39º colóquio da lusofonia novamente em Santa Maria | e-Global

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Os colóquios da lusofonia vão pela terceira vez a Santa Maria (depois de 2011 Homenagem a Danielde Sá e 2017 com o Prémio Nobel Ramos Horta).

Source: 39º colóquio da lusofonia novamente em Santa Maria | e-Global

mil vezes a sata vs a tap

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Anonymous participant

O voo TP1693 descolou ontem às 19:50 de Lisboa com destino à Madeira e por razões de ordem meteorológica no aeroporto de destino, regressou a Lisboa onde aterrou cerca das 23:30.
Quando os passageiros tiveram acesso aos seus telemóveis, já existia uma mensagem da companhia aérea a dizer o seguinte, “A TAP Air Portugal informa que a hora de partida do seu voo TP1685 foi alterada para as 06:50”. A seguir indica um link para consulta da reserva.
Entretanto dão um voucher de refeição e como já é normal nesta altura do ano, agravado pela hora a que chegaram a Lisboa, não há quartos vagos em hotéis para alojar os passageiros. Informam também que os lugares a bordo são os mesmos e que a bagagem de porão já foi reencaminhada para o voo das 06:50. Até aqui tudo bem, uma situação normal dentro do pacote de irregularidades em viagem.
Alguns passageiros dormiram nas cadeiras do aeroporto, outros não conseguiram dormir, mas todos com a expetativa de que dali a cerca de 7 horas “estariam” novamente sentados no avião de regresso ao seu destino.
Sim, quando eu disse “estariam”, disse bem, porque quando os passageiros chegaram a Lisboa, já cansados e alguns (muitos) já vindos de outras ligações, creio que 99% dos mesmos não abriu o tal link que constava na mensagem da TAP à chegada.
E é aqui que começa o problema. Quando de madrugada os passageiros se dirigem ao balcão da companhia dentro da área de embarque (os que ficaram no aeroporto ficaram próximos da porta de embarque), são informados que o referido voo das 06:50 era para dois (2) dias depois…sem malas, sem terem onde dormir a não ser nas cadeiras do aeroporto da área de embarques e sem terem onde fazer a sua higiene pessoal.
Os passageiros reclamaram e a funcionaria da TAP sugeriu que tentassem a lista de espera do voo TP1697 às 23:25, precisamente o último, quando existem mais voos às 10:15, 14:25, 17:00 19:10 e 22:30. Claro que todos cheios e certamente com overbookings, a cumprir com a política de há décadas desta companhia. Aos passageiros que compraram alguns artigos de higiene pessoal como escova e pasta de dentes, a funcionária da TAP informou que nestas circunstâncias não serão reembolsados.
Face ao que aconteceu com os passageiros do TP1693, leva-me a crer que a TAP continua a trabalhar nos mesmos moldes de há mais de 30 anos, ainda do tempo da nossa aerogare antiga. Voos com reservas para além da sua capacidade, quer em executiva quer em económica, (overbookings), em que os últimos passageiros confirmados a fazerem check-in ficavam no chão por já não haver lugar. Passavam para a lista de espera no(s) dia(s) seguinte(s) (recordo que nesta altura havia apenas um ou dois voos por dia). Voos cancelados por mau tempo, que só eram repostos no dia seguinte ao final da noite, depois da TAP terminar a sua operação noutros países da Europa e às vezes até dois dias mais tarde, por terem os aviões comprometidos com outros destinos. O destino Açores estava no fim da lista das prioridades da TAP. Todas as pessoas deste tempo sabem bem do que estou a falar. Nessa altura o direito dos passageiros era virtual, mas acima de tudo, a concorrência também era. A SATA Internacional, agora Azores Airlines iniciou a concorrência que não existia na altura.
Compreendo que uma grande maioria das pessoas que veem hoje para as redes sociais incitar ao “encerramento” da SATA, nomeadamente da Azores Airlines não passaram por isto, eram ainda muito jovens, não fazem a mínima ideia de como foram os tempos em que só existia os voos da TAP e por esta razão também não fazem ideia do que irão ter pela frente no dia em que a Azores Airlines não existir mais, deixar de servir os açorianos.
É perante esta situação que relatei que vejo o quanto a SATA é tão pouco acarinhada e valorizada pelos açorianos. Em alturas de mau tempo, esta companhia aérea desdobra tripulações e aviões, turnos prolongados nos aeroportos de todas as áreas de serviço, voam dia e noite para logo que a meteorologia permita, levar os passageiros até aos seus destinos. A prioridade é e tem sido desde sempre, a de servir os Açores.
Como disse em tempos alguém aqui nas redes sociais, fechem a Azores Airlines e depois vão ver o que é ficarem nas “mãos” de companhias aéreas, em que os Açores é apenas mais um destino como tantos outros. Até ao momento não vi nas redes sociais ninguém a pedir para fechar a TAP, os nossos impostos também não estão direta ou indiretamente lá? A situação financeira da TAP está melhor do que a da SATA? Ou será que o continental tem mais carinho pela TAP do que o açoriano pela sua própria companhia aérea?
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Mimi Gomes

Eu só viajo na Sata.A TAP para mim não existe.Só em último recurso!!!

