‘You’ve got no choice’: The $1,475 fee leaving some in Australia feeling ‘captive’ | SBS News

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A steep visa hike has turned the right to travel — and return home — into a costly obligation.

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curiosidades do Egito

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You probably didn’t know about these facts:

1. In Ancient Egypt, both men and women used makeup.

They believed that makeup had healing powers.

2. Children in Ancient Egypt did not wear clothes until they were teenagers.

3. The Egyptians believed that the Earth was flat, circular, and that the Nile River ran right down the middle.

4. During mummification, the brain was extracted through the nostrils.

5. The only organ left in the body after mummification was the heart, as it was believed to contain the spirit.

6. Toilets were found in several ancient tombs.

7. The oldest dress in the world was found in Egypt and is estimated to be about 5,000 years old.

8. Cleopatra, the last pharaoh of Egypt, was actually Greek.

9. The Ancient Egyptians shaved their eyebrows to mourn the deaths of their cats.

10. They slept on pillows made of stone (only for the dead).

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Alan Swindells

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Obras permitem ‘rasgar’ contratos antigos de idosos e incapazes – Política – Correio da Manhã

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Quem tem mais de 65 anos ou incapacidade superior a 60% terá de sair, mas o seu realojamento tem de ser garantido. Nos restantes casos, o pagamento de indemnização é suficiente para o despejo.

Source: Obras permitem ‘rasgar’ contratos antigos de idosos e incapazes – Política – Correio da Manhã

queremos outra bandeira sem a cruz

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Discurso viral suscita debate sobre a bandeira nacional da Inglaterra

Um discurso do estudioso islâmico Sheikh Asrar Rashid, residente em Birmingham, tornou-se viral, reacendendo as discussões sobre identidade nacional, religião e liberdade de expressão no Reino Unido.

No vídeo amplamente partilhado, Rashid criticou a bandeira da Inglaterra, a Cruz de São Jorge, afirmando que preferiria que a bandeira fosse um desenho branco simples, com apenas a palavra «Inglaterra» inscrita. Argumentou que a cruz tem ligações históricas às Cruzadas, o que alguns muçulmanos consideram censurável.

Durante o discurso, afirmou ainda: «Este é o nosso país, estamos aqui para ficar. Não vamos a lado nenhum», referindo-se ao lugar dos muçulmanos britânicos na sociedade britânica moderna.

Os comentários espalharam-se rapidamente pelas redes sociais, suscitando reações fortes de diferentes lados. Os apoiantes descreveram as observações como uma expressão de opinião pessoal sobre simbolismo histórico e identidade religiosa. Os críticos argumentaram que o discurso apelava à alteração de um dos símbolos nacionais e cristãos mais conhecidos da Inglaterra.

O debate surge no contexto de discussões mais amplas no Reino Unido sobre identidade nacional, imigração, integração e o papel dos símbolos religiosos e culturais na vida pública.

Atualmente, não existe qualquer proposta oficial nem plano governamental para alterar a bandeira nacional da Inglaterra. A discussão continua a fazer parte de um debate público mais amplo, em vez de constituir uma iniciativa política formal.

Qual é a sua opinião? Os símbolos nacionais históricos devem permanecer inalterados, ou é razoável questionar o seu significado na sociedade moderna?

O curioso caso dos Portugueses que desaparecem da História.

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O curioso caso dos Portugueses que desaparecem da História.

É fascinante como o “branding” histórico funciona:

Quando um inglês inventa a máquina a vapor, é Inglês.

Quando um francês escreve sobre a liberdade, é Francês.

Mas quando um navegador português mapeia o mundo inteiro, é apenas um genérico “Europeu”.

Está na hora de acabar com esta versão “troféu de participação” da História e apontar o dedo ao crédito que nos foi roubado:

  • Austrália: Os livros dizem que o Capitão Cook a “descobriu” em 1770. Mentira. Os Mapas de Dieppe já mostravam a costa australiana com nomes portugueses 200 anos antes. Cook chegou atrasado a uma festa que Portugal já tinha mapeado.
  • O Nilo: A história oficial dá o crédito ao escocês James Bruce em 1770. Errado. O jesuíta Pedro Páez chegou à nascente do Nilo Azul em 1618, 152 anos antes. Bruce sabia disto e tentou apagar Páez dos registos. Páez nasceu em Castela, mas formou-se em Goa, partiu sob a Coroa portuguesa e operou inteiramente dentro da estrutura imperial portuguesa. O berço não apaga o enquadramento institucional.
  • Canadá: Celebram Cartier, mas esquecem os irmãos Corte-Real. Sabem por que se chama Labrador? Porque foi mapeado e notificado por João Fernandes Lavrador, um navegador português. O nome dele ficou gravado na geografia, embora muitos tenham esquecido o homem.
  • Afonso de Albuquerque: Conquistou Ormuz, Goa e Malaca entre 1507 e 1511, controlando os três nós estratégicos do comércio global numa década. Redefiniu o equilíbrio de poder no Índico por um século. Se fosse inglês, haveria estátuas em cada capital do mundo e trilogias de filmes. É ensinado, quando é, como uma nota de rodapé.
  • Garcia de Orta: Em 1563, publicou em Goa o primeiro tratado científico europeu sobre medicina tropical e botânica asiática, décadas antes de qualquer equivalente inglês, francês ou holandês. A farmacologia moderna tem raízes directas no seu trabalho. Quase ninguém fora de Portugal conhece o nome.
  • Tibete: O primeiro europeu a cruzar os Himalaias e a provar que a China e o Cataio eram o mesmo lugar foi Bento de Góis em 1602.
  • Batalhas “à Hollywood”: Se a Batalha de Diu (1509) fosse americana, havia uma trilogia de filmes. Uma frota portuguesa minúscula aniquilou uma coligação de Otomanos, Egípcios e reis locais, garantindo o controlo do Índico por um século.

Isto só para enumerar uns poucos exemplos…

*O mundo em 1565, segundo Lopo Homem. Reparem na toponímia e nas bandeiras: não é um mapa “europeu”, é um mapa português. Do Labrador à Austrália (Java la Grande), a ciência náutica falava a nossa língua enquanto os outros ainda não tinham saído da costa*

Nota: esta é uma ilustração moderna baseada na cartografia portuguesa do século XVI, não um fac‑símile original.

Transportes públicos passam a ser gratuitos para residentes do Porto – Notícias ao Minuto

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Os transportes públicos para residentes no Porto serão gratuitos a partir de hoje para quem detém o cartão municipal Porto, anunciou hoje o presidente da Câmara, Pedro Duarte.

Source: Transportes públicos passam a ser gratuitos para residentes do Porto – Notícias ao Minuto

Direita aprova “lei das burcas” na especialidade, Esquerda contra – Notícias ao Minuto

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PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS aprovaram hoje, na especialidade, com a oposição da esquerda parlamentar, um projeto conhecido como “lei das burcas”, que se destina a proibir a ocultação do rosto em espaços públicos.

Source: Direita aprova “lei das burcas” na especialidade, Esquerda contra – Notícias ao Minuto

o futuro dos europeus

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See less🚨HEARTBREAKING: A mother holds her son as they are preparing to be executed for not converting to Islam!
Why is everyone silent on this?
COMOVENTE: Uma mãe abraça o filho enquanto se preparam para serem executados por não se terem convertido ao Islão!
Porque é que ninguém diz nada sobre isto?

em saldo, aproveitem! Mulheres russas estão a vender na internet os seus implantes mamários usados – ZAP Notícias

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As sanções ocidentais estão a causar uma escassez de implantes de silicone na Rússia e a levar a que cada vez mais mulheres russas vendam os seus em segunda mão. Um número crescente de mulheres na Rússia está a pôr os seus implantes mamários usados ​​à venda na internet, à medida que as sanções ocidentais continuam a perturbar as cadeias de abastecimento médico do país e a aumentar o custo dos procedimentos estéticos. De acordo com relatos destacados pelo canal BAZA no Telegram, as plataformas de anúncios classificados têm registado um aumento de anúncios de implantes mamários de silicone previamente

Source: Mulheres russas estão a vender na internet os seus implantes mamários usados – ZAP Notícias

Que políticos recebem subvenções vitalícias, quem as suspendeu e como funcionam – Dinheiro – SÁBADO

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António Guterres continua a receber a subvenção. Também Sócrates, Miguel Relvas ou Jerónimo têm direito à mesma. Consulte aqui a lista completa e os valores.

Source: Que políticos recebem subvenções vitalícias, quem as suspendeu e como funcionam – Dinheiro – SÁBADO

Viagens ao Mundial: Força Aérea obrigada a ir buscar Montenegro e a fazer mais 760 quilómetros – Política – Correio da Manhã

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Primeiro-ministro foi direto dos EUA para a Turquia e o Falcon fez duas viagens extras para o levar à Cimeira da NATO.

