Visita à Casa Fernando Pessoa com audiodescrição – 15 de abril

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-----Mensagem original-----

Boa tarde,

 

Envio informação sobre visita com audiodescrição do mês de abril, agradeço muito se puder ajudar-nos a passar a palavra.

 

Visita Orientada com audiodescrição

Sábado, 15 abril de 2023 

11h às 12h30

6€ (com descontos, por exemplo, 4,30€ para pessoas com deficiência visual, gratuito para assistente – apenas disponíveis na bilheteira da Casa Fernando Pessoa)

Bilhetes disponíveis na bilheteira da Casa Fernando Pessoa

 Elementos da equipa de mediação da Casa abrem portas e criam pontes para entrar no fascinante universo pessoano e descobrir todos os nomes que Pessoa usou para assinar os seus textos, as figuras imaginárias que criou, os livros que leu e como era a vida nas casas, ruas e cafés de Lisboa nos primeiros anos do século XX.

 ​​​​​​As visitas orientadas com audiodescrição têm uma camada de informação adicional. É feita uma descrição detalhada e objetiva dos ambientes e objetos. Uma narração que não fornece conteúdo de informação histórica, artística ou biográfica, apenas informações descritivas como cor, dimensões ou posicionamento dos objetos no espaço. São informações úteis a pessoas com deficiência visual. A Casa Fernando Pessoa tem também piso tátil de orientação, legendas e outros recursos em braille e materiais tácteis.

 

https://www.casafernandopessoa.pt/pt/cfp/programacao/evento/visita-com-audiodescricao-3?occurrenceID=4960

 

 

 

Um abraço,

Ana Braga

Produção/Comunicação

 

Rua Coelho da Rocha, 16-18 · 1250-088 Lisboa

T (+351) 213 913 270 

CASAFERNANDOPESSOA.PT  · Facebook · Instagram · Programação

 

PAT WALSH A TRIBUTE TO JILL JOLLIFFE

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A Tribut by Pat Walsh to Jill Jollife at an AETA event during the pandemic on Zoom
Jill Jolliffe AETA tribute Pat Walsh
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Jill Jolliffe AETA tribute Pat Walsh
Jill Jolliffe (born 1945) is an Australian journalist and author who has reported on East Timor since 1975. This is a personal tribute to Pat Walsh’s friend …
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REIS GALEGOS

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“Por exemplo, poucos sabem, e poucos o visitan, que hai un Panteón Real na catedral de Santiago de Compostela, até hai moi pouco indicado como Capela das Reliquias por estaren depositadas na mesma tamén as duns santos. Mesmo hoxe, non se indica de onde eran os reis das tumbas con vultos xacentes alí instaladas. E, se se fai, como nas placas que os acompañan para identificalos, dise que son reis de León: na catedral de Santiago de Compostela!!! Galiza é o nome que non se ousa pronunciar, e o de reino de Galiza menos. Porén, existir, existen e existiron, e xustamente con ese rango que agora se agocha con deliberada intención”
“Pois ben, os vultos xacentes que descansan na sede compostelá, unha saga familiar, unida por unha definida liña estratéxica galego-portuguesa e de oposición ás pretensións hexemonistas castelás, abribúense oficialmente a: Raimundo de Borgoña ( morto 1107), xenro de Afonso VI, casado coa súa filla Urraca, conde da Galiza e pai do futuro Afonso VII; a raiña Berenguela (morta 1149), esposa do emperador Afonso VII, educado na Galiza e coroado rei na catedral compostelá, con sete anos de idade, filla do Conde de Barcelona e da Condesa de Provenza, dona Dulce; Fernando II (morto 1188), fillo dela e do emperador Afonso VII, a quen este, por indicación da clase dirixente galega, en concreto dos Trava (Fernán Peres de Trava), deixou os reinos de Galiza e León, mentres entregaba o de Castela ao seu outro fillo, Sancho; Afonso VIII (morto 1230), o fillo de Fernando II con Urraca de Portugal, o último rei galego, malia terse preocupado, de forma consciente e decidida en vida, de impedir ou dificultar calquera alternativa que significase a unidade con Castela ou favorecer a propensión hexemonista fronte ao bloque occidental galego-portugués. E, por último, Xoana de Castro (morta 1374) emparentada de lonxe con esta saga familiar, filla de Pedro de Fernandes de Castro, Conde de Lemos, Samos, Cabreira e Ribeira, educado na corte do rei Dinis de Portugal, máximo representante da clase direixente galego-portuguesa no reinado de Afonso XI (X para nós) da Galiza, León e Castela, pai de quen vai ser o referente máis senlleiro da continuidade reforzada da estratexia de unidade galego-portuguesa na segunda metade do século XIV, no reinado de Pedro I, “El Cruel”, Fernán Ruys de Castro. Esposa por unha noite deste monarca, morreu xustamente no momento en que fracasa esta estratexia, após unha guerra civil en Castela (a sublevación dos bastardos contra o seu irmán Pedro I) que significou a internacionalización do conflito.”
Tirado do livro A RELEVANCIA DO REINO GALEGO MEDIEVAL. TOMO I, de Francisco Rodríguez.
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Marcos Celeiro, Xiko Paradelo and 1 other

