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luis aguiar conraria 2006
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Governo dos Açores critica ERSE pelo aumento do preço da energia na região – Jornal Açores 9
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O Governo dos Açores criticou hoje a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) devido ao aumento dos preços da energia em 2023, considerando “não fazer sentido” aplicar uma “multa” à região por estar num mercado regulado. “Não faz sentido os aumentos que existiram nos Açores em 2023. Nós não tivemos culpa de, em 2022, não […]
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Governo formaliza financiamento para elaboração de projeto sobre ampliação do aeroporto da Horta – Jornal Açores 9
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O Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, e a Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, assinaram hoje um contrato ARAAL com a Câmara Municipal da Horta, representada pelo seu Presidente, Carlos Ferreira, visando a concretização do apoio financeiro na comparticipação para a elaboração do projeto de execução de ampliação da […]
PSP recupera estátua de bronze furtada do interior de um cemitério em São Jorge – Jornal Açores 9
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O Comando Regional dos Açores, por intervenção dos investigadores da Brigada de Investigação Criminal da Esquadra de Velas, da Divisão Policial de Angra do Heroísmo, no passado dia 29 de março, procederam à recuperação de uma estátua em bronze, de valor considerável, afeta à veneração da memória dos mortos, furtada do interior de um cemitério. […]
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sem abrigo nos açores
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Solução para os sem-abrigo nos Açores passa pelo Governo assegurar uma casa e não optar pela institucionalização
O Conselho Económico e Social dos Açores aprovou a proposta de parecer sobre ‘Os Sem-Abrigo dos Açores – Problemas e Soluções à volta de um Estudo’ que recomenda como estratégia para acabar com os sem-abrigo o “reforço do programa Casa Primeiro, a nível local (Ponta Delgada) e regional, incluindo as equipas para o concretizar”.
Uma estratégia em versão “mais abrangente de housing lead, tendo em vista a complementaridade de várias estratégias de acesso à habitação e a adequação a diferentes perfis de indivíduos – envolvendo, não obstante, a prevenção da passagem de sem casa para sem teto”.
A comissão especializada reconhece “os esforços locais e regionais neste sentido, mas recomenda o seu reforço”
Outra das recomendações é “fortalecer a inserção em Emprego dos indivíduos sem-abrigo – quer em programas de emprego apoiado e de integração socioprofissional – em situação de emergência e para os muitos casos de indivíduos sem possibilidade de se envolverem em empregos dentro da norma –, quer em emprego estável para os casos em que isso é possível”.
“Isto sem perder de vista – prossegue a Comissão Especializada – que uma parte significativa dos indivíduos em causa têm já uma idade em que uma qualquer inserção na esfera do trabalho, mesmo que em regime ocupacional, é muito problemática. Para estes casos, será necessário o reforço dos apoios sociais à sobrevivência”.
A Comissão Especializada dos Sectores Sociais do Conselho Económico e Social defende que se deve “apostar mais na saúde mental, com o reforço de enfermeiros especializados em psiquiatria, quer nas equipas das IPSS quer nas equipas de saúde mental”, considerando que “não se afigura possível o reforço de psiquiatras, sem esquecer que estes devem trabalhar em equipa com psicólogos, sociólogos e assistentes sociais, para uma abordagem multidimensional”.
A Comissão “reconhece os esforços do processo de reformulação da Estratégia Regional de Luta Contra a Pobreza, onde está a ser desenhada uma linha específica para os sem-abrigo, com um docente da Universidade de Coimbra.”
Preconiza o “reforço do acompanhamento de proximidade dos casos dos indivíduos sem casa, impedindo que o foco da intervenção se concentre apenas nos indivíduos sem tecto, privilegiando a identificação de situações de risco e reforçando a componente preventiva da intervenção, em especial no que respeita ao seu encaminhamento para a habitação”.
Quer que se “separe utentes que consomem dos que já não o fazem, para evitar contágios de recaída. Nomeadamente, está em causa a partilha de instalações pelos utentes da Novo Dia e da Caritas de São Miguel, em Ponta Delgada”.
Entende que se deve “retirar a exclusão das pessoas com dependências da consulta de psiquiatria do hospital de Ponta Delgada, de forma a permitir o acesso dos sem-abrigo a este serviço”.
A Comissão Especializada entende que se deve “reforçar a rede entre instituições – existe já em S. Miguel a funcionar bem (no entender dos técnicos e peritos locais), mas pode ser melhorada”.
Considera importante a “formação de profissionais, de saúde e de intervenção social, para o encaminhamento dos casos para as IPSS que os podem enquadrar e trabalhar de forma multidisciplinar”.
É apologista de que se deve “actualizar com regularidade o estudo sobre o problema, à semelhança do que se faz no território continental, os dados que apresenta têm já dois anos, e divulgar melhor o conceito de sem teto e sem casa”.
