Apenas três países da CPLP representados ao mais alto nível na Suíça

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​Apenas três Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) estão representados ao nível de chefes de Estado ou de Governo na Conferência para a Paz na Ucrânia que começa hoje na Suíça, designadamente Portugal, Cabo Verde e Timor-Leste.

Source: Apenas três países da CPLP representados ao mais alto nível na Suíça

Linguagem neutra “destoa“ das normas da língua portuguesa, diz Zanin em decisão – Notícias do brasil

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Source: Linguagem neutra “destoa“ das normas da língua portuguesa, diz Zanin em decisão – Notícias do brasil

O ato de partilha mais generoso de Camões foi o da Língua

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O ato de partilha “mais generoso” na busca de Camões foi “a Língua portuguesa”, que o poeta aperfeiçoou, afirmou hoje a comissária das comemorações do 500.º aniversário do nascimento do autor d’”Os Lusíadas”.

Source: O ato de partilha mais generoso de Camões foi o da Língua

Linguista diz que o português deriva do galego e discute o “falar” de Portugal e do Brasil – Jornal Opção

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Após a permanência em Aveiro por um par de meses, ouvi de um amigo português: “Já estás quase a falar português. Quando aqui chegaste, só falavas brasileiro!”

Source: Linguista diz que o português deriva do galego e discute o “falar” de Portugal e do Brasil – Jornal Opção

cantar portugal no japao

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POR TÓQUIO, se canta em Português. OBRIGADO.
BARCO NEGRO – Kumiko Tsumori e Takaya Watanabe –
(Uma nota: se para um português é de extrema dificuldade cantar esta melodia, imagem que e neste caso uma lingua bem dificil para qualquer um, alguém consegue fazer esta maravilha. APLAUSOS)

 

 

LUSA LÍNGUA MALTRATADA…sabendo diante mão

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FONETICAMENTE INOVADORA…

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Newsletter • 07 jun 2024

FC Porto: VB & VB (Lda?)

Assim de repente pode soar a uma marca de luxo. Mas também ninguém ficaria chocado se se tratasse de uma empresa de transporte de mercadorias.

Villas-Boas & Vítor Bruno começam a partir desta sexta-feira a construir uma sociedade (provavelmente mais limitada do que ilimitada), que no universo portista se espera de muito sucesso.

E para começar, saiba que já há uma roupa de trabalho oficial. Que é como quem diz, um novo equipamento, que a bem da verdade de novo tem muito pouco.

Resolvidos os diferendos com Sérgio Conceição, que se despediu do clube num misto de declarações de amor e declarações acusatórias, os azuis e brancos já planeiam a próxima época, sabendo diante mão que muito em breve haverá um outro período de turbulência, com a “revelação dos factos” prometida pelo técnico mais titulado da história do FC Porto, que para além do Marselha já tem outro clube à perna. Ou à bota, no mapa.

Quando ao futuro do FC Porto, os indicadores, sobretudo os financeiros, não são propriamente animadores, mas ter à frente da equipa um treinador que conhece a equipa há sete anos dá sempre algum conforto.

Menos confortável estará a direção do FC Porto, que esta semana, para além de ter descoberto os cofres vazios, soube que Francisco Conceição pode sair a preço de saldo até 15 de julho. O acordo feito com a anterior direção estipulou uma frágil cláusula de rescisão de 30M€ e não de 60M€, como se chegou a pensar. E logo agora que o espalha-brasas nunca as espalhou tanto e tão quentes como agora, imparável na seleção e prestes a exibir-se numa das melhores montras do mundo.

De resto, vitrine em que também estará o modelo de guarda-redes Diogo Costa que, pelo sim , pelo não, fez o FC Porto acelerar a renovação com Cláudio Ramos, prestes a ser oficializada. Em sentido inverso, Pepe já sabe que no FC Porto só ficará se aceitar dois cargos na estrutura, oferta que deverá ser recusada para prosseguir a longa e formidável carreira no campo dos milhões. Por outras palavras, no chamado fim de linha escolhido pelos talentos de outros tempos. E neste gap geracional, há novos talentos a chegar e no FC Porto já ‘Mora’ mais um.

A fechar, saiba que a pontaria ao cesto esteve desafinada no primeiro jogo da final da Liga de basquetebol, por contraste aos sticks da equipa de hóquei, certeiros o suficiente para estarem a um passo de garantir um lugar na final.

