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esclarecimento de antónio bulcão vs joel neto

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Esta manhã dei uma conferência de imprensa para esclarecer a opinião pública sobre a verdade que levou à minha demissão do cargo que desempenhei – Chefe de Gabinete da Senhora SREAC.
Abaixo deixo o comunicado que entreguei aos OCS que compareceram e que enviei por mail para os restantes, nomeadamente de âmbito nacional.
COMUNICADO À IMPRENSA
1 – No passado dia 29 de junho, foi emitida pela RTP 1 uma reportagem, “Linha da Frente, Paraíso Esquecido”, da autoria da jornalista Sandra Salvado.
2 – O Paraíso Esquecido, em tal reportagem, é a ilha Terceira, e expõe várias situações preocupantes, embora infelizmente não novas, como a fabricação e consumo de drogas sintéticas, gravidez na adolescência, violência doméstica, abandono escolar, etc.
3 – No mesmo dia 29 de junho, o escritor Joel Neto fez publicidade na sua página de Facebook à exibição da peça, nos seguintes termos: “Esta noite, com o livro Jénifer, ou a princesa da França como pano de fundo, grande reportagem…”.
4 – A dimensão do “pano de fundo” ficou evidente no decorrer da reportagem: a capa do livro de Joel Neto aparece em grande plano, deixando-se o escritor filmar no seu jardim acompanhado da esposa e de seu filho bebé, com um fotógrafo a tirar fotografias à família feliz, em flagrante contraste com outras pessoas e famílias intervenientes na peça jornalística, estas entregues às suas desgraças.
5 –O mesmo “pano de fundo” tem, aliás, estado patente no comportamento do escritor desde o lançamento do livro: um grande debate televisivo que organizou e no qual participou, as suas intervenções no programa “O novo normal”, emitido semanalmente pela RTP-Açores, as suas publicações na sua página de facebook, etc.
6 – No dia 30 de junho, algumas pessoas manifestaram nas suas páginas de facebook a sua discordância em relação à reportagem exibida, sem a mínima menção a Joel Neto. O que impeliu o escritor a atacar com violência verbal tais oponentes, com excessos de linguagem que ajudaram a consolidar a ideia de que, mais do que preocupado com a pobreza dos Açores, estará preocupado com que o seu livro tenha a maior propagação possível.
7 – No dia 1 de julho indignei-me igualmente contra estes comportamentos de Joel Neto. Não o fiz publicamente, mas através de mensagens privadas, enviadas por messenger. O que levou Joel Neto a reagir com violência verbal, à semelhança do que já fizera anteriormente com outras pessoas.
8 – No dia 3 de julho, ao fim da tarde, tive conhecimento de que Joel Neto teria apresentado queixa contra mim, junto do Ministério Público, pelo crime de ameaça.
9 – No dia 4 de julho, vi o meu nome difamado em jornais, rádios e estações televisivas, com a exibição de mensagens por mim enviadas em privado, para uma pessoa que até àquele momento considerava amiga e à qual fiz, ao longo dos anos, vários favores, alguns deles publicamente reconhecidos e agradecidos por Joel Neto.
10 – As mensagens postas à disposição dos OCS foram apenas as enviadas por mim, que não as enviadas igualmente por Joel Neto. Mais grave: foram descontextualizadas, exibidas como tendo autoria no chefe de gabinete da SREAC e conteriam uma ameaça grave à pessoa do escritor.
11 – Quando, na realidade, e como se provará em sede própria, foram enviadas pelo cidadão António Bulcão, que acreditava estar a dirigir-se a um amigo, em privado, e que nunca, em momento algum, se dirigiu a Joel Neto como chefe de gabinete da SREAC, da mesma forma que nunca ameaçou o escritor com a prática de qualquer crime.
12 – O princípio de que mensagens privadas assim devem permanecer continuará a nortear o meu comportamento futuro, até porque em análise está a legalidade da ação de quem as tornou públicas e as divulgou, assente que está a falta de ética de tal conduta. Apesar da tentação de revelar a totalidade das mensagens trocadas, para avaliação do contexto e dos insultos e provocações que Joel Neto me dirigiu, só disponibilizarei tal totalidade ao Ministério Público, se para tal for notificado, ou em sede de ação judicial da minha autoria, em caso de arquivamento da queixa apresentada por Joel Neto, já que reafirmo não ter cometido qualquer crime.
13 – No que respeita à demissão que apresentei do cargo que desempenhava, chefe de gabinete de Sua Excelência a Senhora Secretária Regional da Educação e dos Assuntos Culturais, tenho a esclarecer como segue:
14 – Não obstante tratar-se de uma questão do foro pessoal, na manhã do dia 5 tomei conhecimento das tentativas de aproveitamento político por parte de certas forças partidárias, destacando o post do Dr. Vasco Cordeiro na sua página do facebook.
15 – De consciência tranquila em todos os passos deste processo, entendi que não podia permitir qualquer ataque político às pessoas da Dra. Sofia Ribeiro ou do Dr. José Manuel Bolieiro, os quais, muito para além dos cargos que desempenham, são meus amigos pessoais e governantes que estão a realizar trabalho meritório em prol desta Região Autónoma, não podendo perder tempo no desenvolvimento das suas missões a reagir a tentativas de aproveitamento político de uma questão que nunca foi política.
16 – Pelo que me retirei, com a mesma serenidade e desprendimento com que tinha entrado, podendo agora concentrar-me no desenvolvimento das minhas atividade profissionais, ensino e advocacia, no imperativo categórico de limpar a lama que Joel Neto fez cair sobre a minha imagem e bom nome e na necessidade de extrair todas as consequências jurídicas que o dano causado acarretou para a minha pessoa.
17 – Mas que fique claro desde já: nunca foi minha intenção, como não podia ser, condicionar a liberdade de expressão de Joel Neto. É uma das liberdades fundamentais que sempre mais prezei. Muito menos no que respeita ao seu livro “Jénifer, ou a princesa da França”, que está publicado desde há 5 meses. O que pretendo é manifestar a minha indignação pelo mau serviço que o escritor está a prestar aos Açores e, agora, à ilha Terceira. Não por denunciar a existência da pobreza e dos indicadores que nos colocam na cauda do País. É uma realidade grave, que nos preocupa e deve preocupar a todos. Mas a simples propagação direta das nossas tristezas, com escala cada vez maior, sem qualquer ação ou sequer proposta de solução para os problemas que nos afligem, não só não atenuarão ou resolverão tais problemas, como poderão agravá-los. Percentualmente, a ilha Terceira e os Açores têm, incomensuravelmente, mais coisas boas que más. Calar as boas e exaltar as más, “tendo como pano de fundo” o livro de Joel Neto, merecerá sempre a minha indignação, como deverá merecer a indignação das gentes de bem destas ilhas, em larga maioria. E a minha indignação em defesa da terra onde nasci será sempre mais importante que qualquer outra coisa. Custe o que custar.
António Bulcão
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Altice International toma medidas. Suspende “vários” trabalhadores

