tempo de mudar

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JÁ VAI SENDO TEMPO DE MUDAR
JÁ VAI SENDO TEMPO DE MUDAR
O problema mais grave é o facto de todos estarmos comprometidos com os parlamentares que elegemos e com os Governos que temos tido. E toda a gente é levada a olhar só para os males do vizinho. Os responsáveis do actual sistema em que a corrupção se tornou aceite movem as forças da nação para o ceguinho que tem apenas um deputado no parlamento como se esse fosse o problema de Portugal!
Não se quer notar que o rei vai nu!
O sistema corporativista português de grupos de interesse e de grandes famílias de amiguinhos chegou a um ponto que não é posssivel servir-se Portugal e os portugueses. Estes não contam. Ao contrário do que se deu na Alemanha onde depois da guerra as classes sociais se tornaram permeáveis, em Portugal continuou-se na velha tradição da sociedade medieval: os grupos de interesse, as famílias fortes permanecem cerrados em si mesmos não abrindo entrada para uma nova geração de pessoas competentes.
Mais que apelarmos a votos seria óbvio que se apelasse a uma mudança de consciência e de atitude política. Se isso acontecesse, os sedentos do poder logo se orientariam por rssa nova consciência.
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Quando um socialista isento tem a coragem de falar a verdade!
Digno de ser partilhado!
O problema mais grave é o facto de todos estarmos comprometidos com os parlamentares que elegemos e com os Governos que temos tido. E toda a gente é levada a olhar só para os males do vizinho. Os responsáveis do actual sistema em que a corrupção se tornou aceite movem as forças da nação para o ceguinho que tem apenas um deputado no parlamento como se esse fosse o problema de Portugal!
Não se quer notar que o rei vai nu!
O sistema corporativista português de grupos de interesse e de grandes famílias de amiguinhos chegou a um ponto que não é posssivel servir-se Portugal e os portugueses. Estes não contam. Ao contrário do que se deu na Alemanha onde depois da guerra as classes sociais se tornaram permeáveis, em Portugal continuou-se na velha tradição da sociedade medieval: os grupos de interesse, as famílias fortes permanecem cerrados em si mesmos não abrindo entrada para uma nova geração de pessoas competentes.
Mais que apelarmos a votos seria óbvio que se apelasse a uma mudança de consciência e de atitude política. Se isso acontecesse, os sedentos do poder logo se orientariam por rssa nova consciência.

açores preços incomportáveis de peixe

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Filomeno Moreira

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1taSpgonsorSeghd

Peixe com preços inacessíveis nos Açores

Abrótea a 16 euros, garoupa a 14,5 pargo a 18 euros, encharéu a 16,5 boca negra a 15 euros e goraz a 17
CORREIODOSACORES.PT
Abrótea a 16 euros, garoupa a 14,5 pargo a 18 euros, encharéu a 16,5 boca negra a 15 euros e goraz a 17
Várias têm sido as queixas que têm chegado à re

TIMOR NOVO REITOR DA UNTL

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Novo Reitor da UNTL Empossado em Cerimônia Solene
Reitor cessante Prof. Dr. Francisco Miguel Martins fez a entrega de Relatório do seu mandato ao Prof. Dr. João Martins MD, MPH, PHD, que inicia assim o seu mandato 2021-2026.
Todos os anteriores Reitores marcaram presença assim como o Ministro do Ensino Superior, Ciência e Cultura Dr. Longuinhos dos Santos e o Ministro de Educação, Juventude e Desporto Dr. Armindo Maia.
Honraram a cerimónia os Embaixadores de Portugal e de Cuba.
A cerimónia de transferência de responsabilidades decorreu muito organizadamente e com muita dignidade. Uma lição para todos. Bom exemplo.
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UE O ERRO DAS VACINAS