Por fim, caro dragão, aconselho-o a afinar a voz para apoiar à sua equipa na próxima época. A novo direção portista já fez saber que as coisas vão mudar na relação com a maior claque do FC Porto, o que poderá ter implicações já no primeiro jogo da época, em Aveiro, na Supertaça, diante do Sporting. Pelo menos o hino, acredito, já saiba de cor. O resto, vá treinando. A gerência agradece, a tal de VB & VB.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Newsletter • 07 jun 2024

 

 

 

FC Porto: VB & VB (Lda?)

 

 

Assim de repente pode soar a uma marca de luxo. Mas também ninguém ficaria chocado se se tratasse de uma empresa de transporte de mercadorias.

Villas-Boas & Vítor Bruno começam a partir desta sexta-feira a construir uma sociedade (provavelmente mais limitada do que ilimitada), que no universo portista se espera de muito sucesso.

E para começar, saiba que já há uma roupa de trabalho oficial. Que é como quem diz, um novo equipamento, que a bem da verdade de novo tem muito pouco.

Resolvidos os diferendos com Sérgio Conceição, que se despediu do clube num misto de declarações de amor e declarações acusatórias, os azuis e brancos já planeiam a próxima época, sabendo diante mão que muito em breve haverá um outro período de turbulência, com a “revelação dos factos” prometida pelo técnico mais titulado da história do FC Porto, que para além do Marselha já tem outro clube à perna. Ou à bota, no mapa.

Quando ao futuro do FC Porto, os indicadores, sobretudo os financeiros, não são propriamente animadores, mas ter à frente da equipa um treinador que conhece a equipa há sete anos dá sempre algum conforto.

Menos confortável estará a direção do FC Porto, que esta semana, para além de ter descoberto os cofres vazios, soube que Francisco Conceição pode sair a preço de saldo até 15 de julho. O acordo feito com a anterior direção estipulou uma frágil cláusula de rescisão de 30M€ e não de 60M€, como se chegou a pensar. E logo agora que o espalha-brasas nunca as espalhou tanto e tão quentes como agora, imparável na seleção e prestes a exibir-se numa das melhores montras do mundo.

De resto, vitrine em que também estará o modelo de guarda-redes Diogo Costa que, pelo sim , pelo não, fez o FC Porto acelerar a renovação com Cláudio Ramos, prestes a ser oficializada. Em sentido inverso, Pepe já sabe que no FC Porto só ficará se aceitar dois cargos na estrutura, oferta que deverá ser recusada para prosseguir a longa e formidável carreira no campo dos milhões. Por outras palavras, no chamado fim de linha escolhido pelos talentos de outros tempos. E neste gap geracional, há novos talentos a chegar e no FC Porto já ‘Mora’ mais um.

A fechar, saiba que a pontaria ao cesto esteve desafinada no primeiro jogo da final da Liga de basquetebol, por contraste aos sticks da equipa de hóquei, certeiros o suficiente para estarem a um passo de garantir um lugar na final.

Por fim, caro dragão, aconselho-o a afinar a voz para apoiar à sua equipa na próxima época. A novo direção portista já fez saber que as coisas vão mudar na relação com a maior claque do FC Porto, o que poderá ter implicações já no primeiro jogo da época, em Aveiro, na Supertaça, diante do Sporting. Pelo menos o hino, acredito, já saiba de cor. O resto, vá treinando. A gerência agradece, a tal de VB & VB.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FC Porto: VB & VB (Lda?)

Assim de repente pode soar a uma marca de luxo. Mas também ninguém ficaria chocado se se tratasse de uma empresa de transporte de mercadorias.

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A fechar, saiba que a pontaria ao cesto esteve desafinada no primeiro jogo da final da Liga de basquetebol, por contraste aos sticks da equipa de hóquei, certeiros o suficiente para estarem a um passo de garantir um lugar na final.

Por fim, caro dragão, aconselho-o a afinar a voz para apoiar à sua equipa na próxima época. A novo direção portista já fez saber que as coisas vão mudar na relação com a maior claque do FC Porto, o que poderá ter implicações já no primeiro jogo da época, em Aveiro, na Supertaça, diante do Sporting. Pelo menos o hino, acredito, já saiba de cor. O resto, vá treinando. A gerência agradece, a tal de VB & VB.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Viagens pela Música de Língua Portuguesa” – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

Source: “Viagens pela Música de Língua Portuguesa” – Observatório da Língua Portuguesa

Parascavedecatriafobia. Sabe o que é? – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

Source: Parascavedecatriafobia. Sabe o que é? – Observatório da Língua Portuguesa

gente nova culta é outra louça (eu não sou estúpida  só por ter nascido nos anos 80)

