Aviões aterram no aeroporto de Beja sem controlo alfandegário por falta de pessoal – Observador

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Situação no Aeroporto de Beja dura há vários anos e põe em risco o controlo da fronteira externa de Portugal e da União Europeia. O posto aduaneiro está a funcionar sem pessoal permanente.

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Milhares de manifestantes gritam “Costa escuta, o povo está na rua” no Porto

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Com a promessa de “não parar” e a gritar “Costa escuta, o povo está na rua”, milhares de manifestantes chegaram ao Palácio de Cristal, no Porto, onde hoje no interior decorre a festa de 50.º aniversário do PS.

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Tomás Pereira, o capítulo português da história `proibida` entre China e Rússia

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Na história da relação entre China e Rússia, que hoje assume importância geopolítica global, um jesuíta português desempenhou outrora um papel central, ao liderar as negociações do primeiro acordo fronteiriço entre os dois países vizinhos.

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O país mais feliz do mundo tornou-se um inferno de traficantes de droga

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A Costa Rica é conhecida há anos como um país pacífico e feliz, mas nos últimos tempos tornou-se um importante centro de tráfico de drogas.

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Bonitas mas perigosas: caravelas portuguesas invadem areais dos Açores | TVI Notícias

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Nos Açores começaram a dar à costa milhares de caravelas portuguesas, um fenómeno que se tem repetido nos últimos anos e que é mais uma vez impressionante, despertando a curiosidade de locais e de turistas. Porém, é preciso cuidado: o contacto com a pele provoca queimaduras. Os especialistas justificam o aumento desta espécie com as alterações climáticas e o aumento da temperatura da água.

Source: Bonitas mas perigosas: caravelas portuguesas invadem areais dos Açores | TVI Notícias

 

https://tvi.iol.pt/noticias/videos/acores/bonitas-mas-perigosas-caravelas-portuguesas-invadem-areais-dos-acores/644523c40cf2dce741b5f6e4

