a feira do vinho em ponta delgada Tomás Quental Deixar de “inventar”

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    • Deixar de “inventar”
      Uma atamancada feira de vinhos na zona nobre da cidade de Ponta Delgada, organizada estranhamente pela Câmara Municipal, é um excelente cartaz para a candidatura a Capital Europeia da Cultura…Não brinquemos com coisas sérias! Os vinhos são bons, mas no seu devido lugar e em apropriado contexto.
      Essa feira de vinhos vai decorrer no próximo fim-de-semana, praticamente em simultâneo com outra feira de vinhos e gastronomia na vizinha cidade da Ribeira Grande, promovida por um dinâmico empresário, a não muitos quilómetros de distância. Essa, sim, é uma feira de vinhos e gastronomia a sério, já com tradição, muito bem organizada e em local apropriado.
      Esta é a segunda vez que a actual edilidade municipal de Ponta Delgada se “atravessa”, fazendo como que concorrência, sem qualquer sentido, a outras entidades. É que ainda recentemente a autarquia promoveu os “Encontros Literários de Ponta Delgada”, quase em simultâneo com outra iniciativa semelhante e já com tradição, precisamente o “Arquipélago de Escritores”, que decorreu em Ponta Delgada e em Angra do Heroísmo, promovido por escritores. De resto, não muito tempo antes, decorreram em Ponta Delgada os “Colóquios da Lusofonia”, dedicados acima de tudo à literatura, com o mesmo brilhantismo das realizações dos anos anteriores, sob a competente direção do grande homem de Cultura que é Chrys Chrystello.
      O presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada parece que sonha de noite para concretizar de dia. Só que muitas vezes os sonhos não “colam” com a realidade. A edilidade deveria era preocupar-se com os muitos problemas que tem para resolver e deixar de “inventar”.
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      • Antonio Manuel Macedo Silva

        O que se pode esperar deste “feitor” e seus acólitos. É amanhar até ao dia do juízo final.

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      • Sonia Borges de Sousa

        Completamente de acordo

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        • 12 h
      • Jaime Gamboa

        É mais forte do que ele, não consegue resistir a inventar, temos um feitor, pardal.
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      • a feira do vinho em ponta delgada Tomás Quental Deixar de “inventar”
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        • 11 h
      • Chrys Chrystello

        o arquipelago foi em pdl e angra, o colóquio foi só em pdl
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        • 11 h
      • Maria Teixeira

        Querido amigo isto com um copinho a mais é que dá certo 😂🙋

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        • 11 h
      • Luisa Câmara

        Resta-nos pensar que possam ser “vinganças “o que é de lamentar porque demonstra falta de categoria,educação ou seja falta de preparação para cargos que têm por obrigação existirem para ajudar e ouvir os cidadãos e não parecer um grupo de malfeitores que se vingam porque ou não gostam das pessoas ou do que elas fizeram e o poder lhes dá esta possibilidade.Estes políticos nunca deveriam ocupar cargos de responsabilidade não têm a classe suficiente para desempenhar as funções para as quais foram eleitos que será o equilíbrio entre todos de forma a evitar as desavenças entre cidadãos.Estamos há cerca de dois anos sempre em “luta”o que pode significar que a função principal não está de modo algum a ser desempenhada.
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portugal país rico não baixa IVA

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May be an image of text that says "DESCIDA DO IVA ESPANHA ALEMANHA BÉLGICA ESLOVÉNIA PORTUGAL 21% para 5% 19% para 7% 21% para 6% 20% para 9,5% sem alterações"
Enquanto andas distraído com futebol o mundo não pára.
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  • Santos Narciso

    Verifiquei, um por um, para ver se era verdade. E é. Todos estes países já baixaram a taxa na energia/gás.
    Por cá vão-se contentando apenas os mesmos… Em vez de atirar dinheiro às pessoas, baixem os impostos.
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    • 4 h
  • Carlos Cordeiro

    PORTUGAL E O MAIOR DE TODOS LADRO

Portuguesa integra equipa de cientistas que recebe bolsa de 10 milhões

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A investigadora Salomé Pinho, da Universidade do Porto, faz parte da equipa que recebeu do Conselho Europeu de Investigação, nesta terça-feira, uma bolsa no valor de 10 milhões de euros para desenvolver um projeto na área das doenças autoimunes. O estudo vai ser feito ao longo de seis anos e tem como objetivo principal encontrar uma estratégia terapêutica que permita atuar preventivamente.