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A Altice International disse estar a “trabalhar ativamente para proteger os interesses do grupo e dos seus acionistas”, no âmbito da Operação Picoas. Anunciou ainda a revisão de vários contratos associados ao caso e a suspensão de vários trabalhadores.

Source: Altice International toma medidas. Suspende “vários” trabalhadores

prendam-no e expulsem-no enquanto é tempo

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Alguém explique a este senhor que este pequeno país é muito cioso do seu território. O primeiro rei andou à bulha com a mãe e os que se seguiram correram com espanhóis e franceses.
Cortar o mal pela raiz, para não se assistir a desgraças como já aconteceram em alguns países. Acionar todos os meios e convidar os senhores a regressar a casa de partida.
Para loucura já nos basta os impostos e a dívida pública.
May be an image of 1 person and text that says "DA CONOMIA TRABALHAR GUIA CASA AUTOMÃVEL EMAU EMAUPARA OSELETRICOS OPODER AOFICAR NEGOCIAL DOS TRABALHADORE'S VISAO BARATOS? REINO DO PINEAL A SEITA QUE QUER FORMAR UM ESTADO SOBERANO EM PORTUGAL Uma comunidade liderada pelo "filósofo espiritual" Agua Akbal Pinheiro vive margem do sistema, em Oliveira do Hospital, numa propriedade de 4.7 hectares do famoso futebolista Pione Sisto. Ministério Público, SEF comissão de proteção de menores estão investigar"
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Beatriz Rodrigues Quintas

Já fomos assim como falas no primeiro parágrafo… Em tempos longínquos.
Agora somos uns pobres que aceitam tudo sem espernear.
Acho que um bom banho gelado serviria para agitar as águas internas e começarmos a espernear.
Até lá é acenar e aceitar.
Venha lá o Papa para continuar a embalar a carneirada adormecida.
( Sei que ando pessimista)
Isa Amaral

Beatriz Rodrigues Quintas o presidente da câmara local ativou os meios. Isto é ridiculo e deve se atuar de forma exemplar.