Pingo Doce aumenta preços de alguns produtos cerca de 14% a poucos dias do corte do IVA

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Um consumidor recorreu ao Facebook para denunciar o aumento de preços num supermercado, em antecipação à descida do IVA.

Source: Pingo Doce aumenta preços de alguns produtos cerca de 14% a poucos dias do corte do IVA

CRIMES ECONÓMICOS NO LIDL

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Crimes Económicos:
Segunda-feira fui ao Lidl Portugal #LIDL fazer compras. Uma manteiga de 1,99€ estava em promoção a 1,89€. Na caixa tentaram cobrar-me o valor sem promoção. Fui ver (e documentei com fotografia) que eu tinha razão. Devolveram-me os 0,10€, dizendo que a promoção tinha acabado (e trouxeram o papel, dando a entender que tinham corrigido o problema).
Hoje (4 dias depois) fui lá novamente, e a mesma manteiga estava com papel de promoção idêntico. Nem precisava de manteiga mas levei para comprar na mesma (e claro, documentei com fotografia). O palpite estava certo. Cobraram novamente 1,99€. Reclamei. Disseram-me que eu estava a mentir e que não havia promoção.
Mandei chamar o gerente e pedi livro de reclamações. O “chefe de secção” foi extremamente mal educado e insistiu na legitimidade mesmo confrontado com as provas do crime económico (sem qualquer pudor). Gerente, nem vê-lo, apesar de ter solicitado novamente.
Depois começou a ameaçar-me, dizendo que era proibido tirar fotografias dentro da loja, e que eu é que estava a cometer um crime, o que é falso. Ver em baixo (*). Se há indícios de crime, é perfeitamente legal (e desejável) documentar em fotografia, vídeo ou áudio.
Acabei por ir com ele ao pé do expositor, e lá admitiu que eu tinha razão (vá lá, havia a mesma indicação em vários locais e não foram a tempo de remover todos os papeis). No final, paguei o valor da promoção, e escrevi 2 folhas no Livro de Reclamações.
Ora, uma vez é acidental e aceita-se. Duas vezes (e inclusivamente depois de na segunda-feira terem removido o papel), é deliberado. É CRIME ECONÓMICO REITERADO.
Mas pior ainda foi o “povinho” que estava na fila atrás de mim. A pessoa seguinte, muito educada, concordou imediatamente comigo e disse que também verificava os preços todos para não ser enganado (o que disse ser habitual em vários supermercados). Os restantes (o “gado”) não queriam saber que eu estava a lutar pelos seus direitos, tentando evitar estes roubos, e só reclamavam comigo. Pelo que percebi, uma até comprou a mesma manteiga que eu, mas reclamar, nada. Realmente o “gado” tem o que merece.
(*) Jurisprudência
1. Ac. TRP de 16-01-2013 : I. Não constitui crime a obtenção de imagens, mesmo sem consentimento do visado, sempre que exista justa causa para tal procedimento, designadamente quando sejam enquadradas em lugares públicos, visem a protecção de interesses públicos ou hajam ocorrido publicamente.
II. Não é proibida a prova obtida por sistemas de videovigilância colocados em locais públicos, com a finalidade de proteger a vida, a integridade física, o património dos respectivos proprietários ou dos próprios clientes perante furtos ou roubos.
2. Ac. TRE de 29-03-2016: – É, em princípio, admissível a valoração das fotografias ou filmes que não tenham sido obtidos de forma penalmente ilícita. Filmar a materialidade de autoria de um crime e de utilizar posteriormente o vídeo como prova do facto, embora possa eventualmente preencher a factualidade típica do crime de gravações e fotografias ilícitas (Artigo 199º do Código Penal), pode ser lícito, por exemplo, se quem filmou agiu ao abrigo do direito de necessidade (Artigo 34º do Código Penal), o que vale tanto para a obtenção do vídeo como para a sua posterior utilização em processo crime, pois esta utilização constitui a concretização daquele mesmo fim.
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HENRIQUE CONSTÂNCIA MÚSICA NO MUSEU