Source: Viagens ao Mundial: Força Aérea obrigada a ir buscar Montenegro e a fazer mais 760 quilómetros – Política – Correio da Manhã

MACAU Rodrigo Leal de Carvalho Título: Requiem por Irina Ostrakoff

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As Russas da Rua da Palha
Quando Macau ainda era uma cidade de sombras longas e segredos curtos, havia uma rua — a Rua da Palha — onde o futuro se escondia atrás de portas estreitas e escadas que rangiam como velhas confidências. Quem subia para as ruínas de S. Paulo passava por ali, talvez distraído, talvez curioso, mas sempre com a sensação de que aquela artéria antiga guardava mais do que mercearias, casas velhas e o cheiro doce do incenso.
Foi ali que, durante alguns anos, viveram mulheres que a cidade chamava “russas”. Tinham bolas de cristal, liam destinos, falavam baixo, moviam-se como quem atravessa um palco invisível. Para os macaenses, eram figuras saídas de um romance: ex princesas imperiais, herdeiras de fortunas esmagadas pela cavalaria vermelha, sobreviventes de palácios incendiados nas estepes.
Mas a verdade — como sempre em Macau — era mais complexa, mais humana e mais trágica.
Não eram russas. Eram ciganas da Hungria e da Roménia, mulheres de olhos escuros e passos leves, que tinham atravessado a Europa como quem atravessa um sonho mau. A Revolução de 1917 empurrou-as para leste, para as lonjuras da Sibéria Oriental, onde o frio não perdoa e a História não explica.
Harbin foi o primeiro porto de abrigo. Cidade de exilados, de aristocratas arruinados, de músicos que tocavam para esquecer, de comerciantes improvisados, de refugiados que viviam entre o passado e o que sobrava do futuro. Ali ficaram algum tempo, mas Harbin era apenas uma pausa — nunca destino.
Com a vitória da China Popular, a diáspora deslocou-se de novo, como poeira soprada por ventos ideológicos. E assim chegaram a Macau, esse último refúgio onde tudo o que é improvável encontra lugar.
Instalaram-se nas casas velhas da Rua da Palha, misturaram-se com a população macaense, os filhos estudaram nas escolas portuguesas, adquiriram a nacionalidade portuguesa. Com o tempo, tornaram-se parte da cidade — tão invisíveis como qualquer outra história que Macau engole sem ruído.
As escadas eram o verdadeiro teatro. Subiam-se devagar, porque cada degrau parecia protestar contra o peso do destino. Lá em cima, num quarto escuro, as videntes recebiam quem procurava respostas: marinheiros, mulheres aflitas, comerciantes indecisos, curiosos que queriam apenas ver como era o futuro antes de o viver.
A bola de cristal brilhava como um pequeno sol doméstico. As mãos das videntes moviam-se com a lentidão ritual de quem sabe que o tempo é uma invenção frágil. E as histórias que contavam — sobre amores perdidos, viagens adiadas, presságios de fortuna — eram sempre ditas com uma voz que parecia vir de muito longe, talvez das planícies da Manchúria, talvez das margens do Danúbio, talvez de lugar nenhum.
Macau acreditava nelas porque Macau sempre acreditou no improvável.
Entre os poucos que perceberam que aquelas mulheres eram mais do que curiosidades folclóricas, destacou-se Rodrigo Leal de Carvalho, delegado do procurador da República. Ao ler processos judiciais relacionados com membros dessa comunidade, encontrou fragmentos de vidas que vinham das estepes russas, dos rios da Sibéria, das planícies da Manchúria.
E percebeu que estava perante um mundo em extinção.
Dessa descoberta nasceu Réquiem por Irina Ostrakoff — uma obra que não é bem romance, nem bem documento, mas uma elegia por uma Europa que se perdeu nas margens da China. Irina, a protagonista, é o espelho dessas mulheres da Rua da Palha: aristocrata arruinada, sobrevivente de guerras, figura que vive entre o mito e a pobreza, entre a memória da grandeza e a realidade da sobrevivência.
O livro é um lamento. E, como todo o lamento, ilumina o que já não existe.
Um dia, as videntes desapareceram. Não houve anúncio, nem despedida, nem notícia no jornal. Simplesmente deixaram de estar.
As escadas deixaram de ranger. As bolas de cristal apagaram-se. As histórias de heranças perdidas ficaram suspensas no ar, como pó que não encontra chão.
Algumas partiram para as Américas, seguindo a diáspora do pós guerra. Outras ficaram em Macau, diluídas na cidade, invisíveis como tudo o que Macau absorve sem esforço.
A Rua da Palha continuou a ser Rua da Palha. Mas o seu silêncio ficou mais fundo.
Hoje, quem passa por ali ao fim da tarde talvez sinta ainda um eco — um murmúrio vindo de um tempo em que o futuro se lia em bolas de cristal e o passado se escondia atrás de portas estreitas.
Talvez seja apenas imaginação. Ou talvez seja o réquiem de Irina Ostrakoff, que continua a tocar, baixinho, nas paredes antigas da cidade.
Macau, afinal, nunca esquece. Apenas guarda.
Ficha Técnica — Requiem por Irina Ostrakoff
Autor: Rodrigo Leal de Carvalho Título: Requiem por Irina Ostrakoff l Ilustração: José Geral Viana Impressão e acabamento: Tipografia de Coimbra Depósito legal: n.º 39797/15 ISBN: 989-95675-0-4 Data de edição: Outubro de 1994 ISSN: 972-9488-39-2 Editor / Contacto: Rodrigo Leal de Carvalho Rua do Campo, Coimbra (Caixa Postal 152 — Macau, China) Email: booksmacau@gmail.com