Fly Timor interessada em voos domésticos – TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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DÍLI, 19 de julho de 2023 (TATOLI) – A empresa Fly Timor está interessada em voos domésticos usando avionetas. Para tal, encontra-se no que afirma ser uma “fase de preparação” usando um aparelho que chegou a Timor-Leste no dia 7 deste mês. A informação é proveniente do Diretor-Executivo da empresa, Pedro Carrascalão, à Tatoli, na passada […]

Source: Fly Timor interessada em voos domésticos – TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

Primeiro-ministro visita pela primeira vez Timor-Leste entre 25 e 26 de julho – Cm ao Minuto – Correio da Manhã

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Visita de António Costa será a primeira de um chefe de Governo estrangeiro desde a tomada de posse do novo executivo timorense.

Source: Primeiro-ministro visita pela primeira vez Timor-Leste entre 25 e 26 de julho – Cm ao Minuto – Correio da Manhã

gilgamesh

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Acerca deste livro maravilhoso, de que me vem à cabeça muitas vezes as tendas construídas para se sonhar, escrevi há uns tempos o texto abaixo. Sim, tendas construídas para sonhar. Uma coisa muito simples, uma tenda de pano, que os Sumérios levantavam fora de casa, punham uma manta por baixo, uma almofada, e deitavam-se a dormir, só para sonharem sonhos diferentes de quando dormimos na nossa cama habitual. Não queriam fazer do sono o quotidiano, desejavam comunicar com o transcendente. Sonhar é viver. Dormir é trabalhar. O sonho é uma forma de poesia, porventura a melhor de todas.
«Os escritores bebem em fontes como quem rouba água às nascentes. Quanto mais andamos para trás, em busca de uma origem, mais nos enredamos numa encruzilhada da qual só nos apercebemos de uma coisa: a literatura é impressionante na dimensão do seu fascínio. O fio de Ariadne é a emoção que nos conduz a lado nenhum em toda a parte. As Sagradas Escrituras descobriram-se no mesmo caminho sem fim de que é feita a senda humanidade. O «Épico de Gilgamés» (aqui no texto traduzido e comentado por Francisco Luís Parreira e publicado pela Assírio & Alvim) narra a epopeia do rei lendário de Uruk, que terá sido inicialmente escrita há perto de cinco mil anos, na Suméria, tendo passado por várias transcrições ao longo dos séculos subsequentes, até se perder nas areias do deserto por meados do primeiro milénio antes de Cristo. As tabuinhas de argila onde o texto se encontra fixado só seriam redescobertas no século XIX, incompreensíveis, e mais tarde decifradas graças ao paciente estudo de quem se ia progressivamente fascinando com o que desvendava. O resultado foi tão surpreendente que esteve próximo de causar escândalo, mas só por causa da nossa vastíssima ignorância. Não de uma ignorância incompetente ou desleixada, mas de um desconhecimento de que nunca nos livraremos, se Deus quiser. Foi assim que o sagrado se profanou, e foi assim que Homero deixou de ser pai, ao serem-nos reveladas as suas fontes. O épico de Gilgamés, porém, conduz-nos à pergunta: o que estará por trás dele? O que se perdeu nas brumas do tempo? Que hinos, que canções, que aventuras, que poemas, que histórias? A resposta não surpreende: nada com que nos dêmos por satisfeitos.
Tudo começa com o verso: «Aquele que testemunhou o abismo», e daqui se parte para o relato das aventuras do sábio e poderoso Gilagamés, senhor de uma enorme estatura, peito e ombros largos, pernas que abarcam quatro metros a cada passo. Encontra em Enkidu o companheiro, verdadeiro amigo e irmão para a sua busca da imortalidade, da glória e da fuga aos estreitos termos impostos pela fatalidade da vida. Logo na primeira tábua (a epopeia está dividida em doze tábuas) ficamos a saber que o seu nome — cujo significado será “Descendente de um herói” — foi pronunciado no dia do nascimento, indicando que estava predestinado para façanhas extraordinárias. Ora, encontrando Enkidu, Gilgamés encontra também um sentido para a vida, e decide partir com ele pelo mundo a combater