Piloto-de-aviao-faz-volta-completa-para-mostrar-Aurora-Boreal-aos-passageiros-

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https://sicnoticias.pt/mundo/2023-03-01-Piloto-de-aviao-faz-volta-completa-para-mostrar-Aurora-Boreal-aos-passageiros-d9198625
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Uma volta inesperada marcou o voo entre Reiquejavique e Manchester, este domingo. Um piloto da Easyjet decidiu fazer uma volta completa com o avião, para que todos os passageiros pudessem observar as cores da Aurora Boreal.
Nas redes sociais, vários passageiros partilharam imagens da Aurora Boreal, captadas a bordo do avião da Easyjet. Também o piloto de um voo da Finnair terá feito uma manobra semelhante.
Saiba mais em http://bit.ly/3Z9rl5a

 

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como previa osvaldo cabral o GRA a recuar

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https://blog.lusofonias.net/?p=278062&preview=true

 

Presidente do Governo açoriano garante que Cineteatro Miramar não vai ser vendido
Lisboa, 01 mar 2023 (Lusa) – O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, garantiu hoje que o executivo regional determinou que o Cineteatro Miramar, localizado em Rabo de Peixe, não vai ser vendido, considerando que o “assunto está resolvido”.
“Não percebo como surgiu a polémica.
Nunca esteve no plano do Governo [Regional] aquela alienação.
Nós somos os acionistas maioritários [do Teatro Micaelense] e portanto já está determinado que não haverá alienação”, afirmou o líder regional aos jornalistas, durante a Bolsa de Turismo de Lisboa.
A venda em hasta pública do Cineteatro Miramar consta da ordem de trabalhos da Assembleia Geral do Teatro Micaelense, marcada para 28 de março, segundo revelou a Antena 1/Açores.
Várias personalidades e entidades sociais e culturais, incluindo a Junta de Freguesia de Rabo de Peixe, têm manifestado oposição à eventual alienação do Cineteatro Miramar.
Hoje, a propósito daquele cineteatro, Bolieiro assegurou um “bom diálogo” e uma “boa concertação” entre o conselho de administração do Teatro Micaelense, liderado por Maria José Duarte, e os “interesses do poder local”, como a Câmara Municipal da Ribeira Grande e a freguesia de Rabo de Peixe.
“É uma polémica que não existe. É um assunto que está naturalmente resolvido”, vincou.
Foi lançada uma petição pública, que conta com mais de 1.000 assinaturas, contra a possível venda do Miramar em hasta pública, um imóvel que foi “adquirido com dinheiro da região e remodelado com verbas comunitárias”.
“Não concordamos com essa decisão que nos parece ter sido tomada de ânimo leve”, lê-se na petição destinada ao presidente do parlamento açoriano, sublinhando que o equipamento “tem prestado relevantes serviços à comunidade em que se insere bem como a toda a região, na qual escasseiam as salas de média dimensão destinadas às artes performativas”.
Além de um auditório com capacidade para 120 pessoas, com condições para acolher diversos espetáculos de palco e a projeção de filmes, no edifício do Cineteatro Miramar existe também uma biblioteca e ludoteca, e é também este espaço que acolhe a Escola de Música de Rabo de Peixe, assinala o partido.
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  • Paula Torres Santos

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    Ou seja, tal como Osvaldo Cabral previu hoje, https://www.facebook.com/groups/acores.global/permalink/5920918224692309 , o governo volta atrás, dá o dito por não dito, para remediar ou consertar uma intenção/ acção precipitada. Não poderia esta, tal co…

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      Paula Torres Santos a situação não terá estado ao nível do Governo dos Açores.
      Como decorre das declarações do Dr José Manuel Bolieiro este ponto apareceu numa Ordem de Trabalhos da ASSEMBLEIA GERAL (Presidente: Pedro António de Bettencourt Gomes) ma…

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      • Paula Torres Santos

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        Participante do grupo, bem sei mas, ate por bom senso, não poderia todo este ruido ter sido evitado?! E sendo uma entidade dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, não deveria ela própria ter feito o esclarecimento?! Mais uma vez, Jose Bolieiro vem repor/ corrigir, na tentativa de evitar que uma bola de neve se torne numa avalanche.
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  • AP Manes

