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A room with no view: Sydney ‘capsule’ for rent for $1,080 a month

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The “capsule” is a small, cell-shaped room with just enough space for a mattress — and it’s on the rental market for $250 a week.

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O primeiro mapa de Portugal

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O primeiro mapa de Portugal

Ando a navegar pela Internet fora e vejo um mapa de Portugal que me deixa de boca aberta. Nunca tinha visto o país assim…

Marco Neves

Jul 18

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Lembro que estão abertas as inscrições para o Curso de Revisão de Português. Fecham no dia 21. Muito obrigado!

O mundo para cima ou para baixo

Há coisas que são como são há tanto tempo que parece ser impossível imaginá-las de outra maneira. Por cá, o sinal de STOP, por exemplo, tem uma peculiar forma octogonal e uma palavra inglesa no centro. Podia ser outra palavra ou outra forma? Sim, claro. Mas hoje já parece natural que seja assim — e não me parece razoável mudar o sinal agora (seria, aliás, bastante perigoso).

Enfim, que os sinais de trânsito são convenções é bastante claro. Aliás, conduzimos pela direita, mas há muitos países que decidiram conduzir à esquerda. Houve até países que mudaram a certa altura. Dois exemplos? A Suécia, nos anos 60 — e Portugal, nos anos 20 (sim, já conduzimos pela esquerda).

Talvez um pouco menos óbvia seja a ideia de que os relógios também são uma convenção, divididos como estão em doze partes, com o 12 lá em cima. Ainda há uns tempos escrevi sobre a curiosa história dos relógios que têm o 12 cá em baixo

Mas há mais convenções que, de tão usadas, já nos parecem naturais. Por exemplo, escrevemos da esquerda para a direita, mas poderíamos escrever da direita para a esquerda — como, aliás, fazem os árabes. Nem os livros têm uma direcção natural: a lombada está à esquerda nos livros em português, mas os livros japoneses têm a lombada do outro lado…

Tudo isto só para chegar à própria orientação do mundo: o Pólo Norte está lá em cima — mas poderia estar lá em baixo…

Todos temos na cabeça, de forma muito bem martelada, que o Norte fica em cima e o Sul fica em baixo. Ninguém diz que vai para baixo quando viaja de Lisboa para o Porto. Já dizer que vamos para cima quando viajamos do Algarve para Lisboa parece bem natural…

É difícil imaginar que o mundo fosse doutra maneira. Os australianos vivem lá em baixo, nós vivemos cá em cima.

E, no entanto, a Terra e todo o Sistema Solar estão a navegar pelo espaço sem que haja um tecto ou um chão… Uma das primeiras fotos do nosso planeta, tirada por astronautas em 1972, costuma aparecer na direcção “certa”, mas no original tinha o Sul por cima:

A fotografia, tal como aparece em revistas e livros, está com o Sul por baixo. Porquê? Para que ninguém estranhe…

Um continente exótico

Há tempos, li um livro — A History of the World in Twelve Maps — em que o autor (Jerry Brotton) afirmava ser difícil perceber por que razão o Norte acabou por ficar, de forma praticamente definitiva, na parte de cima dos mapas. Afinal, não é um facto universal.

Note-se, por exemplo, onde está a Europa na Tabula Rogeriana, mapa de al-Idrisi, cartógrafo muçulmano que viveu em Palermo e nasceu em Ceuta:

Uma das surpresas deste mapa é reparar como a Itália está deitada… Pois, curiosamente, se formos até ao Google Earth e virarmos a Europa ao contrário, também acabamos com uma Itália estranhamente deitada. É apenas um exemplo de como o mesmo mapa virado ao contrário tem um sabor muito diferente. Como quando repetimos uma palavra conhecida muitas vezes, o mapa começa a estranhar-nos, a parecer o resultado do trabalho de um escritor de fantasia…

Não sei se acontece com todos, mas ao olhar para este continente de pernas para o ar, começo a imaginar outras histórias, outras aventuras… As habituais associações que fazemos ao Norte e ao Sul começam, devagar, a cair. São terras exóticas, estas…

Não que o continente que temos não seja interessante por si. Tem, aliás, uma História demasiado interessante — e que assim promete continuar por muitos e bons séculos.

O nosso país deitado

Bem, olhemos para aquele país ali virado para o canto superior direito… Com o Google Earth, podemos virar o país ao contrário a nosso bel-prazer. Ficamos com o Minho cá em baixo e o Algarve lá bem em cima, onde as águas são mais quentes e, se subirmos mais um pouco, vamos parar, não à Galiza, mas a Marrocos:

Não sei bem porquê, mas olhar para o mapa assim leva-me a notar certas características do país: Lisboa parece-me mais distante do Minho do que pensava; ali, a meio, aquela reentrância espanhola no corpo do nosso país surge um pouco menos natural, mais recortada…

É um absurdo? Não faz sentido? Estamos habituados a imaginar um país que foi criado de cima para baixo, um país em que o mar está à esquerda. O contorno do país é, hoje, um dos símbolos nacionais. Mas, no fundo, podíamos ter acabado com uma imagem diferente. Afinal, os nossos primeiros mapas punham o Algarve nem em cima nem em baixo: ficava à esquerda!