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ah! estava a ouvi-lo falar inglês, é tão bom ouvir um britânico

ó querida eu falo com sotaque australiano não é britânico nem nada que se pareça

para mim, é quase a mesma coisa

sim, só estamos separados 20 mil quilómetros

eu sei, eu conheço as diferenças geológicas…

ah! então a menina sabe a formação das pedras como Uluru..

claro, eu não sou estúpida só por ter nascido nos anos 80′

 

e com esta geografia deixei-a toda contente com a sua cultura…mas se quiser saber mais continue a ler…

Sotaque australiano: Dicas, características e diferenças!

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O sotaque australiano possui suas peculiaridades, assim como qualquer outro idioma.

Isso porque, o sotaque australiano foi moldado conforme os anos foram se passando, atravessando adaptações, gerações e até mesmo influências.

Por isso, criamos este artigo para você entender um pouco mais sobre o sotaque australiano e algumas dicas sobre pronúncias e diferenças! Vamos lá?

Afinal, como é o sotaque australiano?

Normalmente, o sotaque australiano é chamado de “preguiçoso”, pois os australianos tendem a não falar todas as letras das palavras, tanto no início quanto no fim.

Além das palavras serem pronunciadas de forma mais anasalada, no dia a dia, o inglês australiano não possui tanta ênfase nas palavras quanto se imagina.

Contando com variedade de sotaques, é possível aprender truques simples que ajudam a dominar melhor o sotaque, de forma mais suave e adaptável.

Visto como uma das principais variantes do inglês, o idioma da Austrália possui influência do inglês britânico, e do americano, mesmo tendo suas próprias características.

Como se diz Oi na Austrália?

Com mais de um significado, a forma mais comum de cumprimento é “g-day” que é uma abreviação de Good Day, ou bom dia.

Normalmente, “G-day” é utilizado pela população da Austrália para iniciar a maioria das conversas.

Dicas para falar com o sotaque australiano!

Algumas das mudanças a serem feitas para falar com o sotaque australiano são:

  • O “i” deve soar como “oi” (like = loike; write = wroite);
  • O “a” deve ser forte, como um “aye” (data = dayet; way = waye);
  • O “a” deve ser mais leve até que chegue no som “eh” (cat = ceht; hat = heht).

Qual é a diferença entre o inglês britânico e o inglês australiano?

Por mais que exista o vocabulário com regras gramaticais que “uniformizam” o idioma, a maneira que cada povo se expressa pode mudar, isso ocorre em qualquer idioma.

Além do fato de que a língua falada é uma parte gigantesca da história e cultura de um povo, gerando diferenças conforme as características do país.

Portanto, ao morar na Austrália, é possível entender ainda melhor as variações e aprender na prática como o idioma é falado, além do contato com a população e cultura.

E as principais diferenças entre o inglês britânico e australiano são:

  • No inglês britânico, em palavras como Better o T permanece com o som enquanto o ER soa como ã e ficaria basicamente béttar;
  • Já no inglês australiano, a mesma palavra vira bérã pois devido ao sotaque, não são pronunciadas todas as palavras.

Por exemplo, algumas palavras que os australianos falam, e não pronunciam todas as letras são:

  • Car/ca;
  • Forever/foreva;
  • What/wha.

Conheça o inglês australiano com a IE!

Para treinar o sotaque e morar na Austrália, ouvir é uma ótima técnica e elas podem ser feitas através de produções australianas e, principalmente, através do intercâmbio para a Austrália.

Aprender inglês é essencial, e com a IE é possível encontrar programas que se encaixam no perfil de cada um, ajudando ainda mais a conquistar uma nova skill para o currículo.

E agora que você já sabe mais sobre o sotaque australiano …leia ainda isto

Inglês Australiano: Características e Curiosidades

Nos últimos anos as agências de intercâmbio informam que a busca pela Austrália tem aumentado consideravelmente. As pessoas finalmente descobriram outro país para aprender ou praticar inglês. As condições climáticas parecidas com a do Brasil, o dólar, a hospitalidade e mais uma série de fatores contribuíram por essa descoberta da Austrália como opção para estudos de inglês.

Mas, o que será que o inglês australiano que os demais não têm? Quais as diferenças quando comparadas com o inglês americano e britânico? Quais as características gramaticais e de pronúncia? Palavra, expressões, gírias? Enfim, o que que o inglês australiano tem? Vamos aprender um pouco a respeito na dica de hoje.

