A misteriosa estátua que existia na Ilha do Corvo antes da chegada dos Portugueses | VortexMag

Views: 0

ArtigosRelacionados Burghers: o povo do Sri Lanka que descende de portugueses Mai 10, 2021 Qual é a história e a origem do consumo de bacalhau em Portugal? Mai 10, 2021 Pêro da Covilhã: a fantástica história do maior espião português Mai 9, 2021 Porto: a insólita inauguração da Ponte D. Maria Pia Mai 6, 2021 […]

Source: A misteriosa estátua que existia na Ilha do Corvo antes da chegada dos Portugueses | VortexMag

RIP ANTÓNIO LUÍS MOTA (TIMOR

Views: 1

Mais um amigo que partiu! Vai em paz amigo!😭
Sinceras condolências à família,

Aidil Mendes Mota
May be an image of 1 person
Rosa Horta Carrascalao, Estevao Cabral and 42 others
68 comments
Like

Comment
68 comments
View previous comments
View more comments

1647 O BLOQUEIO A NAGASÁQUI

Views: 3

No photo description available.
O bloqueio de Nagasáqui (1647)
Quando, em 1580, Portugal ficou sob o domínio de Filipe II de Espanha, o conflito com outras potências europeias tornou-se inevitável.
De entre os referidos conflitos destaca-se o que teve lugar com a Holanda, que devido à situação conturbada que tinha com Espanha viu a rota comercial das especiarias com Lisboa embargada. Como resposta, este estado atacou as possessões portuguesas no oriente, de onde resultaram as perdas de Malaca, Ceilão, Cochim e Nagasáqui.
Foram tais acontecimentos que, conjuntamente, com a crescente perda de direitos dos portugueses perante o governo espanhol, conduziram à revolta de 1640 e à restauração da independência.
Nesta sequência, Portugal ficou numa situação de conflito intensa, na qual combatia, no continente, contra os espanhóis e, nas colónias, contra os holandeses. No que se refere a estes últimos confrontos, os mesmos persistiram devido às ações das companhias comercias, de que é exemplo a VOC e, aos constantes ataques nos territórios ultramarinos, não obstante os esforços diplomáticos para estabelecer a paz com Amesterdão.
Neste contexto, e ainda durante o período da restauração, D. João IV tenta restabelecer as relações comerciais com o Japão, enviando uma embaixada de dois galeões, o Santo André e o Santo António de Aveiro, liderada por Gonçalo de Serqueira de Sousa.
Durante a viagem os referidos navios foram obrigados a atracar em Goa para reabastecimento e o vice-rei Filipe de Mascarenhas cedeu o Galeão São João, que havia sido acabado de construir, para a missão, considerando que o seu porte permitiria causar uma impressão superior a que seria obtida pelo Santo André.
No Japão, os Tokugawa tinham ascendido ao poder e a sua intolerância face ao cristianismo tinha conduzido ao massacre de inúmeros missionários portugueses e espanhóis e ao fomentar de uma boa relação comercial com os holandeses.
A 26 de Julho de 1647, a embaixada portuguesa chega aos arredores do porto de Nagasáqui onde foi abordada por um navio japonês que indagou de onde eram os navios e qual o se objectivo, ao que lhe foi respondido que se tratava de um embaixador do rei de Portugal que pretendia reatar a amizade antiga entre os dois países.
Os navios portugueses receberam permissão de entrada no porto, contudo em face da incerteza quanto à recepção pelo imperador, o embaixador português optou por não atracar.
No dia seguinte, os japoneses retornam ao contacto da embaixada portuguesa com vista a perceber qual o ponto de situação da restauração da independência, tendo recebido a informação solicitada, sem, contudo, darem a perceber se os portugueses seriam recebidos pelo imperador.
Na manhã seguinte, o episódio repetiu-se, desta feita com uma insistência por parte dos japoneses para que os portugueses acedessem a atracar no porto.
Num gesto de boa fé, o embaixador português acedeu ao pedido, tendo entrado no porto de Nagasáqui.
Mais uma vez, os japoneses insistiram na obtenção de informações acerca da restauração e das verdadeiras razões que haviam motivado o envio de uma embaixada, pelo monarca português.
De igual modo, perguntaram se este tinha conhecimento das execuções de missionários portugueses que tinham acontecido antes da chegada dos navios àquele porto.
Nesta interação os japoneses solicitaram, ainda, que a carta que havia sido dirigida pelo monarca português ao imperador lhes fosse entregue, solicitação, à qual, o embaixador não acedeu, mantendo-se o impasse.
Posteriormente os japoneses pediram que os galeões portugueses retirassem a sua artilharia para terra à semelhança do que era o costume seguido pelas embarcações estrangeiras naquele porto.
Neste cenário, e tendo o embaixador português percebido a verdadeira intenção subjacente ao pedido, e sem hostilidade, respondeu apenas que tal pedido não fazia sentido no caso de embarcações de guerra. Não obstante tal resposta, o mencionado pedido foi repetido mais duas vezes sempre com a mesma resposta.
Ao mesmo tempo, eram visíveis movimentações militares de tanto os japoneses e holandeses com o objectivo de apreender a embaixada portuguesa no porto e atacá-la.
Perante isto, a tripulação portuguesa sugeriu ao embaixador que rompesse as fortificações que os japoneses contruíam à volta do porto e retornasse a Portugal, contudo este recusou afirmando que apenas retornaria após obter uma resposta do imperador.
Esta atitude de persistência parece ter causado nos japoneses um misto de temor e admiração pois apesar de a embaixada portuguesa não cumprir o objectivo principal foi deixada partir, pelo imperador, devido à sua firmeza e resposta correta às sucessivas armadilhas nipónicas.
Disto reza assim a história que mais uma vez Portugal esteva à altura de um grande desafio mesmo que este não se tratasse de um combate tradicional.
Imagem: Detalhe da obra “ Barbarians from the south” de Kano Naizen (1570-1616), que representa uma embarcação portuguesa.
Like