o maior flagelo da Terra, Humbaba, o monstro que protege a Floresta do Cedro. Após longas jornadas arribam ao famigerado território. Gilgamés, pleno daqueles sentimentos que nos habituámos a observar nos clássicos, vacila finalmente à vista do tenebroso matagal de ciprestes, retiro do gigante e viveiro de sons medonhos. Enche-se de terror. «Meu amigo, ampara-me», pede o rei de Uruk ao companheiro. Só o incitamento de Enkidu consegue devolver-lhe a coragem. É então que um rugido horripilante anuncia a presença de Humbaba. Novamente Gilgamés hesita, derramando lágrimas de pânico, pedindo a Samas, o deus-Sol, que o ajude. Acedendo o deus, o combate inicia-se com as ameaças do guardião da floresta. «Trouxeste-me Gilgamés, ó traiçoeiro Enkidu, mas vou rachar-lhe o pescoço e as goelas, darei a sua carne aos abutres.» Engalfinhando-se numa luta de proporções titânicas, Gilgamés é auxiliado por Samas e vence o monstro. Humbaba suplica clemência, num discurso tão comovente que provoca a piedade do leitor moderno. Prostrado no chão, indefeso, o portento medonho de rosto disforme, qual Adamastor nos confins da África, roga ao seu vencedor, correndo-lhe as lágrimas perante os raios do Sol: «Poupa-me a vida, Gilgamés. Viva eu ao teu serviço aqui na Floresta do Cedro. Tudo te darei.» Enkidu exorta Gilgamés a não poupar a vida do monstro e a matá-lo imediatamente. Humbaba vira-se então para Enkidu, dizendo-lhe que a sua liberdade depende dele. Não obtendo indulgência, Humbaba enfurece-se e amaldiçoa os seus captores, pedindo aos céus que lhes concedam escassos dias de vida (faz lembrar a ira de Posídon, na Odisseia). O rei de Uruk pega então no machado e crava-lho no pescoço, matando-o. Quem não vê nesta narrativa emocionante tantos traços de Homero, que viveu numa época em que a história ainda circulava? Quem não sente na amizade de Enkidu e Gilgamés o amor que unia Aquiles e Pátroclo? O herói Aquiles, por desejo de vingança e de fama terrena, empunha as armas para matar Heitor, o maior guerreiro de Troia, flagelo dos aqueus, e recusa todos os pedidos de misericórdia do adversário; chora lágrimas abundantes pela morte de Pátroclo e dedica-lhe um funeral digno dos deuses. Mas a epopeia prossegue, até porque a beleza, a força e a coragem de Gilgamés despertam a paixão desenfreada da deusa Istar (sem dúvida a Afrodite homérica, de quem o próprio nome deriva, segundo Francisco Luís Parreira, pois terá evoluído da forma semítica ocidental Astorith [Istar]). A deusa da fertilidade e da sexualidade propõe casamento ao rei vencedor. Gilgamés, no entanto, recusa insolentemente, acusando-a de promiscuidade e do infortúnio de todos os seus amantes anteriores. Istar, enfurecida pelo desacato do mortal, comparece a chorar perante o pai, Anu, deus do Céu, e pede-lhe que castigue Gilgamés pela afronta inadmissível. Anu dá-lhe o Touro dos Céus, pondo-lhe na mão a corda que o puxa. O animal gigantesco desce à terra e comete devastações, provocando, entre outras calamidades, a morte de centenas de habitantes de Uruk. Enkidu e Gilgamés unem-se novamente para livrar o mundo de mais uma praga e conseguem matar o Touro dos Céus, cravando-lhe o punhal no cachaço, enfurecendo ainda mais a ofendida Istar. A que fonte foi beber Homero para o relato da Afrodite injuriada por Diomedes, na Ilíada, senão a este episódio? É tão evidente a analogia que até as personagens são as mesmas: Anu — Zeus; Istar — Afrodite; e um mortal cujo atrevimento chega ao ponto de enfrentar os deuses — Gilgamés/Diomedes). O povo de Uruk celebra esta esplêndida vitória festejando nas ruas da cidade, em aclamações de júbilo. «Gilgamés é o mais glorioso de entre os homens!» Tudo caminharia para um final feliz se Enkidu, nessa mesma noite, não tivesse um sonho angustiante, o prenúncio de um acontecimento tão horrendo como natural: a morte. Nesse sonho, os deuses discutem qual dos dois heróis deve abandonar o mundo dos vivos como castigo pela ousadia de terem matado o Touro dos Céus. A escolha recai sobre Enkidu, que acorda em lágrimas a lamentar a fatalidade do destino. «Ó meu querido irmão, terei