Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

Governo dos Açores conclui programa funcional para reorganização do HDES – jornalacores9.pt

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O Governo dos Açores concluiu a apreciação da versão final do Programa Funcional para a reparação, reorganização e redimensionamento do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, documento que servirá de base ao processo de modernização da principal unidade hospitalar da região. O anúncio foi feito hoje pelo presidente do Governo Regional, José […]

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queremos outra bandeira sem a cruz

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Discurso viral suscita debate sobre a bandeira nacional da Inglaterra

Um discurso do estudioso islâmico Sheikh Asrar Rashid, residente em Birmingham, tornou-se viral, reacendendo as discussões sobre identidade nacional, religião e liberdade de expressão no Reino Unido.

No vídeo amplamente partilhado, Rashid criticou a bandeira da Inglaterra, a Cruz de São Jorge, afirmando que preferiria que a bandeira fosse um desenho branco simples, com apenas a palavra «Inglaterra» inscrita. Argumentou que a cruz tem ligações históricas às Cruzadas, o que alguns muçulmanos consideram censurável.

Durante o discurso, afirmou ainda: «Este é o nosso país, estamos aqui para ficar. Não vamos a lado nenhum», referindo-se ao lugar dos muçulmanos britânicos na sociedade britânica moderna.

Os comentários espalharam-se rapidamente pelas redes sociais, suscitando reações fortes de diferentes lados. Os apoiantes descreveram as observações como uma expressão de opinião pessoal sobre simbolismo histórico e identidade religiosa. Os críticos argumentaram que o discurso apelava à alteração de um dos símbolos nacionais e cristãos mais conhecidos da Inglaterra.

O debate surge no contexto de discussões mais amplas no Reino Unido sobre identidade nacional, imigração, integração e o papel dos símbolos religiosos e culturais na vida pública.

Atualmente, não existe qualquer proposta oficial nem plano governamental para alterar a bandeira nacional da Inglaterra. A discussão continua a fazer parte de um debate público mais amplo, em vez de constituir uma iniciativa política formal.

Qual é a sua opinião? Os símbolos nacionais históricos devem permanecer inalterados, ou é razoável questionar o seu significado na sociedade moderna?

O curioso caso dos Portugueses que desaparecem da História.

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O curioso caso dos Portugueses que desaparecem da História.

É fascinante como o “branding” histórico funciona:

Quando um inglês inventa a máquina a vapor, é Inglês.

Quando um francês escreve sobre a liberdade, é Francês.

Mas quando um navegador português mapeia o mundo inteiro, é apenas um genérico “Europeu”.

Está na hora de acabar com esta versão “troféu de participação” da História e apontar o dedo ao crédito que nos foi roubado:

  • Austrália: Os livros dizem que o Capitão Cook a “descobriu” em 1770. Mentira. Os Mapas de Dieppe já mostravam a costa australiana com nomes portugueses 200 anos antes. Cook chegou atrasado a uma festa que Portugal já tinha mapeado.
  • O Nilo: A história oficial dá o crédito ao escocês James Bruce em 1770. Errado. O jesuíta Pedro Páez chegou à nascente do Nilo Azul em 1618, 152 anos antes. Bruce sabia disto e tentou apagar Páez dos registos. Páez nasceu em Castela, mas formou-se em Goa, partiu sob a Coroa portuguesa e operou inteiramente dentro da estrutura imperial portuguesa. O berço não apaga o enquadramento institucional.
  • Canadá: Celebram Cartier, mas esquecem os irmãos Corte-Real. Sabem por que se chama Labrador? Porque foi mapeado e notificado por João Fernandes Lavrador, um navegador português. O nome dele ficou gravado na geografia, embora muitos tenham esquecido o homem.
  • Afonso de Albuquerque: Conquistou Ormuz, Goa e Malaca entre 1507 e 1511, controlando os três nós estratégicos do comércio global numa década. Redefiniu o equilíbrio de poder no Índico por um século. Se fosse inglês, haveria estátuas em cada capital do mundo e trilogias de filmes. É ensinado, quando é, como uma nota de rodapé.
  • Garcia de Orta: Em 1563, publicou em Goa o primeiro tratado científico europeu sobre medicina tropical e botânica asiática, décadas antes de qualquer equivalente inglês, francês ou holandês. A farmacologia moderna tem raízes directas no seu trabalho. Quase ninguém fora de Portugal conhece o nome.
  • Tibete: O primeiro europeu a cruzar os Himalaias e a provar que a China e o Cataio eram o mesmo lugar foi Bento de Góis em 1602.
  • Batalhas “à Hollywood”: Se a Batalha de Diu (1509) fosse americana, havia uma trilogia de filmes. Uma frota portuguesa minúscula aniquilou uma coligação de Otomanos, Egípcios e reis locais, garantindo o controlo do Índico por um século.

Isto só para enumerar uns poucos exemplos…

*O mundo em 1565, segundo Lopo Homem. Reparem na toponímia e nas bandeiras: não é um mapa “europeu”, é um mapa português. Do Labrador à Austrália (Java la Grande), a ciência náutica falava a nossa língua enquanto os outros ainda não tinham saído da costa*

Nota: esta é uma ilustração moderna baseada na cartografia portuguesa do século XVI, não um fac‑símile original.