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VACINAS – O ERRO DA UE
O nosso pior erro político
(Wolfang Munchau, 23/01/2021)
Com a sua desastrosa política de aquisição de vacinas, a UE cometeu o erro final: deu às pessoas uma razão racional para se oporem à integração europeia.
Parece que fui um pouco precipitado quando previ que a austeridade ficaria como o pior erro político da UE durante a minha vida. Em certo sentido, esta previsão sobre a época da crise da zona euro revelar-se-á provavelmente correcta. A austeridade desencadeou divergências económicas que serão difíceis de inverter.
Mas a política de vacinas da UE deve tornar-se num candidato forte a esse título. A 22 de Janeiro, a UE tinha vacinado apenas 1,89% da sua população, enquanto que o Reino Unido tinha vacinado 9,32%. Além disso, a taxa diária de aumento é mais rápida no Reino Unido. As vacinações britânicas não só começaram mais cedo, como a diferença ainda está a aumentar.
Não se pode culpar os erros logísticos. O que aconteceu é que a UE não conseguiu assegurar vacinas suficientes. Isso, por sua vez, atrasou a passagem. Os números anunciados pela Comissão não são entregas. Já em Novembro, o chefe do Moderna avisou que a UE estava a arrastar as negociações. A AstraZeneca, que está a distribuir a vacina de Oxford, disse que as entregas à UE vão demorar mais tempo do que o anteriormente previsto. A Pfizer, que distribui a vacina alemã BioNTech, está agora a avisar a UE de estrangulamentos no fornecimento devido a problemas com um local de produção na Bélgica.
O que aconteceu aqui é que a UE fez um acordo comercial Brexit com a indústria farmacêutica: tentou assegurar uma vantagem percetível de preço a curto prazo à custa de tudo o resto. Em vez de dar prioridade à rapidez e segurança dos fornecimentos a qualquer preço, a UE deu prioridade ao preço. A UE pagou 24% menos pela vacina Pfizer do que os EUA, por exemplo. Para a vacina Oxford/AstraZeneca, a diferença de preço é de 45%. O Reino Unido pagou quase de certeza muito mais. Não é de admirar que os fabricantes estejam a dar prioridade às encomendas por ordem de chegada, sendo as dos primeiros a chegar, as primeiras a serem servidas, e dos países que pagam o preço total. A diferença de preço é macroeconomicamente irrelevante. Mas se a escassez de vacinas levar a bloqueios mais longos, o efeito indireto dessa política de vistas curtas será enorme.
A certa altura, o custo deste erro político será também mensurável em termos de vidas humanas. Isto não é possível agora porque não conhecemos a futura propagação do vírus. Sabemos que a variante do Reino Unido chegou ao continente, mas ainda não libertou toda a sua força pandémica. No cenário mais benigno, o actual confinamento pode evitar o pior. No pior cenário, o atraso da vacinação será uma calamidade que poderia custar dezenas de milhares de vidas.
Então porque é que os governos da UE transferiram a responsabilidade pela aquisição de vacinas para a UE em primeiro lugar? Angela Merkel raciocinou que a coesão da UE teria sido prejudicada se a Alemanha tivesse adquirido fornecimentos privilegiados da vacina BioNTech. O que ela não considerou é que a UE está mal equipada para esta tarefa. Até hoje, o ADN da UE é o de um cartel de produtores. A sua prioridade não é garantir o abastecimento, mas reduzir os custos e alcançar algum equilíbrio entre os interesses franceses e alemães. A triangulação é o que Bruxelas faz para viver. Fazer tudo o que for preciso [1], não faz parte da sua cultura.
Numa perspectiva mais ampla, a catástrofe da vacina é o culminar de uma tendência que começou com o Tratado de Maastricht. Até então, a UE fez apenas algumas coisas bem: a união aduaneira, a zona de viagens Schengen, e, em menor medida, o mercado único. As competências da UE têm vindo a alargar-se progressivamente desde então, mas os resultados são na sua maioria decepcionantes. No início dos anos 2000, a UE estava obcecada com a Agenda de Lisboa para as reformas estruturais, que trouxe poucos benefícios concretos. O mesmo sucedeu com o programa de investimentos Juncker uma década depois. A catástrofe da vacinação difere apenas num aspeto: será culpada pela perda de vidas humanas.
Haverá, sem dúvida, pedidos de demissão. Mas para mim, a questão mais importante são as conclusões que os cidadãos da UE tirarão desta situação. Para começar, a UE acaba de apresentar um argumento retrospectivo a favor do Brexit. O Reino Unido não teria procedido às vacinas tão rapidamente se se tivesse submetido à mesma política. A última coisa que a UE pode querer fazer é dar às pessoas uma razão racional, não ideológica, para o eurocepticismo.
Acaba de o fazer.
__________
[1] Nota do Tradutor. Trata-se de uma alusão à frase de Mario Draghi sobre fazer tudo o que fosse possível para salvar o euro.
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Artur Arêde and 67 others
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INFORDEPE finaliza processo de recrutamento de 106 professores para Projeto Pró-Português | TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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o seminarista e a porno infantil antes da política e do benfica