de me sentar entre os mortos e nunca mais contemplar o meu irmão querido com os meus próprios olhos!» O desespero é tão avassalador que perde o domínio de si e amaldiçoa tudo e todos, até finalmente se aquietar, entristecido, e se arrepende das palavras desenfreadas. Adoece, padece de uma agonia de doze dias, prostrado no leito, e morre. As suas últimas palavras foram de desgosto por não morrer como um bravo, no meio da batalha, mas deitado numa cama, murmurando ao companheiro: «Eu não caio em combate, eu não engrandeço o meu nome.» Gilgamés fica inconsolável, caindo em pranto, pedindo ao mundo inteiro que chore por Enkidu. O seu amor por ele roça a homossexualidade: «Cobriu o rosto do amigo, como a uma esposa.» As lamentações fazem lembrar as de Adriano por Antínoo quando o imperador romano soube da morte do jovem e lhe dedicou um enterro digno de um estadista e um culto divino para a posteridade: «Os príncipes da terra virão beijar-te os pés. Farei com que o povo de Uruk te chore e lastime, por ti, entre a formosa gente farei alastrar a dor.» Deu-lhe um funeral que nos remete para as honras fúnebres de Pátroclo, prestadas por Aquiles, e depois abandonou a comunidade dos homens, vagueando pelos ermos e pelos descampados na mais profunda desolação de alma, sufocado não só pela melancolia mas também pela terrível angústia existencial que a certeza da morte acarreta. «Morrerei: não ficarei eu, então, igual a Enkidu?» Decide por isso ir em busca da vida eterna procurando Uta-napisti, um homem a quem os deuses concederam a imortalidade. É notória a semelhança com a fatalidade homérica, a luta inglória contra o destino: qualquer um de nós pode pegar em armas e cometer e veleidade de enfrentar a morte, mas sabe que vai perder. É uma espécie de suicídio ritual, quando se almejava precisamente o contrário. O resultado só pode ser um: o desespero. Nele se enreda Gilgamés na sua busca por Uta-napisti, o único imortal nascido humano, a derradeira tentativa de vir a fruir da vida eterna. Porém, todos os que encontra pelo caminho lhe dizem: «A vida que procuras, não a encontrarás.» Finalmente chega até Uta-napisti, contando-lhe a sua desdita, para obter como resposta: «A ti mesmo te gastas com trabalhos incessantes, apressando o fim dos teus dias.» Gilgamés pede ao menos que conte como lhe foi possível a ele, Uta-napisti, aceder à assembleia dos imortais. Segue-se um relato que impressiona por nos soar a algo de incrivelmente familiar. Uta-napisti não é outro senão o Noé judaico-cristão que relata ao seu interlocutor a história do Dilúvio. Quando a humanidade se tornou um incómodo para os deuses, estes decidiram destruí-la. No entanto, o deus Ea revela a intenção divina a Uta-napisti, rei de Surupak, e diz-lhe para construir uma arca de madeira que flutue nas águas alterosas da grande inundação. Fornece-lhe as medidas para a obra e ordena-lhe: «Faz embarcar a semente de tudo o que é vivo.» Após a conclusão dos trabalhos, aproximou-se uma nuvem negra que desencadeia os vendavais arrasadores e o Dilúvio. Chove até a água cobrir a totalidade da terra. Vindo a acalmia, Uta-napisti lança sucessivamente uma pomba, uma andorinha e um corvo para ver se há lugar onde aportar. Só à terceira tentativa obtém resposta positiva: as águas baixavam, e assim se pôde repovoar o mundo.
O épico de Gilgamés esteve enterrado no deserto, completamente ignorado, durante dois mil e quinhentos anos. Nesse intervalo de tempo nasceram, cresceram, expandiram-se, reformaram-se, adulteraram-se, corromperam-se e povoaram-se de bem-aventurados várias religiões, uma era, um viveiro de impérios, uma incubadora de revoluções, uma sucessão de mortes e renascimentos, um desfile de ideais e de filosofias, enquanto as areias calmamente os viam passar. O dom da imortalidade, que muitos procuraram sem sucesso, atingiu-o o sonho. E basta dormir numa cama diferente da habitual.»
Pode ser uma imagem de texto que diz "ÉPICO DE GILGAMEŠ tradução, introdução notas de FRANCISCO Luís PARREIRA ASSÍRIO & ALVIM"
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José Moreira da Silva