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🎵 Música no Museu 🎵
Dia 6 de abril, pelas 20h30 o Museu será o palco para concerto com a JOP – Jovem Orquestra Portuguesa, inserido na Temporada Musical da Câmara Municipal de Ponta Delgada.
Entrada livre!

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açores terra de assaltos

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46 m

“Não foram só estes. Esta noite foi mesmo um descalabro.
Um Hipermercado nos Arrifes, uma loja comercial no centro da cidade de Pdl, a 50 metros da Polícia Municipal, um parque de estacionamento também no mesmo sítio, isto há uns dias atrás, arrombamento de portas, mais tentativas de arrombamento de portas de residências com os moradores em casa e a horas de movimento nas ruas 22.00h , no parque às 16.00 horas…. parece que estamos a saque……
Há falta de policiamento nas ruas e os criminosos que são apanhados, ou não são castigados ou o castigo não se consegue aplicar…..quem nos acode ??!!”
No grupo
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Caso Mondego. Quiseram matar o mensageiro | AbrilAbril

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E agora, senhora ministra? Para além dos 13 militares que se recusaram a embarcar, o que fazer com o almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, com o comandante naval e com o comandante do NPR Mondego?

Source: Caso Mondego. Quiseram matar o mensageiro | AbrilAbril

Tozé e Cid, encontro de irmãos

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Meio século depois, José Cid e Tozé Brito voltam à obra do Quarteto 1111 para redimir “uma falta de consideração” por parte da editora da altura, que quase deixou esquecer uma das mais criativas e ousadas bandas da história da música portuguesa.

Source: Tozé e Cid, encontro de irmãos

Sem água, sem luz e sem comida. São estas as condições a bordo do navio Mondego – CNN Portugal

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O navio Mondego está totalmente inoperacional. Depois de abortar mais uma missão, devido a avarias técnicas, a embarcação está atracada no porto do Caniçal. A TVI sabe que o navio da Marinha Portuguesa está sem água, sem luz, sem alimentação a bordo. Recorde-se que há duas semanas, Gouveia e Melo deslocou-se à Madeira para repreender, desmentir e ameaçar publicamente 13 militares que se recusaram a seguir em missão neste patrulha, por alegadamente apresentar graves falhas de segurança.

Source: Sem água, sem luz e sem comida. São estas as condições a bordo do navio Mondego – CNN Portugal

Macau “não poupa esforços na preservação” da língua portuguesa, diz líder do Governo – Observador

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O território chinês “não poupa esforços na preservação das suas boas tradições, língua, cultura e costumes, o que se reflete tanto no regime jurídico, ensino, arquitetura e obras”, disse Ho Iat Seng.

Source: Macau “não poupa esforços na preservação” da língua portuguesa, diz líder do Governo – Observador

Sim, confirma-se! O teu telemóvel anda mesmo a ouvir as tuas conversas – RFM

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UM NOVO RELATÓRIO CONFIRMA QUE O TEU TELEMÓVEL PODE, SIM, OUVIR AS TUAS CONVERSAS E AVANÇA COM UMA SOLUÇÃO

Source: Sim, confirma-se! O teu telemóvel anda mesmo a ouvir as tuas conversas – RFM

O Papel dos Media na Cultura do Erro

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Subject:

O Papel dos Media na Cultura do Erro + ENCONTRO DE JESUS COM PILATOS + CASAMENTOS INFANTIS

To:

<antoniocunhajusto@gmail.com>

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O Papel dos Media na Cultura do Erro

A Mundivisão relativista possibilita um Progresso Tipo Roda de Hamster

O problemático da questão situa-se, porém, no facto de os erros públicos (políticos) serem negociáveis mais que resolvidos e assim a vida passar a assumir um caracter meramente funcional porque reduzida à resolução de problemas!

