Venda do Credit Suisse provoca forte agitação nos mercados em todo o mundo – SIC Notícias

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Banco está a desvalorizar mais de 60%. Os principais bancos europeus seguem também a desvalorizar.

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Bibliotecas em Inglaterra escondem livros de Enid Blyton por terem linguagem ofensiva – Observador

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As bibliotecas públicas no condado de Devon estão a armazenar edições antigas das obras de Enid Blyton em zonas fora do acesso dos seus utilizadores. Em causa está a o uso de “linguagem ofensiva”.

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a marinha lusa a meter água

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CASO MONDEGO – CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS
O ex-HDMS Glenten (P557) esteve ao serviço da Marinha Real Dinamarquesa entre fevereiro de 1992 e outubro de 2010, tendo sido vendido a Portugal em outubro de 2014 e rebaptizado com o nome de NRP Mondego (P592), sendo o terceiro navio da classe Tejo. Foi aumentado ao efectivo dos navios da Marinha Portuguesa em 5 de maio de 2016 e passou ao estado de armamento em 12 de junho de 2018. Integra o conjunto de cinco navios da ex-classe Flyvefisken adquiridos à Marinha Real Dinamarquesa.
A propulsão do NRP Mondego (P592) é combinada diesel e turbina a gás (CODAG), com três veios propulsores. Cada um dos dois motores diesel MTU 16V 396TB94 acciona um veio com hélice de passo variável. Uma turbina a gás General Electric LM500 acciona um veio central com hélice de passo fixo. Em condições normais, sem limitações, os dois motores asseguram uma velocidade de 20 nós. Com a turbina a velocidade do navio pode atingir os 28 nós.
O navio tem um propulsor de proa, lemes estabilizadores activos e um sistema de automação de toda a plataforma (Lyngso Marine).
Antes da transferência do ex-HDMS Glenten para a Marinha Portuguesa, foram retirados todos os sistemas de armas e respectivos sensores e sistemas de comando e controlo como se pode ver na imagem.
Analisada a lista de avarias divulgada pelos treze militares da guarnição do NRP Mondego que formaram no cais em 11 de março de 2023, sábado, não cumprindo a ordem de largada para missão de acompanhamento de um navio russo, constata-se que o navio teria limitações operacionais significativas, nomeadamente em consequência da avaria de um dos dois motores principais e de um dos três geradores, alegadamente por falta de manutenção. Também por deficiente manutenção, existiriam ainda limitações significativas nos sistemas de segurança, em particular contra incêndios.
Com a margem de erro resultante de não conhecer a situação concreta dos sistemas do navio no dia do incidente de recusa de cumprimento da ordem de largada, admito que a saída do navio para o mar seria possível apesar das significativas limitações operacionais e de segurança. No entanto, dada a natureza e extensão das avarias que alegadamente e de acordo com o comunicado dos treze militares da guarnição já existiam com o navio atracado ao cais do Funchal, afigura-se que teria sido ajuizado e prudente tirar partido dessa circunstância para proceder à sua reparação e não correr o risco de um agravamento da situação operacional e de segurança do navio quando estivesse a navegar em mar alto. É de notar que uma parte significativa dessa reparação acabou por ser feita nos dias imediatos, aproveitando a permanência do navio na situação de atracado.
Relativamente à propulsão, é curioso que nem o comandante nem o CEMA tenham referido a turbina, dado que aparentemente é uma redundância do sistema e poderia evitar que o navio ficasse a pairar por avaria do segundo motor principal. Será que não está operacional ou o navio não tem pessoal habilitado para a operar?
Na entrevista que deu à SIC do passado dia 17, o CEMA afirmou: “Portanto, este navio, de acordo com o relato que o comandante fez ao seu comando superior, o COMNAV, que é o comando operacional da Marinha, é que o navio estaria em condições de cumprir a missão. O próprio COMNAV, que lhe deu a ordem, disse: o senhor vai cumprir a missão, que era relativamente a uma distância curta da Madeira e com um tempo relativamente curto, mas se por acaso sentir dificuldades, tem a minha autorização para voltar para o porto do Funchal.”
Dada a alegada certeza do comandante e do COMNAV de que “o navio estaria em condições de cumprir a missão”, estranha-se que no planeamento da missão tenham posto a hipótese de, no caso de “sentir dificuldades”, o navio “voltar para o porto do Funchal”. Como essa será a solução de recurso normal para qualquer navio em dificuldades inesperadas quando a operar na área da Madeira, é estranha a sua evocação neste caso particular, a não ser que o comandante ou o COMNAV já dispusessem de informação sobre riscos acrescidos do navio vir a “sentir dificuldades”.
Na mesma entrevista à SIC do dia 17, o CEMA afirmou:
“E mais, na dúvida que pudesse, até por fora, haver alguma dúvida sobre o discernimento do comando e da linha de comando imediata dele, eu mandei fazer uma verificação através de outros organismos da Marinha, organismos técnicos, com grande experiência, construtores navais, engenheiros, pessoas muito especializadas, que foram à Madeira, tentar verificar se o navio estaria ou não em condições, face às avarias que tinha, de poder ir para o mar ou não. E a resposta que tive é que sim, ia para o mar com limitações, mas sem pôr a guarnição em risco. E essa resposta tem também, vai ter de certeza, um impacto na avaliação.”
Presume-se que a vistoria realizada por “construtores navais, engenheiros, pessoas muito especializadas,” terá sido realizada em data posterior ao incidente disciplinar do dia 11, quando provavelmente o motor avariado já estaria reparado, a fazer fé nas declarações do comandante do navio, também à SIC, no dia 15. Segundo o comandante do navio, o motor terá sido reparado no dia 12, domingo, e no dia 15 estaria em testes para ser dado “como 100% operacional.” Desconhece-se se no mesmo período terão sido reparadas outras avarias, havendo, no entanto, notícias de que teria sido enviado para a Madeira um número significativo de sobressalentes para o efeito. Se assim foi, a vistoria terá incidido sobre uma realidade diferente da que existiria no dia 11.
Por outro lado, sendo compreensível que a vistoria alegadamente realizada por “organismos técnicos” da Marinha tenha confirmado que o navio estava “em condições, face às avarias que tinha, de poder ir para o mar”, pois não era essa a questão principal, importa conhecer o relatório dessa vistoria, designadamente quanto à caracterização técnica das avarias e à avaliação dos consequentes riscos para a segurança do navio e da guarnição.
Complementarmente, dado que o comandante da Marinha defendeu publicamente que o incidente disciplinar deve ser investigado e julgado como crime, afigura-se conveniente que a situação do navio à data do incidente, ou seja, no dia 11, seja avaliada por uma entidade técnica competente e autónoma, não dependente do CEMA.
São estas as considerações técnicas que as notícias sobre o incidente do dia 11 no NRP Mondego me suscitam, tendo contudo consciência que pecam por se basearem em informação escassa e não validada por observadores independentes.
Imagem dos HDMS Glenten (P557) e NRP Mondego (P592)