Não li esse livro, mas abriste-me o apetite. Numa parte do teu texto lembrei-me de Herman Hesse e do seu Siddhartha…
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Onde está Qin Gang? MNE chinês não é visto há mais de três semanas

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O ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Qin Gang, não é visto em público há mais de três semanas e já perdeu compromissos diplomáticos importantes, o que gerou dúvidas crescentes sobre o seu paradeiro.

Source: Onde está Qin Gang? MNE chinês não é visto há mais de três semanas

parabéns PSP anónimo

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Pai com a filha em risco de vida no Hospital faz agradecimento comovente à PSP
A Polícia de Segurança Pública partilhou nas redes sociais um testemunho comovente partilhado por Vítor Martins Romão, um pai que viveu verdadeiros momentos de aflição, mas que, felizmente, encontrou um agente da PSP pelo caminho que o ajudou.
“Antes de mais, a minha guerreira continua a lutar de forma brava. 24h depois da cirurgia.
Ontem, quando estava a regressar a Lisboa, vindo de uma rápida ida a Grândola, recebi uma chamada da Renata, aflitíssima, porque lhe tinham ligado do Hospital de Santa Maria a solicitar presença urgentíssima de um de nós.
Faltava assinar o termo de consentimento, para o procedimento anestésico da Margarida, e ela encontrava-se no bloco operatório em espera, para a tão urgente e vital cirurgia.
Escusado será dizer que, após ligar os 4 piscas, a minha condução passou para o modo WRC, na versão Pai Aflito.
Tenho esperança, de não ter colocado em perigo os condutores que apanhei, mas talvez 😉 tenha feito por queimar pontos para 2 cartas de condução.
Algures na cidade, quando olhei pelo retrovisor, tinha uma moto da PSP a mandar encostar.
Assim fiz.
O agente dirigiu-se e após continência, pediu-me os documentos e perguntou o porquê da marcha de urgência e do tipo de condução.
Ao que respondi, que tinha uma filha à espera num bloco operatório de Sta. Maria, e que ele tinha 2 opções: ou me prendia já, ou eu ia seguir e na mesma condução.
Obviamente, não estava o mais sereno, e as lágrimas correram-me, num misto de aflição e nervoso.
Calmo. Sem sequer tirar o capacete, nem pegar na carteira dos documentos, que lhe estava a dar, apenas me disse: “respire fundo, acalme-se o que lhe seja possível e siga-me”.
Saiu em direcção à mota e escoltou-me até Santa Maria.
Em frente ao portão principal, voltou a fazer continência e seguiu.
Fiquei sem palavras.
Nem nome, nem cara, sequer.
Apenas o senhor polícia da mota.
Talvez fosse isso mesmo que ele quis dizer. Ele foi apenas a Polícia. Foi apenas a instituição que representa. E eu e a minha filha, os cidadãos que ele jurou defender.
E existem muitas formas de defender.
Algumas nem vêm nos cânones, outras vêm nos cânones e são humanamente infringidas.
Obrigado senhor polícia, em nome, da minha família, do meu País, que tanto precisa. Jamais o esqueceremos.
Nota: numa sociedade que nunca será perfeita, mas que devemos sempre lutar para que seja, prefiro tolerar uma falha dos bons a ajudar os bons, do que penalizar uma falha dos bons a lutar contra os maus.
É só.”
O testemunho já se tornou viral na página oficial de Facebook da Polícia de Segurança Pública, tendo já recebido mais de seis mil partilhas.

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Chrys Chrystello

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tribunal a branquear pedofilia

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Pena suspensa para jovem informático que partilhou ficheiros de pornografia infantil
Santa Maria da Feira, Aveiro, 17 jul 2023 (Lusa) – Um jovem residente em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, foi condenando a um ano e quatro meses de prisão suspensa por ter partilhado ficheiros de pornografia infantil na Internet, segundo um acórdão consultado hoje pela Lusa.
O tribunal deu como provado que, entre 26 de maio e 12 de agosto de 2020, o arguido, um engenheiro informático de 22 anos, procedeu ao carregamento de 29 ficheiros com imagens de crianças e adolescentes em práticas sexuais, partilhando os referidos ficheiros com outras pessoas, através da rede social Discord.
O Ministério Público acusou o arguido de 29 crimes de pornografia de menores agravados, mas o tribunal entendeu que este deveria ser punido apenas pela prática de um único crime, considerando que “a proximidade temporal aponta para uma única resolução criminosa”.
O arguido foi assim condenado por um crime de pornografia de menores agravado na pena de um ano e quatro meses de prisão, suspensa na sua execução por igual período, com regime de prova que inclua a frequência de programas de reabilitação para agressores sexuais de crianças e jovens.
Segundo o acórdão do Tribunal de Santa Maria da Feira, o arguido beneficiou de uma atenuação especial da pena, em virtude de lhe ter sido aplicado o regime especial para jovens.
Além da pena de prisão, foi ainda condenado nas penas acessórias de proibição de exercer profissão que envolva o contacto com menores e de assumir a confiança de menores pelo período de cinco anos.
“O arguido atuou com o propósito de redistribuir por outros membros da mesma plataforma tais ficheiros, divulgando-os, exibindo e cedendo, como forma de posteriormente vir a receber mais material do mesmo género, alimentando dessa forma um fluxo dinâmico e transacionável de material de pedofilia”, refere o acórdão datado de 28 de junho.
JDN // JAP
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a falta de limpeza das estradas