Atualmente o mundo ocidental encontra-se numa época de crise ao procurar afirmar no próprio modelo o relativismo moral e cultural em função do útil! Neste entremeio de mundivisões contraditórias torna-se difícil também para as elites governantes e acólitos tentar fazer valer para o povo o relativismo absoluto e reservar para elas uma espécie de verdade absoluta (direito a orientar com validade para as cúpulas e a correspondente exigência aos subornados (circunscrita ao povo) de aceitarem viver no erro embora legitimado pelo relativismo (1).

Esta incoerência relativista desenvolve o poder explosivo político e promove a legítima desconfiança popular! O equívoco encontra-se no novo modelo conceitual, mas do qual as camadas dominantes vivem parasitariamente … tal leva as elites a unirem-se entre elas, processo já atualmente em via, de maneira a tornarem-se cada vez mais despóticas como é o caso do modelo chinês ou cada vez mais oligárquicas, como já vai sendo o modelo anglo-saxónico (a ser apressado na Europa a pretexto da guerra na Ucrânia).

Atendendo à atual situação do Ocidente, até que se gere uma nova matriz político-económico-social haverá que partir do erro como estado original normal e tentar protelar a cura especializando-nos não na cura do erro, mas na forma como o tratar!…

Também a desconstrução do monoteísmo faz parte do âmago do relativismo que procura impor o politeísmo olímpico com os deuses das sensualidades humanas legitimadoras das lutas do direito dos mais fortes numa espécie de Olimpo das elites que se servem e riem dos humanos que vivem debaixo das nuvens na esperança de uma aberta que permita algum raio do sol sínico de algum deus!

Nesta situação deficitária, para se entrar num processo social de melhoria contínua será de pressupor a capacidade de lidar com o erro de maneira construtiva e positiva. Ao lidarmos com o erro de maneira positiva prestamos um serviço importante ao mecanismo social. Pressuposto será que tanto as esferas superiores como as inferiores reconheçam a realidade do erro. Ao reconhecer-se que erramos estamos honestamente a assumir responsabilidade analisando as causas do erro e a dar os próximos passos para corrigi-lo (Não é fácil sair da roda de hamster!).

Muitos de nós e relevantemente os media não querem aprender com o erro porque não há interesse em analisá-lo ou em propor formas diferentes de o tratar; chegam mesmo a usá-lo como algo fatal e também ele fazendo parte do negócio que dá oportunidade ao bom viver das elites e seus acomodados (Também nos Media do sistema é válido o princípio muçulmano: a mentira é boa desde que sirva o sistema; o sistema é sempre generoso para com os seus delegados e para com a administração)! Mais que interessados na mudança e no desenvolvimento do sistema vai-se vivendo, comodamente, dele, com os erros que possibilitam progresso aparente (o progresso da Roda de Hamster) que não o desenvolvimento! Neste sistema e para o qual, a nível geopolítico de momento, não há alternativa mais se necessitaria de um jornalismo crítico e responsável que analise e avalie os serviços prestados num processo de contínua aprendizagem se bem que limitada. Também a indiferença e a apatia que se observa a nível popular é de basear na ordem relativista utilitária fomentadora de impotência popular e não numa estupidez natural advogada pelos beneficiados do sistema…

. A matriz do futuro, o modelo de uma nova ordem social, terá que ter como fundamento antropológico e cultural uma relação equilibrada entre os dois princípios vitais que penetram toda a natureza e toda a humanidade: a masculinidade e a feminilidade. Os dois princípios universais a actuar na natureza, no homem, na mulher e na sociedade terão de entrar numa relação de osmose complementar e abdicar da luta mútua pela superioridade de modo a substituí-la por uma relação de troca, passando a ser uma troca entre iguais, muito embora com a possibilidade de sublimar energias negativas numa espécie de jogo, sem que este tenha de ser olímpico, como quereriam os seus deuses!

Entretanto, quem não dança fica sentado no banco a chupar o dedo!

