Galamba classificou como Segredos de Estado documentos a que todos temos acesso – ZAP Notícias

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João Galamba classificou como secretos documentos das Infraestruturas de Portugal que, afinal, são de acesso geral. O ministro das Infraestruturas classificou como segredos de Estado documentos das Infraestruturas de Portugal (IP) a que, segundo o jornal Público, muitos têm acesso no dia-a-dia.

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justiça em portugal

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O Estado caótico em que estamos em termos de Justiça, não é nada em comparação com o absoluto inferno que aí está “à esquina”.
Pode ser uma imagem de texto que diz "Um antílope estava correndo como um louco. Um elefante perguntou-lhe: "Antílope, por que você está correndo assim?" Ele respondeu: "A polícia está prendendo todas as cabras da aldeia." o elefante respondeu: "Mas você não é uma cabra!" o antílope respondeu: "Com nossa justiça atual, levarei 20 anos para provar que não sou uma cabra." Eo E elefante também começou a correr. Insegurança jurídica que vivemos hoje..."
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Marília Veloso

Seria cômico se não fosse trágico.
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Má sorte ter nascido em Portugal

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O Ciberdúvidas da Língua Portuguesa (ciberduvidas.iscte-iul.pt) fez a Abertura da passada sexta-feira com números, i.e., dando-nos dados sobre a sua atividade, muito relevantes para quem consulta este serviço com frequência, sem conseguir, no entanto, ter noção de todo o trabalho que ali se tem desenvolvido em 26 anos. Oxalá entidades com responsabilidade na educação e na cultura também considerem aqueles dados relevantes e ajam em conformidade!

Source: Má sorte ter nascido em Portugal

assustador mundo novo…..sem homem…Cientistas anunciam criação de primeiro embrião humano sintético sem óvulos e espermatozoide | Exame

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O trabalho ainda não foi publicado em nenhuma revista científica o que deve acontecer nos próximos meses

Source: Cientistas anunciam criação de primeiro embrião humano sintético sem óvulos e espermatozoide | Exame

Gonçalo Rodrigues triunfa na Sardenha – Açoriano Oriental

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O micaelense Gonçalo Rodrigues voltou a conquistar um título mundial para a Região, desta feita ao terminar no primeiro lugar em Ski Division GP4 no Grande Prémio de Itália, prova que teve lugar em Olbia, na Sardenha, entre os dias 16 e 18.

Source: Gonçalo Rodrigues triunfa na Sardenha – Açoriano Oriental

protesto aborígena

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Ronaldo lança marca de água URSU 9 com fábrica em Bragança

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A água lançada por Cristiano Ronaldo (CR7) URSU 9 falamos da fábrica “Aguas Minerares De Avila”, adquirida em 2018, e a nova unidade portuguesa que nascerá em Bragança. “

Source: Ronaldo lança marca de água URSU 9 com fábrica em Bragança

e a Ibéria aqui tão perto POR CHRYS C

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2003 – 2023

501. e a Ibéria aqui tão perto 18.6.2023

Desde que o SMO (serviço militar obrigatório) me arrancou em setº 1973, a contragosto do rincão natal ibérico (mas ainda não-europeu) rumo aos orientes exóticos, que tenho noções contraditórias sobre o mesmo. Se é certo que regressei da Australásia em definitivo em abril 1996, nunca mais olhei para Portugal ibérico da mesma maneira. Há duas imagens que se sobrepõem, a dos afetos anteriores a 1973 e a da realidade atual, de desenvolvimento do betão, de autoestradas, vias rápidas, sem vias férreas, do crescimento desenfreado urbano, da mudança de valores, paradigmas alienígenas, e dou por mim a querer preservar a visão antiga embora saiba que esses tempos não voltarão na sua simplicidade e lhaneza.

Ora foi isto que, mais uma vez, sucedeu há dias quando decidimos ir passar o 10 de junho ao norte peninsular, mais especificamente à minha mátria Bragança (mais desertificada, mais prédios abandonados e a cair, algumas novas construções). Comecei por estrear a autoestrada A4, cujo malfadado tunel do Marão tanta canseira e atraso na sua construção teve, mas que facilita (e de que maneira) as deslocações para essa ilhota isolada que o nordeste transmontano foi durante nove séculos e meio. Gostei da obra, da paisagem e da rapidez, mas passada Vila Real o movimento começou a reduzir-se (sábado, hora de almoço) tal como em tempos idos até chegar a Bragança onde vivi de 2002 a 2005, antes de me açorianizar.