“capote-e-capelo”

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Sabias que a origem do “capote-e-capelo” é controversa?
Conhecido como uma peça de vestuário típica açoriana, utilizado por mulheres em todo o arquipélago, até meados do século XX., o “capote-e-capelo” era parte da identidade social e cultural dos Açores e consistia em duas peças separadas, feitas de tecido inglês espesso e resistente (azul escuro ou preto), que cobria completamente o corpo da mulher, permitindo apenas um vislumbre do seu rosto.
O “capote-e-capelo” era típico das ilhas do Faial e Santa Maria. O do Faial tinha a forma extravagante de uma cunha sobre os ombros, que se projetava mais de um pé para a frente. A de São Miguel era mais comprida para trás.
Muitos dizem que o “capote-e-capelo” veio das Flandres e outros dizem que foi, na verdade, uma adaptação de mantos e capotes que estavam na moda em Portugal nos séculos XVII e XVIII.
Independentemente disto, durante séculos o ‘capote-e-capelo’ foi uma peça de vestuário tipicamente açoriana que, mesmo em desuso, é, ainda hoje, uma curiosidade histórica pitoresca e é marca de referência nos licores açorianos com a “Mulher de Capote”, empresa que teve como inspiração o “capote-e-capelo” para a sua criação e que se dedica ao fabrico e comercialização de bebidas alcoólicas, típicos da ilha de São Miguel.
Did you know that the origin of the “capote-e-capelo” is controversial?
Known as a typical Azorean garment, worn by women throughout the archipelago until the mid-twentieth century, the “capote-and-capel” was part of the Azores’ social and cultural identity and consisted of two separate pieces made of thick and resistant English fabric (dark blue or black), which completely covered the woman’s body, allowing only a glimpse of her face.
The “capote-and-capel” was typical of the islands of Faial and Santa Maria. The one from Faial had the extravagant shape of a wedge over the shoulders, which protruded more than a foot forward. The one from São Miguel was longer in the back.
Many say the ‘capote-and-capel’ came from Flanders, and others say it was actually an adaptation of cloaks and capes that were fashionable in Portugal in the 17th and 18th centuries.
Regardless of this, for centuries the “capote-e-capelo” was a typical Azorean garment that, even if in disuse, is still today a picturesque historical curiosity and is a reference brand in Azorean liquors with “Mulher de Capote”, a company that was inspired by the “capote-e-capelo” for its creation and is dedicated to the manufacture and marketing of alcoholic beverages, typical of the island of São Miguel.
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Primeiro lusodescendente nomeado chefe de polícia no Canadá