    Exacto. Então, está a chamar mentirosa a quem?
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Osvaldo José Vieira Cabral · INSTINTO FATAL

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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2023/03/INSTINTO-FATAL-POR-OSVALDO-CABRAL.pdf

Há qualquer coisa estranha nesta coligação que a empurra sempre para uma espécie de ‘instinto fatal’.
Como diz um velho dirigente social-democrata de S. Miguel, “estamos a assistir em directo a um suicídio político sado-masoquista, que só vai parar nas próximas regionais”.
De facto, o que vemos com uma regularidade impressionante, são tiros nos pés, em várias categorias da governação, com a maior infantilidade política alguma vez vista na coisa pública açoriana.
Na passada semana foram só mais dois seguidos: colocar à venda o Cine-Teatro Miramar, em Rabo de Peixe, contra todas as forças da vila e até do deputado do PSD e Presidente da Junta, o homem que segura o bastião social-democrata naquele importante território eleitoral, sentindo-se desprezado e humilhado por um qualquer iluminado que decidiu, no confortável gabinete do poder, riscar do mapa público uma infraestrutura histórica e crucial para a cultura de Rabo de Peixe, é mesmo de bradar aos céus.
Esta decisão diz tudo do que está errado nesta coligação: não sabe pensar, decide sem calcular os impactos, não define prioridades e trata a Cultura, como se viu com as desastradas nomeações da pasta, com uma incompetência maior do que os governos anteriores.
Quem decidiu uma barbaridade destas devia ser colocado num gabinete no meio do bairro do Caranguejo, para ficar a conhecer melhor a realidade rabopeixense.
Se o critério tonto, entretanto conhecido, é o de vender estruturas públicas que não se autofinanciam, então o que se seguirá? A venda do Teatro Micaelense? E depois o Coliseu? E a Igreja do Colégio? As bibliotecas públicas também estão arroladas?
Se os cofres públicos estão vazios e é preciso vender os anéis, então que se comece primeiro pelos dedos, coisa que os governos anteriores não souberam e que este vai pelo mesmo caminho.
Comecem, por exemplo, pelos campos de golfe, que se arrastam há mais de dez anos sem venda nem concessão, porque era uma coutada de emprego político para os governos anteriores e que este não mostra capacidade para se desenvencilhar.
Ou, então, poupem na quantidade de Observatórios e Institutos que ninguém sabe para que servem e quase que aposto que a coligação nem sabe quantos existem.
É óbvio que a decisão do Miramar vai ser revertida, como é padrão deste governo, pois quanto faz borrada volta atrás à mínima pressão, às vezes cedendo descaradamente onde não devia ceder, como aconteceu com os médicos.
Aliás, as declarações a destempo da Secretária da Educação e Cultura demonstram já um governo todo borrado e envergonhado com mais esta trapalhada.
A outra barafunda envolve o impagável Secretário das Pescas, um dos maiores activos tóxicos desta coligação, ao demitir uma administração competente por capricho pessoal.
Quanto vai custar à região, em indemnizações, este capricho do sr. secretário?
Como se troca uma administração de pessoas conhecedoras do meio para lá colocar outras sem qualquer experiência e mérito profissional naquela área?
Bolieiro, o maior e talvez único activo político desta coligação, em que todos estão fiados, não é suficiente para segurar um descalabro desta dimensão.
César e Vasco Cordeiro também não o foram e entraram em queda livre de eleição em eleição.
Perante tantas trapalhadas, o maior partido da coligação, engolido pelos mais pequenos, está desaparecido e já nem reage perante os assuntos mais prementes, sobretudo em S. Miguel.
O filme parece repetir-se, em tão pouco tempo, por culpa própria da coligação, armada em Sharon Stone, sempre com o picador de gelo à mão de semear.
Só que este ‘instinto fatal’ a que vamos assistindo é um filme de terceira categoria, que nem consegue ser projectado no… Cine Miramar!
Osvaldo Cabral
Março 2023
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Urbano Bettencourt, Terry Portugal Costa and 127 others

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Nuno Barata Almeida Sousa

Estavam todos impreparados para governar, não aprenderam absolutamente nada com os anos de oposição. É pena.
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Os Trabalhos Inacabados | Artur Alonso – Incomunidade

