a marinha a marinar

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O ESTADO LASTIMOSO
A QUE CHEGARAM AS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS….
Aqui em Particular a MARINHA
Todos nós fartámos de ouvir o geringonço garantir que foi virada a página da AUSTERIDADE….e depois é isto !
Ele bem avisou: – “HABITUEM-SE…”
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Perplexidades: a Fragata Vasco da Gama era o orgulho da Marinha Portuguesa. Agora… está encostada há 5 anos | TVI Notícias

Perplexidades: a Fragata Vasco da Gama era o orgulho da Marinha Portuguesa. Agora... está encostada há 5 anos | TVI Notícias
TVI.IOL.PT
Perplexidades: a Fragata Vasco da Gama era o orgulho da Marinha Portuguesa. Agora… está encostada há 5 anos | TVI Notícias
Depois dos navios de patrulha sem canhões, vamos continuar a vistoria à Marinha. A Fragata Vasco da Gama não sai do cais há mais de cinco anos. Os restantes dois navios da mesma classe têm 30 anos, a idade em que, normalmente, os ministério da Defesa pensam na substituição, mas em Portugal n…
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cabos submarinos

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Na defesa da principal amarração dos cabos submarinos CAM. Deve ser mantida na ilha de São Miguel. Não deve ser transferida para a ilha Terceira ou para qualquer outra ilha do arquipélago dos Açores. Acorda São Miguel.

Presidente timorense diz que “paciência não dura para sempre” perante críticas do PM

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Presidente timorense diz que “paciência não dura para sempre” perante críticas do PM
Díli, 19 mar 2023 (Lusa) – O Presidente da República timorense disse hoje que a sua paciência para ouvir críticas do primeiro-ministro “não dura para sempre”, afirmando que todos se devem concentrar nas legislativas em vez de continuarem a criticar a escolha da data.
“É melhor concentrarem-se nas eleições porque depois das eleições podem precisar de mim e posso não estar com disposição de diálogos. A minha paciência de ouvir críticas de certas personalidades timorenses também tem limite”, disse José Ramos-Horta, em declarações à Lusa.
Ramos-Horta reagia a críticas proferidas pelo primeiro-ministro, Taur Matan Ruak, num retiro do Governo na sexta-feira durante o qual, segundo participantes ouvidos pela Lusa, o primeiro-ministro criticou o chefe de Estado pela data escolhida para as legislativas.
Vários participantes no encontro, incluindo dois membros do Governo, confirmaram à Lusa que durante a sua intervenção Taur Matan Ruak criticou a data, afirmando que se algo correr mal nas eleições é “responsabilidade do senhor Presidente”.
“O facto de não ter reagido às críticas todas que ouvi a meu respeito, durante toda a campanha presidencial – e quando tomei posse fui eu que desci para falar com eles – não quer dizer que a minha capacidade de encaixe dure para sempre”, comentou hoje Ramos-Horta.
“Portanto: a eleição está para vir. Concentrem-se na eleição em vez de estarem a criticar os atos do Presidente da República. Porque eu teria e terei muito a dizer sobre os atos do VIII Governo e farei isso no futuro”, considerou.
Os dois líderes reuniram-se pela última vez no Palácio Presidencial no passado dia 24 de janeiro, num encontro em que ambos discutiram a questão da marcação da data das eleições legislativas.
Na altura, à saída dessa reunião, Taur Matan Ruak deu garantias de que o Governo está pronto para organizar as próximas eleições legislativas, independentemente de que data o Presidente da República escolhesse.
“A marcação da data das eleições é prerrogativa do senhor presidente depois de ouvir o Governo e os partidos. Da parte do Governo eu garanti que seja qual for a decisão do senhor Presidente, o Governo está pronto para organizar e garantir que as eleições correm bem”, afirmou Taur Matan Ruak no Palácio Presidencial.
Taur Matan Ruak partiu depois para visitas oficiais à Austrália, Indonésia e Singapura, regressando a Timor-Leste em 22 de fevereiro, altura em que fez as primeiras críticas públicas ao chefe de Estado.
No aeroporto, à chegada a Díli, Taur Matan Ruak, acusou o Presidente da República de abuso de poder e de prepotência por ter exigido ao chefe do executivo que demitisse o responsável do Serviço Nacional de Inteligência.
“Isto é abuso de poder e prepotência da parte do Presidente da República. Isto não é correto. O Presidente é um órgão que é símbolo nacional. Todos os comportamentos são importantes, e devem ser feitos com cuidado. Não pode ser uma coboiada”, afirmou, na altura.
Ramos-Horta, disse Taur Matan Ruak, “pedia ao senhor primeiro-ministro para afastar o diretor do SNI. Se não o fizer, o presidente faria duas coisas: denunciaria o caso a público e pararia os encontros semanais com o primeiro-ministro”.
Posteriormente, em declarações aos jornalistas, Taur Matan Ruak voltou a referir-se ao chefe de Estado, afirmando que só iria a encontros com o Presidente quando tivesse “assuntos importantes para discutir”, assinalando que estão suspensos os encontros semanais entre os dois líderes.
Desde aí não houve qualquer encontro semanal entre os dois líderes.
“É como ele quiser. Como ele quiser”, disse hoje José Ramos-Horta, sobre essa declaração do chefe do Governo.
ASP // VM
Lusa/Fim
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Mise Sanches