Comment

GALIZA CANTA GRÃNDOLA

Views: 0

You, Antonio Andina Penabad, Fiz Pousa and 9 others
1 comment
7 shares
Like

Comment
Share
1 comment
Most relevant

ISABEL REI SETE PEÇAS PARA GUITARRA

Views: 0

Isabel Rei Samartim

and

Fiz Pousa

shared a link.

Sete peças para guitarra Op. 30 N.º 7 - Fernando Corrêa de Oliveira (1921-2004)
YOUTUBE.COM
Sete peças para guitarra Op. 30 N.º 7 – Fernando Corrêa de Oliveira (1921-2004)
Nesta última peça do compositor portuense Corrêa de Oliveira aparece explícita a referência medieval na figura da galega Inês de Castro, esposa do rei Dom Pe…

Um sábado divertido o de amanhã, 24 de abril:
9h30 (10h30 na Galiza) estarei em Braga para apresentar uma comunicação e um breve recital (11h45) sobre o compositor portuense FERNANDO CORRÊA DE OLIVEIRA

Mário J. Herrero Valeiro, Fiz Pousa and 28 others

6 shares

Like

Comment
Share

ainda as bofetadas de Xanana duas posições em análise

Views: 1

 

  • Afinal Xanana Gusmão aplicou apenas umas chapadas, tipo bofetada, para fazer acordar duas pessoas que, talvez por serem familiares do defunto, tinham adormecido e sonhavam estar numa festa, aplaudindo o espectáculo. Esse gesto, que muitos acham ser agressivo, não passou de uma manobra mais que justificada, ou teria sido apenas uma bofetada meramente pedagógica como antigamente se aplicava às crianças na escola primária ( e também nas administrações coloniais) e que hoje se pode considerar crime?! É claro que há os mal dizentes que logo vêm criticar o líder supremo da nação timorense, quando o que ele fez, tal como as sonecas ao ar livre perto do cadáver de um contaminado pela Covid 19, não passou de um gesto de boas intenções, apesar de se dizer que de boas intenções está o inferno cheio… Aliás, os timorenses têm sido conduzidos para uma interessante bipolaridade de comportamentos: por um lado reivindicam princípios do primeiro mundo, nomeadamente o ocidental; por outro, reclamam estar muito ligados aos seus princípios ancestrais, enformados na tradição de uma religião animista, quando precisam de justificar comportamentos pouco ortodoxos, tendo em conta o bom senso geral. Enfim, sol na eira, chuva no nabal, quando o que se esperaria era o cumprimento responsável da Lei, tanto por parte do povo, como dos seus endeusados líderes. Ou será que para além do tempo, também herdaram dos indonésios que a lei é de borracha e adaptável a cada um de nós, a seu bel-prazer?!
    2
    • Like

    • Reply
    • 23 m

 