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  OS TRABALHOS INACABADOS   “Eu sou apenas  a água que tomei  indo para o mar”  (Haiku – Concha Roussia – Galiza)   PRELÚDIO   Existe a semente – a vontade de irradiar – o rebento que traz todas as informações ao mundo. O sentido do ser, dentro de cada ser, por esta precisa, precária e consistente semente foi inscrito.   Quando ela chegar à Taça – o útero maternal – a gestação pode ser feita. Em este local, por meio da semente original, foi plantada a Árvore da Vida. Por meio dela, a sombra e a luz, se encontram: […]

Source: Os Trabalhos Inacabados | Artur Alonso – Incomunidade

história de santa maria dos aÇORES

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Olá a todos,

 

Segue mais um recorte “daqui e dali“:

1618 – Carta Regia — reparo e fortificação da Ilha de Santa Maria
– in: Chancelaria de D. Filipe II (1598-1621), Livro 1613-1619.
– Fonte: https://dre.pt/

Beijinhos e abraços,

Ângela Loura

 

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia terça, 29/11/2022 à(s) 23:02:

Olá a todos,

 

Segue mais um recorte “daqui e dali“:

1962: Saem 110 contos ao Pepe*!

  • in: “Diário de Notícias” (EUA), 1962-06-08.
  • Fonte: https://www.lib.umassd.edu/

  • Filho de artistas circenses, ele grego, ela italiana, José Elisabeth nasceu a 23-12-1910 em Santiago do Cacém. No final dos anos 30, José Elizabeth (Pepe) deixou a vida do circo e fixou-se em Ponta Delgada, onde passou a exercer a profissão de fotógrafo, registando as gentes e os locais de São Miguel ao longo de 10 anos. Em 1949, fixou-se definitivamente em Santa Maria, atraído pela forte agitação que ali se vivia, com a presença dos militares norte-americanos, registando os aspectos em torno do Aeroporto, e do resto da ilha. Seguiram-lhe os passos o filho Max Brix Elisabeth, e actualmente o neto Pepe Brix.

Beijinhos e abraços,

Ângela Loura

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia domingo, 23/10/2022 à(s) 00:28:

Olá a todos,

 

Segue mais um recorte “daqui e dali“:

 


Postura 48: Acerca de se não lavarem roupas e mais imundices na ribeira pública, havendo falta de água no chafariz desta Vila

  • in Posturas Camarárias de Vila do Porto (1780-1800)

Fonte: Instituto Histórico da Ilha Terceira

 

 

Beijinhos e abraços,

Ângela Loura

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia domingo, 24/04/2022 à(s) 02:32:

Olá a todos,

Segue em anexo mais um recorte “Daqui & Dali“:


1928: Longa vida e desafogada ao Baluarte.
Recorte do jornal «A Colónia Portuguesa», edição de 24-04-1928.
Fonte: https://www.lib.umassd.edu/


25-01-1928
Nasceu pela mão do professor José de Medeiros Moniz “O Baluarte”, um quinzenário que assumia como compromisso ser «um humilde intérprete do povo, um acérrimo defensor da verdade e da justiça». A 1ª Série (1928-1930) teve como 1º director o seu fundador José de Medeiros Moniz, 2º director António Morais Cordeiro, e 3º director José do Carmo Pacheco.
01-05-1977
Renasceu graças ao seu 4º director Arsénio Chaves Puim e seus associados, com o objectivo da defesa «dos interesses e da promoção da ilha de Santa Maria». Esta 2ª Série (1977-2016) contou também como 5º director José Dinis Resendes e como 6º director João de Sousa Braga.
01-11-1980
Por questões legais, e uma vez que já se encontrava registado no país outro jornal denominado “O Baluarte”, o jornal passou a partir desta data (Nº. 43 da IIª série) a designar-se “O Baluarte de Santa Maria”.
Fevereiro de 2017
Após uma breve pausa, o jornal retomou a sua actividade com o director Domingos Barbosa, contando actualmente com Sandra Reis como sua directora.
O ‘Baluarte’, citando e parafraseando João de Sousa Braga, não foi nem é apenas fruto do trabalho dos seus directores. Foi e será também fruto do trabalho e da generosidade dos muitos colaboradores, dos jornalistas e funcionários, dos anunciantes, e, claro, dos seus assinantes dentro e fora da ilha.
E continuamos a trilhar caminho…
«A passagem de testemunho da edição do jornal O Baluarte de Santa Maria», in “O Baluarte de Santa Maria, edição de Março de 2017, pág. 3.


