nem inteligente, nem artificial, é concentração de trabalho vivo em trabalho morto num mundo de zombies. Ou seja, ele é o que os seres humanos põem lá, se os seres humanos que lá põem alguma coisa são cada vez menos, o ChatGPT vai-nos oferecer o que já temos hoje mas numa escala maior: todos os canais de TV são iguais, os jornais têm textos idênticos, os prédios são iguais, a roupa é igual, as casas são decoradas da mesma forma, a música é igual.
Por isso a grande questão revolucionária é e sempre foi a mesma – como construir uma sociedade onde o trabalho é emancipado e não padronizado? Essa é a ideia socialista (nada a ver com o PS ou com a URSS). A ideia socialista é a projecção de futuro de que o bem comum (comunismo é o comum) assegurado, em cooperação, nos liberta para o trabalho criativo. E o trabalho criativo é o único reino da liberdade e do desenvolvimento pleno do indivíduo. Nunca como hoje foi uma questão tão importante e actual.
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  • Álvaro Oliveira de Faria

    Terei de reler 3, 4, ou mesmo 5 vezes para,definitivamente, optar por um claro apoio a um texto inteligentemente crítico ou um texto inteligentemente a roçar o populismo!
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  • José Mário Costa

    ?? Como comentou Carlos Matos Gomes na sua página, o que Raquel Varela aponta no texto sobre o ChatGPT aplica-se “como uma luva” à padronização do pensamento único veiculado precisamente pelos movimentos populistas… e não só (caso flangrantíssimo sobre o que vigora nos “media” sobre o conflto na Ucrânia “vs. Palestina, Iraque, Iémen, etc.). Como ela refere, o que já era o traço característico do capitalismo — a divisão do trabalho no processo produtivo (a mesma atividade, sempre igual e rotineira, visando aumentar a quantidade produzida) —, está a chegar às, digamos, ativividades intelectuais (das letras e da criação artística). Exatamente com o mesmo rolo compressor da padronização generalizada, como já vemos nos canais de TV e nos jornais todos formatados na mesma agenda político-ideológica, ou com a moda toda igual. Resta saber é se este novos “proletários”, na expressão dela, se revoltam como os originais ou… amocham, de todo…
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    • 3 d
    • Gonçalo Neves

      José Mário Costa Este texto da Raquel Varela é magnífico, mas um professor e um designer não são proprimente “operários”, nem ela o é certamente, com o que aufere. Pertence à elite privilegiada, embora a vitupere…
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