MARANA THA
“Xanana, é o Povo!
Xanana Gusmão é uma figura ímpar, imprevisível, sempre foi alguém que lidou de forma direta e indireta com o poder, teve o mérito de ser um guerrilheiro audaz e um destacado lider nas suas capacidades de condução de homens e mulheres. Foi traído. Foi capturado em Díli, denunciado, julgado e em cativeiro, fez o que tinha a fazer. Iludiu o inimigo, mas não deixou de ter fraquezas junto do mesmo, como todos os outros. Mas foi inteligente, perspicaz, estratega, venceu-os no seu terreno!
Xanana, resistiu e conseguiu com outros a liberdade para o país, após mais de duzentas mil mortes.
Xanana, regressou ao país e foi reconhecido pelos seus como o libertador do jugo indonésio, da potência ocupante.
Gritou-se liberdade, esperança, saudade e futuro.
Xanana dedicou-se ao palácio das Cinzas e daí para o país, descomprometido, aparentemente, não deixou de ser junto dos seus o homem “abençoado”, o mais “querido” e o mais que tudo para todos.
Xanana Gusmão, sempre foi impulsivo, arrogante quiçá, o que sabe “muito”, e por vezes “autista”, sempre tratou o povo como “seu” e o contrário também se registou/regista. E é nesse modo, do grande “pai”, do “irmão” maior, uma “divindade” viva no país, um ser “iluminado” protegido pelos antepassados, uma “lenda” real, visto como o mais “sagrado” das crenças timorenses.
Xanana, estará ao nível de Gandhi? Será, mais à imagem do Nelson Mandela? Fica ao vosso critério, para mim, é um homem com história, com virtudes e defeitos, mas um ser humano brutalmente impactante.
Xanana, não agride as pessoas… Xanana, usa do seu formato de carácter para tratar o outro como seu integrante, “filho”, “primo”, “irmão”, mas sempre na perspectiva do que tem razão, do que pode e todos aceitam… e aceitam. É um estatuto que merece.
Xanana, não “esbofeteou” a senhora com maldade, com punição, com dor, fê-lo como sempre o fez, com a atenção de um mais velho, de um “educador”. Algo que aos “malai’s” soa a estranho. A comunidade internacional não entende as crenças e os ritos animistas timorenses, jamais poderá compreender que o gesto de Xanana é permitido, aceite por “bem” maior. Xanana não agrediu a senhora como por aí se diz com base nas imagens. Se perguntarem à senhora ela esclarecerá o quão “honrada” se sentirá pela “distinção” de Xanana. Se me perguntam a mim, à luz das culturas ocidentais… direi que é o que parece, porém, tendo vivido dezassete anos em Timor-Leste, assim como na Indonésia e na Malásia, posso asseverar que não se pode interpretar facilmente como se da Europa se tratasse. Portanto, responderei apenas que foi algo que vi, em Timor, dos mais velhos para os mais novos, sem qualquer tipo de violência que justifique a minha crítica ou sensação de mal estar, Xanana não maltratou o sexo oposto. Não há género para Xanana, são todos iguais, homens e mulheres.
Xanana, quer se goste mais ou se goste menos, é um homem que sabe o que quer, que sabe para onde vai, que não esquece de onde vem. Não está “doido”, está igual a si mesmo, numa caminhada que só peca, como outros políticos timorenses, por praticamente ineficaz na aplicação de estratégias, através de quem o rodeia , alguns mesmo sem condições de caráter, para o desenvolvimento nacional e devido conforto do povo timorense.
Xanana não é o “homem” do planeamento nacional, mas sabe mais do que todos os seus opositores políticos. Tema para outra crónica, sei.
Assim, digo ao mundo e aos críticos da situação que respeitem Xanana, Timor e os timorenses!
Às lideranças, “antagónicas” a Xanana, a esses “arautos” da “desgraça” e da “inveja”, assim parece, digo que tenham “vergonha” quando se aproveitam de algo “natural”, dessa procura em “desvirtuar” a cultura maior de Timor-Leste, fica-lhes “mal”… e não lhes trará votos.
Xanana não é um “Deus”, mas em Timor-Leste, hoje vivo amanhã “saudoso”, será sempre figura maior, “sagrada” e “lendária”, para os atuais e para os vindouros. Algo que nenhum outro político jamais conseguirá ter na memória de um Povo!
Xanana é único, mas será mesmo o melhor? Não me compete, olho apenas à importância animista que lhe é dada. Por isso afirmo que ele é seguramente o mais marcante da história de sempre de um país, ele e Nicolau Lobato!
Respeito, a Xanana!
António Veladas
Jornalista Especialista em assuntos asiáticos e República Democrática de Timor-Leste.”
Este é o texto do senhor António Veladas e OBRIGADO por este escrito acerca de um homem que continua a dar seu melhor para o seu POVO.

Luis Cardoso de Noronha O PLANTADOR DE ABÓBORAS

Views: 2

O PLANTADOR DE ABÓBORAS
Gostaria de fazer publicidade ao livro para que os meus amigos o ofereçam aos seus amigos. A Abysmo nunca irá dizer que não voltará a publicar o meu próximo livro por ” O plantador de abóboras” vender tão pouco. Mas fiquei com uma espinha atravessada na garganta. Apesar do título que remete para outros entendimentos, gostaria que o livro fosse lido como um longo poema que retrata uma grande história de amor. Alguém que esperou pelo seu amor enquanto durou a guerra. Tenham uma boa noite. Bons sonhos.
May be an image of book
Rania McClymont
is with
Luis Cardoso de Noronha
.
Carla Fabiola Lie

o livro chegou em Vermont e adorei 🥰

Obrigada 😘
Helena Olga Jesus and 36 others
7 comments
2 shares
Like

Comment
Share
7 comments
View 2 more comments
  • Active
    Concordo em absoluto com a tua interpretação,

    Luis Cardoso de Noronha

    , de que é um longo poema. Tenho lido aos poucos para melhor saborear.

    Entretanto, temos de arranjar forma de enviar um carregamento para Díli. Tantos amigos que já me pediram…
    2
    • Like

    • Reply
    • 3 h

    Active
    Ricardo Antunes replied
    1 reply
    3 h
  • A editora vende versão eletrônica?
    • Like

    • Reply
    • 3 h
  • Bonjour Luis est ce qu il existe une version digitale? Bises
    • Like

    • Reply
    • See translation
    • 1 h