Fotopátria pelo Presidente Marcelfie

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Fotopátria pelo Presidente Marcelfie
‹‹ (…) Sobre os Presidentes que temos tido em democracia, são sabidas duas coisas: que todos buscam um segundo mandato, mesmo que insinuem não o querer; e que todos fazem um segundo mandato diferente do primeiro.
No primeiro, tratam de estabelecer um estilo, tão popular e familiar quanto possível, mostrando-se ao país e ao povo próximos, atentos e preocupados, mas deixando o Governo em paz, a menos que seja este a enfiar-se em atoleiros sem solução.
No segundo mandato, porém, os Presidentes começam aos poucos a mostrar os dentes, ou porque estão fartos do seu papel secundário, ou porque querem deixar uma marca, ou porque se prestam a servir o partido de onde vêm.
No lugar onde estão e próximos do fim da sua vida política, os Presidentes podiam aproveitar os segundos mandatos para convocar o país e os decisores a pensar no futuro e nas grandes questões que o país terá de enfrentar, desligando-se momentaneamente das querelas do dia-a-dia. Mas se algumas vezes isso é referido de passagem e de forma vaga em discursos ao vento, no essencial o que temos visto é eles a deixarem-se arrastar pela política partidária, seguramente a menos nobre das suas funções.
Marcelo caminha a passos largos para não ser excepção à regra. No estilo, ficou refém de um hiperprotagonismo que só a ele não cansa e que só ele parece não ver o quanto desgasta e descredibiliza a sua função e cada intervenção que faz.
É absolutamente surreal que em cada encontro de rua com populares ou jornalistas — alguns dos quais forçados por ele próprio — Marcelo se dedique a elaborar sobre a dissolução da Assembleia, a queda do Governo ou a demissão de ministros, como se estivesse a jogar “Monopólio”.
É doentia e desagradável de ver a sua obsessão com a popularidade, oferecendo-se como Presidente Marcelfie a cada ajuntamento de mais de duas pessoas, mesmo quando à sua frente caminha o primeiro-ministro a ser insultado pelos mesmos populares: Ramalho Eanes ou Mário Soares não o teriam feito.
Mas é sobretudo no indispensável combate ao populismo e à demagogia — de que ele não pode de forma alguma ausentar-se — que eu o vejo a passar ao largo da sua obrigação neste segundo mandato. Ele, que tão bem soube, no primeiro mandato, aproveitar a popularidade de que dispunha, para silenciar os populismos antidemocráticos, agora não entende que esta é a hora de usar a autoridade que lhe advém do cargo para voltar a silenciá-los.
Pelo contrário: sabendo ele que há muitos que confundem o estado da democracia com o estado da economia e com o seu próprio bem-estar, e que lhes é indiferente que haja uma epidemia planetária ou uma guerra na Europa que tudo condicione, olhar para os bons indicadores da conjuntura económica e dizer e repetir que “boa economia não é sinónimo de boa política”, pretende o quê, a não ser fornecer novos argumentos para a declarada e militante insatisfação geral?
Alimentar simpatias para com reivindicações profissionais e sindicais que sabe não serem financeiramente comportáveis pretende o quê, a não ser minar o campo de batalha onde está o Governo e ele não tem de estar? Falar da “riqueza” do país, sabendo que não somos e nunca fomos um país rico e que só deixando de acreditar que existe um Estado rico num país que o não é que a todos poderá assistir é que poderemos avançar, destina-se a quê a não ser perpetuar as ilusões e as insatisfações?
Talvez não seja de exigir a Marcelo que tenha a coragem de repetir a célebre frase de Kennedy, que tão bem caracteriza os países que se fazem de baixo para cima — (“Não perguntes o que o teu país pode fazer por ti; pergunta o que podes tu fazer pelo teu país.”) — mas, pelo menos, que tenha a coragem de não cavalgar as sondagens sobre os impossíveis que os portugueses gostariam de ouvir.
Que escolha o caminho mais difícil e pedagógico. O da verdade, talvez. Que não valemos mais do que aquilo que valemos e que não pode ser sempre e só por culpa “deles” que, com tantas ajudas e tão poucas catástrofes comparados com tantos outros, vamos ficando sempre para trás.››
[Miguel Sousa Tavares , “Expresso”, 16/06/2023]
Pode ser arte pop de telefone, poster, tablet e texto
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duas cabeças na mochila