Transportes públicos passam a ser gratuitos para residentes do Porto – Notícias ao Minuto

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Os transportes públicos para residentes no Porto serão gratuitos a partir de hoje para quem detém o cartão municipal Porto, anunciou hoje o presidente da Câmara, Pedro Duarte.

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Direita aprova “lei das burcas” na especialidade, Esquerda contra – Notícias ao Minuto

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PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS aprovaram hoje, na especialidade, com a oposição da esquerda parlamentar, um projeto conhecido como “lei das burcas”, que se destina a proibir a ocultação do rosto em espaços públicos.

Source: Direita aprova “lei das burcas” na especialidade, Esquerda contra – Notícias ao Minuto

morreu Bonnie Tyler

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May be an image of hospital and text that says "R R ALGARVE Bonnie Tyler dies, after long illness, in Faro Hospital"

Bonnie Tyler, the unmistakable voice behind ‘Total Eclipse of the Heart’ and ‘Holding Out for a Hero’, has died at the age of 75 after a prolonged illness. Her powerful voice and timeless songs defined a generation and will continue to inspire millions around the world. 💔🎵

BRUXELAS DÁ INÍCIO AO CONTROLO TOTAL À MODA CHINESA. BREVEMENTE A DITADURA DIGITAL SERÁ UMA REALIDADE, SE NINGUÉM OS PARAR

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BRUXELAS DÁ INÍCIO AO CONTROLO TOTAL À MODA CHINESA.
BREVEMENTE A DITADURA DIGITAL SERÁ UMA REALIDADE, SE NINGUÉM OS PARAR
https://www.facebook.com/reel/1032582209321265

Piloto de instrução salta de avião e deixa aluna sozinha a bordo na Argentina – CNN Portugal

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Leandro Bertazzo foi encontrado morto após o incidente, mas a aluna de 22 anos conseguiu aterrar em segurança

Source: Piloto de instrução salta de avião e deixa aluna sozinha a bordo na Argentina – CNN Portugal

estórias de Luanda

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É da minha autoria. Saiu agora, mas a divulgação ainda não chegou às livrarias. É das Edições Colibri.
Um diplomata está a diplomatar estórias do povo de Luanda, as maiombolas (magias) se desenvolvendo, kuatando (agarrando) na kijirila (amizade) de amboslados, Portugal e Angola e Angola e Portugal.
Quem divulgar este buque, vai fazer sorrir o povo, aka!

Palavras E Ideias: Uma Açorianidade Incomodante, E Uma Autonomia Mal Percebida – Diário Dos Açores

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“Eu sei – e se não soubesse a realidade histórica e mítica do Arquipélago mo lembraria – que não estou precisamente em Viana do Castelo nem em Bragança que

Source: Palavras E Ideias: Uma Açorianidade Incomodante, E Uma Autonomia Mal Percebida – Diário Dos Açores

a bronca maior das notas

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Amiguinhos, não quero ser chato, mas esta merda é uma farsa total.
É dia 8 de Julho.
O prazo para finalizar a classificação é dia 14.
A saída das notas está marcada para dia 17,
com a promessa grandiosa de que todos os alunos terão acesso à sua prova e à respetiva classificação.
Ora, isto seria lindíssimo, quase comovente, não fosse esse pequeno detalhe:
os classificadores continuam sem acesso a parte de muitas provas.
Sou classificador do exame de Português.
Para além dos problemas que me calharam diretamente,
tenho acesso, pelo fórum de supervisão, a relatos de problemas alheios.
E o cenário continua a ser delirante.
Continuam por aparecer folhas de continuação de imensas respostas.
Há folhas de continuação que, pela caligrafia e pelo contexto, parecem pertencer a provas diferentes.
Há fichas A onde é visível o nome do aluno, quebrando o anonimato
que é condição óbvia, sagrada e elementar das avaliações externas.
Há provas adaptadas sem indicação de que o são.
Os itens foram aparecendo como cogumelos,
em levas, aos soluços, sem aviso, sem calendário,
sem previsão de quando terminaria a festa.
Mas não sejamos injustos: a digitalização está completa.
Completa como Trump garantia estar obliterado o regime iraniano.
Ou seja, completíssima no comunicado, vaporosa na realidade.
Entretanto, ouço tudólogos nas televisões a perorar sobre o assunto
com o entendimento profundo de quem, uma hora depois, estará no mesmo estúdio a comentar o Cristiano Ronaldo e a bola,
com a mesma gravidade, a mesma ignorância e o mesmo microfone.
Falam de prazos, de serenidade, de normalidade, de modernização, de garantias.
Falam muito.
Sabem pouco.
Mas ocupam o espaço todo,
que é o talento nacional mais bem distribuído.
Lamento pelos alunos.
Lamento pelos pais.
Lamento pelos meus colegas.
Lamento por este país de merda onde, em 2026, nos mandam beber água enquanto a cortam,
e chamam modernização a um monte de gente fechada num armazém que envergonharia a Temu.
Isto não é uma transição digital.
É uma farsa com scanners.
Estamos fodidos.
Há quem goste.
A mim, está a aleijar-me um bocadinho.
(da página do Facebook de Jorge Pedro Ferreira)