Era uma visita para matar saudades desse distrito mátria onde passei as férias desde os 2 aos 17 anos, comer uma posta mirandesa no obrigatório restaurante Poças que frequento desde a década de 1960 (e era a base dos colóquios da lusofonia até 2010), onde encontrei o pessoal do costume, que tiveram a gentileza de me reconhecer mal entrei ( não ia lá desde 2010). `a espera o inefável amigo de tantas horas, Dr Eleutério M Alves, ex-diretor da Cultura da Câmara Municipal de Bragança e provedor da Santa Casa da Misericórdia no meu tempo e atualmente vice-presidente da Direção da CNIS (Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade). Com ele tagarelamos longamente, tendo recebido livros, revistas e a gentileza de nos ofertar (aos seis) o almoço em que se celebrava o aniversário da filha mais velha. Gentileza que recusei veementemente mas a idosa dona do Poças não permitiu que eu pagasse. Assim, rememoramos cenas de há duas décadas, as tropelias do meu mais novo (hoje com 27) quando frequentava a escola primária da Santa Casa. Um ato genuíno de amizade que espero retribuir quando visitar, de novo, a ilha de São Miguel lá mais para o fim de ano. A isto chamo amizade solidária. Conhecidos em Bragança tenho muitos mas amigos como este não. A visita relâmpago deu ainda para ver a velha casa no nº 19 da Rua Direita onde a minha mãe morou desde 1932 a 1939, e onde primos vários residiram enquanto faziam o Liceu em Bragança, lá continua mas agora acoplada à antiga Sinagoga no nº 23 e como nova repartição de Finanças (nº 29). Tive ainda tempo de ir espreitar o saudoso apartamento de soberbas vista para o castelo e “presépio” de São Sebastião nas Varandas do Sabor, Avenida do Sabor. Vim revigorado de memórias e de saudades, consciente de que esta poderá ter sido a minha última incursão ali e que terei de preservar na memória todos os instantes e imagens desta visita, dado que contamos ficar nesta nova pátria açoriana até que o crematório nos consuma…se antes os senhores da guerra não resolverem acabar com este planeta.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

drchryschrystello@journalist.com,

Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal LusoPress, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)

 

 

 

2005-2023

ENSINO DANTES E AGORA

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Encontrei na vida vários destes alunos. Quase todos.😃
May be an illustration of 10 people and text that says "THE SQUARE OF THE HYPOTENUSE IS EQUAL ΤΟ THE SUM OF THE SQUARES OF THE OTHER TWO SIDES. 00 c=a+b PYTHAGORAS FAKE NUMBERS! YOU'RE A SHILL FOR BIG TRIG! PYTHAGORAS RECANTED ON HIS DEATHBED. THAT'S NOT FACT IT'S ONLY A THEOREM. I'M ENTITLED ΤΟ MY OWN OPINION. THAT'S WHAT THEY WANT US Το BELIEVE! DON'T TELL WHAT Το THINK! HA! YOU TRUST MAINSTREAM MATHEMATICS? HOW MUCH DOES GEOMETRY PAY YOU TO SAY THAT? ILLUMINATI SYMBOLISM. FURTHER PROOF THAT ANCIENT ALIENS CREATED THE TRIANGLES."

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Alberto Faria

No meu/nosso tempo nem por isso…

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Adelino Ferreira Carvalho

Alberto Faria Nós não questionávamos os professores. Respeitávamo-los.

6 de junho dia da autonomia dos Açores

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500. 6 de junho dia da autonomia dos Açores 18.6.2022

Um novo tipo de feudalismo e de escravatura perpetua o fosso entre os que “têm” e os que não têm a alforria. A massificação da cultura “dita popular” versus a redução abrupta dos orçamentos culturais (artes em geral, teatro, literatura, etc.) quer perpetuar o mínimo denominador comum de iliteracia. Um povo iletrado não pode ser livre nem preserva a sua autonomia, antes permanece subjugado e submisso aos que o espezinham.

Se não fosse a bandeira azul com estrelas que se vê no aeroporto e o uso do Euro como moeda ninguém pensaria que estamos na Europa e não é pelos dois mil quilómetros que nos separam da terra firme, mas pela diferença de paradigmas de vida, pelo seu ritmo cadenciado, pelas ondas e marés e não pelos ditames da burocracia. A identidade insular é bem distinta da portuguesa e da europeia e para se cumprir falta apenas a vivência de uma autonomia plena que cortasse as amarras. Pertence o arquipélago à Europa por mera e fortuita coincidência geopolítica, mas a alma destas ilhas está equidistante de Américas e Europa. Ainda vou acabar por me naturalizar açoriano!

