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memórias inesquecíveis, sempre a piorar

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Bengaluru, India.
Commuters wait in a traffic jam along a road leading to Yelahanka railway station.
Photograph: Idrees Mohammed/AFP/Getty Images.
May be an image of car, road and street
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BANCO MUNDIAL ARRASA POLÍTICA ECONÓMICA DE TIMOR

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O último relatório do Banco Mundial sobre a política económica de Timor Leste… parte a loiça toda. Mas o PM (e o PR?) vai assobiar para o lado… Vai uma aposta?!…
“3.º Foco especial: fazer com que a despesa pública impulsione o crescimento
O caminho fiscal insustentável de Timor-Leste: despesas elevadas, rendimentos baixos
Timor-Leste gasta oito dólares por cada dólar que arrecada, classificando-se, a nível mundial, entre os países com mais elevada despesa governamental em proporção do PIB. A despesa pública situou-se em média em cerca de 85 por cento do PIB entre 2013 e 2023. Esta despesa excecionalmente elevada, a par de uma baixa arrecadação de receitas internas — consistentemente abaixo dos 12 por cento do PIB — colocou uma pressão imensa sobre o Fundo Petrolífero. São frequentes as violações da regra do Rendimento Sustentável Estimado (RESI) concebida para limitar os levantamentos anuais e preservar a rentabilidade do Fundo.
A longevidade realça os crescentes riscos fiscais e a necessidade urgente de uma melhor gestão fiscal. Além disso, o esgotamento previsto do Fundo Petrolífero em 2035, com base na estimativa recente do Ministério das Finanças, agravado pelo desenvolvimento incerto de reservas adicionais, como as proporcionadas pelo Greater Sunrise, representa uma ameaça significativa à estabilidade fiscal.
Sem reformas imediatas, Timor-Leste necessitará de um ajustamento orçamental severo, o que poderá pôr em risco a prestação à população de serviços públicos essenciais e a coesão social.
Os elevados níveis de despesa pública não se traduziram num crescimento económico elevado e sustentado e em melhores níveis de vida. Entre 2011 e 2023, o crescimento do PIB foi em média de apenas 1,3% ao ano, muito abaixo dos 4% ou mais observados em países com esforços fiscais semelhantes. De acordo com o estudo sobre o nível de vida de 2014 a redução da pobreza estagnou, com quase 42 por cento da população a viver abaixo do nível nacional da linha de pobreza. Esta falta de progresso revela profundas ineficiências na despesa pública e uma desconexão entre despesas e resultados.
A estratégia orçamental de Timor-Leste enfrenta três desafios inter-relacionados: fraca disciplina orçamental, afetação ineficiente de recursos e estrangulamentos operacionais na gestão das finanças públicas. Estas questões resultaram num baixo multiplicador fiscal estimado em apenas 0,1–0,2, muito abaixo do intervalo médio de 0,5 a 1,4 para países de baixo rendimento como o de Timor Leste. O que isto significa é que há um impacto económico limitado das despesas do governo.
Cada dólar que o governo gasta acrescenta muito pouco ao crescimento económico do país. Esta desconexão é mais do que uma oportunidade perdida — é um desafio crítico; pois destaca graves ineficiências na atribuição e execução de fundos públicos, bem como desafios estruturais que limitam a capacidade de resposta da economia aos estímulos fiscais.
Um desequilíbrio significativo na composição das despesas agrava ainda mais as preocupações com a sustentabilidade orçamental.
Despesas recorrentes dominadas por salários, subsídios e transferências sociais, como a segurança social e os benefícios dos veteranos, excedem sistematicamente os 60 por cento do PIB. Esta grande alocação deixa um espaço fiscal limitado para os investimentos em capital, que são essenciais para o desenvolvimento de infra-estruturas a longo prazo, da educação e das melhorias dos cuidados de saúde. O papel do governo como grande empregador inflaciona as despesas salariais, enquanto o aumento das transferências consolida ineficiências na afetação de recursos. As despesas de capital, embora relativamente elevadas em termos das normas internacionais, sofre de atrasos, ineficiências e falta de foco em projetos de elevado impacto. A preponderância das despesas [re]correntes diluem o impacto potencial dos investimentos de capital, limitando a capacidade de Timor-Leste para fazer face às prioridades de crescimento a longo prazo.
Os elevados investimentos públicos são prejudicados por atrasos, derrapagens de custos e manutenção inadequada. Uma parte significativa das despesas de capital é afetada a ativos de infra-estruturas como estradas, pontes e serviços [edifícios] públicos. No entanto, os atrasos na execução dos projetos, os custos excessivos e a manutenção insuficiente têm dificultado a sua capacidade de contribuir significativamente para o crescimento económico. A má manutenção das estradas, por exemplo, acelera sua deterioração, o aumento de custos e a redução da acessibilidade para as comunidades e empresas. Fracos projetos e sua gestão e a capacidade técnica limitada dentro dos ministérios do governo agravam estes problemas. O longo prazo, o multiplicador para as despesas de capital em infra-estruturas, especialmente estradas, está estimado em apenas 0,10, refletindo a sua limitada contribuição económica. Com uma pontuação média de velocidade do FMI inferior a 40, Timor-Leste está entre os países com menor qualidade das estradas, ficando significativamente atrás dos seus pares regionais.
Da mesma forma, os gastos significativos em capital humano não produziram as melhorias esperadas, com resultados em educação e saúde ficando atrás dos pares regionais. As taxas de alfabetização mantêm-se estagnadas nos 68%, muito abaixo da média regional de 84%, e o aumento das despesas com a educação não conseguiu melhorar os resultados da aprendizagem. Os indicadores de saúde são igualmente preocupantes; a esperança de vida é de 69,1 anos, muito abaixo do Vietname (74,6 anos) e da média da Ásia Oriental e Pacífico, de 76,2 anos. A mortalidade infantil continua elevada, com 41 por 1.000 nados vivos em comparação com 18,1 na Indonésia e 16,2 no Vietname. A subnutrição persiste, tendo Timor-Leste uma das mais elevadas taxas de nanismo infantil da região.”
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A “namorada russa” é a nova chefe da Segurança Nacional dos EUA