Uns e outros
A reunião da Comissão Especializada dos Sectores Sociais do Conselho Económico e Social da Região com os técnicos e peritos permitiu ter noção de cinco aspectos considerados “muito relevantes” que condicionaram todo o debate.
Os resultados do estudo, em análise, referem-se a Dezembro de 2020 e nos dois anos que se passaram “nota-se um aumento acentuado de pessoas sem tecto, isto é, pessoas a viver na rua, em especial na cidade de Ponta Delgada”.
Em segundo lugar, refere a Comissão, o estudo abrangeu as pessoas sem-abrigo “tendo como referência a definição europeia, algo que inclui indivíduos sem tecto, isto é, a viver na rua ou em condições de extrema precariedade habitacional (como em casas abandonadas, carros…) e inclui ainda pessoas sem casa, isto é, indivíduos que vivem em instituições ou em quartos pagos por instituições, dado que não têm rendimentos para viver de forma autónoma”.
A maneira como o estudo circulou na comunicação social, e na opinião pública, “não permitiu sublinhar a existência destas duas formas distintas de viver a condição de pessoa sem-abrigo”. De qualquer forma, foi vincado na reunião que as pessoas sem casa são extremamente vulneráveis e qualquer pequena mudança na sua vida pode-os levar à condição de sem tecto. Em terceiro lugar, acrescenta o parecer do Conselho Económico e Social, “a condição de pessoa em situação de sem-abrigo, em especial na cidade de Ponta Delgada, está associada a problema de saúde mental amiúde grave, agravados e acumulados, com dependências em quase todos os casos”.
Acrescente, a propósito, que em algumas instâncias essas dependências “têm como base as bebidas alcoólicas, mas, nos mais novos e mais recentes, estas dependências têm como base novas substâncias psicoactivas, cujos efeitos são, em boa parte, desconhecidos. Contudo, estas substâncias têm um impacto duradouro e profundo na degradação da saúde mental dos indivíduos”.
Diz o parecer que o aumento recente de casos de sem-abrigo que se verifica na cidade de Ponta Delgada “compagina-se com um aumento de casos no conjunto do território nacional (com a notável excepção do concelho de Lisboa, dadas as políticas locais de mitigação).
“Contudo, o perfil das pessoas sem tecto na cidade de Ponta Delgada, é próximo do existente no Funchal e distinto do restante território nacional, dada a grande prevalência de pessoas com problemas mentais e a associação a novas substâncias psicoativas – estas últimas são muito menos prevalecentes no território continental”, lê-se no parecer.
Finalmente considera o Conselho Económico e Social que os peritos “são unânimes em identificar a estratégia de combate ao problema conhecido como housing first – Casa Primeiro – como a mais eficaz para mitigar e resolver o problema”.
“Esta estratégia consiste em colocar rapidamente os indivíduos sem-abrigo em casas, por contraponto à estratégia prevalecente na Região, step-by-step (passo-a-passo), que consiste em trabalhar os problemas associados à condição de sem-abrigo, incluindo a sua institucionalização, e onde o acesso a uma casa de forma estável é apenas o passo final, condicionado pelo sucesso dos passos anteriores”.
“Mais, concretamente está em causa a mobilização do modelo na sua vertente housing Led, ou seja, que combine diferentes modelos, designadamente o housing first (em sentido estrito) e, por exemplo, a habitação partilhada, ou mesmo as Comunidade de Inserção com fracções autónomas.
Considera a Comissão Especializada Permanente dos Sectores Sociais que “todas estas estratégias são complementares (incluindo o programa passo-a-passo), mas na Região quase só existe institucionalização. Por outro lado, o elevado preço das casas, em especial na cidade de Ponta Delgada onde a prevalência do problema é maior, dificulta claramente a adopção de alguma forma da estratégia ‘Casa Primeiro’.
“Por último, foi sublinhado que o reforço da habitação social, de forma genérica, tem a virtude de prevenir o problema”, conclui o documento.
João Paz
Inteligência Artificial está a avançar de forma descontrolada
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O alerta é feito por empresários e peritos: A inteligência artificial está a avançar de forma descontrolada. Uma ferramenta que até pode ser de extrema utilidade, mas está a ser desenvolvida sem regras que podem levar a um descontrolo de “extrema gravidade”, afirmam os peritos.
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Morreu José Duarte, o homem dos “5 Minutos de Jazz”
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Artur Arêde and 1 other
PINGP DOCE MAIS UMA PROMOÇAO ENGANOSA
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JAZZ JOSÉ DUARTE DEIXOU-NOS
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Monica Rodrigues Port-ue and 73 others
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violino ou mota
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— Pai, compra-me uma Moto. —Não, eu compro-te um violino. (6 MESES depois) — Filho, deixa-me ouvir o que aprendeste.
Convocado em Ribeira Grande (Açores) o 38º Colóquio da lusofonia – PGL
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Donovan~ Season of the Witch – YouTube
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