António CD Justo

Texto completo e nota em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=8422

 

 

 

ENCONTRO DE JESUS (REINO ESPIRITUAL) COM PILATOS (REINO MATERIAL)

 

Jesus vai ser vítima reduzida a bola de jogo entre o poder estatal e o poder institucional religioso, dois poderes envolvidos na luta pelos próprios interesses institucionais sem lugar para o reino de Deus, para o humano individualmente (1) …

Pilatos, representante do império, sente-se enfrentado mais que pelo poder espiritual, (o rei messiânico dos judeus), pelo chamamento de Jesus a deixar-se envolver pessoalmente pela sua missão espiritual. Por outro lado, o Sinédrio queria ver-se livre de Jesus porque Ele provocava a sua autoridade institucional…

Os representantes religiosos ao quererem ver Jesus condenado pelo representante do imperador têm em vista um xeque-mate político para se livrarem de tumultos populares…

Neste processo sobressai a maneira como as duas instituições (estatal e templo) empurram a responsabilidade uma para a outra. Esta tensão continua hoje como ontem porque os dois poderes se legitimam em clientelas diferentes com poder real nos cidadãos…

Também por isso se assiste no mundo ocidental a uma luta mais ou menos declarada contra Deus e contra a religião! Uma vez destronado Deus passam a ter poder absoluto os “deuses” do Olimpo! Disto deveriam estar conscientes os que por razões diversas lutam contra Deus e contra a religião. Matar Deus corresponde a atraiçoar o povo e entregá-lo à arbitrariedade dos senhores do Olimpo e aos vendilhões do templo.

Pilatos, ao perguntar sarcasticamente a Jesus se Ele era “o rei dos judeus”, queria certificar-se por um lado se tinha a ver com um representante do poder e, por outro lado, a maneira de descalçar a bota para o despachar para o Sinédrio! …

Pilatos que não quer ver o interrogatório sob o aspecto pessoal, mas funcional insiste, “Então és rei?”…

Pilatos não gostou da afirmação de Jesus “Todos os que amam a verdade escutam a minha voz.” Com ela Jesus estava a alargar a sua missão também a ele na qualidade de pessoa…

Pilatos para insistir que no julgamento o que estava em questão não era o comportamento de Jesus, mas a sua messianidade insiste: “Então, não querem que vos solte o rei dos judeus?”. A voz do sinédrio ecoou através do povo dizendo “Não! Não soltes este, mas sim Barrabás!” Pilatos que sabia das andanças como se cosem os interesses das instituições que os fazem ser representados pelo povo, usou de uma metodologia psicológica para ver se conseguia mudar a opinião do povo, mandando para isso açoitar Jesus, para depois o apresentar ao povo…

Pilatos disse então para a multidão “Eis o Homem!” …

Pilatos, entre a espada e a parede, dirige-se mais uma vez a Jesus dizendo „Não compreendes que tenho poder para te soltar ou para te crucificar?”; Jesus, porém não abdica da sua missão e responde: “Não terias poder nenhum sobre mim se não te tivesse sido dado do alto”.

O sinédrio ao ver a hesitação de Pilatos apresenta um argumento fatal a nível interinstitucional dizendo: “Se soltares esse homem, não és amigo de César. Quem se proclama rei é culpado de rebelião contra César!” O governador, ao ver o seu cargo e o seu juramento de lealdade ao Imperador questionado pelas autoridades do templo, torna-se também ele cúmplice na condenação de Jesus à morte…

Neste processo é bem de notar como a vida de Jesus e com ele a do povo se encontram entregues nas mãos dos interesses interinstitucionais e dos que assumem os seus papeis.

António CD Justo

Texto completo e nota em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=8417

 

CASAMENTO INFANTIL

 

De acordo com o Registro Central de Estrangeiros de 2016, foram registrados na Alemanha 1.475 menores casados. 361 deles não tinham sequer 14 anos.

Segundo o Tribunal Constitucional Federal, os casamentos infantis celebrados no exterior são automaticamente ineficazes na Alemanha – mas os afetados têm direito imediato à pensão alimentícia, como no caso de divórcio, informa a HNA.

Até meados de 2024, a lei deve permitir que os casais continuem seu casamento se assim o desejarem, mesmo sob a lei alemã, assim que ambos atinjam a maioridade: até agora, as pessoas tinham que se casar novamente porque se um deles tiver menos de 16 anos, o casamento é automaticamente inválido. Se um dos cônjuges tivesse entre 16 e 18 anos, o casamento deveria ser anulado judicialmente. As raparigas que se casam muito jovens são frequentemente sujeitas a violência e abandonam a escola. “As crianças devem brincar, aprender, tornar-se independentes – e quando crescerem, devem decidir por si mesmas se e com quem querem se casar.” Um casamento protegido pela Lei Básica baseia-se na parceria igualitária. Segundo o Tribunal Constitucional, as crianças carecem de experiência para poderem assumir esta responsabilidade.

António CD Justo

Pegadas do Tempo https://antonio-justo.eu/?p=8420