Aqui nos Açores tudo continua na modorra habitual sem que as pessoas se apercebam da crise, embora a citem no quotidiano linguajar, e há sempre um Santo Cristo a quem rezar, uma romaria anual para fazer, e umas oferendas em nome disto ou daquilo. Mesmo assim, os mesmos que vão ao Santo Cristo e compungidos cantam orações nas romarias são os que, ao domingo, ficam à porta das igrejas ou vão para a taberna passar o tempo do santo sacrifício da missa. Atavismos de séculos que o medo dos tremores e dos vulcões nos últimos quinhentos anos perpetuaram no ADN destas gentes, acostumadas a aceitarem todos os fados como desígnio divino. Nada fazem para mudarem o que podem e aceitam tudo aquilo que não podem mudar, mas ao contrário dos Alcoólicos Anónimos não sabem a diferença. Pelo contrário, dão seguimento ao bom ditado de Salazar “dar a beber vinho é alimentar um milhão de portugueses” …e se batem na mulher e filhos não é por causa do álcool, mas por herança genética.

Curiosa terra em que nada parece passar-se centrada nas nove ilhas diferentes e separadas como sempre estiveram, por bairrismos ancestrais. Aqui viveram muitos revolucionários e grande parte da história de Portugal passou por aqui ou aconteceu aqui (embora quase ninguém o saiba), desde a oposição ao reino dos Filipes às guerras liberais e ao 25 de abril tudo se passou aqui, mas hoje com esta pretensa autonomia não vislumbro homens capazes de libertarem Portugal que tem a (injusta) fama de brandos costumes e a prática de muitas aleivosias, alevantes populares, revoltas e revoluções, apaga-se lentamente da lista das civilizações tal como os Maias, Astecas e tantas outras que um dia dominavam grandes partes do universo habitado e conhecido … … e eu aqui sem nada poder fazer a não ser cronicar esta morte há muito anunciada.

Adoro este país em que vivo, não só pelo sol abundante, que na maior parte dos anos nos chega de borla, como pela riqueza das suas paisagens variadas de norte a sul, e pelo mar adentro até aos arquipélagos da Madeira e Açores. No entanto há pequeninas coisas que podiam ser melhoradas, uma delas é a IMPUNIDADE, ninguém é condenado (e se for é com pena suspensa, que as cadeias estão cheias e a abarrotar e não convém meter lá gente fina que teve um deslize ou outro, mesmo que seja de uns milhões.)

No entanto, o povo demonstra uma total incapacidade, insensibilidade e inépcia de mobilização para o roubo descarado feito pelo governo na saúde, educação, justiça, nos vencimentos, nos subsídios, e nas regalias que ao longo de décadas foram penosamente conquistadas. Queixa-se nos cafés, que mal frequenta já pois nem dinheiro têm para a bica, queixa-se no ciberespaço, algumas desgarradas manifs de rua que para nada servem, em greves a que não aderem para não perderem mais dinheiro, mas quanto a fazer uma magistral manif que faça tremer o governo, lá isso não sabe fazer, manda umas vaias e assobios em público, faz uns cartazes ou manda umas bocas foleiras que podem dar cadeia ou indemnização. Um povo de mansos e vacas chocas, sem espinha vertebral que vai continuar sempre a votar nos mesmos que o defraudaram e roubaram ao longo destes anos da dita democracia, enquanto se diz saudoso de líderes salazarentos honestos que mantiveram o país num feudalismo medieval, de analfabetismo, fome, futebol, Fátima e Fado.

O mundo agita-se em vários países e continentes, mas em Portugal “no pasa nada”, tudo calmo e tranquilo apesar dos 402 políticos com pensões vitalícias custando 6,4 milhões de Euros, e inúmero reformados a ganharem fortunas em posições executivas. Crê-se que Portugal é dos que mais reformados ativos tem, mesmo os que se aposentaram por baixa médica de incapacidade, mas que saltaram para uma empresa ou outra a auferir milhões ….

Portanto, aparte aquele problema da impunidade, que me incomoda, e facto de os portugueses serem um povo pacífico que todos os dias lê (imensos jornais desportivos e magazines cor de rosa), vê todas as telenovelas possíveis até se deitar exausto, não perde um jogo de futebol, não vejo por que razão não deveria eu gostar deste país. Só se for por ser contra as touradas….