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O lusodescendente Peter Moreira, filho de emigrantes açorianos, foi escolhido para liderar a polícia da região de Durham, a este de Toronto, no sul do Ontário, sendo o primeiro de origem portuguesa a liderar uma força policial no Canadá.
Primeiro lusodescendente nomeado chefe de polícia no Canadá
ACORIANOORIENTAL.PT
Primeiro lusodescendente nomeado chefe de polícia no Canadá

Companhia aérea timorense realiza primeiro voo internacional com aeronave própria – TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

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DÍLI, 20 de março de 2023 (TATOLI) – Vários cidadãos estiveram hoje presentes no Aeroporto Internacional Nicolau Lobato, em Díli, para testemunhar o primeiro voo internacional de uma aeronave pertencente a uma empresa timorense. Vindo de Jakarta, na Indonésia, o avião é propriedade da companhia Aero Díli e aterrou em Timor-Leste por volta das 8h30. […]

Source: Companhia aérea timorense realiza primeiro voo internacional com aeronave própria – TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste

a crise e a pobreza portuguesa

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“Não é momento de fazer política” diz ela… “Redução do IVA não funciona”… “Os portugueses não vão aguentar mais”…
Sempre a malhar no ceguinho para xuxar mais um bocadinho… Os chulos do Portugal de Abril sempre a sorrir amarelo… A esquerdalha muito caladinha… O Estado social a roubar… Estão por um fio os sacanóides marxistas!

Ambição sem princípios O almirante Gouveia e Melo

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« (…) Não é o estado de degradação do equipamento e armamento, veículos e navios, quartéis e outras instalações militares que é o mais grave nesta história. É a indisciplina revelada pelos marinheiros que se recusaram a sair num navio que estava em más condições. A insubordinação é uma das violações mais graves do ethos militar e, como tal, deve ser punida, e por muito que os marinheiros possam ter razão sobre o estado do navio, deviam cumprir ordens mesmo com o risco inerente.
Mas, mais grave do que isto é ver o almirante Gouveia e Melo chamar as televisões para mostrar a sua reprimenda aos marinheiros insubordinados, algo que, que eu saiba, é inédito num comandante militar ainda por cima num caso grave de indisciplina. Uma matéria que exigia a maior das discrições e que é suposto os militares não tratarem em público. Logo de seguida, o almirante fez ainda mais estragos na sua reputação e na da arma que dirige: afirmou que o que acontecera tinha como objectivo prejudicar as suas expectativas presidenciais, traduzidas nas sondagens, e que tal tinha a ver com a organização do PCP nas Forças Armadas. Exactamente o que nunca deveria ter dito, porque se coloca no mesmo plano dos insubordinados, eles actuando às ordens de um partido político, ele às ordens da sua ambição pessoal. (…)»
[José Pacheco Pereira, “Públco”, 18/03/2021]
Ambição sem princípios
PUBLICO.PT
Ambição sem princípios
O almirante Gouveia e Melo mostrou que a sua campanha está em curso e que não se coíbe de usar o cargo para obter notoriedade e vantagens.
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Cláudio Torres | D. Afonso Henriques não conquistou Lisboa aos mouros, foi aos cristãos | in revista Sábado |

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Sempre sonhou ser piloto, mas tem outros voos reservados. Rui Miguel Nabeiro é o rosto da Delta Q e o responsável por gerir o império do avô.

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