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ULTIMA HORA.
Notícia de última hora
A PSP de Angra de Angra do Heroísmo encontrou duas cabeças na mochila de um passageiro da Praia da Vitória.
Segundo as autoridades, um jovem com uma mochila às costas, saiu da Praia da Vitória e tomou um autocarro que ia no sentido Angra do Heroísmo. Quando o autocarro começou a andar, logo o pessoal sentiu um odor muito forte que saía da mochila do rapaz. De tão forte que estava aquele cheiro, fez com que os passageiros suspeitassem algo. Então ligaram para a PSP que casualmente trafegava no Porto Judeu. A PSP obrigou o condutor a parar o veículo e revistou todos que estavam dentro da urbana. Logo de seguida um agente da PSP levou um susto ao abrir uma das mochilas e encontrou duas cabeças que o rapaz de nome não divulgado ainda, levava na mochila. Ao examinar com cuidado, o agente da autoridade constatou que era uma cabeça de alho e outra de cebola.
Grato pela atenção dispensada e agora pode continuar o que estava a fazer ..
Ler faz bem.

Novak Djokovic and his wife Jelena enjoy a vacation in the Azores. – Tennis Tonic – News, Predictions, H2H, Live Scores, stats

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Novak Djokovic has taken a break from tennis to spend time with his family in Portugal at the Azores.

Source: Novak Djokovic and his wife Jelena enjoy a vacation in the Azores. – Tennis Tonic – News, Predictions, H2H, Live Scores, stats

mar

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AINDA O MAR
Regresso a este tema porque ele me parece demasiado importante.
A verdade é que, das duas uma, ou nós, os ilhéus de nascimento ou de adopção, que sabemos que o mundo é feito de água e de terra, fazemos o que podemos, e mais do que isso, para reduzir a ignorância geral sobre o mar e as relações profundas entre o mar e a terra, ou nos deixamos levar pela corrente de todos quantos, habitando em terra, visitam o mar, o comentam, lhe cantam poemas, mas não o percebem nem incluem no seu quotidiano.
Há muitos anos, estando a dar aulas na Escola do Magistério Primário de Angra do Heroísmo, perguntei a um aluno o comprimento aproximado da ilha de São Jorge. O raciocínio maravilhou-me:
“O Espírito Santo navega a tantos nós por hora, quando vai pelo canal entre o Pico e S. Jorge, demora tanto tempo entre o Topo e Calheta, se não parar em nenhuma fajã, a Calheta fica mais ou menos a meio da ilha, passando isso a quilómetros e dobrando a distância… é à volta de 50 de comprimento”.
Por certo repararam que o olhar sobre a terra foi feito a partir do mar e que o raciocínio saltava entre a água e o chão seco, com a agilidade e naturalidade de quem vê o mundo assim mesmo.
A questão que gostaria de deixar aqui, é a de que cantar loas ao mar, ou visitá-lo, para recolher plásticos em esforços de fim de semana, não basta.
Quando era pequeno, a gente aprendia coisas imensas acerca do mar. Saber da chuva a chegar, porque tinha ficado subitamente cinzento, ali, um bocadinho à direita, perceber se o peixe estava fresco, pelos olhos, apanhar ou não caranguejos, porque “esse é pequenino, deixa ficar para crescer”
O mundo estava povoado de coisas simples e ensinamentos vários, nascidos de uma vizinhança próxima, informada, relacional.
Agora, se é verdade que falamos dele, o facto é que, olhando os livros de ensino de agora, vejo demasiada distância, demasiado respeito biológico, demasiado conhecimento, mas menos sabedoria.
É mais fácil e frequente alguém saber coisas acerca de um canguru e de como nasce e cresce, do que acerca de uma baleia, de um cavalo-marinho, de um peixe voador ou de uma tartaruga.
E, no entanto, eles andam por aí próximo, muito mais que um canguru ou uma zebra. Só que permanecem ao lado de grande parte dos percursos escolares, por culpa de ninguém e de todos, porque deixamos que assim aconteça.
Acredito que é possível explicar matemática e física, conversar filosoficamente, cantar em francês ou inglês, elaborar um raciocínio ecológico não piegas, mas eficaz, inclusivo e fresco de ideias, com mar e terra à mistura. Sempre acreditei nisso e que devia ser uma coisa tão natural como respirar. Só falta levar à prática, mas isso temos de ser nós a fazê-lo.
(Publicado no Diário Insular e Açoriano Oriental de ontem, dia 17 de Junho de 2023)
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Elon Musk quer colocar implante cerebral num humano ainda este ano (voluntários?)- SIC Notícias

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Ao instalar chips no cérebro humano, o objetivo do bilionário é permitir que o cérebro e os computadores comuniquem diretamente. O objetivo a médio prazo é o de ajudar pessoas paralisadas.

