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Chega fecha acordo com PSD sobre PSU. Reforma laboral sem fumo branco – ZAP Notícias

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Segundo André Ventura, o PSD aceitou 6 das 7 exigências do Chega para a criação da PSU; o líder do Chega avisa, porém, que o partido só viabilizará o diploma se for encontrada uma fórmula para excluir da prestação imigrantes que nunca tenham descontado em Portugal. O presidente do Chega, André Ventura, anunciou um entendimento com o PSD para que a autorização legislativa do Governo sobre a criação da Prestação Social Única (PSU) baixe à especialidade sem votação na generalidade, mas mantém divergências profundas com o executivo em relação à reforma laboral. As duas matérias estiveram em cima da mesa

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o 10 de junho aqui em 2018 foi assim..espero que 2026 seja diferente

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Vi um grafito e dizia: “O futuro não importa, o que importa é daqui para a frente”

 

Todos iguais e cinzentos conforme a norma”.

retiro do ChrónicAçores vol 5

10 DE JUNHO NA COLÓNIA AÇORIANA, CRÓNICA 195, 9.6.18

 

Dantes, ao descobrirem terras a colonizar, os navegantes levavam padrões de descobrimentos assinalando a posse e futura conquista e missionação das terras, ora nas celebrações do dia 10 de junho de 2018, trouxeram de Portugal uma bandeira enorme para hastear no único mastro existente no local. Isso não dará a oportunidade a hastear a bandeira do arquipélago, símbolo dos Açores e do povo açoriano, que se diz Região Autónoma. Um jornal local comentava o alheamento da população face ao 10 de junho, um feriado, como o 5 de outubro ou o 1º de dezembro, sem ligação a este povo, para quem os feriados importantes são a segunda feira do Senhor Santo Cristo, Pentecostes, os padroeiros das freguesias, as comunhões dos filhos, e as festas da freguesia. Aí está a alma do açoriano em qualquer ilha.

  1. D. Pedro IV também cá esteve, veio arrecadar dinheiro e pessoas para a causa, já que ninguém em Portugal estava na disposição de lhe dar um tostão. Quando D. Carlos veio aos Açores, o povo foi ver um homem que só existia no imaginário. Quando Óscar Carmona visitou o arquipélago, agosto de 1941, e Craveiro Lopes, 1957, a sensação que deixou foi a da vinda de um forasteiro que veio lembrar aos locais que isto são terras de Portugal, mas “isto é Açores antes de ser Portugal”. Marcelo Caetano também por aqui andou, mas por razões diferentes, que não vale a pena recordar. Hoje veio o Presidente que tira selfies com o povo, os senhores da terra, vão ao beija-mão que fica bem nas fotos oficiais do evento e nas imagens televisivas, sempre sabujamente agradecidos pelas esmolas que Lisboa oferece aos insulares. Teremos teatro nos próximos dias. E há entre nós personagens dispostos a renegar a essência para poderem tirar proveitos. Como escrevia Rui M Medeiros: “A História está cheia de Brutus e Judas. Estes tiveram proveitos imediatos, mas o tempo encarregou-se de os colocar no seu devido lugar.”

Como escreveu Roberto Y. Carreiro

“Segundo um vizinho meu, antigo operacional dum movimento independentista e testemunha dos tempos conturbados do PREC, o aparato militar, securitário e de espionagem, que está montado na cidade de Ponta Delgada, faz-lhe lembrar os tempos áureos das campanhas de «dinamização cultural» a cargo da 5ª divisão. Tal como no passado, os forasteiros, trazem orquestras, bandas, palhaços, muita propaganda e orador convidado. Como nesse outro tempo as «autoridades locais» abrem a cancela para essas aves de arribação…” Por outro lado, o belicismo de mais de mil militares e armamento dos três ramos das FA (Forças Armadas) deve ser para esquecer que depois do 25 de abril, essas FA servem para defenderem interesses estrangeiros em países distantes a mando da NATO.