Pois e. O Sr. Prezidente tambem e humano e tem suas limitacoes para aturan toda a bujiganga.

Camões I.P., Instituto da Língua?

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O Instituto Camões foi criado em 1992 (Decreto-Lei n.º 135), destinado à “promoção e fomento do ensino e difusão da língua e cultura portuguesas, tanto no âmbito das instituições de ensino como noutras instâncias vocacionadas para o diálogo intercultural, para a expansão e defesa do idioma português e para a valorização da presença portuguesa no mundo” (art.º 3.º, 1); ficou sob tutela do Ministério da Educação, que teria a cooperação das instâncias governamentais de negócios estrangeiros e cultura.

Source: Camões I.P., Instituto da Língua?

Há um padrão português do século XV encaixotado desde 2019 num porto na Namíbia | Património | PÚBLICO

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Marco que Diogo Cão deixou na Costa dos Esqueletos estava em Berlim e chegou a Walvis Bay há quatro anos, mas continua armazenado. Negociações com a Alemanha relativas à era colonial continuam.

Source: Há um padrão português do século XV encaixotado desde 2019 num porto na Namíbia | Património | PÚBLICO

ACIDENTE SEM FERIDOS EM PONTA DELGADA

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Queda de uma árvore no Campo Jácome Correia em Ponta Delgada! Felizmente não houve feridos! Este campo é um perigo! Árvores de grande porte, bancada sul com rachas, balneários sem condições, muros, banco de suplentes em cimento, falta de luz, etc!
Enfim…É o que temos em Ponta Delgada!