Source: Elon Musk quer colocar implante cerebral num humano ainda este ano – SIC Notícias

MORREU MULHER DO 1º MINISTRO (TIMOR)

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Morreu mulher do primeiro-ministro timorense, ex-candidata presidencial
Díli, 18 jun 2023 (Lusa) – A mulher do primeiro-ministro timorense e ex-candidata presidencial, Isabel da Costa Ferreira, morreu hoje vítima de cancro, informou a equipa médica que lhe estava a prestar assistência.
“A equipa médica do Hospital Nacional Guido Valadres que tem estado a dar apoio médico à senhora Isabel da Costa Ferreira, informa a todos que a senhora Isabel da Costa Ferreira faleceu hoje às 20:48, vítima de um cancro”, disse um porta-voz da equipa numa mensagem de vídeo partilhada pela página oficial do primeiro-ministro Taur Matan Ruak no Facebook.
Natural de Same, Isabel da Costa Ferreira, que cumpriu em abril 49 anos, era jurista, política, ex-deputada e foi candidata nas eleições presidenciais de 2022.
A segunda mais nova de 13 irmãos estudou Direito na Indonésia e dedicou grande parte da sua vida aos temas dos direitos humanos, denunciando violações cometidas durante a ocupação indonésia.
Foi coordenadora-geral da organização não-governamental Contras Timor-Timur (entre 1998 e 1999) e diretora da Comissão de Direitos Humanos Timor-Loro Sa’e (CDHTL) em 1999-2001.
Foi deputada da Assembleia Constituinte, pela União Democrática Timorense (UDT) e, depois da restauração da independência, em 20 de maio de 2002, assumiu vários cargos, incluindo vice-presidente da Cruz Vermelha em Timor-Leste e conselheira de Direitos Humanos do primeiro-ministro, entre 2001 e 2006.
Foi vice-ministra da justiça, assumindo outros cargos no Governo desde aí.
Isabel da Costa Ferreira e Taur Matan Ruak casaram-se em maio de 2001 e o casal teve três filhos.
ASP // CSJ
Lusa/Fim
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Joana Ruas

Deus a tenha.O meu abraço solidário a S.Exª Taur Matan Ruak e sua família.
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LUÍS AGUIAR-CONRARIA REFUTA MIGUEL SOUSA TAVARES

