Arquivo da Categoria: Politica Politicos 25 abr 1 mai 10 jun 5 out 25 nov 1 dez fascismo racismo xenofobia nazi SALAZAR judeus jews sionismo islao terror russia

Mãe vai fazer rastas e deixa cinco filhos sozinhos quatro dias em Bragança – Portugal – Correio da Manhã

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Filho mais velho, de 12 anos, ficou encarregue de alimentar, mudar a fralda e levar irmãos à escola.

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Condutor bêbedo que não parou num STOP tem de pagar à seguradora – Portugal – Correio da Manhã

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Seguradora suportou o prejuízo, mas o tribunal diz que tem direito a reaver os 5190 euros que gastou.

Source: Condutor bêbedo que não parou num STOP tem de pagar à seguradora – Portugal – Correio da Manhã

UC capacita juízes de Timor-Leste em parceria com União Europeia e Instituto Camões

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O curso contou com a participação de 30 magistrados judiciais e foi ministrado por duas docentes da Universidade de Coimbra.

Source: UC capacita juízes de Timor-Leste em parceria com União Europeia e Instituto Camões

Dupla presa quando fugia com BMW de 150 mil euros em Lisboa libertada pelo juiz de serviço- Portugal – Correio da Manhã

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Patrulha da PSP estranhou ver dois homens a carregar BMW i8 para cima de reboque durante a madrugada numa rua de Benfica. Foram libertados.

Source: Dupla presa quando fugia com BMW de 150 mil euros em Lisboa – Portugal – Correio da Manhã

Mais de 30 camiões e 40 carros com pneus furados na A3 em Valença – Portugal – Correio da Manhã

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Descarga acidental vinda de um camião afetou cerca de 70 viaturas.

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Excluído em relatório intercalar concorrente à privatização da Azores Airlines – Jornal Açores 9

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O júri do concurso público de privatização da Azores Airlines, do grupo SATA, excluiu no seu relatório intercalar o concorrente Atlantic Consortium por não ter assumido a sua proposta como “vinculativa”, anunciou hoje o seu presidente, Augusto Mateus. Augusto Mateus referiu, em conferência de imprensa, em Ponta Delgada, que “há um concorrente que não cumpre […]

Source: Excluído em relatório intercalar concorrente à privatização da Azores Airlines – Jornal Açores 9

Na lonjura de Timor/Iha dook rai Timor,

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Nesta hora: José António Cabrita - "Na Lonjura de Timor" apresentado ontem  em Pinhal Novo

Quando forem seis horas da manhã da próxima terça-feira, 24 de Outubro, hão-de cumprir-se cento e vinte e dois anos que, num lugar da freguesia de São Brás de Alportel, no interior algarvio, nasceu Manuel Viegas Carrascalão, figura maior da vida que se fez em Timor.
O “Facebook”, na sua maneira de nós marcar o tempo, acaba de me recordar quando, já lá vão sete anos, a edilidade local me convidou para ali conversarmos sobre tal figura, e outras, a propósito do livro Na lonjura de Timor/Iha dook rai Timor, de que sou autor.
Permitam-me os meus amigos que partilhe esta recordação, com uma ponta de saudade.
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Inacio Moura

Li e continuo lendo o seu interessante livro “NA LONJURA DE TIMOR”, uma mui valiosa obra literaria de saber e de pesquisa sobre os Deportados de Timor que espero os timorenses interessados na Historia do seu pais possam consultar. Quanto a mim, creio tratar-se da maior obra literaria sobre o assunto. Parabens ao seu autor,Jose Antonio Cabrita ! Um grande abraco.
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    Chrys Chrystello

    apresentd em 2016 no 25º colóquio da lusofonia em Montalegre

MALAE MUTIN CRÍTICAS A IMPRECISÕES E INTERPRETAÇÕES

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May be an image of 1 person and text that says "MALAE em Timor MUTIN Romance Margarida Pais CHIADO 4 061"

Preciso de ajuda com uma dúvida de lexicografia:
conheci vários portugueses em Timor que usavam a palavra “geninhos” para se referirem (carinhosa ou sarcasticamente) aos musculados GNRs da Unidade de Intervenção, especialistas em ordem pública, que cá estiveram durante vários anos, depois do fim da Ocupação. Mas neste livro (um romance sobre a vida das professoras portuguesas em Timor), este termo é usado para referir todos os militares portugueses em missão cá em TL.
Se vocês usam este vocábulo, que significado tem para vocês?