HOSPEDEIRAS DA TAP

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AS HOSPEDEIRAS
Sim, era assim que se chamavam quando tudo começou. Nos anos 50 e 60 a TAP empregava Hospedeiras e só em finais da década de 60, princípios de 70, lhes trocaram o nome para Assistentes de Bordo. Confesso que preferia a primeira versão, tal como preferia ser Mecânico de Voo (eu fui) em vez de Operador de Sistemas ou Técnico de Voo, como passaram a ser chamados após o 25 de Abril de 74. Isto para não falar nos bagageiros que se tornaram Operadores de Rampa e de muitas outras categorias que mudaram de nome assim do pé para a mão.
Mas voltemos às Hospedeiras.
Nas décadas de 50 e 60, entrando ainda pela década de 70, ser Hospedeira era o sonho quase inatingível da maioria das jovens portuguesas. A profissão era recente e carregava consigo um “glamour” que não estava ao alcance da esmagadora maioria das mulheres daquela época na sua maior parte destinadas a serem mães e a tornarem-se donas de casa, tal como o foram suas mães e avós.
Ser Hospedeira significava viajar, conhecer o mundo, ter acesso ao que de melhor se fazia em termos de Cultura, Desporto, Moda, Gastronomia, etc. Significava em suma ter mais de dez anos de vantagem sobre o resto da sociedade portuguesa que até meados da década de 70 continuava retrógada, conservadora, inculta e pouco civilizada.
Mas não era fácil conquistar este tipo de emprego. De uma forma geral as Hospedeiras eram recrutadas nos estratos superiores de uma classe média que continuava a ter uma série de preconceitos em relação à liberdade das mulheres. Quem arriscava mandar uma filha para os aviões imaginando que ela podia “perder-se” nas praias do Rio de Janeiro, nos bares de Amsterdam ou nas avenidas de Nova Iorque? E aqueles galfarrões dos pilotos e comissários de bordo? Um perigo, toda a gente sabia.
Para começar era preciso saber línguas. Francês e inglês, pelo menos. Alemão, espanhol e italiano poderiam ajudar e às vezes ajudavam. A cultura geral era decisiva; as candidatas prestavam provas que poderiam comparar-se aos concursos que hoje se fazem nas TVs. Tinham que saber um pouco de tudo. E sabiam. Posso aqui acrescentar que ao longo dos 36 anos em que trabalhei na TAP conheci entre as Hospedeiras / Assistentes de Bordo algumas das mulheres mais interessantes de Portugal. Gente da Cultura, das artes, do desporto, do espectáculo, das aventuras, da Ciência, do esoterismo, da tecnologia e sei lá mais o quê. Personagens fascinantes, cada uma à sua maneira.
Voltando às candidaturas, o aspecto físico não podia ser descurado. Parecia que os examinadores tinham ido buscar a Vinicius de Morais o verso fatídico: “as feias que me perdoem mas na mulher beleza é fundamental”. E era. Algumas das mulheres mais bonitas e elegantes de Portugal eram então Hospedeiras da TAP. Não havia candidata a Miss Portugal que não quisesse vir a ser Hospedeira, era o sonho de todas. Poucas conseguiam.
Mas a parte negativa também era pesada. Além dos preconceitos de que já falei havia outras barreiras, algumas das quais intransponíveis. Para começar as jovens deviam trazer três cartas de recomendação assinadas por gente “de respeito”, os chamados abonadores que garantiam a qualidade ética e moral das candidatas.
O pior eram as condicionantes profissionais. No início (anos 50) as Hospedeiras ganhavam menos que os Comissários de Bordo e não tinham acesso a lugares de chefia. Não podiam ser casadas e estavam impedidas de ter filhos, coisa impensável nos dias de hoje.
Mas voltemos ao lado luminoso da vida. Até finais da década de 70 namorar uma Hospedeira (Assistende Bordo, pronto) era um luxo a que quase todos os homens se candidatavam; dava boa reputação e provocava as maiores invejas. Não admira. Era ver algumas discotecas de Lisboa onde constava que as Hospedeiras apareciam: abarrotavam de gente, homens principalmente, e tinham sempre a melhor música acabada de sair em Londres ou Nova Iorque. E que dizer do Hotel Continental, em Luanda, onde o tráfego de carros desportivos em modo de show off era tanto que às vezes era preciso sinaleiro?
Mas infelizmente não há bem que sempre dure, tudo tem um princípio e um fim.
Quando entrei na TAP, em 1971, as coisas estavam a começar a mudar. Viajar já não era um privilégio só para alguns. A introdução dos Boeing 747 com capacidade para mais de 400 passageiros deu início à massificação do transporte aéreo e em consequência as profissões associadas à aviação comercial começaram também a banalizar-se. O tal “glamour” que durante décadas se colava que nem uma luva aos tripulantes da TAP começou a dissipar-se. Tornámo-nos todos pessoas “normais” ou quase.
Ficaram as memórias: as viagens, as aventuras, os amores e desamores, as tristezas e alegrias, as fadigas e as folgas, enfim, experiências riquíssimas que moldaram centenas de vidas e que não mais se repetirão.
————————
Dedicado às meninas do meu tempo, aquelas que durante trinta e seis anos nunca trocaram o “Zezinho” do princípio pelo “senhor Comandante” que viria depois.
Publicado originalmente em 2017
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QUE SERVIÇOS RELEVANTES????CONDECORAÇÕES DE CHACHA

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O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou a primeira-dama brasileira, Rosângela da Silva, a Janja, com a Grã-Cruz da Ordem Infante D. Henrique.
Esta ordem honorífica portuguesa é destinada a “quem houver prestado serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, assim como serviços na expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, da sua história e dos seus valores”.
O grande serviço de Janja foi ter-se casado com um senhor 21 anos mais velho, que estava prestes a regressar à presidência do Brasil.
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REP CENTRO-AFRICANA

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Recebi há poucos minutos esta foto de Bangui, capital da República Centro Africana.
Basta olhar para o nome inscrito na fachada do antigo prédio por onde tantas vezes passei,
Basta ouvir a forma como os irmãos Centro Africanos falam dos portugueses do passado e do presente,
Basta saber que ainda hoje Nabao é a designação para vinho ( vestígios do vinho de Tomar então vendido), que copo e mesa fazem parte do Sango.
Basta perceber isso para compreendermos a importância e oportunidade da presença portuguesa naquela República, e, estou crer, na necessidade e contribuição para a Paz, do reforço dos laços económicos, políticos e culturais entre os dois países, entre os dois povos.
Bara la! Singuila mingui!
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Carlos Guerra da Silva

Um excelente bom dia para ambos. As saudades batem de vez em quando.
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assédio?