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As duas caras do ex-seminarista racista e anti-humanista
à esquerda, o seminarista de costas viradas para a cruz
à direita, o ex-seminarista convertido em autor de literatura pornográfica
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  • o ventralha andou num seminário? está tudo explicado! as fobias!!!!! 😂😂😂😂😂😂😂
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covid-19: China está a realizar testes por via anal

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Preparai-vos para os esfregaços anais 😉
China avança com testes covid por via anal
DINHEIROVIVO.PT
China avança com testes covid por via anal
As autoridades chinesas estão a administrar testes anais num momento em que há novos surtos no país onde o novo coronavírus foi detetado pela primeira vez.
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Lúcia Vasconcelos Franco

 

Covid-19: China está a realizar testes por via anal a contactos de alto risco | TVI24
TVI24.IOL.PT
Covid-19: China está a realizar testes por via anal a contactos de alto risco | TVI24
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″Adiós, España!″ Amazon lança site para Portugal – TSF

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Até agora, o site de referência da Amazon para Portugal ″falava″ castelhano. Neste momento, as ligações ao site espanhol mantêm-se, mas a Amazon está muito mais fácil de compreender.

Source: ″Adiós, España!″ Amazon lança site para Portugal – TSF

RABO DE PEIXE ABSTENÇÃO MACIÇA

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Ourapsários
O resultado eleitoral das presidenciais na nossa Vila de Rabo de Peixe é altamente significativo. De 7.444 eleitores, preocuparam-se em votar 879, numa percentagem de abstenção de 88,19%! Dos que votaram, 17 votaram em branco ou inutilizaram o voto. Nada de semelhante se viu anteriormente na Região Autónoma dos Açores, tratando-se portanto duma reação espontânea da maioria esmagadora duma população (mais numerosa do que a das ilhas de Santa Maria, Flores, Graciosa e Corvo) que tem de obrigar os responsáveis a meditar sobre o significado de tão inesperada postura. Certamente não foi uma reação de agrado e não partiu exclusivamente dos marginais do costume. É uma afirmação de profundo desagrado que tem, forçosamente, de fazer os nossos governantes pensar seriamente em suprimir, rápida e inteligentemente, as causas desse desastre eleitoral da mais populosa freguesia do importantíssimo concelho da Ribeira Grande. Este resultado significa, antes de mais, desagrado, mágoa e inconformismo. Significa que a população daquela importante Vila nortenha não concorda em absoluto com o cerco que lhe foi decretado, sente mágoa e dor pela humilhação e pela dureza das medidas sanitárias que considera injustas e injustificadas. Não haveria outras soluções menos gravosas para uma Vila daquela dimensão populacional? Não tinham as autoridades regionais de saúde ao seu dispor meios menos traumatizantes que um cerco que sacrificou o bem-estar de mais de sete mil pessoas ao infortúnio de menos de metade dum milhar delas? Não sou filólogo, mas estou cansado de ouvir ignorantes chamarem “rabexins” aos habitantes dessa terra de filósofos sábios, juristas consagrados, políticos ilustres, médicos de grande reputação, artistas de renome, pedagogos de elevada competência, de pescadores os mais importantes dos Açores, técnicos e operários de elevada competência, que procurei na língua grega um sinónimo que soasse a algo da mesma altura dos seus insignes habitantes e deu o neologismo que serve de título a este desabafo!
Fatima Sousa, Artur Neto and 6 others
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