Cumprimentos,

Ângela Loura

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia domingo, 24/04/2022 à(s) 01:28:

Olá a todos,

Segue em anexo mais um recorte “daqui e dali“:


1967: Porto de abrigo.
Recorte do jornal «Diario de Noticias», New Bedford, edição de 29-03-1967.
Fonte: https://www.lib.umassd.edu/


Beijinhos e abraços,

Ângela Loura

Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia sábado, 12/03/2022 à(s) 10:30:

Olá a todos,

Segue em anexo mais um recorte “daqui e dali“.

—1618 – Carta Regia — reparo e fortificação da Ilha de Santa Maria
– in: Chancelaria de D. Filipe II (1598-1621), Livro 1613-1619.
– Fonte: https://dre.pt/

1957: “Longe, tão longe”*…

* Filho de artistas circenses, ele grego, ela italiana, José Elisabeth nasceu a 23-12-1910 em Santiago do Cacém. No final dos anos 30, José Elizabeth (Pepe) deixou a vida do circo e fixou-se em Ponta Delgada, onde passou a exercer a profissão de fotógrafo, registando as gentes e os locais de São Miguel ao longo de 10 anos. Em 1949, fixou-se definitivamente em Santa Maria, atraído pela forte agitação que ali se vivia, com a presença dos militares norte-americanos, registando os aspectos em torno do Aeroporto, e do resto da ilha. Seguiram-lhe os passos o filho Max Brix Elisabeth, e actualmente o neto Pepe Brix.

Postura 48: Acerca de se não lavarem roupas e mais imundices na ribeira pública, havendo falta de água no chafariz desta Vila

  • in Posturas Camarárias de Vila do Porto (1780-1800)

Fonte: Instituto Histórico da Ilha Terceira

Segue em anexo mais um recorte “Daqui & Dali“:
1928: Longa vida e desafogada ao Baluarte.
Recorte do jornal «A Colónia Portuguesa», edição de 24-04-1928.
Fonte: https://www.lib.umassd.edu/

25-01-1928
Nasceu pela mão do professor José de Medeiros Moniz “O Baluarte”, um quinzenário que assumia como compromisso ser «um humilde intérprete do povo, um acérrimo defensor da verdade e da justiça». A 1ª Série (1928-1930) teve como 1º director o seu fundador José de Medeiros Moniz, 2º director António Morais Cordeiro, e 3º director José do Carmo Pacheco.
01-05-1977
Renasceu graças ao seu 4º director Arsénio Chaves Puim e seus associados, com o objectivo da defesa «dos interesses e da promoção da ilha de Santa Maria». Esta 2ª Série (1977-2016) contou também como 5º director José Dinis Resendes e como 6º director João de Sousa Braga.
01-11-1980
Por questões legais, e uma vez que já se encontrava registado no país outro jornal denominado “O Baluarte”, o jornal passou a partir desta data (Nº. 43 da IIª série) a designar-se “O Baluarte de Santa Maria”.
Fevereiro de 2017
Após uma breve pausa, o jornal retomou a sua actividade com o director Domingos Barbosa, contando actualmente com Sandra Reis como sua directora.
O ‘Baluarte’, citando e parafraseando João de Sousa Braga*, não foi nem é apenas fruto do trabalho dos seus directores. Foi e será também fruto do trabalho e da generosidade dos muitos colaboradores, dos jornalistas e funcionários, dos anunciantes, e, claro, dos seus assinantes dentro e fora da ilha.
E continuamos a trilhar caminho…
*«A passagem de testemunho da edição do jornal O Baluarte de Santa Maria», in “O Baluarte de Santa Maria, edição de Março de 2017, pág. 3.
Cumprimentos,
Ângela Loura
Ângela Loura <angelaloura@gmail.com> escreveu no dia domingo, 24/04/2022 à(s) 01:28:
Olá a todos,