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Por Carlos Rodrigues
Source: “São todos iguais”, agora também aplicado à PJ e à justiça – Bilhete Postal – Correio da Manhã

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A suspeita, de 48 anos, era procurada pelas autoridades brasileiras para cumprir uma pena de 17 anos e seis meses de prisão. Está acusada de crimes cometidos num centro de reabilitação para dependentes de álcool e drogas no estado de Santa Catarina.
Source: Mulher procurada no Brasil por tortura e rapto é detida pela PJ nos Açores | SOL
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A curly hair education gap has left many searching for skilled stylists. Now the industry is responding.
Source: ‘It’s not just hair’: The fight to make curly hair education count | SBS News | SBS News

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Um estudo da DECO PROteste revela que quase oito em cada 10 idosos (79%) não conseguem suportar os custos do lar apenas com os seus rendimentos e estão dependentes da ajuda das suas famílias.
Source: Oito em cada 10 idosos não conseguem pagar um lar: Quanto custa? – Notícias ao Minuto

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Em causa está a movimentação de um atrelado relacionado a um caso de tráfico de droga.

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O ex-apresentador muçulmano Brother Rachid alertou que a crescente influência islamista poderá levar a Grã-Bretanha e a Europa Ocidental a enfrentarem ou a dominação política ou um conflito civil. Descreveu as mais de 30 000 mesquitas da União Europeia como potenciais «cavalos de Tróia», alegando que alguns muçulmanos as encaram como território estabelecido para o Islão.
O politólogo austríaco Ralf Schoellhammer apontou as manifestações a favor do califado, a violência dos gangues, o antissemitismo e a desconfiança em relação à polícia como sinais de que a integração multicultural está a falhar.
Estes alertas surgiram também na sequência de críticas de que o rei Carlos enfraqueceu a identidade cristã da Grã-Bretanha ao apresentar-se como um protetor de múltiplas religiões, em vez de defender principalmente o cristianismo.
#Europa #Islamismo #IdentidadeCristã #LiberdadeReligiosa
Foto: Por CBN Video
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Dívidas que o Fisco não consegue cobrar são declarados em falhas quando já não existem bens penhoráveis, quando o devedor é desconhecido ou quando está em parte incerta.
Source: Fisco tinha mais de 10 mil milhões em dívidas incobráveis: Porquê? – Notícias ao Minuto

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Polícia Judiciária deteve o homem, de 45 anos, após a escola onde trabalhava ter dado o alerta para o caso. Aliciava os menores com dinheiro.
Source: Professor apanhado em vídeo a abusar de menores em Santa Maria da Feira – Vídeos – Correio da Manhã

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Armanda Pinheiro, de 64 anos, foi assassinada pelo marido, que já está preso. Funeral realiza-se esta terça-feira.
Source: Muda de roupa e escreve carta de despedida após assassinar a mulher com faca e cutelo – Portugal – Correio da Manhã Muda de roupa e escreve carta de despedida após assassinar a mulher com faca e cutelo – Portugal – Correio da Manhã
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A pior sorte é alguém querer deixar de ser sarraceno (era uma das formas usadas pelos cristãos da Idade Média para designar genericamente os árabes ou os muçulmanos). Em português o termo é usualmente aplicado especificamente aos árabes que dominaram a Península Ibérica. As palavras “islão” e “muçulmano” só foram introduzidas nas línguas europeias no século XVII. Antes disso utilizavam-se expressões como “lei de Maomé”, maometanos, agarenos (descendentes de Ágar), mouros, etc.. Esta é a realidade de que os tolerantes não querem falar. Em 2026, ainda existem países de maioria muçulmana onde, se abandonares o Islão, podes ser preso, torturado ou morto. Por que crime? «Crime de pensamento». O crime de mudar de opinião. Podes nascer muçulmano, perceber que não acreditas em Deus e o Estado dizer-te: «morre». Isto não é «cultura», isso não é a «religião da paz». Trata-se de homicídio patrocinado pelo Estado por apostasia. E antes que alguém diga «nem todos os países muçulmanos»… Mas o facto de, em 2026, qualquer país ainda aplicar a pena de morte por abandonar uma religião deve repugnar a todos. Não me interessa em que Deus acreditas. Eu não acredito em nenhum. Mas acredito a 100% nisto: ninguém deve ser morto por deixar de acreditar. A liberdade de consciência é um direito humano fundamental. Qualquer religião, qualquer lei, qualquer país que viole isso merece ser duramente condenado. Deixem de se esconder atrás da «islamofobia»; criticar leis que matam pessoas não é ódio. É moralidade básica.
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Era bem feito sofrerem a islamização a elite dos que no poder em diversos países, a estão a facilitar, mas infelizmente quem vai sofrer vai ser o povo trabalhador e cumpridor, religioso ou não, que vai ser subjugado e submetido a uma forçada talibanização ou morte…