Imobiliária da portuguesa Carla Luís e do colombiano Juan Camilo Amaya está a construir um empreendimento residencial em Gaia com moradias à venda a partir de 1,3 milhões de euros.
Christine Ourmières-Widener enviou um email de despedida aos trabalhadores da TAP onde destaca que a palavra mais importante que aprendeu nos dois anos ao leme da companhia portuguesa foi “saudade”.
Há portugueses em Macau com raízes em Freixo de Espada à Cinta, terra transmontana muito ligada ao antigo território português a oriente – por razões históricas e familiares. Por isso, é convicção do historiador Jorge Duarte que Macau e Freixo de Espada à Cinta se deviam aproximar. Missionários, familiares e até um navegador, de Freixo […]
Alexandre Campos Ramírez (1919 – 2007) foi o poeta, inventor e editor anarquista que em 1937 inventou os matraquilhos (futebol de mesa)
Originário de Fisterra (Finisterra, Galiza) foi ferido quando a sua casa foi bombardeada pelas tropas fascistas durante a guerra civil de Espanha. Quando convalescia ele teve a ideia de um jogo de futebol de mesa ao aperceber-se que ele e os seus colegas republicanos feridos nunca mais jogariam futebol devido aos ferimentos sofridos.
Desculpem a insistência neste assunto mas a passividade das autoridades e dos proprietários levam-me a insistir nele. Uma casa desabitada e à venda na rua da Cruz, desta cidade, perto de vários escritórios, estabelecimentos e moradias é invadida por vadios e tóxico dependentes. Numa primeira fase, liga-se para a Polícia e para imobiliária e alguns dias depois mandam tapar as portas vandalizadas com blocos e a questão parecia resolvida. Ficavam apenas as portas de ferro e vidro do antigo Baú que pareciam difíceis de arrombamento. Passado dois meses, vejo a porta arrombada, certamente com um pé-de-cabra e diversos indivíduos a entrar, a defecar e urinar junto da porta com esgoto para a rua acompanhado de cheiros característicos de tais substâncias. Lá liguei à Polícia e para a imobiliária, há oito dias e o resultado foi nulo até agora. Da Polícia dizem-me que mandariam uma patrulha. Da imobiliária informaram-me que já denunciaram a situação à empresa proprietária. Os assaltantes porém são agora mais e fecham-se por dentro com uma tábua que engata a porta e tapam as montras de vidro com largos papelões. Tudo bem se não houvesse perigo para ninguém. Mas se um daqueles marginais resolver drogar-se e fumar ao mesmo tempo, e pegar fogo naquele velho edifício, quantas das casas anexas vão escapar ao incêndio? Quantas vidas humanas se perderão por incúria dos responsáveis? O meu escritório, há muitos anos, foi assaltado 7 vezes. Queixas, participações, etc. levaram a um julgamento duma criança de 16 anos de que desisti, optando por fechar com grades o rés-do-chão. Depois assaltaram o primeiro andar, entrando pela varanda do vizinho. Mais grades e, a partir daí, a coisa amainou até que puseram à venda o Baú. Que fazer? Uma democracia não pode ser um regime de cobardes e esquecidos. Mudem a lei, deem legalmente mais poderes à Polícia e aos tribunais antes que isto acabe mal