Muita gente acha que o inglês falado na Austrália é semelhante ao inglês britânico. Afinal, foi o James Cook, capitão na Real Marinha Britânica, quem reivindicou o território australiano para o império britânico em 1770. Foi ele também o responsável pelo processo de colonização da terra nova. Vale dizer que a Austrália no início de sua colonização era um colônia penal. Enfim, embora a predominância britânica em termos linguísticos fosse forte no início, já em 1788 algumas diferenças começaram a surgir. Em 1820, o inglês falado na Austrália foi reconhecido como sendo diferente do inglês britânico.

Inglês AustralianoEssas diferenças surgiram devido à mistura dos aborígenes, os índios que já estavam lá, e dos ingleses ( e outros parceiros da coroa britânica), que foram chegando aos poucos. Essa mistura linguística deu à língua inglesa o termo “kangaroo”. Reza a lenda que “gangurru”, palavra da língua falada pelos nativos da Austrália, significa “eu não te entendo”. John Cook ao ver os animais perguntava aos aborígenes “what animal is that?” e os aborígenes respondiam “gangurru”. Cook, um cara esperto, achou que aquele era o nome do animal e registrou “kangaroo” em suas anotações. Ou seja, até hoje não sabemos ao certo qual o nome original do animal!

Fatos históricos à parte, é bom saber que devido às várias influências, o inglês australiano se distingue das demais variantes do inglês na pronúncia, principalmente na pronúncia das vogais. Felizmente, essas diferenças vocálicas não são assim tão notáveis para quem não é falante nativo da língua inglesa. Em outras palavras, somente sendo um linguista devotado à fonética e fonologia para perceber as diferenças. Porém, a produção de alguns sons são sim perceptíveis. Um desses é até famoso em piadas e brincadeiras. continue lendo e veja que som é esse.

Em algumas palavras o som /ei/ é pronunciado /ai/ no inglês australiano. Assim, a palavra “day” é pronunciada /dai/ e não /dei/ como na maioria das outras variantes. Consequentemente, a palavra “yesterday” é pronunciada /iesterdai/; “mate” (amigo, cara, parceiro) é pronunciada /mait/; “fate” soa /fait/. Para dizer “good day, mate” (bom dia, parceiro) a pronúncia será algo como “good eye might”.

O sotaque australiano também é bem diferente. A única maneira de aprendê-lo ou pelo menos percebê-lo é ouvindo o máximo que puder e envolvendo-se com os locais. Há no Youtube inúmeros vídeos de pessoas falando inglês australiano. Tem também vídeos de pessoas tentando fazer o sotaque australiano. Mas, cuidado! Nos comentários feitos a esses vídeos, os próprios australianos dizem que não é nada parecido; pois, eles não falam como o Crocodilo Dundee e a maioria das pessoas que tenta imitar o sotaque australiano está na verdade descrevendo o que eles chamam de “bogan”.

Inglês AustralianoO termo “bogan” é uma gíria, cujo significado é “pessoa que não faz nada da vida e só pensa em bebidas”. Falando em gírias, é bom saber também que o inglês australiano tem gírias que só eles entendem: “ankle biter” (child), “brekkie” (breakfast), “roo” (kangaroo), “servo” (gas station), “unit” (apartment). Para aprender mais gírias australianas, visite os sites abaixo. Porém, lembre-se que gírias só devem ser usadas quando você já tem mais intimidade com o grupo. Ou seja, não use gírias em todas e quaisquer situações.

Além das gírias, o inglês australiano também usa palavras diferentes para descrever objetos. No vídeo abaixo, um australiano fala sobre algumas dessas palavras. Ele diz como os americanos dizem e como eles dizem. Vale a pena assistir.

Em relação à escrita – ortografia – o inglês australiano, assim como praticamente todos os países de língua inglesa, não tem um órgão que cria regras e fiscaliza o modo como as palavras são escritas. Ou seja, eles não têm algo como a nossa Academia Brasileira de Letras. Para ter certeza sobre a escrita de uma palavra, os australianos recorrem ao Macquarie Dictionary, o dicionário oficial do inglês australiano. Não se preocupe muito! Afinal, no que diz respeito à ortografia, o inglês australiano é muito parecido com o inglês britânico. As diferenças são poucas e para aprendê-las é só ler jornais e revistas australianas para percebê-las.