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Comments

  • M Fernanda Gonçalves

    Eu nunca ouvi, nem em Timor, nem em Portugal.
  • Luis Martins

    Em tempos ouvi essa expressão, mas apenas quando elementos de outra força de segurança se referiam sarcasticamente ao grupo de intervenção da GNR.
    Confesso que, quando puto adolescente, chamava outra coisa à GNR aproveitando as suas iniciais, co…

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  • Maria Fernanda Azoia

    Usávamos o termos “geninhos” tal como referiste, João Paulo.
  • Lola Vilar Magalhães

    Não conheço
  • Filipa Sales

    Em Portugal sempre ouvi como os guardas da GNR.
  • Luis Costa

    Sempre ouvi em relação à GNR no seu todo não específicamente ao C.I.
  • António Serra

    O diminutivo era aplicado genericamente a qq GNR mas a verdade é que estes eram maioritariamente da força de intervenção da dita cuja…
    • Maria Pereira

      António Serra , professor, em Baucau, 2012, não vi nenhum GNR…!! Estavam membros da PSP.
    • Maria Pereira

      Penso que ouvi essa expressão uma vez, em Díli, e fiquei com a ideia que era mencionado o corpo da GNR.
  • Carlos Narciso

    Geninho é da GNR
  • Mintó Deus

    Só da forma como descreveste
  • Chrys Chrystello

    ESSE LIVRO CONTINHAS BASTAS IMPRECISÕES, EM MINHA OPINIÃO…
    • Chrys Chrystello

      ela é colega na escola da minha mulher e convidei-a a estar no 38º colóquio de 4 a 8 outº onde a queria confrontar com a ligeireza de algumas declarações no livro mas declinou… enfim um romance que se lê e quem n~ºao conhece a realidade até acredita..
  • Leopoldo Ferreira

    Geninhos são os militares da GNR.
  • Alexandra Aguilar

    Sarcasticamente.
  • Rodrigo Knopfli

    O termo, em Portugal, é aplicado para descrever ou identificar, de forma coloquial, um agente ou oficial da GNR.
  • Joao Paulo Esperanca

    Caríssimos, os GNR fizeram cá um excelente trabalho, reconhecido pelos timorenses e pelos malais que por cá andavam. Até pelos australianos e afins, quando estavam à rasca. Depois de terem tido uma atuação extraordinária a lidar com os gravíssimos problemas de ordem pública na crise de 2006-2008, houve uma época em que, no quartel de Caicôli, organizavam umas festas épicas. As festas não diminuíam em nada a sua operacionalidade. Agora do ponto de vista da lexicografia: o termo “geninho” era usado por algumas pessoas em Portugal para referir os GNR em geral (incluindo os barrigudos que iam multar crianças de bicicleta à saída da escola na minha infância), aqui quase todos os GNRs eram indivíduos em excelente forma física e do corpo de intervenção e eram referidos como “geninhos” pela maior parte da população portuguesa masculina em pior forma física do que eles 😀. A população portuguesa feminina também usava o termo, carinhosamente quando a oradora estava envolvida no processo de testar a eficiência física do corpo de intervenção, ou sarcasticamente no caso de a oradora não ter tido a oportunidade de atuar como membro do tal júri. 😉 A autora do livro percebeu mal a forma como o termo era utilizado e eu queria testar se a vossa percepção concordava com a minha. E suspeito que os timorenses, e as professoras portuguesas, que lerem o livro também vão encontrar coisas pelas quais protestar…


4,270%. Juros implícitos do crédito da casa atingem máximo de 2009

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Trata-se do valor mais elevado desde março de 2009. Também a prestação média está em máximos.