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Revolta!
Afirmou a Drª Berta Cabral, em plenário na Assembleia L. R. A. Açores, que o problema da falta de limpeza nas estradas de S. Miguel, foi provocado pelo deslocamento de todo o pessoal para a estrada da Ribeira Quente, devido aos estragos ali causados pela depressão “Óscar”.
Dr.ª Berta Cabral, não ponho em causa a deslocação do pessoal para a estrada da R. Quente, foi uma emergência, justificasse! Quanto a ser justificação para a falta de limpeza das estradas, não “cola”!… As estradas em S. Miguel, salvo raras exceções, são uma vergonha e perigosas por falta de manutenção nestes últimos anos. Mentir fica feio a qualquer cidadão, a um governante é muito mau!
As estradas de S. Miguel eram um postal de referência, hoje, são a vergonha dos Micaelenses, e um péssimo postal para quem nos visita!
Pode ser uma ilustração de flor e relva
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    João Manuel Medeiros Aguiar

    Nunca houve tanto desmazelo desde o tempo da Junta Geral. Agora a desculpa já não são as abelhas…
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  • Osvaldo Viveiros

    Ah. E agora temos um novo corta fitas, por acaso já repararam nas coincidências? Regressou do túmulo e encarnou.
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  • Ricardo Sousa

    Como me disse alguém ontem a falar deste tema, o abandono é tal que as estradas de S. Miguel estão a ter a vegetação a não entrar para a via de circulação porque quando cruzam um camião e um autocarro, vão roçando a berma da estrada. S. Miguel, está ao abandono por este governo liderado pelo dentista.
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  • José M Silva

    Ruas e estradas falta de limpesa nunca visto. Falta de organização e falta de competência pôr parte dos serviços a seu cargo. Há tempos alertava para a vergonha das viaturas a cargo do município e governo. Meus senhores dos serviços evitem particulares pessoais fica muito feio. Conheço uma empresa de nome, que nos fatura e muito bem, enquanto ainda hoje lá estava estacionada no parque da praia. Em serviço? Venda de produtos ao longo da praia? Revolta e não suporto!
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  • Rui Anjos

    Há um enorme descuido na manutenção das nossas estradas regionais. Não sei se por incapacidade, incompetência, descuido ou até por falta de operacionais.
    Admira-me que para quem tem a responsabilidade política direta nas questões relacionadas com a segurança rodoviária, as obras públicas e também as do turismo, incomoda-me este tipo de resposta ao dizer que está tudo bem e que são meramente situações pontuais e somente em determinados sítios. O que é falso. É transversal em toda a ilha, compromete a segurança rodoviária porque as faixas de rodagem ficam mais curtas, apertadas e por vezes até acontece o peão não utilizar o passeio porque a vegetação é tanta e isso também dá uma má imagem, tanto para quem cá vive como para quem nos visita.
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  • Aqui Vale

    Meu amigo, não adianta argumentar com quem acredita nas próprias mentiras e que acredita que somos todos burros ignorantes. Ainda ela se vai lembrar de argumentqr que as Caravelas Portuguesas nas costas são consequência dos problemas na estrada da Ribeira Quente. Enfim é do melhor que temos
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  • Mariana Matos

    Tem toda a razão. Foi ridícula a desculpa esfarrapada.
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  • Jorge Pereira da Silva

    É preciso não ter vergonha para dar esta desculpa, é como nos passar um atestado de ignorântes
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  • Luis Ferreira

    Vergonhosa esta desculpa. Tenha vergonha na cara. Entre o termo da Lagoa e a cidade de Lagoa puseram lá uns sinais para limparam a mesma e nada. Faz semanas.