Cito o colega jornalista Tomás Quental:

“Mas eu pergunto: para essa celebração era mesmo necessário “encher” a cidade com viaturas dos três ramos das Forças Armadas, desde meios aéreos a meios terrestres de combate? Se é para afirmar a soberania portuguesa nos Açores, era desnecessário, porque os açorianos, na maioria, gostam de ser portugueses. Diria até que existem muitos açorianos que se sentem mais portugueses do que muitos continentais, a quem ouço dizer com frequência “entreguem isto a Espanha”… Se é para “embelezar” a cidade, também era desnecessário, porque a urbe tem beleza quanto baste, bem patente, nomeadamente, em monumentos, praças, avenidas e ruas repletas de edifícios de arquitetura bela e única, com uma frente de mar que lhe confere uma panorâmica invejável. Se é para mostrar aos açorianos o que são meios militares, também me parece objetivo obviamente desnecessário. Quando o Estado português assume não ter verbas para construir a nova cadeia na maior ilha açoriana, em que o estabelecimento prisional existente com 150 anos é uma vergonha em qualquer parte do mundo, proporcionando condições infra-humanas, é claramente uma falta de bom senso a ostentação de meios militares, só possível com muito dinheiro. Não aprecio e critico.”

Um país de desigualdades, injustiça e corrupção descontrolada que rouba dez anos de serviço aos professores e diz não ter dinheiro para lhes pagar, desperdiça milhões em fogos-fátuos de antigo Império à deriva como escreveu Patrick Wilken. Claro que para a maioria dos portugueses e dos açorianos quaisquer noções de uma total autonomia (leia-se independência) é anátema, mais fruto da ignorância das situações do que por meras razões políticas. Sempre se cumpriu a profecia – sabiamente preparada – de que quanto mais dependentes de subsídios mais bem acarneirados estariam os açorianos. De todos, são eles os mais subsidiados, totalmente dependentes de subsídios que servem para perpetuar o voto nos que os governam, qualquer que seja o partido ou a cor política. Para os portugueses nem sequer se põe a hipótese de abdicar das “ilhas adjacentes”, muito menos agora que estão prestes a acrescentar milhares de km2 à plataforma portuguesa marítima com todas as riquezas que a profundidade destes mares encerra.

A Fundação Francisco Manuel dos Santos, “Pordata” fez um estudo “Retrato dos Açores”, no qual revela dados preocupantes sobre a realidade insular. Na Educação, a taxa de abandono escolar entre os 18 e os 24 anos é mais do dobro da média nacional. Em relação aos jovens com mais de 15 anos, que 7 em cada 10 não completa o secundário, valores piores do que qualquer outra região. O ensino que temos atualmente é o fruto de muitas “experiências” anuais infelizes, desde os alunos transitarem sem saberem ler a outras, e os resultados estão à vista. Acrescente-se o facto de muitos pais não terem instrução (a velha 3ª classe era a norma e agora será o 6º ano) nem interesse em acompanhar os filhos, o resultado será sempre o de insucesso escolar e fracasso das políticas educativas, por melhores professores que haja (também os há, mesmo que minoria). Infelizmente, trabalhamos para a estatística. Os bons alunos sempre o serão, mas os restantes são a maioria.

Quando hoje um colega e amigo, professor continental, que até cá esteve uns anos a lecionar em mais do que numa ilha, me diz que somos todos portugueses de regiões diferentes, tive uma visão passadista que me fez lembrar um país uno e indivisível do Minho a Timor! E deu-me um arrepio pois esse é o argumento mais comum dos continentais quando confrontados com a minha sede de uma verdadeira autonomia açoriana (não falei de independência, mas de verdadeira autonomia, em federação ou outra espécie de união entre iguais e não pactos leoninos). A minha guerra não é esta, mas a da defesa e expansão da língua portuguesa e apenas me manifesto como cidadão residente do arquipélago.