Source: 4,270%. Juros implícitos do crédito da casa atingem máximo de 2009

O Sino do Papa

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O Sino do Papa

 

«uma mudança de crescimento e em favor da dignidade das pessoas»

(Francisco)

 

 

Francisco inaugurou a 4 de outubro a primeira sessão da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema ‘Para uma Igreja sinodal: comunhão, participação, missão’; uma segunda etapa vai decorrer em outubro de 2024.

“Há alguma dificuldade em acolher todos de igual forma e em aceitar a diversidade no seio da Igreja (casais em segunda união, pessoas com atração pelo mesmo sexo ou em uniões homossexuais) em valorizar a fragilidade, nomeadamente das pessoas com deficiência, e em compreender o que se entende por ‘acolhimento’”, pode ler-se na documentação apresentada.

Segundo as conclusões plasmadas nesta síntese, “…há, ainda, tensões diversas em temas ditos fraturantes, tais como: o acesso das mulheres ao sacramento da ordem; a ordenação de homens casados; a identidade sexual e de género; a educação para a afetividade e sexualidade; e o celibato dos padres”.

Como prioridades para discussão, nomeadamente, na primeira sessão da Assembleia sinodal, a realizar no Vaticano no outubro deste ano, fala-se na prioridade a dar aos jovens e à participação da mulher na Igreja, à reflexão sobre “o ministério ordenado, considerando a possibilidade de ordenar presbíteros homens casados” bem como “ter uma atenção permanente aos pobres e dar centralidade às diferentes questões de cariz social, bem como às questões relacionadas com a ecologia face aos crescentes problemas ambientais”.

“Dar resposta às novas realidades sociais e afetivas, fortalecendo os vínculos nas Igrejas domésticas com um acompanhamento personalizado das famílias, e acolhendo os novos modelos familiares (famílias monoparentais, famílias reconstruídas a partir de outras, divorciados recasados, famílias com pais/mães do mesmo sexo e com filhos biológicos ou adotados)” é outra das prioridades identificadas, a par do diálogo com “a cultura e com o pensamento contemporâneo, em temas como a inteligência artificial, a robótica ou as questões de identidade de género (LGBTQIA+)” ou a necessidade de revisão da “comunicação e linguagem da Igreja (para dentro e para fora) e a ocupação do espaço público como uma voz credível e de serviço”.

O Sínodo sobre a Sinodalidade, que culminará no Vaticano em outubro de 2024, quer saber como é que a Igreja está a fazer o “caminho em conjunto” no anúncio do Evangelho e chamou, numa primeira fase, “todos os batizados” a darem opinião.

“Uma Igreja sinodal, ao anunciar o Evangelho, ‘caminha em conjunto’. Como é que este ‘caminho em conjunto’ está a acontecer hoje nas Igrejas locais?” – Foi uma das principais perguntas colocadas aos cristãos.

Esta será a mais importante reunião desde o Concílio Ecuménico II, aberto em 11 de outubro de 1962 pelo Papa João XXIII e terminado por Paulo VI em 8 de dezembro de 1965.

Já nessa altura, o Papa João XXIII queria ir mais longe no seu Concílio e aprofundar as muitas mudanças necessárias. No entanto e tal como agora, os cardeais mais conservadores eram muito resistentes a essas mudanças. O certo é que o bom Papa João XXIII morreu. O seu sucessor, Paulo VI, evitou toda a continuidade transformadora do seu antecessor.

O Papa Francisco enfrenta neste momento uma grande oposição por parte de vários cardeais, sobre a forma como atualizar o Catolicismo aos tempos que correm. A ordenação da mulher tem oposição acérrima dos ultraconservadores.

Neste Sínodo que assistimos, estamos em crer que, no essencial, tudo ficará na mesma. A Igreja Católica Apostólica Romana continuará na sua saga de renúncia incompreensível ao mais comum dos seus membros, nas mudanças que o mundo exige.

O Sínodo de Francisco, mais não será do que o sino do Papa. Barulho e nada mais.

 

jose.soares@peixedomeuquintal.com

JSoaresc
1970 – 2023
53 ANOS DE JORNALISMO
INCISIVO E ACUTILANTE