TOMÁS QUENTAL CRITICA CONGRESSO DOS JORNALISTAS

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I Congresso de Jornalistas dos Açores: afirmação ou humilhação?
Nos Açores existem bons e experientes jornalistas, nos jornais, na televisão e na rádio. Há também jornalistas naturais dos Açores que exercem ou exerceram a profissão quer no Continente português quer em países estrangeiros, principalmente naqueles onde vivem comunidades emigrantes açorianas.
Há ainda no arquipélago um conjunto importante de pessoas muito categorizadas intelectualmente e tecnicamente que, não fazendo do jornalismo a sua profissão, colaboram regularmente com a comunicação social nas suas diversas vertentes, nomeadamente com artigos e comentários.
Estranho, por isso, que a maior parte dos oradores do I Congresso de Jornalistas dos Açores seja constituída por convidados do exterior destas nove ilhas, alguns dos quais nem sei se conhecem bem a realidade insular.
“(Re)pensar o jornalismo açoriano” é o mote para o I Congresso de Jornalistas dos Açores, que se realiza em Ponta Delgada, de 28 a 30 de Abril. Se o tema principal a debater, em diversos painéis de reflexão, é “(Re)pensar o jornalismo açoriano”, então ninguém melhor do que os jornalistas dos Açores para fazerem uma reflexão profunda, integrada e conhecedora do sector nestas ilhas.
Isso de trazerem para os Açores uns nomes sonantes talvez para tentar credibilizar mais o I Congresso de Jornalistas dos Açores é uma forma de auto-humilhação dos profissionais açorianos. Não faz sentido, em minha opinião. O velho ditado “santos da casa não fazem milagres” não deveria, como parece, ser seguido neste I Congresso de Jornalistas dos Açores, que deveria ser, isso sim, uma verdadeira oportunidade de reafirmação e de reconhecimento público desses profissionais, que tantos e tão bons serviços têm prestado à sociedade açoriana, à Informação e ao progresso destas ilhas.
Concordo que o I Congresso de Jornalistas dos Açores conte com participantes do exterior do arquipélago, mas, quanto a oradores, a primazia teria que ser dada a açorianos: jornalistas ou personalidades de algum modo ligadas à comunicação social regional.
Que me desculpem os organizadores do I Congresso de Jornalistas dos Açores, que muito considero, mas eu não poderia deixar de fazer esta observação.
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MELO BENTO SOBRE NATÁLIA