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Confirmação de Tulsi Gabbard como Diretora da Inteligência Nacional dos EUA levanta preocupações – ela é conhecida como a “namorada russa”.

Source: A “namorada russa” é a nova chefe da Segurança Nacional dos EUA

As empresas dos EUA já podem subornar governos estrangeiros (sempre o fizeram…) ZAP Notícias

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que suspende uma lei que proíbe as empresas norte-americanas de pagarem subornos a governos estrangeiros. A partir de agora, não só é mais fácil como também é legal as empresas dos EUA subornarem governos estrangeiros. Isto porque Donald Trump suspendeu a lei que impedia este tipo de suborno. A decisão, promulgada na segunda-feira, também congela os processos criminais contra os norte-americanos acusados de violar a lei, que está em vigor desde 1977. Ler também: Trump “muito ofendido” com Putin – mas as palavras também iludem Trump pediu generais “iguais

Source: As empresas dos EUA já podem subornar governos estrangeiros – ZAP Notícias

Cartel da banca safa-se de multa — mas arrisca indemnizar 5000 milhões de euros aos clientes

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Apesar de terem arrastado o caso do Cartel da Banca até a multa de 225 milhões de euros prescrever, 14 bancos portugueses podem agora ter de pagar mais de 5000 milhões de euros em indemnizações aos clientes lesados. O Tribunal da Relação de Lisboa anulou a coima de 225 milhões de euros imposta pela Autoridade da Concorrência (AdC) a 14 bancos portugueses no caso do Cartel da Banca, devido à prescrição do processo. No entanto, especialistas alertam que a decisão não isenta as instituições financeiras de eventuais pedidos de indemnização por parte dos clientes afetados. A anulação da multa, aplicada

Source: Cartel da banca safa-se de multa — mas arrisca indemnizar 5000 milhões de euros aos clientes

