Cratera com mais de 600 metros de extensão e 70 de profundidade surge no Brasil – e há uma cidade em risco de desaparecer – CNN Portugal

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A população do Estado do Maranhão, no Brasil, está assustada perante as crateras gigantes que têm vindo a surgir devido à chuva intensa. O fenómeno, que se repete há décadas, já fez desaparecer ruas inteiras e dezenas de casas.

Source: Cratera com mais de 600 metros de extensão e 70 de profundidade surge no Brasil – e há uma cidade em risco de desaparecer – CNN Portugal

 

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Uma açoriana tem o único restaurante português com estrela Michelin nos EUA – I Love Azores

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Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de melhor.

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Ajuda fiscal do Estado e corte nos salários: Truques safam contas da TAP – Economia – Correio da Manhã

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Transportadora aérea obtém lucro com o aumento dos créditos fiscais, devido aos prejuízos, e o corte de 25% nos salários.

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iva a 23% para o papel higiénico,

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Papel higiénico tem IVA a 23%
Não se pede IVA zero, mas podemos ambicionar que esteja na categoria de bem essencial e com IVA a 6%
Já agora…a luz…o gás… também poderiam deixar de ser bens de luxo.
Portugal é um país viciado numa enorme carga fiscal e oferece serviços cada vez mais deficitários e pratica uma política de dar esmolas aos pobrezinhos, esmifrando a classe média até esta se tornar os novos pobres de colarinho branco. E num país assim é natural que o papel higiénico seja um artigo de luxo.
O IVA zero é uma medida que pode representar pouco num cabaz, mas é uma medida. Agora se não for controlada, irá apenas ser a forma de alguns ganharem mais do que já ganham.
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Ana Isabel Gonzalez

Totalmente de acordo com respeito a descida do Iva do gás e da electricidade que são bens essenciais.
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Papa Francisco internado com problemas cardíacos e dificuldade respiratória – Cm ao Minuto – Correio da Manhã

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Sua Santidade apresentava também dificuldades respiratórias.

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cidade do Maranhão corre risco de desaparecer por causa de crateras

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Vídeo de drone mostra cidade do Maranhão que corre risco de desaparecer por causa de crateras
mar 29

Buriticupu é a cidade maranhense com a maior concentração de crateras. São 26 buracos gigantes que avançam sobre a cidade e tiram o sono dos moradores.

Imagens de drone (veja acima) mostram que o município do Maranhão corre o risco de desaparecer por causa de crateras. São 26 buracos gigantes que avançam sobre a cidade e tiram o sono dos moradores.

Por meio do vídeo é possível observar várias imagens da cratera que ameaça engolir casas que estão ao seu redor. Durante o período chuvoso a situação só piora na região.

Esses enormes abismos são provocados por um fenômeno geológico chamado de ‘voçoroca’, que acontece em áreas onde a vegetação é escassa e não mais protege o solo. Com isso, fortes chuvas deixam os terrenos ainda mais suscetíveis a desmoronamentos.

Crateras ameaçam centenas de moradores em Buriticupu, no Maranhão — Foto: Reprodução/Marinho Drones
Cratera engole casas

Nos últimos dez anos, só uma voçoroca engoliu três ruas e mais de 50 casas em Buriticupu. Parte da Vila Santos Dumont despareceu completamente e as casas que ainda não desabaram, estão próximas aos barrancos e foram abandonadas. A família do serralheiro João Otávio Farias perdeu 14 casas de aluguel.

“Em 2001, meu pai comprou esse terreno, construiu a casa de moradia dele, o local de trabalho dele que era uma marcenaria, ele mexia com madeira e no decorrer do trabalho dele, ele foi comprando um terreno aqui, construindo uma casinha ali e fazer como se fosse aposentadoria dele. Essas casas aqui eram todas alugadas. Chegou um ponto que ninguém alugaria mais por conta do perigo”, diz o serralheiro.

*Com G1

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Equilíbrio orçamental dos Açores não foi cumprido em 2021, diz Conselho Económico e Social – ECO

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Receita efetiva dos Açores em 2021 “ficou aquém da despesa efetiva”, fazendo com que a regra do equilíbrio orçamental do Orçamento regional “não fosse cumprida”.

Source: Equilíbrio orçamental dos Açores não foi cumprido em 2021, diz Conselho Económico e Social – ECO

PSD pede que Finanças entreguem resposta da CEO da TAP à comissão de inquérito – ECO

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Os sociais-democratas enviaram um requerimento ao presidente da comissão parlamentar de inquérito para que solicite às Finanças a resposta da CEO da TAP ao ofício da sua demissão.