Há aspetos positivos, os céus enviaram-me um pôr-do-sol espetacular. Mais um, que desta falsa espreito à janela por sobre a Bretanha até se deter devagarosamente no meio do oceano, lá onde eu costumava ver a minha ilha mítica, chamada Autonomia, que mais ninguém jamais viu ou anteviu. Desde o início da minha estadia nos Açores, sempre pautei a minha posição pessoal pela defesa de uma verdadeira autonomia do arquipélago, em vez deste arremedo de autonomia envergonhada em que se vive, dependente do bom humor de quem está sentado na cadeira do poder em Lisboa. A visão açoriana do mundo é de tal forma paroquial que este arquipélago dificilmente seria independente, nem haveria gente suficiente e com “cojones” para o tentar. É uma utopia pensar nela pois não haveria gente com capacidade de aproveitar a riqueza da zona marítima exclusiva (afinal só foi descoberta ao fim de 37 anos de autonomia…) nem as outras potencialidades exclusivas dos Açores (se calhar não dava votos e não se fez nada por causa dessa necessidade que os políticos têm de se agarrarem ao poder através do voto popular). Depois haveria outro problema grave, quase todos vivem de subsídios e nada sabem fazer sem eles…vai ser difícil desabituá-los …. Curiosamente, acusam as 8 ilhas de estarem contra São Miguel da mesma forma que São Miguel acusa Lisboa…a macrocefalia de PDL é igual à de Lisboa salvaguardadas as respetivas escalas.

Se fizessem um referendo, a autonomia perdia esmagadoramente pois é melhor culpar o Governo de Lisboa do que os sucessivos governos regionais e estes mantêm-se como os de Lisboa graças aos seus clientes, deveríamos dizer fregueses pois isto não passa de uma grande freguesia, e quando há desacordo ou é porque eu não sou de cá ou porque tu vives fora e não estás bem informado… Entendo a autonomia dos Açores (passada, presente e futura) como consequência do feudalismo arreigado que dominou as ilhas por séculos e hoje surge a outro nível e com outras roupagens. Mas a que imagino não é a que os políticos decidiram que nós teríamos.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

drchryschrystello@journalist.com,

Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal LusoPress, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)

 

 

 

 

 

 

ensino apropriado

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Delícia:
“Gillian é uma menina de sete anos que não pode sentar-se na escola. Ela se levanta continuamente, se distrai, voa com pensamentos e não segue lições. Seus professores se preocupam com ela, castigam-na, repreendem, recompensam as poucas vezes que ela está atenta, mas nada. Gillian não sabe sentar-se e não pode estar atenta.
Quando ela chega em casa, a mãe dela também a castiga. Então, não só a Gillian tem más notas e castigo na escola, como também sofre deles em casa.
Um dia, a mãe de Gillian é chamada para a escola. A senhora, triste como alguém esperando más notícias, pega na mão dela e vai para a sala de entrevista. Os professores falam de doença, de um distúrbio óbvio. Talvez seja hiperatividade ou talvez ela precise de um medicamento.
Durante a entrevista chega uma professora antiga que conhece a menina. Ele pede a todos os adultos, mães e colegas, que o sigam até uma sala adjacente de onde ela ainda pode ser vista. Quando ele sai, ele diz a Gillian que eles estarão de volta em breve e liga um rádio antigo com música.
Enquanto a menina está sozinha no quarto, ela imediatamente se levanta e começa a se mover para cima e para baixo perseguindo a música no ar com os pés e o coração. O professor sorri enquanto os colegas e a mãe olham para ele entre confusão e compaixão, como muitas vezes se faz com o velho. Então ele diz:
“Vês? A Gillian não está doente, a Gillian é uma dançarina! “
Ele recomenda que sua mãe a leve a uma aula de dança e que seus colegas a façam dançar de vez em quando. Ela assiste à primeira aula e quando chega em casa diz à mãe:
“Todo mundo é como eu, ninguém pode sentar lá! “
Em 1981, depois de uma carreira como dançarina, abrindo a sua própria academia de dança e recebendo reconhecimento internacional pela sua arte, Gillian Lynne tornou-se a coreógrafa do musical “Cats”. “
Espero que todas as crianças “diferentes” encontrem adultos capazes de acolhê-las por quem são e não pelo que lhes falta.
Viva as diferenças, a ovelhinha negra e os incompreendidos. São eles que criam beleza neste mundo.”
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Rosa Moniz Mota Vieira

Que lindo, Ana Isabel !
Obrigada por me deliciares com essa magnífica lição. Um beijinho.
Ana Isabel D’Arruda

Rosa Moniz Mota Vieira é realmente uma lição. Já tive algumas assim e com 6 anos andaram no meu colo. O que a história não diz é que estas crianças sofrem de solidão e de tristeza.
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