Kinufuchi Masami diz que covid-19 impede reabilitação do Aeroporto Nicolau Lobato | TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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Um carro com 125 anos?

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Um carro com 125 anos?

Um carro com 125 anos? A não perder, nomeadamente os apreciadores de automóveis antigos.

Ainda anda, mas, por imperativo legal, só entre o nascer e o pôr do sol!

ORBAN ERA LIBERAL

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A PRENDA NO SAPATINHO QUE NINGUÉM QUER |
Alertado por quem faz o favor de passar por aqui, passei os olhos por um artigo muito interessante no Público (https://www.publico.pt/…/trabalhadores-tratados…) que me fez pensar na fragilidade da Democracia.
A pandemia criou uma oportunidade de ouro para que ditadores de chinelo, os tais que comecam por dizer as verdades, passem a moldar países inteiros e atrasem o calendário da legislacão laboral em cerca de 60 ou 70 anos.
Viktor Orbán apareceu de mansinho como um liberal que se queria opor ao comunismo, exigindo a retirada dos russos do território húngaro. Com o passar dos anos o liberalismo deu lugar ao conservadorismo e nacionalismo o que, “dizendo as verdades”, chegou para umas maiorias no parlamento (em coligacao).
Essas maiorias abriram espaco para umas revisões valentes na Constituicão ao ponto do nosso José Manuel, na altura presidente da comissão europeia, se mostrar “preocupado”. Depois foi para a Goldman Sachs e ficou mais descansado.
Já Orbán, depois de controlado o parlamento, aproveitou a segunda oportunidade, desta vez oferecida pela pandemia, para flexibilizar as leis do trabalho, retirando direitos aos trabalhores. Segundo o PM húngaro tratava-se de, e cito, “eliminar regras idiotas e permitir que quem quer ganhar mais, possa trabalhar mais”. Mas na realidade, o eliminar de regras “idiotas”, significa que os empregadores podem exigir entre 250 a 400 horas extra por ano (até 10 semanas a mais de trabalho, portanto coisa pouca) tendo que as pagar num prazo máximo de 3 anos. E sem juros, como na Worten. Acho que nem nos tempos da jorna se fazia isto.
Agitando o medo do desemprego e crise financeira, que varre e varrerá a Europa, Orbán cativou multinacionais alemãs que de bom grado usam as benesses laborais (para além dos incentivos do governo) e lucram à custa da miséria alheia. Também aqui nada de novo a Este.
Nos meus tempos de funcionário da VW, SEMPRE com salários congelados, era recorrente ouvir ao mais pequeno barulho dos trabalhadores: “estamos a pensar fechar a fábrica e abrir no sítio X”. E é este ataque permamente aos trabalhadores (e aos direitos consagrados na Constituicao), que explica as parte das desigualdades no mundo em geral e na Europa em particular. Aliás, a própria Alemanha e as suas multinacionais, exigem fora de portas o que não sonham fazer de Munique para Norte ou de Dresden para Oeste.
Manda quem pode, obedece quem deve.
Enquanto as multinacionais aproveitam o esmagamento dos trabalhadores húngaros para aumentar as exportações, os respectivos governos, nas reuniões da UE, condenarão o ataque aos direitos humanos por parte do governo húngaro. Real politik no seu esplendor.
Tal como nos tempos da troika nos davam sermões e, em simultaneo, libertavam crédito dos bancos alemães para que o Paulinho das Feiras pudesse comprar submarinos ou carros blindados Pandur à mesma senhora.
Ou como na Autoeuropa, beneficiando dos apoios do estado português durante 10 anos, pagando 1/3 do que pagariam na Alemanha, a VW consegue montar um carro onde as pecas do lego final chegam da Siemens, Bosch, Continental, etc.
No fim do ano a Alemanha tem excedentes e nas periferias, ajudados pelos Orbáns, vamo-nos entretendo a perseguir a própria cauda.
E é por realidades destas onde, manifestamente, governos atacam o seu próprio povo e os condenam a uma vida de trabalho em condicões que se imaginam extintas na Europa do séc XXI, que os actos eleitorais se tornam particularmente importantes.
Orbán era um liberal, queria que todos fossem ricos e numa das suas alteracões à Constituicão conseguiu que o Comunismo fosse condenado. Rapidamente passou a conservador, sem sequer estagiar entre os democratas cristãos. Passou a escolher quem eram as pessoas de bem que cabiam naquele território e, como se percebe, ficou mais confortável com a ideia de que apenas alguns pudessem ser ricos.
Estas notícias, a análise dos avancos e retrocessos europeus, não são suficientemente discutidas em Portugal e é pena. Imagino que seja pouco interessante.
A Orbán tudo o que bastou foram umas palavras de ordem que apanharam a jeito uma populacão desgastada. Daí ao parlamento e do parlamento a uma coligacão que lhe garantiu maioria dos votos, e assim, mexer nas leis fundamentais.
A pandemia criou o espaco de medo que faltava para a versão “podemos abrir a fábrica noutro sítio” destes tempos. E com isso se atropelam direitos em nome do sustento de miséria.
Orbán não inventou uma ciência mas terá os seus seguidores. Entre nós, os Acores foram o tubo de ensaio e as presidenciais um cartão de visita. A direita acolheu o nosso Orbán que, para já, “só quer dizer umas verdades” e entre dentes nos vai avisando que, cito novamente, “não gosto muito da Constituição”.
Nunca foi tão fácil somar.
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  • Qualquer semelhança com o aspirante a ditador lusitano não é coincidência.