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Um Trevo de Quatro Folhas
Certo dia (ou seria certa noite?) estávamos a criticar determinado político local e eu caí no disparate de dizer: – Aquilo nem formado é! O que fui dizer! Natália Correia olhou-me de cima a baixo com os olhos esbugalhados, e disse-me naquela sua voz tonitruante: – Nem o Alexandre Herculano. Nem eu! Se houvesse ali um buraco, tinha-me atirado para dentro dele. Como era possível aquela montanha cultural, aquela inteligência vibrante, aquela poetisa genial e escritora sublime não ter sequer uma licenciatura? Aquela a quem vinham procurar figuras de renome mundial da literatura universal chamados por uma poesia deliciosa e transcendente e uma visão corajosa, acutilante e inteligentíssima dos acontecimentos que se desenrolavam num país em convulsão revolucionária. Limitei-me a comentar, como quem não quer a coisa: – Bom, mas isso são dois gênios. E mudei de conversa…
Era açoriana dos pés à cabeça e ninguém se espantará da amizade que nos dedicava, apoiando as nossas ideias emancipalistas. Quando José de Almeida inaugurou a sua e nossa Livraria Nove Estrelas, ela pronunciou um discurso cujo texto manuscrito me ofereceu, depois de lho ter pedido. Vejam como ela começa essa obra-prima que intitulou NO PRINCÍPIO ERA O LIVRO: “O livro é como um rio. Tem a sua nascente e a sua foz. E assim como o rio se mistura na vastidão oceânica, funde-se o livro na massa do saber universal”.
Não vos vou maçar com considerações interpretativas desse discurso magistral, politicamente hábil, fugindo a posturas divisionistas e fraturantes, e refugiando-se na essência da obra que vinha inaugurar: o livro que ela idolatrava, apreciava e gerava com magistral e genial mestria.
Vejamos agora a sua ligação á ilha em que nasceu, passadas que foram várias décadas. Ela pinta as paisagens de forma sublime como nenhum pintor, ainda que genial, conseguiu.
Retiro dessa obra prima que intitulou de “Singelinha” uns versos que Natália compõe quando lhe aborrecem as guerras tontas que a revolução gerou, como ela própria confessa:
Quando me acodem na berra
Destas guerrilhas sem glória
Saudades da minha Terra,
Põe-se-me a Musa remota
A trautear toutinegras
E dessas lembranças ledas
Aconchadas em camélias
Num rumor de frautas gregas
Sai-me a ilha em pastorela.
A partir daqui, memórias e imaginação temperadas por uma cultura gigantesca mas selecionada, e uma criatividade genial, compõe poesias que seriam tão encantadoras postadas em azulejos à entrada das localidades paradisíacas que ela descreve para se esconder das guerrilhas partidárias pós revolucionárias que a envolviam como deusa do pensamento livre que sempre tinha lutado contra o autoritarismo ditatorial esmagador e agora vencido.
Vejamos então esses poemas e digam lá se não tenho razão:
“Eram, nas Furnas, caldeiras
Guelras que o vulcão abria.
Mas se enxofradas as sombras
Em chumbo e cachão ferviam,
A luz por vales e lombas
Em hortências se aspergia,
Que não se ganham os deuses
Sem demos por mais valia
Por isso ali o inferno
Com o céu não contendia.
Vai daí que me ficasse
Esta concórdia sadia
De não frequentar negrumes
Sem numes por companhia.
Ou o contrário se quiserem
Que se Deus dá flor e fera
Eu sou por esta harmonia.”
Eram pastos paulatinos
E neles vacas sineiras
Espraiando em relvas fagueiras
Um viço cheio de sinos
E logo vinha o responso
Em estrofes de estorninhos.
Eram nas Sete Cidades
Que do sacerdote rei
As santas propriedades
São ao que dizem segredos
Castos que ali respirei
Duas luas – uma verde
Outra roxa – derretidas
Em águas que ali deixadas
São como o manto de Elias.
Mas a profundidade do pensamento e do sentir dessa andorinha com coragem de águia que sobe nas asas desse mesmo pensamento a alturas inimagináveis para nos deliciar o espírito, encantando partes dele que nem suspeitávamos que existissem.
Ouçam isto:
Quando me derem por morta
De lágrimas nem uma pinga:
Um trevo de quatro folhas
Tenho debaixo da língua.
Está em regra o passaporte.
Venha o Limite de idade.
Não me chorem, não é morte
É só invisibilidade
Túnel, poço ou espiral
Suga a alma. Fica o corpo.
Vai-se a cópia sideral
E isso não é estar morto.
É assombro e estranhez
Por não ser o céu ainda.
Há que morrer outra vez.
Demanda de Deus não finda.
Já noutro modo de ser,
Eterna, é contudo breve
A vida! Sempre a ascender
Fica cada vez mais leve.
Até que – é esse o endereço –
Já não é precisa a alma.
Unido o fim ao começo
Espírito encontra a morada.
De lembrar cessa o sentido
Onde está tudo na Glória.
Por isso pelo o caminho
Foi-se perdendo a memória.
Por favor, em funeral
Não me ponham pranto à volta.
Isso de choro faz mal
A quem do peso se solta.
Aqui parecendo cadáver,
Indemne á carne, não morta,
Já em frente vou na nave
Que eu tenho um trevo na boca.
E se a sombra me queimarem,
Bem hajam. Não sou católica.
Mas se missa me rezarem
Pela alma, não me importa.
Pois é, sempre a sondar o místico que buscou toda a vida sem encontrar, ela não se importa que lhe rezem uma missa por alma, e sempre fui tentado a promover esse ato religioso com os que como eu creem e se sentem transportados para junto do Criador pois que, pelo menos daí, podíamos vislumbrar o Olimpo dos deuses onde ela por certo nos espera.
Carlos Melo Bento
Açores, março de 2023.
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Alexandrina Bettencourt