E é por tudo isto que este 10 de junho me diz menos do que noutros anos em que se chamava “dia da raça”. Não irei ao beija-mão, nem verei as belezas que os açorianos vão mostrar ao corpo diplomático estrangeiro acreditado na capital do Império, continuarei a amar os Açores e a sonhar com o dia em que sejam autónomos e pares interpares com a “metrópole”, donos do seu destino e quiçá orgulhosos da herança ou origem portuguesa. Claro que sei, e nisso concordam alguns nativos, que há provincianismo e falta massa crítica e intelectual, muitos temem a verdadeira autonomia e mais ainda a independência. Este é o país em que vivemos, e raramente se discutem os problemas: educação, saúde e justiça. Sempre longe da corte os açorianos vão ter as imagens televisivas em que serão retratados e irão usar e abusar do voyeurismo, já totalmente acostumados a novos paradigmas de vida em que deixaram de ser escravos pela via física para o serem pela via da mente.

Um Governo Regional autêntico, sem ser filial de Lisboa, reclamando a verdadeira autonomia sem se arvorar em defensor dos interesses dos que sempre exploraram os ilhéus, sombrios e persistentes personagens que perenizam monopólios. Arrivistas com iniciativas pequenas e isoladas. Limitadas como as ilhas e o país.

Acabou a sexologia na Rússia – por isso nao ganharaM A GUERRAotícias

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A Rússia vai deixar de reconhecer a sexologia como especialidade médica certificada e criar, a partir do outono, a figura de “médico de longevidade saudável”, no âmbito de uma revisão do registo oficial das profissões de saúde. A alteração consta de um decreto do Ministério da Saúde publicado este fim de semana, noticiou a agência estatal TASS. A partir de 1 de setembro, serão retiradas 16 funções da lista oficial de profissões médicas e acrescentadas 11 novas categorias. Outras três designações deverão ser eliminadas até 1 de setembro de 2028. Diz Viktor Fomin, responsável pela academia médica de formação contínua

Source: Acabou a sexologia na Rússia – ZAP Notícias

a crise!Portugueses compram 10 carros desportivos de luxo por dia – Economia – Correio da Manhã

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A Porsche lidera a tabela, o que não é de estranhar, já que tem igualmente carros ‘familiares’. Lamborghini vendeu 22 superdesportivos nos primeiros cinco meses.

Source: Portugueses compram 10 carros desportivos de luxo por dia – Economia – Correio da Manhã

a conspiração de Xanana

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acabo de ler isto:

 

 

José Sousa -TRADUÇÃO DO ARTIGO DA REVISTA “GATRA” PARA A LÍNGUA INDONÉSIA”. A Conspiração de Xanana Gusmão e Mahidin Simbolon. O lado sombrio do presidente de Timor-Leste, Xanana Gusmão.

​Agitação tomou conta da redação, com a presença dum homem identificado pelas iniciais JM, que afirma ser um ex-soldado da Primeira Divisão da Companhia Brawijaya, ansioso por confessar que, devido à frustração e ao estresse acumulados ao longo de anos, não conseguia calar-se sobre o envolvimento em operações militares das ABRI/POLRI (TNI/POLRI) em Timor-Leste, entre 1994 e o final de 1996.

​ Os jornalistas da revista ficaram inicialmente confusos com o homem. No entanto, após alguns minutos, o ex-membro das ABRI começou a explicar seu envolvimento em operações de assassinato de várias figuras importantes do movimento pró-independência de Timor-Leste, ocorridas entre 1994 e 1996. Neste ponto, o correspondente da revista não ficou excessivamente surpreso com a informação, pois já era de conhecimento público que, em meados dos anos 90, a guerra em Timor-Leste estava sendo intensificada pelas ABRI/POLRI em várias bases da resistência guerrilheira — ou, como as ABRI designavam, GPK-Fretilin (Grupos Perturbadores da Segurança). Contudo, a história tornou-se muito diferente e chocante quando o ex-sargento JM (que solicitou o anonimato para proteger a segurança de sua família) detalhou documentos operacionais das ABRI relacionados à Frente Clandestina e às forças armadas de Timor-Leste.

O principal alvo dessa operação era o líder da organização da Frente Clandestina, à época liderada pelo comandante Keri Laran Sabalae. Um ponto extremamente interessante e sensacional é o dilema de uma operação militar que estava diretamente sob o comando do Coronel Mahidin Simbolon (patente de Simbolon à época), em cooperação com Xanana Gusmão, o “líder da resistência” timorense, que estava preso na Penitenciária de Cipinang, em Jacarta.