Source: PSD pede que Finanças entreguem resposta da CEO da TAP à comissão de inquérito – ECO

Advogada de Águeda morreu com cancro sem baixa médica nem apoio à doença – Jornal da Bairrada

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O assunto está a mexer com o país. Os relatos da advogada de Águeda no Facebook ganharam outro tom depois da sua morte.

Source: Advogada de Águeda morreu com cancro sem baixa médica nem apoio à doença – Jornal da Bairrada

O “BATALHÃO SILENCIOSO”

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O “BATALHÃO SILENCIOSO”
Andamos todos preocupados com a inflação e as crises políticas, que nem damos conta da onda gigantesca do consumo de drogas que está assolar a nossa sociedade.
Quem está longe deste drama, felizmente, não faz a mínima ideia da quantidade de famílias destroçadas que estão a enfrentar, no silêncio, a luta pela vida de filhos e netos.
Um padre amigo, que lida todos os dias com este drama, apoiando dezenas de famílias na sua paróquia, chama de “batalhão silencioso” os milhares de pais e mães que têm vergonha, compreensivelmente, de expor publicamente o calvário por que estão a passar.
A impotência de tantas famílias para travar esta dor é de tal ordem que muitas vão desistindo, preferindo enfrentar uma vida arruinada com toda a miséria social que isto envolve.
As drogas sintéticas, muitas não criminalizadas, andam de mão em mão, ao desbarato, nas nossas ilhas, provocando uma dependência e doenças associadas, muitas irrecuperáveis.
Quem lida com a análise laboratorial destas novas substâncias afirma que até já encontrou veneno de insectos misturado no produto para consumo.
É difícil compreender como é que numa terra tão pequena como a nossa, onde toda a gente se conhece, o tráfico e o consumo estejam numa espécie de descontrolo, mesmo por baixo do nosso nariz.
Já não bastava varrermos para debaixo do tapete o flagelo da pobreza, julgando que, escondendo o fenómeno, ele desaparece. Agora, convivemos com mais este sofrimento olhando para o lado, como se não fosse nada connosco, até um dia bater à porta.
É de um profundo egoísmo assistirmos à desgraça dos nossos vizinhos e não fazer nada para ajudar a atenuar a profunda dor que vai em tanta gente.
Nem que seja pressionando os responsáveis políticos para arregimentar mais recursos e melhor organização nos programas de combate e prevenção contra este tormento.
Os dados do SICAD colocam os Açores acima da média do país, tanto no consumo ao longo da vida (17,3% contra 15% a nível nacional), como no consumo nos últimos 12 meses (15,2% contra 13,5% a nível nacional), pelo que as campainhas de alarme social em todos os gabinetes do Poder já deviam estar a disparar há muito tempo para esta prioridade.
É preciso criar um programa robusto para enfrentar esta onda imparável, mobilizar todos os meios que tivermos ao nosso alcance e ajudar os milhares de jovens e o “batalhão silencioso” que anda à nossa volta.
Ultimamente temos recebido na nossa caixa de correio inúmeros apelos de pais desesperados, perante a impotência contra o assalto devastador que os traficantes estão a fazer nas nossas ilhas.
Transcrevo a seguir, sem mais palavras, apenas uma das muitas cartas de um destes pais do “batalhão silencioso”:
“Escrevo-lhe (…) porque me preocupa tanto quanto a qualquer cidadão de bem, o ritmo desenfreado a que a oferta de estupefacientes avança (nomeadamente nas escolas, onde tenho dois filhos que, como 90% do universo escolar, consome drogas, esperando eu que apenas leves), gostava que acedesse ao meu repto e investisse um quarto de hora do seu tempo a ver uma reportagem sobre uma droga chamada Fentanil, que nos Estados Unidos já destrói tudo e todos, e que tal como qualquer movimento de rotação pandémico, estará mais dia menos dia a bater-nos à porta. Sabemos que a apetência dos ilhéus para o consumo de drogas é um fenómeno à escala mundial, sabemos que as drogas sintéticas nos assaltaram sem complacência, apanhando todos desprevenidos, e sabemos que as autoridades não têm demonstrado eficácia a antecipar cenários catastróficos, apenas e quando muito a fazer (mal!) gestão dos seus danos. Pelo consumo e delinquência de uma parte, todos sofrem as avassaladoras consequências, como bem sabemos. Talvez concordando alertar por via do Diário dos Açores para o que está a caminho, possamos criar condições para uma abordagem preventiva, ao invés de paliativa, colocando todos em sentido para uma ameaça que é real.
Peço-lho pelos meus, mas, e sobretudo, por toda uma nova geração que vejo cada vez mais à deriva.
(A nova substância chama-se Fentanil, o assassino silencioso na América do Norte).”
Osvaldo Cabral
Março 2023
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