E por fim, a gramática. O que será que a gramática australiana têm de diferente? Neste ponto, felizmente, a gramática do inglês australiano não é tão diferente do inglês britânico. Há sim diferenças em relação ao inglês americano, mas são as mesmas diferenças existentes entre o americano e o britânico: o uso do Present Perfect em algumas situações, o uso do artigo definido “the” em alguns casos, e outras nem tão grandes assim.

Em resumo, as principais diferenças estão na pronúncia dos sons, no sotaque e no vocabulário. Essas coisas você só aprende se envolvendo com a língua – o jeito australiano de falar e usar a língua. Você pode estudar isso também. Basta encontrar livros que abordem o inglês australiano. Editoras como Oxford, Cambridge, Pearson Longman, Macmillan e outras já desenvolvem materiais (livros, dicionários para estudantes, material de áudio, etc.) voltados para o inglês australiano. Uma visita em livrarias especializadas ajuda você a identificar esses materiais.

É isso por hoje!

 

LÍNGUA PORTUGUESA MALTRATADA EM FRALDAS

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Há sempre uma ocasião para retirar as fraldas ao povo:
«Uma coisa é a Seleção de Martinez e outra é a expectativa do povo. E esta saiu desfraldada.»
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You, Maria Antónia Fraga, Aníbal Raposo and 12 others

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Maria Antónia Fraga

Optei por rir. Mas não será caso para chorar? Assim vai o ensino português (pelos frutos os conhecereis)
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Honremos a memória visionária da Helena Chrystello

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Em 2010 contra tudo e todos, a Helena Chrystello deu conta da generalizada inexistência de obras de autores contemporâneos açorianos no mercado, muito menos traduzidos para que as novas gerações (da diáspora) os pudessem apreciar e foi assim que, num ato visionário de antecipação dessa necessidade, com a Rosário Girão, da Universidade do Minho deitou mãos à obra e lançou em outº 2011 no 16º colóquio em Santa Maria a primeira antologia bilingue de autores açorianos contemporâneos (editada pela Calendário de Letras) e a qual foi igualmente lançada em Toronto (setº 2012) nos 65 anos do departamento de Português da Universidade de Toronto, e no 18º colóquio em Ourense na Galiza (outº 2012).

Trabalho pioneiro que até hoje quanto a nós não foi merecidamente reconhecido. Felizmente nesta data a Letras Lavadas e Bruma Publications com apoio da Brown University fazem esse trabalho regularmente, que nós na AICL com a Helena Chrystello iniciámos sem apoios decentes para uma ampla disseminação…mas a obra existe e tem mérito e não pode ser esquecida (URGE REEDITAR) agora que a autora nos deixou .

 

adiante se deixam as 4 principais apresentações da obra e a sua apresentação principal em Toronto…e no ano passado uma original antologia de poesia 9 poemas 9 línguas… vá lá agora copiem e repitam…

ANTOLOGIA_ROSARIO_

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2024/05/ANTOLOGIA_ROSARIO_APRESENT.docx

 

apresentantologia bilingue maia 30nov2011

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2024/05/apresentantologia-bilingue-maia-30nov2011.docx

 

apresentaçao sta maria

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2024/05/apresentacao-sta-maria.docx

 

Comunicação (curta)

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2024/05/Comunicacao-curta.doc

 

Apresentação Toronto para Ata

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2024/05/Apresentacao-Toronto-para-Ata.doc

Em outº teremos 2 novos livros da Helena Chrystello, mas até lá…

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EM OUTUBRO TEREMOS 2 LIVROS NOVOS DA HELENA CHRYSTELLO, MAS A

a palavra mãe Marco Neves

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Certas Palavras fez um cross-post de um post de Certas Palavras
Marco NevesMai 5 · Certas Palavras
Feliz Dia da Mãe!

Qual é a origem da palavra «mãe»?

No Dia da Mãe, fazemos uma viagem à origem dessa palavrinha.

Marco Neves

Mai 5

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Para começar, olhemos para o inglês. Podíamos ter começado por outra língua qualquer, mas esta é uma língua famosa, digamos assim… Não se preocupe: havemos de chegar à nossa, não sem antes viajar no tempo.

Hoje em dia os ingleses dizem «mother», é verdade. Mas, há uns bons séculos, no tempo do Inglês Antigo, essa «mother» era «mōdor», o que me soa a nome de reino da Terra Média.

Ora bem: há uns 1000 anos os ingleses diziam «mōdor». E há 5000 anos? Bem, por essas alturas ingleses era coisa que não havia — e a escrita estava ainda a dar os primeiros passos, o que nos impede de saber como se dizia «mãe». No entanto, os linguistas, nos últimos 200 anos, através de complexas comparações entre línguas, descobriram que muitas línguas da Europa e da Ásia pertencem a uma só família: a família indo-europeia.