Maravilhoso texto, como também o sabe

santuário da esperança e mais temas

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Meus queridos! Tinha jurado a mim mesmo não falar na saga da estátua da Madre Teresa no Santuário da Esperança, pois ainda tenho os olhos cheios da maravilha de simplicidade e autenticidade que o escultor picoense Rui Goulart conseguiu dar ao painel evocativo há meses inaugurado com pompa e circunstância nas imediações da Igreja de São Pedro, da Ribeira Seca, aqui da minha cidade-norte, terra de naturalidade da Freira do Senhor Santo Cristo. Não sei que mal terá feito a Venerável Madre para os tratos de polé que tem sofrido para as bandas de Ponta Delgada, onde de “padeira de Aljubarrota” passou a beatinha de adro, numa concepção simplista e minimalista da sua memória. Não cabe nenhuma culpa à talentosa escultora aqui da minha cidade-norte que executou apenas aquilo que lhe pediram, com as medidas indicadas e a foto de uma figurante que lhe apresentaram. Mal esteve a ideia desde o início e que culminou com uma verdadeira pirosice episcopalmente abençoada. Aqueles néones, assim como o suporte para velas que nem ali devia estar, porque é uma estátua e não uma imagem, e velas acendem-se a Deus e aos Santos, nunca a estátuas,… Tudo aquilo deixa muito a desejar e merece uma profunda investigação e esclarecimento, para bem de todos e para não ficar no ar esta onda de suspeitas… Que pulula por aí… A minha amiga Angélica disse-me que parece haver um “osso de defunto” a perseguir a Madre Teresa… E espera que o Senhor Santo Cristo ponha a sua mão e faça com que a Madre Teresa receba a sua recompensa pela acção que desenvolveu “espalhando” a devoção à imagem do Ecce Homo.
Ricos! E já que estou a falar do Santuário, também era bom que se soubesse o que deu na cabeça de quem teve a ideia de rebentar com o velho adro que mesmo deteriorado nunca seria para mexer. Não sou uma conservadora fundamentalista e sei que muito do que existe no santuário e no Convento já são acrescentos do original… Mas aquelas pedras do adro são sagradas pois ali há sangue e lágrimas de promessas, ali repousam memórias de flores e velas a arder ao Senhor quando as portas estão fechadas. Serenamente aguardo a decisão do Director Regional dos Assuntos Culturais, pessoa que entende bem o sentido histórico do património religioso, pelos livros que já escreveu, e de quem se espera uma sábia decisão a ser acatada com calma e seriedade por quem de direito. E que se entenda de uma vez por todas que já não há poderes absolutos, nem decisões individuais. E nos tempos que correm, a comunicação é uma arte obrigatória e no caso concreto devia ter havido um esclarecimento público e atempado do que se pretendia fazer… Agora resta esperar e só desejo que para a festa do Senhor o adro não esteja ainda escaqueirado à espera de uma decisão.
Meus queridos! Muito tenho gostado de seguir no jornal que tão generosamente me acolhe no seu seio as reportagens sobre a pobreza, em diversas zonas da ilha de São Miguel. Um retrato vivo de uma realidade que parece virtual para muitos políticos e comentadores do costume que tendem sempre a reduzir o fenómeno a números, quando em causa estão pessoas que fazem das tripas coração para pôr a mesa todos os dias. E se os pescadores protestam, e com razão, porque com mar bravo e sem pesca estão a passar fome, também os chamados “homens a dias” que vivem à jorna, há semanas que não têm trabalho certo e a fome vai apertando. E nada disto se resolve com mesas redondas e com generalizações redundantes. Acudir à fome que aí vai com a subida do preço dos alimentos é apenas um paliativo, embora necessário e urgente. Mas o que importa é mudar de paradigma e voltar para políticas de produção e de industrialização que possam gerar empregos, ao mesmo tempo que se aposta numa educação a sério que possa mudar as mentalidades e acabar com o círculo vicioso da subsidiodependência que está a passar de pais para filhos…
Ricos! A minha prima Joana das Feteiras gostou muito da reportagem que saiu no jornal que tão generosamente me acolhe no seu seio e lembrou-me as vezes em que já me pediu para eu falar aqui nos meus recadinhos no abandono das belas piscinas naturais que eram uma atracção grande no Verão e que agora, segundo a simpatiquérrima Presidente vão ter de esperar porque há outras prioridades, nomeadamente os acessos. O que a minha prima se admira é que nos panfletos para a campanha eleitoral tudo pareciam facilidades e agora tudo parecem complicações… Diz a minha prima que naturalmente a culpa é sua porque ainda não aprendeu como é que funcionam as promessas eleitorais em que tudo é céu aberto três semanas para se cair na real no resto dos quatro anos… Mas como ela diz, a Esperança é a última a morrer…
Mas ricos! Ao falar com a minha comadre Gertrudes sobre o turismo que anda já por aí já em força, ela de pronto diz, pois é, os políticos e os empresários estão muito contentes com o turismo, mas esquecem-se que é preciso ter as coisas em condições para acolher os forasteiros, e uma delas no caso, é sem dúvida os acessos às piscinas naturais das Feteiras. Diz ela que não sabe a quem compete fazer os arranjos necessários nos acessos, mas uma certeza tem ela… Não pode ser a Junta de Freguesia porque não tem orçamento para a obra. Gertrudes diz que é preciso que a minha rica Secretária do Turismo e das Obras Publicas Berta Cabral se entenda com o meu rico Presidente da Câmara de Ponta Delgada Pedro Cabral para porem “mãos à obra”…https://correiodosacores.pt/…/44069/Recados-com-Amor
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Mais de 140 personalidades nos Açores para debater desenvolvimento sustentável – Jornal Açores 9