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Será que isto é assédio?
Parece que está a prender a mão e o braço!!!!
Provavelmente para uma freira, ou uma miúda de Canas de Senhorim a doutorar-se, o gesto e a atitude é um assédio sexual.
NOTA: Fui buscar a foto ao mural do Carlos Esperança, para quem do que se trata aqui é de uma degustação
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língua portuguesa e galega

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Citação de Victor Vasconcellos
“Minha posição
Diante do exposto, claro que tenho uma posição. E creio que está mais do que evidente, entretanto, farei questão de explicá-la. Minha posição como investigador é que a língua portuguesa e o galego, hoje línguas independentes (embora irmãs), são a mesma língua. Claro que há diferenças, que não são maiores do que as diferenças entre as variantes do inglês que correm o mundo ou do próprio português falado em 4 continentes. Claro que a língua é a marca cultural de um povo e vai se moldar de acordo com a realidade local, o que não impede a comunicação com outras regiões que tenham a mesma estrutura linguísitica.
A situação da perda de falantes do galego, na Galiza, incomoda-me muito, pois é uma região que preserva muitos traços do período galego-português. Faço defesa do galego, mas não quero distorcer a história ou fazer falsas dissertações. Simbólica (e historicamente), a região da Galaecia é o berço do romance que originou o galego e o português (na atual divisão) ou a língua que é falada por mais de 250 milhões de pessoas. O português, de fato, é o galego que surgiu no norte e desceu para o sul. De defender essa unidade, eu não abro mão. Viva Galego! Viva Galiza!”
Depois de ter iniciado o erro, fruto do seu acolhimento fraterno no seio da Galiza lucense, corunhesa ou compostelana, o senhor Vasconcellos afirmava com o título pomposo e um pouco ambíguo, para não dizer parvo, que “a língua Galega era nai da Lusofonia”.
Esta parvada de associar algo maternal na Galiza com a Lusitânia, mas ao mesmo negar a existência desta é algo que me desassossega por ser tendenciosa de uma outra negativa subliminar, a da lingua portuguesa falada, escrita e materna no Brasil desde há 523 anos.
O senhor Vasconcellos surge agora a corrigir o erro infantil inicial, mas quer novamente insistir no berço de dois irmãos gémeos. Já não a Galiza inicial nai, mas agora a Gallaecia.
Obrigado Guel de Miranda pela sugestão dada ao senhor Vasconcellos.
Mas entretanto, e não vá o terreno galego fugir dos pés do senhor Vasconcellos, nota-se uma condescendência para com a língua portuguesa materna, porque evidentemente é a única que o senhor Vasconcellos conhece desde que nasceu.
Mesmo assim, o senhor Vasconcellos não abdica em afirmar que o português nasceu exclusivamente no Norte, não precisando onde, e que depois desce (escorrega) para o Sul, que na sua sapiência e douta inteligência não sabia falar, escrever ou soletrar qualquer tipo de linguagem que se pudesse sequer aproximar do vernáculo galego, ou galego-português exclusivo desse Norte berço galaico über alles.
Eu já tentei explicar aos galeguistas nacional-socialistas do Reino, como a senhora Margarida Bermudes Vasques, que num reino Suevo de 585, dito Reino da Gallaecia ou na parte lucense corunhesa, Reino da Galiza, que existem 4 importantes dioceses pertencentes ao conventus scalabitano da Lusitânia e que são constantemente citadas nos anais da história medieval como Coimbra, Lamego, Viseu e Idanha. Desde os Suevos até chegados ao ano da confirmação do reino de Portugal de 1179.
E parecendo que não, neste espaço geográfico, lusitano por sinal da história geográfica e cronológica, também se falava, escrevia e soletrava uma linguagem, que tudo indica era tão percebida no Norte, como no Sul e no Leste, não sendo contudo galego, mirandês ou asturo-leonês ou castelão.
Como nas crónicas medievais tanto muçulmanas como cristãs esse território era denominado como Burtugali, Portugal, Portugalensis Territorium, Portugaliae, penso que em vez de trazer uma parvada galego-brasileira de Lusofonia, seria muito mais interessante e justo chamar à linguagem desse território de Português.
E como Portucale a norte do Douro é Porto e é Gallaecia, Portugal a sul do Douro é Gaia e Coimbra e ficam na Lusitânia.
Mais justiça para denominar a linguaige comum como Português.
Claro que isso vai criar desconforto aos galegos da Galiza corunhesa ou compostelana.
Mas para que os galegos se sintam mais confortáveis com a sua língua, que a falem primeiro, acordem com ela na cabeça, a escrevam e a espalhem pelo mundo.
Quando isso acontecer, eu estou cá a aplaudir.
ALOUCURAESENSATA.BLOGSPOT.COM
Uma explicação sobre o texto de 09 de março de 2023
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fuck capuccinos a verdade sobre os tugas