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os 3 vinténs (perder os 3)

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【A CAUSA DAS COISAS】
PERDER OS 3 VINTÉNS
Esta expressão, ainda hoje bem conhecida, teve a sua origem numa pequena moeda de prata, que se pendurava no pescoço das raparigas até ao seu casamento, e que tinha o nome de “amuleto dos três vinténs”. Na noite de núpcias, a mulher casada entregava a moeda furada ao seu marido, tendo daí surgido a expressão “tirar os 3 vinténs”.
Os três vinténs foram cunhados pela primeira vez no reinado de D. Pedro II, e foi cunhada até ao reinado de D. Miguel, que capitulou em 1835, pela convenção de Évora-Monte. Depois disso, a moeda foi desaparecendo gradualmente, embora continuassem em circulação as que tinham sido cunhadas em reinados anteriores. Esta moeda tem um encanto especial para os estudiosos de antropologia cultural, devido ao significado específico que tamanho objeto acabou por obter na expressão popular.
Diz a história que as mães ofereciam às filhas, muitas vezes no dia do nascimento, uma moeda de três vinténs, à qual faziam um pequeno furo por onde passava um fio que permitia pendurá-la ao pescoço da rapariga. Criava-se assim um amuleto para proteger a pureza e virgindade daquela jovem até ao dia do casamento. Apenas nesse dia ela tirava a moeda do pescoço e a entregava ao marido, e só aí a sociedade podia dizer que ela não tinha os três vinténs, ou seja, que era uma mulher casada.
Alguns jovens mais atrevidos aproximavam-se das raparigas e procuravam no pescoço a famosa moedinha. Quando não a encontravam, dizia-se que já tinha perdido os três vinténs. Tinha chegado tarde, ela já tinha marido. Num passado ainda recente, em que a virgindade feminina era atributo indispensável num casamento, continuava em uso a expressão “ter os três vinténs”… ou não.
Mas existe outra hipótese para a origem desta expressão. Em tempos antigos, muitos casamentos eram resultado de arranjos familiares, algo que acontecia em todas as classes sociais. Como havia muito a discutir, desde o dote à boa conduta da noiva, tornava-se necessário um “atestado de bom comportamento”, passado por uma autoridade local. Estes atestados vigoraram até à época do 25 de Abril!
Se a autoridade em questão tivesse dúvidas quanto à virgindade da moça, podia pedir uma certidão de virgindade, e é aqui que entra a moedinha. A certidão era passada pela parteira da terra, que fazia um teste para averiguar o estado da rapariga.
Assim, colocava uma moeda de três vinténs sobre o hímen da jovem. Se esta passasse para dentro, a jovem “chumbava”. Os três vinténs serviam depois como pagamento à parteira, que, se tudo corresse bem, passava depois o Atestado de Virgindade.
Alguns chegaram aos nossos dias, sendo por vezes anedóticos, como no caso de um que está no Arquivo Distrital de Viseu, sem data (embora se creia que seja de início do séc. XIX), que diz: “Eu, Bárbara Emília, parteira que sou de Coira, atesto e certufico pula minha onra, que Maria de Jesus tem as partes fudengas tal e qual como nasceu, insceto umas pequenas noidas negras junto dos montes da crica, que a não serem de nascença, serão porvenientes de marradas de pissa.”
Outro caso anedótico, relatado por uma parteira de Almada: “Eu Maria da Conceição Parteira Diplomada No Concelho De Almada, Declaro Por Minha Onrra Ao Serviço Do Meu Trabalho Que Maria Das Dores Está Séria e Onrrada Têm uns Defeitos Na Coisa Mas Iso Não Quer Dizer Nada São Defeitos Feitos Pelo Trabalho.”
Assim, embora não se saiba ao certo de qual destas situações veio a expressão, sabe-se que tanto a tradição da moeda de três vinténs dada por mães às filhas como a dos Atestados de Virgindade existiram mesmo e estiveram em vigor durante bastante tempo.
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