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Mais de 140 investigadores, empresários e políticos de vários países reúnem-se de segunda a quinta-feira na Praia da Vitória, ilha Terceira, nos Açores, para debater soluções tecnológicas para desafios como as alterações climáticas ou as mudanças demográficas. “Vão reunir-se neste evento várias entidades com o objetivo de construir um planeta mais sustentável. Temos uma agenda […]

Source: Mais de 140 personalidades nos Açores para debater desenvolvimento sustentável – Jornal Açores 9

Portugal, o país onde funcionários públicos podem levar 100 anos até ao topo da carreira e a economia paralela movimenta 50 mil milhões – CNN Portugal

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A rubrica Perplexidades do Jornal Nacional, analisou vários cenários para que um funcionário público consiga chegar ao topo da carreira. Há casos em que demoraria mais de 100 anos para tal acontecer. Isto, ao mesmo tempo, que o Estado perde 7,5 mil milhões de euros em impostos, com uma economia paralela que movimenta cerca de 50 mil milhões de euros.

Source: Portugal, o país onde funcionários públicos podem levar 100 anos até ao topo da carreira e a economia paralela movimenta 50 mil milhões – CNN Portugal

morreu um dos maiores portugueses de sempre

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O PORTUGAL DOS HOMENS DIGNOS ESTÁ DE LUTO
– Paz à sua alma.
– Esperemos que haja a coragem de pelo menos 1 dia de luto nacional
Morreu o empresário Rui Nabeiro
NOTICIASAOMINUTO.COM
Morreu o empresário Rui Nabeiro
Almoço de Domingo por José Luis Peixoto

“Uma das características mais fortes de Rui Nabeiro é a sua generosidade”, José Luís Peixoto

3ª edição. Primeiro lugar no top de vendas desde que foi publicado. Direitos vendidos para @companhiadasletras (Brasil) e @penguinrandomhouse (países de língua castelhana). O Almoço de Domingo é um dos romances mais bem sucedidos de José Luís Peixoto. É sobre o empresário Rui Nabeiro. Sobre as memórias de um homem de 90 anos, que tem como uma das características mais fortes a generosidade
É sobre um homem rico, “muito diferente dos ricos mais comuns no Alentejo e, já agora, também no resto do país”, como nos descreve José Luís Peixoto, um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. Foi uma ótima junção. No Almoço de Domingo.

 

O comendador Rui Nabeiro propôs-lhe a escrita das suas memórias – que acabou por ser um romance biográfico.
Como recebeu este convite?