TIMOR TANTO $$$ E HÁ ESCOLAS ASSIM como em 1973

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Escola Bazika Filial 1.2 Demitete Suco Edi Posto Adm Maubisse, hetan estragus Husi anin no udan nebe foin akontese Iha semana nee, anin ho udan nebe mai ho velosidade makas ikus mai, Loke ka estraga edifisiu Rua iha EBF Aldeia Demitete Suco Edi, Posto Maubisse.
Edifisiu Rua nee Ida ho tipu permanente no Ida ho tipu temporariu, ho situasaun Ida nebe MK akontese nee lideransa eskola ho manorin sira foti desizaun hapara temporariu prosesu ensino aprendisazen.
Iha akintesimentu nee la rejulta ema ruma kanek ka lakon vida.
RADIO Komunidade Maubisse RADIO Komunidade Maubisse Mauloko Radio Liberdade Dili – FM 95.8 Mhz RadioComunidade Cova Taroman

HONG KONG PROIBE CIGARROS ELETRÓNICOS

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HK | Cigarros electrónicos vão ser proibidos em locais públicos.
Hong Kong vai proibir a posse e utilização de cigarros electrónicos em espaços públicos até meados de 2026
devido às implicações para a saúde dos jovens residentes,
disseram as autoridades da região semiautónoma chinesa.
“Para proteger os nossos jovens, acreditamos que é altura de proibir o uso de cartuchos de cigarros electrónicos”, disse no domingo o secretário para a Saúde, Lo Chung-mau, na televisão.
“Começaremos por legislar contra a posse e o uso [de cigarros electrónicos] ao ar livre”, acrescentou Lo.
“Quando todos se habituarem [à proibição], vamos implementá-la em todos os lugares”, acrescentou.
O anúncio foi feito quase três anos depois de o território do sul da China ter proibido a importação, fabrico e venda de cigarros electrónicos e produtos de tabaco aquecido.
Segundo a lei de Hong Kong, qualquer pessoa que importe cigarros electrónicos pode enfrentar até sete anos de prisão e uma multa de dois milhões de dólares de Hong Kong.
Fabricantes e vendedores correm o risco de apanhar até seis meses de prisão.
Também a região vizinha de Macau proibiu, em 2022, o fabrico, distribuição, importação, exportação e transporte na entrada e saída do território de cigarros electrónicos.
O Governo justificou as alterações à lei com “as fortes evidências de que este tipo de produto do tabaco é não só prejudicial à saúde, como também a utilização pode pôr em risco a segurança das pessoas”,
lembrando que aumentou o consumo de cigarros electrónicos, sobretudo entre os jovens.
Moda travada
Desde 2015, o consumo de cigarros electrónicos entre os jovens com idades entre os 13 e os 15 anos aumentou “de 2,6 por cento para 4 por cento”,
de acordo com dados revelados em Maio de 2022 pelo director dos Serviços de Saúde de Macau.
Ou seja, sublinhou Alvis Lo Iek Long, já há mais jovens a usar cigarros electrónicos do que os tradicionais (2,1 por cento).
A lei prevê sanções aos infractores no valor de quatro mil patacas, sendo que, no caso de entidades, pode ser aplicada uma multa entre 20 mil patacas e 200 mil patacas.
Apesar da proposta ter sido aprovada por unanimidade, durante o debate na Assembleia Legislativa, vários deputados sustentaram que Macau deveria ir mais longe e avançar também com a proibição total do uso de cigarros electrónicos.
A então secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, Elsie Ao Ieong U, confirmou que o Governo ponderava proibir mais tarde o uso de cigarros electrónicos, após dar “algum tempo” aos fumadores que possam “ter ainda alguns em stock”.
Trinta e cinco países proibiram a venda de cigarros electrónicos, informou a Organização Mundial de Saúde em 2024.
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Educadora de infância ganha mais de cinco mil euros como diretora no CCB – Sociedade – Correio da Manhã

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Aida Tavares ganha quase tanto como o presidente do CCB e o primeiro-ministro. Se for exonerada da função antes do fim, leva indemnização de mais de 75 mil euros.

Source: Educadora de infância ganha mais de cinco mil euros como diretora no CCB – Sociedade – Correio da Manhã