Ora, através dessas comparações, chegou-se a uma forma provável para a palavra «mãe» tal como seria dita nessa língua muito antiga: «*méh₂tēr» (o asterisco serve para mostrar que a palavra é uma reconstrução e o h₂ não é nenhuma fórmula química, mas antes uma forma de representar um certo som para o qual não temos nem letra nem certezas).

Essa palavrinha reconstruída deu origem à «mother» inglesa — mas não só. Deu origem à «mâdar» persa, por exemplo. Deu também origem à «mãe» grega («mitéra»), russa («matʹ»), letã («māte»), irlandesa («máthair») e por aí fora. Curiosamente, deu também origem à «motër» albanesa, com a peculiaridade que, nessa língua, a palavra acabou por significar «irmã». Mistérios das línguas humanas…

Ah, pois! A tal língua indo-europeia desfez-se com o tempo. Lá pelo Norte da Europa, entre florestas antigas e alguma escuridão, transformou-se na guerreira «mother» inglesa, na carinhosa «Mutter» alemã, na abreviada «mor» sueca…

Pois, a mesma língua, mais a sul, deu origem à «mater» latina, que se foi transformando na «mamă» romena, na «madre» italiana e espanhola, na «mère» francesa, na «mare» catalã e, claro, na nossa palavrinha…

Chegámos, por fim, à nossa língua-mãe. A «mater» latina, neste canto da Europa, acabou por se tornar nesta palavra toda ela nasal, feita do inevitável «m» e, depois, do ditongo «ãe», que aflige os estrangeiros interessados em falar português. Quem não sabe, tem de aprender a controlar a saída do ar pelo nariz — nós fazemos isso sem dificuldade, mas peçam lá a um inglês para dizer «mãe» e verão como é difícil dizer as vogais nasais. Temos uma língua muito senhora do seu nariz, é o que é.

Ah, mas a palavra, mesmo dentro da nossa língua, muda. Já se escreveu «mãy» (e não só). Dizemos «mãe», mas também «mamã», «mãezinha» e todas as outras formas que multiplicam o carinho e o amor pela mãe. A mesma palavra, quando se ouve na boca dum filho a chamar a mãe ao longe, transforma-se noutra coisa: numa «mã-iiiiihn».

Ainda não acabou a viagem. Mesmo por cima de nós, temos a «nai» ou a «mai» galegas, a mostrar que as nossas palavras andam sempre ali na vizinhança das palavras dos vizinhos do Norte — e, como as línguas não param, a mesma «mai» aparece no cabo-verdiano, uma língua que nasceu do nosso português, continuando o mesmo eterno processo que nos trouxe até aqui a partir da tal palavra antiga que se dizia há 5000 anos — e que já vinha de outras palavras mais antigas, que já não conseguimos reconstruir, que o tempo apaga tudo, até as palavras mais bonitas.

Não importa. Há 5000 anos, algures na Europa, uma criança dizia «*méh₂tēr»; o meu filho diz «mãe», assim, com as três letrinhas apenas… As palavras mudam no tempo e no espaço, mas neste gesto de chamar a nossa mãe há qualquer coisa que nos une a todos.

Se o leitor não se importar, acabo esta viagem no tempo a dar um beijinho à minha mãe — e a todas as mães, em todas as línguas do mundo.

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Texto baseado em crónica escrita para o Sapo 24 em 2018. A imagem que serve de ilustração é um mapa simplificado das línguas indo-europeias, com base na palavra «mãe» e com um exemplo de língua por cada grupo. O percurso da palavra do proto-indo-europeu até ao português está sublinhado. O mapa foi criado por Ilídio J. B. Vasco para o Almanaque da Língua Portuguesa.

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MUSEU DA LUSOFONIA EM BRAGANÇA O PROJETO DA AICL 2009

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https://www.lusofonias.net/aicl-projetos/projetos-aicl-2016.html

 

 

https://coloquios.lusofonias.net/projetos%20aicl/MUSEU%20BRAGANCA.htm

Paulo Xavier procura apoios para Museu da Língua cujo custo de 16 milhões recai agora sobre a autarquia | era um projeto da AICL…TRISTEZA

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Source: Paulo Xavier procura apoios para Museu da Língua cujo custo de 16 milhões recai agora sobre a autarquia | Mensageiro de Bragança