No exato momento em que foi feito, deixou-me muito surpreendido. Posteriormente, começou a fazer-me muito sentido, por sermos os dois do Alentejo, por termos mais algumas coisas em comum, como uma grande dedicação à nossa terra. Ainda assim, vi logo o grande potencial que estava presente nessa possibilidade. Rui Nabeiro nasceu em 1931 e, como se sabe, tem uma história muitíssimo preenchida. Ter a oportunidade de conhecê-la a partir da sua própria boca, com os detalhes que a sua memória guarda foi algo que, logo nesse momento, me pareceu ser um grande privilégio e uma extraordinária oportunidade de escrita.

Como foi preparar este livro? Como e com que regularidade comunicavam? Tinham uma lista de temas definidos ou seguiam ao sabor das memórias? E a oportunidade de partilhar de um património de alguém que tem uma história que se confunde com a do país?

Comecei a preparar este livro em setembro de 2019. Numa primeira fase, li vários materiais que encontrei sobre Rui Nabeiro. Ao longo dos anos, deu muitas entrevistas longas, foram feitos múltiplos trabalhos jornalísticos. Essa matéria foi muito importante para definir algumas ideias essenciais sobre os contornos da sua vida. Depois, quando nos começámos a encontrar, tentei sempre que conversássemos sobre aqueles assuntos, cujas respostas só ele me poderia dar. Foram momentos em que viajámos nas suas lembranças, muito precisas quase sempre. Aos poucos, com a convivência, fomos ganhando confiança para entrar em temas pessoais que, em grande medida, me pareciam fundamentais para contar a história deste homem. Como se sabe, houve um período em que tivemos de interromper os encontros ao vivo, esse foi o período mais rigoroso da quarentena. Nessa época, chegámos a ter um encontro virtual, à distância, mas não era a mesma coisa. Então, interrompi o trabalho neste livro, tendo-o retomado um par de meses depois. Para mim, foi muito impactante ouvir estas memórias de Rui Nabeiro. De certa forma, transformaram-se também em memórias minhas.

“Ainda hoje, Rui Nabeiro não gosta de ser tratado por ‘rico’”. O José Luís Peixoto fala dos mitos que existem em torno do Comendador e que este livro pode ajudar a desmistificar.
Mais algum bom exemplo?

São várias as histórias que se contam. A maioria delas, mesmo que não sejam literais, têm um fundo de verdade, surgem de características que, de facto, Rui Nabeiro cultiva e que o fazem ser diferente. Ao escrever este romance, uma das minhas principais intenções era dar conta da sua dimensão humana. Nesse sentido, todo o ser humano é contrário a mitos. Por um lado, é claro que Rui Nabeiro é um rico muito diferente dos ricos mais comuns no Alentejo e, já agora, também no resto do país. Por outro, as suas histórias do contrabando, para dar apenas um exemplo, são lendárias, embora falem de um tempo bem real.

“Temos todos de pensar uns nos outros”, Comendador Rui Nabeiro. Que “lições” aprendeu (e podemos todos aprender) com este Homem de 90 anos?
Que histórias mais o surpreenderam?

Creio que o exemplo de Rui Nabeiro é muito marcante e deixa-nos a todos a refletir sobre o nosso papel na sociedade, de que forma contribuímos para o coletivo a que pertencemos. Uma das características reconhecidamente mais fortes de Rui Nabeiro é a sua generosidade. Pela minha parte, sinto que há uma imensa sabedoria nessa generosidade. Acredito que os 90 anos que cumpriu recentemente contribuem bastante para essa visão do mundo, essa clareza no discernimento que faz daquilo que é importante. Ainda assim, pelo que li e pelo que apreendi da oportunidade que tive de privar com ele, tenho a sensação de que sempre teve essas qualidades. No fundo, parece-me, esse é o grande segredo da sua vitalidade, distingue de forma muito objetiva aquilo que considera importante, e é a esses valores que se dedica completamente.

 

Foto: facebook José Luís Peixoto