UE QUER QUE AS FAMÍLIAS SE F…..E VENHA A DIREITA

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AS FAMÍLIAS QUE SE F***M!
Primeiro está a guerra, a banca, a indústria de armamento e as companhias de energia!
Exigência da Comissão Europeia aos países alegadamente «soberanos»…
@ Ryc
Estabilidade orçamental: Bruxelas pede para os países acabarem com os apoios às famílias
  • Carlos Arruda

    Sera que Bruxelas quer mesmo ter governos de extrema direita?. É mais facil implementar as medidas dos imigrantes, das armas, etc. Qual o cuidado a ter com os menos favorecidos? So intereessa a Bruxelas o lucro e pouco importa como?
    E foi para isso que morreram milhoes na segunda guerra?
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    • 12 h
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    • Roberto Y. Carreiro

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      Carlos Arruda – Os dois pilares político-ideológicos que fundaram e construíram a Europa no pós-guerra, nomeadamente a Democracia-Cristã e a Social Democracia, estão quase a desmoronar, quais ruínas romanas. Agora a Europa está entregue aos conservadores populistas, com grandes franjas de extrema-direita e partidos que proclamam a autocracia, quando não a ditadura. E isto obriga muito eleitorado a fugir para as margens do rio que leva tudo à sua frente… A França já é um caso perdido. Os socialistas de lá acabaram com o PS francês. Como aconteceu em Itália e na Grécia. Em Portugal o enterro do PS já tem data marcada… António Costa está como aquele que ganhou a lotaria (neste caso maioria absoluta) mas que nos primeiros dias espatifou tudo…
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      • 12 h
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      • Carlos Arruda

        Roberto Y. Carreiro, antes havia ideologias claras. A ganancia, a falta de cultura, o arrivismo e a falta de compreensao do outro e ate algum ódio e a sede devpoder a todo o custo,foiram
        progressivamente destruindo principios.
        Onde estao os principios que formaram a social-democracia? Onde estao.os principios do socialismo, que em muitos aspectos se assemelhava à social-democracia? Nos paises nordicos ate nao havia difetenças. O panorama é geral.
        Quanto à democracia-crustã, assistimos a banalidades e ao abandono completo do interesse do outro segundo regras cristãs.
        Em Portugal, ela ja foi.
        Esse vazio de ideias e propostas que ajudem as pessoas, foi progressivamente ocupado por arrivistas, populistas, etc.
        Como a maioria da poplulaçao e patece que tambem os politicos nao conhece a historia , nao sabem como os totalitarismos começaram ou fazem de conta. Se fossem cultos, conheciam por exemplo o prograna do Chega e evitavam votar nele. Esta la posto tudo aquilo qye nao queriam. Voltamos ao Deus, Patria e familia, e outras malfeitorias. Como estao perdidos e ha uma boa lavagem de mentes, da no que dá.
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        • 4 h
      • Carlos Arruda

        Roberto Y. Carreiro, contata-se que muitos, mesmo muitos dos que aderiram ao PSD e CDS, nao o fizeram por uma questão ideológica, mas pelo poder puro e duro. Com.o decorrer do tempo, verificaram que afinal ter poder nao estava tao proximo ou que a politica a implementar nao era bem o que oensavam e sairam para a Il e Chega).
        Os seus militantes vieram esmagadoramente desses partidos.
        Certamente que tambem houve desiludidos no PS que sairam, mas em muito menor quantidade.
        Nos tempos actuais e com as experiencias conhecidas, torna-se esquisito que se defenda o liberalismo, que quer reduzir o Estado ao minimo e baixar brutalmente os impostos.
        Interessa-lhes pouco cono pagar a saude, a educaçao, os transportes, as policias, as F. Armadas a Justiça e a S. Social.
        Tudo aquilo pode e deve ser na sua maioria entregue aos privados, quase tudo com.o apoio do tal Estado minimo. S. Sicial privado com seguros, saude privada com seguros, escola privada tambem subsidiada, transportes privados subsidiados e tambem água privada, porque a luz ja o é. E leis ksborais com livre arbitrio. Um Pais para ricos , porque os outros que se amanhem. Quem.os mandou nascer pobres? Quanto ao Chega, nem merece a pena falar, de tao mau. E o apoio dado pelo PSD e demonstrativo da ideologia dominante nas hostes laranjas.

Rental crisis: ‘No cause’ evictions to be banned in South Australia | SBS News

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Tenants in South Australia will no longer be able to be evicted from their rental homes without cause under rental reforms being proposed by the government.

Source: Rental crisis: ‘No cause’ evictions to be banned in South Australia | SBS News