O ex-sargento JM afirmou que esteve presente em uma reunião com o Coronel M. Simbolon, realizada em uma sala da Penitenciária de Cipinang. O fundamento dessa reunião seria o desejo e a prontidão de Xanana Gusmão em “centralizar” grupos radicais numa única estrutura da resistência timorense que, segundo Xanana, poderiam ameaçar os esforços de uma “resistência serena” e de reconciliação com diversos grupos políticos timorenses, processo que estava sendo acelerado para unir o povo.

Por esse motivo, Xanana Gusmão estaria disposto a colaborar com o Cor. M. Simbolon para eliminar grupos radicais da “GPK Fretilin”, compostos por comandantes do movimento e seus seguidores, entre os quais Rodak Timur, Keri Laran Sabalae, David Alex, Konis Santana e Eli Fohorai Boot. Estes nomes constam nos anexos dos documentos da operação militar de 1994-96 apresentados pelo ex-sargento JM.

A essência da “cooperação” entre o lado de Xanana e M. Simbolon era o princípio do mutualismo: Simbolon alcançaria sucesso na sua carreira militar e Xanana ganharia mais flexibilidade para controlar o movimento de resistência que comandava a partir da prisão de Cipinang. Parece evidente que o presidente de Timor-Leste foi extremamente astuto ao proteger os interesses do grupo, eliminando os comandantes considerados desleais ou, mesmo leais, que priorizavam excessivamente a “via da violência” para atingir os objetivos nacionais. Ao observar os documentos e as fotos em poder de JM, é muito difícil duvidar da origem desta história. Esta é a versão oculta e o lado sombrio do “carisma” de Xanana, tão venerado por seu próprio povo: colaborar com o “inimigo” para exterminar o seu povo.

Director de RH de hospital acusado de prender trabalhadora a uma cadeira – ZAP Notícias

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A trabalhadora terá sido presa com fita-cola a uma cadeira e impedida de se levantar, até que terminasse uma tarefe que não teria executado por “ter estado a enviar emails”. O director do Serviço de Gestão de Recursos Humanos da Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental (ULSLO) é acusado de ter prendido uma trabalhadora a uma cadeira com fita-cola para a obrigar a concluir uma tarefa. O caso, avançado pelo jornal Público, terá ocorrido há cerca de duas semanas no Hospital de São Francisco Xavier e foi denunciado pela Ordem dos Enfermeiros à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS). Segundo

Source: Director de RH de hospital acusado de prender trabalhadora a uma cadeira – ZAP Notícias

fiquei chocado!Marcelo dá bengaladas e pontapés no rabo em visita a universidade – Vídeo – SÁBADO

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Marcelo Rebelo de Sousa jantou numa cervejaria perto de Coimbra onde estavam alguns estudantes universitários. O Presidente acedeu ao pedido dos estudantes e fez jus à tradição.

Source: Marcelo dá bengaladas e pontapés no rabo em visita a universidade – Vídeo – SÁBADO

Êxodo de imigrantes: só na última semana “desapareceram mil motoristas” de Lisboa – SIC Notícias

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A saída de imigrantes do país pode deixar vários setores sem uma grande parte dos trabalhadores.

Source: Êxodo de imigrantes: só na última semana “desapareceram mil motoristas” de Lisboa – SIC Notícias

Agressões. Ex-funcionária de creche de Rabo de Peixe condenada a 6 anos – Notícias ao Minuto

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O Tribunal de Ponta Delgada condenou as quatro ex-funcionárias da creche da Casa do Povo de Rabo de Peixe por maus-tratos a crianças entre 1 e 3 anos. Uma foi condenada a uma pena de seis anos de prisão efetiva. As outras três a pena suspensa.

Source: Agressões. Ex-funcionária de creche de Rabo de Peixe condenada a 6 anos – Notícias ao Minuto

 

 

imagem da condenada a prisão efetiva

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