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Os turistas não são o maior problema de Lisboa. O problema de Lisboa são os capuccinos. Eu tenho uma teoria. Os capuccinos foram o motor para a subida em flecha dos preços em cafés e restaurantes. Por causa deste galão glorificado, por causa desta meia de leite com chapelinho, tudo se desmoronou. A culpa não é dos italianos. A culpa é do tuga. Não sabemos vender o que temos de bom e único. À exceção do pastel de Belém, o gémeo gorduroso e mole do pastel de nata, temos vergonha de promover o que fazemos realmente bem. Fazemos imitações manhosas de croissants franceses mas não enaltecemos o croissant brioche. Fazemos as melhores torradas do mundo (o conceito tripartido com 2 andares nem sequer existe em mais lado nenhum) mas o que se vê na carta de brunches são bagels, french toast (que são rabanadas mas com nome estrangeiro) e baguetes. Nada contra as referidas importações, mas dá para destacarmos o que é nosso?
O galão. O glorioso galão. Um ou dois cafés num copo alto com nervuras para não escorregar ou escaldar a mão. Leite previamente fervido na máquina, o suficiente para ficar espumoso mas não demasiado. O galão perfeito tem um chapelinho de espuma, suficiente para formar um bigodinho giro mas não demasiada ao ponto de formar uma barreira só ultrapassável à colherada.
O que fizemos ao glorioso galão, ao perfeito galão? Cagámos uma tosta para ele e passámos a fazer capuccinos como quem faz manguitos no IC19 em hora de ponta. Porque somos pobres, parolos mas espertos. Porque sabemos que se fizemos um galão numa chávena grande, lhe botarmos uma salpicadela de chocolate em pó do Mini Preço, as básicas podem pegar com as duas mãos para a foto do insta #brunchcazamigas e já podemos cobrar 4,50€ em vez de 1,50€. Somos tão envergonhados do que sabemos fazer que não temos coragem de dizer a um americano ou alemão “olhe amigo, capuccino não temos, mas temos uma coisa bem melhor chamada galão. Queres experimentar?”. Imaginem chegar a Berlim ou a Chicago e pedir um galão num café. What? Was? Exato. O capuccino, esse hábito de gente chata que tem medo de beber um café em condições mas emborca álcool como quem bebe água, foi o pontapé de saída para se passar a cobrar quantias ridículas por tudo e um par de botas, desde garrafas de água a sandes com duas fatias de queijo flamengo do Pingo Doce.
Volvidos estes quase 10 anos de boom turístico, ainda não conseguimos, à exceção do bacalhau e desse irmão chato do pastel de nata que é o pastel de Belém, transformar em marca o que é bom e nosso: croquetes, rissois, bifanas, bolos de arroz, bitoques, pataniscas. A lista é infinita.

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Inacio Moura and 2 others

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Macau quer ligação aérea com Portugal para atrair turistas

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Macau quer ligação aérea com Portugal para atrair turistas
Lisboa, 22 abr 2023 (Lusa) – O chefe do executivo de Macau, Ho Iat Seng, defendeu hoje a existência de uma ligação aérea entre o território e Portugal, aproveitando a previsível reabertura das rotas diretas entre Lisboa e a China.
“Agora temos que avaliar se é possível retomar essas rotas”, para promover a “cooperação com Portugal” e “atrair turistas”, afirmou Ho Iat Seng aos jornalistas em Lisboa, numa conferência de balanço final da visita a Portugal.
“Já houve rotas antes de 2019, mas depois da pandemia foram suspensas”, afirmou Iat Seng, considerando que essa ligação entre Macau e Portugal, com escalas, iria permitir mais sucesso na promoção turística.
“O trabalho que nós estamos a fazer é para que mais amigos de Portugal possam vir a Macau para turismo”, afirmou Iat Seng.
A comitiva empresarial que acompanhou o chefe do executivo na viagem a Portugal procurou novas parcerias com empresas portuguesas para a região, procurando recuperar o tempo perdido da pandemia.
O objetivo foi promover a zona de cooperação aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin junto das empresas portuguesas, uma proposta muito bem aceite, segundo Iat Seng.
No plano turístico, Macau tem visto um aumento de turistas mas Iat Seng quer uma economia assente no setor mas menos dependente do jogo, que terá sempre de ser sempre o motor económico do território.
Sem as receitas ficais dos casinos, “não vou conseguir fazer o orçamento” e “tenho que aumentar os impostos” aos cidadãos, exemplificou Ho Iat Seng.
Apesar disso, a “diversificação económica já começou há vários anos e nós estamos a continuar” esse esforço, procurando promover outro tipo de turismo, mas associado ao lazer, eventos ou experiências e menos ao jogo.
De partida de Lisboa para o Luxemburgo, o governante vai também “conhecer atividades nas áreas da cultura e do turismo” daquele país para perceber o que pode ser aplicado em Macau.
PJA // SF
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