Aqui está a Carta de Portugal de Fernando Álvaro Seco, na versão editada no Theatrum Orbis Terrarum de Abraham Ortelius, em Antuérpia, no ano de 1570 (houve uma versão do mesmo mapa publicada uma década antes):

Já foi há muito tempo? Pois, já no século XIX, ainda apanhamos Portugal assim deitado — mas desta vez de barriga para baixo:

Foi este estranhíssimo mapa que me levou a escrever esta crónica…

A verdade é que, se olharmos para o mapa do nosso país, de pernas para baixo, a fazer o pino, deitado ou na direcção habitual — o contorno é-nos tão confortável como a cama da infância. Conhecemos bem este mapa e desenhamo-lo com o dedo, a sorrir.

E com esta conversa toda, fiquei com uma vontade irreprimível de viajar. É o que dá olhar para mapas.

Obrigado por ler a página Certas Palavras.

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Diretor-geral do JN e TSF saca milhares de grupo à beira do colapso – Tv Media – Correio da Manhã

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Domingos Andrade cobra montantes milionários de ajudas de custo, tem cartão de crédito de 5 mil euros e apresenta despesas fictícias: 600 euros para gasóleo de… carro elétrico.

Source: Diretor-geral do JN e TSF saca milhares de grupo à beira do colapso – Tv Media – Correio da Manhã

turistas causam caos em toda a ilha de s miguel (e nem sabem circular em rotundas..

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O que era esta ilha e no que veio a ficar…
Magnífico… estacionamento abusivo por parte de quem visita, é visitantes em contra mão ( não é o caso desta foto, e não devem perceber a seta de sentido único), não é só nas Sete Cidades, mas temos o que merecemos… 👏🏻👏🏻👏🏻
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Paulo Pacheco

Quando alguém quer fazer algo para ordenar isso… “Aqui del rei” que vai cair a cuecas ao vulcão e que não se pode mexer e o diabo a4.
Se a estrada não estivesse já construída – também não se poderia fazer.
Mas atenção, que quem “não deixa” são só meia dúzia de – muito ruidosas- pessoas.
Mas como os nossos políticos têm horrores que “ruído”… Então fica tudo na mesma!
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progresso imparável na china

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The #Shenzhen-Zhongshan Link, a mega cross-sea passage in south China that features two bridges, two artificial islands, and an underwater tunnel, opened to traffic on June 30. This marks a significant step in developing the comprehensive transportation network in the Guangdong-Hong Kong-Macao Greater Bay Area (#GBA). #ChinaTech
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#China‘s #auto exports stood at around 2.79 million units in the first half of this year (H1), surging by 30.5% year on year.
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Governo tem 15 medidas para combater burocracia digital nos serviços públicos – Internet – SAPO Tek

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O Governo apresentou esta terça-feira um programa para combater a burocracia digital e simplificar o atendimento de cidadãos e de empresas nos serviços públicos.

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O Governo defendeu hoje um “modelo único” para o subsídio social de mobilidade para assegurar um “tratamento homogéneo” entre as regiões autónomas, adiantando que ainda não está definido o valor máximo elegível para residentes nos Açores.

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TRUMPICES RIMA COM BURRICES

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Nestas 48 horas apenas se fala do atentado falhado contra Trump, que era aquilo que lhe faltava agora que estava a perder gás a sua recandidatura, e como todos sabemos (que o diga Bobonaro) um atentado falhado é a melhor coisa para uma eleição. Há quem diga que quando ele cai fá-lo sem sangue e o sangue só aparece depois ao levantar-se, não sei, nem me interessa, mas parece tudo encenado. Logo apareceu, oportuno, um “Meme” com o qual concordo, que dizia

Outro canal de TV mostrava filmagem em que se via o alegado atirador subir, armado, para o telhado com muita gente a ver e a comentar, e dois atiradores (snipers) do FBI noutro telhado a vê-o e com ordens para não dispararem. Logo surgiu a notícia de que o FBI que descumpriu a ordem e abateu o jovem atirador foi despedido. Logo, teorias da conspiração surgem como cogumelos, e Trump, lampeiro, direto do hospital para o campo de golfe.

Esta é, sem dúvida, mais uma notícia muito mal contada de um atentado falhado que bem pode definir o futuro calamitoso do mundo se Trump for reeleito. Nada disto é novidade, nem me espanta, foi feito antes e resultou. Todos os canais, até à exaustão, falavam do tema, com os habituais peritos em tudo e mais alguma coisa a darem opiniões e prognósticos. Eu serei mais como aquele “famoso” jogador de futebol que dizia “prognósticos só no fim do jogo”.

 

Hoje também li que a felicidade não existe a não ser para oportunistas e escravos: “

Happiness was never important. The problem is that we don’t know what we really want. What makes us happy is not achieving what we want but dreaming about it. Happiness is for opportunists. Then I think that the only life of deep satisfaction is a life of eternal struggle, especially the struggle against oneself. If you want to stay happy, just stay stupid. True scholars were never happy; happiness is a category of slaves.”

Slavoj Zizek, @ The Guardian. “ DISCORDO E NÃO ME SINTO NEM ESTÚPIDO NEM ESCRAVO!

Arquimínio Rodrigues da Costa, último bispo português de Macau

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No passado dia 8 de julho, assinalou-se o centenário do nascimento do último bispo português de Macau, D. Arquimínio Rodrigues da Costa (1924 – 2016), uma figura incontornável da Igreja Católica e da diáspora portuguesa. Natural da freguesia de São Mateus, no concelho de Madalena, na Ilha do Pico, o insigne açoriano partiu para Macau, antiga colónia portuguesa desde 1557 até 1999, […]

Source: Arquimínio Rodrigues da Costa, último bispo português de Macau