NOVA CADEIA DE PONTA DELGADA

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Pierre Sousa Lima

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Admin

5 m

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Antena 1 Açores – Nova Cadeia de São Miguel – Tribunal de Contas dá luz verde.
Consórcio Tecnovia- Marques deverá começar nos próximos dias a obra de retirada da bagacina da Mata das Feiticeiras, na Lagoa.
A obra vai custar perto de 3 milhões de euros.
Este é um processo que se arrasta no tempo.
“Agora deverá ser de vez.
O Tribunal de Contas acaba de conceder visto para o arranque da obra de retirada da bagacina, na Mata das Feiticeiras, no concelho da Lagoa, local onde vai ser construída a nova cadeia de São Miguel.
O consórcio Tecnovia- Marques tem agora tudo pronto para nos primeiros dias de Fevereiro começar os trabalhos.
É uma obra prometida há muito, mas que tem demorado anos e anos a arrancar.
Desde a primeira hora tem estado envolta em polémica e com passagens pelo Tribunal Administrativo e consequente anulação de concursos públicos.
Agora será de vez, com o visto do Tribunal de Contas a mandar seguir a obra.
Nesta fase, trata-se apenas da retirada da bagacina. Vai custar aos cofres do Estado 3 milhões de euros, mas com uma inevitável revisão de preços, já que o concurso foi lançado em Novembro de 2018, com um prazo de dois anos.
O contrato entre o dono da obra e o consórcio de empresas foi assinado em Setembro do ano passado.
A escolha do terreno para construção da nova cadeia de São Miguel arrastou-se no tempo e em polémicas. O terreno foi cedido pelo anterior Governo Regional à República. É um terreno pertença da Região, já que foi cedido pela empresa Marques para pagamento de dívidas ao Instituto de Segurança Social dos Açores.
O Bloco de Esquerda ainda tentou travar este processo, fazendo aprovar na Assembleia da República, em Fevereiro do ano passado, uma proposta de alteração ao Orçamento de Estado que permitisse encontrar um outro local e, por consequinte, uma construção mais rápida do novo estabelecimento prisional.
Os próximos dois anos serão para retirada de bagacina. Só depois, se seguirá a fase de projecto e construção da que será uma nova cadeia em São Miguel.” (CV)
https://www.facebook.com/antena1acores

(jornal das 8.30 dia 1 Fev. 2021)

Luis Arruda and Artur Neto
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Uma carta ao “Senhor Presidente”

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Insignes advogados, integrantes de alguns dos mais caros escritórios de advocacia do país, gente habituada aos melífluos ambientes dos corredores do poder, hábeis mãos na mistura dos negócios com a política, subscreveram coletivamente uma carta ao “Senhor Presidente” para verem um desejo satisfeito. Invocam o artigo 32.º da Constituição Portuguesa que no nº 8 dispõe […]

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A água-de-colónia foi criada na ilha de São Miguel nos Açores e não em Colónia na Alemanha

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José Dinis Costa

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Amantes dos Açores

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Para mim foi novidade!!!
A água-de-colónia foi criada na ilha de São Miguel nos Açores e não em Colónia na Alemanha
JDACDA.COM
A água-de-colónia foi criada na ilha de São Miguel nos Açores e não em Colónia na Alemanha

Estrategizando | Argentina cria imposto sobre as grandes fortunas para combater o Covid-19 e a Pobreza

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A Argentina iniciou, na sexta-feira, 29, a cobrança do imposto extraordinário sobre as grandes fortunas com a legislação aprovada em meados de dezembro do a

Source: Estrategizando | Argentina cria imposto sobre as grandes fortunas para combater o Covid-19 e a Pobreza

Os Açores num outro ângulo das Descobertas Sérgio Rezendes

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Os Açores num outro ângulo das Descobertas 😉
Em maio de 1546 esperávamos o galeão “São João Batista”, o famoso “Botafogo”, capitaneado por Jorge de Lima, com quatro caravelas para escoltar as naus da Índia.
Entretanto veio notícia de que o Xerife de Marrocos, Mohamed al-Cheik entrara no Reino de Fez com grande poder.
Seguiu o “Botafogo” para o norte de África e aos Açores apenas chegaram as quatro caravelas, que acabaram por dar conta do recado.
Muito interessante, esta fase dos conflitos luso-marroquinos.
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Paulo Brilhante and 2 others
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