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Luís Aguiar-Conraria responde ao artigo de Miguel Sousa Tavares, no Expresso da semana passada.
Na última edição, Miguel Sousa Tavares dedicou a sua coluna às reivindicações dos professores. Deteve-se nos 6 anos, 6 meses e 23 dias de serviço que permanecem por contar e deu voz a muitos portugueses ao dizer que essa reivindicação não faz sentido porque o Estado português foi à falência e porque, na comparação com outros sectores de atividade, os professores não foram particularmente prejudicados.
Sousa Tavares comete alguns erros de pormenor, como dizer que os professores não sofreram cortes salariais — não só sofreram como os cortes foram reforçados com a perda dos subsídios de férias e de Natal, posteriormente consideradas inconstitucionais, mas nunca devolvidos —, ou falar em contagem retroativa do tempo de serviço — não é o caso, exige-se a contagem integral, mas apenas com implicações para o futuro —, mas a sua questão é ética. Argumenta que há um problema de equidade com os restantes funcionários públicos, que também viram as suas carreiras congeladas e não as recuperaram — o que é verdade para algumas carreiras especiais, mas não para a carreira geral, que teve o seu tempo de serviço reposto. Apesar das imprecisões, é verdade que outras classes profissionais sofreram bem mais. Houve quem fosse parar ao desemprego e nunca recuperasse o salário anterior, quem emigrasse, quem fosse à falência, etc. A haver indemnizações, argumenta, estes teriam bem mais direito a elas.
Repor o tempo de serviço dos professores terá um custo anual de €330 milhões. Face ao desencontro entre procura e oferta, é uma bagatela
Entendo a indignação. E junto outra: as greves nas escolas lançaram muitas delas no caos, o que, depois dos anos de pandemia, é um crime sem perdão. São centenas de milhares de crianças com um futuro pior por causa do caos causado.
Mas, por mais questões éticas que levantemos, não se pode querer governar contra a lei da oferta e da procura. Lamento, governar contra ela é como construir aviões sem respeitar a lei da gravidade. Podemos achar pouco ético que os aviões caiam, mas, se a sua conceção e construção não respeitar a lei da gravidade, caem mesmo.
Não há professores suficientes. Há milhares de alunos sem todos os professores. A escassez agravar-se-á com as dezenas de milhares de professores que se reformarão nos próximos anos, porque são poucos os jovens inscritos em mestrados que deem acesso à profissão. Para ver a dimensão do desequilíbrio, basta olhar para a Matemática. Até ao final da década, só para o Ensino Secundário e o terceiro ciclo do Básico, é necessário contratar mais de 1500 professores. No ano passado, inscritos em mestrados que dão acesso à docência de Matemática eram 53. A procura excede não sei quantas vezes a oferta. Por mais considerações éticas e morais que se façam, um desequilíbrio destes só se corrige aumentando os preços, ou seja, os salários. É a TINA: There Is No Alternative to improving the salary conditions of teachers.
Seja porque ensinar se tornou muito desagradável por causa da burocracia absurda a que os professores estão sujeitos, ou porque não estão para ser tratados como tarefeiros nas escolas, ou porque o prestígio da profissão está nas ruas da amargura, ou seja pelo que for, a verdade é que a carreira não atrai ninguém. E precisa de atrair dezenas de milhares de novos docentes para substituir as dezenas de milhares que se reformarão.
Os professores podem estar a perder a opinião pública, permitindo a António Costa não ceder muito sem grandes custos políticos. Mas o problema ficará por resolver. Claro que há outras formas de aumentar a oferta de professores. Pode-se tornar a profissão mais agradável: resolvendo o drama dos que andam de casa às costas durante décadas ou diminuindo a burocracia a que estão sujeitos e os relatórios que têm de fazer, podendo concentrar-se no que gostam, ensinar. Pode-se modificar as qualificações necessárias, por exemplo, deixar de exigir um mestrado em educação, aceitando outros e remetendo a formação pedagógica para as escolas, talvez recuperando os estágios pedagógicos com turma atribuída, que já existiram no passado. Ou até reduzir as qualificações necessárias, o que nem seria inédito — a figura das regentes das escolas primárias foi criada para lidar com a insuficiência de professores no Estado Novo.
Com uma escassez tão grande, é, contudo, muito improvável que medidas como as descritas acima sejam suficientes. As últimas contas indicam que repor o tempo de serviço dos professores terá um custo anual de €330 milhões. Face ao atual desencontro entre procura e oferta, é uma bagatela — tanto assim é que nos Açores e na Madeira o problema está resolvido há muito. Aliás, suspeito que serão mesmo insuficientes. Para as necessidades que temos, ou investimos bem mais nas carreiras dos professores ou mais vale desistir da escola pública. Tem o seu quê de irónico que seja um Governo socialista a fazê-lo. Mas a ironia não resolve nada.
LUÍS AGUIAR-CONRARIA – Professor de Economia da Universidade do Minho
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MIGUEL SOUSA TAVARES NÃO GOSTOU NADA DE RABO DE PEIXE

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37 m
Depois de tanta promoção, lá fui espreitar o “Rabo de Peixe”, a segunda produção portuguesa a ter honras de Netflix. E, tal como com a primeira, a decepção foi absoluta. Os velhos e maus hábitos do cinema português persistem, nada aparentemente se tendo aprendido com as boas experiências alheias. Uma história muito mal desenvolvida, com ligações por fazer ou sem sentido, uma incapacidade recorrente de conseguir contá-la através só dos actores, lá tendo de vir o inevitável e pré-histórico narrador, descrevendo até emoções e sentimentos dos personagens, e, por fim, claro, também o incontornável som digno dos tempos do cinema pós-mudo. Lastimável mistura entre som ambiente e som directo, inenarrável captura do som das falas, não se percebendo nada do que os actores dizem, excepto os palavrões, que, talvez para compensar, são gritados e frequentes. Caramba, como é ainda possível fazer-se tão mal? E como não há um crítico que se atreva a dizê-lo? OK, esta é a minha opinião e de quem só esforçadamente aguentou dois episódios, mas há-de haver alguém mais que pense o mesmo. Ou não: aquilo é magnífico?
Miguel Sousa Tavares escreve de acordo com a antiga ortografia
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reset

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【A CAUSA DAS COISAS】
Quando derrubarem a última estátua, quando o teatro for proibido, quando o último livro for queimado e o último museu encerrado, é sinal de que alguém terá o livre arbítrio de fazer o “RESET” à humanidade.
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Há quem ache que falta de educação é quem fala palavrões ou calão ou quem não sabe usar convenientemente os talheres ou os copos.
Para mim, falta de educação é outra coisa. Falta de educação é a arrogância de tratar as pessoas de diferentes formas de acordo com o benefício que lhe podem trazer ou de acordo com a posição social que ocupam.
Falta de educação é a falta de caráter. Dizer uma coisa e fazer outra. Falta de educação é quem não respeita o trabalho do outro, é ter fal…

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