Português não é para amador

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Português não é para amador
A diferença de doida e doída é um acento. Assento não tem acento. Assento é em baixo, acento é em cima. Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta. É a primeira vez que tu não vês. Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha. Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo. Vão cassar o direito de caçar de dois pais de meu país. Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração. Para começar o concerto tiveram que fazer o conserto. Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.
Realmente não é para amador.
Autor desconhecido

Português não é para amador

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Português não é para amador
A diferença de doida e doída é um acento. Assento não tem acento. Assento é em baixo, acento é em cima. Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta. É a primeira vez que tu não vês. Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha. Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo. Vão cassar o direito de caçar de dois pais de meu país. Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração. Para começar o concerto tiveram que fazer o conserto. Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.
Realmente não é para amador.
Autor desconhecido

furacão helene

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em 2012 andou aqui feito louco – para a frente e para trás, saiu e depois voltou, e agora 12 anos depois voltou mas causou o caos na Florida

After Helene in Pass-a-Grille, St. Petersburg, Florida
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José Soares A água nos Açores e no mundo

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Peixe do meu quintal José Soares

 

 

A água nos Açores e no mundo

O relatório das Nações Unidas saído por estes dias, dá enfase de que a água de garrafa plástica não é mais segura do que a da torneira.

 

As águas subterrâneas constituem a principal origem de água nos Açores, constatando-se que satisfazem aproximadamente 98% das diferentes utilizações.

O facto de algumas ilhas estarem totalmente dependentes das origens de água subterrânea para o abastecimento público contribui para sublinhar a importância dos recursos hídricos subterrâneos nos Açores. Neste contexto, a água subterrânea é um recurso natural de importância estratégica e o seu valor para a sociedade açoriana foi, desde a descoberta e povoamento das ilhas, indiretamente reconhecido pelas múltiplas utilizações deste recurso.

 

Inventário das origens de água para abastecimento, por ilha, em 2019  
Zona FUROS NASCENTES LAGOAS CURSOS_AGUA  
Fonte: DRA (Direção Regional do Ambiente)
Santa Maria 7 18 0 0  
São Miguel 8 287 0 1  
Terceira 16 54 2 0  
Graciosa 7 17 0 0  
São Jorge 2 63 0 0  
Pico 17 3 1 0  
Faial 9 45 0 0  
Flores 0 58 0 0  
Corvo 0 0 2 0  
Açores 66 545 5 1  

Ao longo dos anos, o tipo e o número de origens de água captadas para o abastecimento público para consumo humano são pouco variáveis, destacando-se apenas o caso da ilha da Terceira com a redução de 2 furos de captação de água subterrânea e 3 nascentes e o acréscimo de uma captação de água superficial em relação ao ano de 2016.

O consumo de água engarrafada tem de ser repensado, uma vez que tem impactos crescentes tanto na saúde humana como na do planeta, alerta um artigo publicado na revista científica BMJ Global Health. Estima-se que um milhão de garrafas de plástico são compradas por minuto no planeta, um número que só tende a crescer, de acordo com os autores do artigo.

“É vital que as populações e os governos compreendam que a conveniência da água engarrafada em plástico tem um custo elevado tanto para a saúde humana como para a do planeta. A água da torneira em muitos países de rendimento alto e médio-alto é não só mais segura e mais acessível, como também muito mais sustentável”, diz o docente do Instituto de Saúde Populacional de Weill Cornell Medicine do Qatar, Amit Abraham. A água da torneira é também mais ecológica. As garrafas plásticas constituem o segundo resíduo mais comum nos ecossistemas marinhos e representam 12% de toda a poluição plástica encontrada no oceano. Apenas cerca de 9% das embalagens descartadas adequadamente são de facto recicladas, uma vez que a maior parte segue para aterros sanitários ou incineradoras.

O relatório da Nações Unidas saído por estes dias, dá enfase de que a água de garrafa plástica não é mais segura do que a da torneira.

A indústria da água não pára de crescer e gera 25 milhões de toneladas de plástico, degradando recursos naturais em países onde há pouca ou nenhuma regulação, refere este relatório.

A venda anual de 350 mil milhões de litros de água tratada e engarrafada, faz da indústria uma das que mais tem ganho nos últimos anos, com enormes prejuízos para os humanos e para o planeta.

«Pode-se argumentar que, se o mundo concentrar mais esforços no fornecimento público de água encanada limpa e segura, a produção de água engarrafada pode ser reduzida, o que, por sua vez, levará à redução de resíduos de plástico. É importante lidar com a origem do problema e não com as consequências.» (Relatório das Nações Unidas).

 

jose.soares@peixedomeuquintal.com

 

 

 

 

baralhar o GPS

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O terror é GPS.
Na cidade de Chongqing, China, encontra-se um dos trocadores rodoviários mais complexos do mundo: o Trocador de Huangjuewan.
Conhecido como o terror do GPS, esta estrutura se assemelha a uma montanha russa, com 18 rampas e oito possíveis direções distribuídas em cinco níveis.
O mais alto destes níveis atinge impressionantes 37 metros de altura.
Este labirinto rodoviário é um desafio para os sistemas de navegação, pois a variedade de alturas dificulta a capacidade de localizar com precisão a posição real do veículo.
A construção dessa megaestrutura levou 8 anos e custou mais de 600 milhões de dólares.
Este trocador facilita o trânsito entre o centro da cidade e seus subúrbios, tornando-se uma obra monumental de engenharia rodoviária.
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