Source: Portuguesa integra equipa de cientistas que recebe bolsa de 10 milhões

Linguagem não-binária: “Do ponto de vista linguístico é extremamente difícil, ou até impossível”

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Para cada vez mais pessoas, o género está para lá do feminino ou do masculino. Nos EUA, por exemplo, são já mais de 1.2 milhões de pessoas que se identificam com o género não-binário, de acordo com os estudos mais recentes. A par dos números que crescem cada vez mais, também as medidas inclusivas se fazem sentir. Atualmente, há 16 países que já têm passaporte não-binário, por exemplo. No entanto, Portugal não faz parte dessa lista, nem tem dados concretos relativamente ao número de pessoas que não se reveem com nenhum dos géneros, mas o tema começa a ser cada vez mais falado e a levantar outras questões, como a linguagem não-binária.

Source: Linguagem não-binária: “Do ponto de vista linguístico é extremamente difícil, ou até impossível”

acabar com os livros

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Para liquidar os povos, começa-se por privá-los da memória. Destroem os seus livros, a sua cultura, a sua história. E, algum outro escreve outros livros, lhes fornece uma outra cultura, inventa uma outra história; depois disso, o povo começa lentamente a esquecer aquilo que é e aquilo que foi. E o mundo ao seu redor esquece ainda mais rápido.
Milan Kundera
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Osvaldo José Vieira Cabral · País de esmolas

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https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2022/10/osvaldo-cabral-pais-de-esmolas.pdf

 

Por estes dias os portugueses andam preocupados sobre quando recebem a esmola governamental e os governantes alimentam o espectáculo, diariamente, com declarações sobre quando e quanto o orçamento vai deixar no bolso de cada um.
O Estado assistencialista que se criou em Portugal nestes últimos anos já não é protecção social, até porque as fracas migalhas que são distribuídas não representam nada no cada vez mais elevado orçamento das famílias e já sem contar …

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  • Paulo Cordeiro

    Somos pedintes disfarçados de ricos.
    Sim eles viajam e, vivem ricamente tendo até alguém que lhes levam a pasta até se sentarem no avião.
    Como querem governar uma região,quando nem uma empresa conseguem gerir.…

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este país é uma vergonha

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O país do “em breve”
Um pobre casal de idosos foi despedido da casa que habitava em Lisboa, não porque não pagasse renda, mas porque alegadamente o edifício será transformado em alojamento turístico.
Aqueles idosos arrastam-se há dois meses pelas ruas da capital, num sofrimento imenso, depois de uma longa vida de trabalho. Contam com algum apoio de pessoas que conhecem o triste caso.
Como esta situação ganhou notoriedade na comunicação social e nas redes sociais, o Presidente da República foi falar pessoalmente com o casal em causa, para manifestar compreensão e solidariedade. Retirou-se e os idosos continuam na rua.
As entidades que dizem estar a procurar uma solução para o casal dizem que “em breve” tudo será resolvido. Em Portugal é sempre “em breve”, para depois quase sempre ser tudo adiado ou ficar mesmo no esquecimento.
Esse casal teria que ser imediatamente retirado da rua e alojado temporariamente por uma qualquer instituição, enquanto se encontra uma solução definitiva. Com perto de 80 anos de idade e fragilizados, talvez mesmo doentes, aquele homem e aquela mulher, se isto fosse um país a sério, já teriam sido conduzidos para um abrigo minimamente digno e confortável.
Os poderes públicos falam no combate à pobreza, estabelecem metas para diminuir ou acabar com esse grave problema social, mas a tradicional política portuguesa do “em breve” não indicia nada de bom. De resto, face à conjuntura, é previsível que a pobreza aumente ainda mais.
Souto Gonçalves and 7 others
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  • Victor Pacheco

    Esta era a bandeira do Presidente da República, de retirar os sem abrigos… agora sabe-se que agravou esta situação. Em suma, um redondo falhanço do Estado (PR e Governo).
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  • Eduardo Medeiros

    Uma tristeza ! Nestas situações é que avaliam as respostas !
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Was the Azores home to an ancient civilisation? – BBC Reel

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History books tell us that Portuguese navigators found the Azores islands uninhabited in the middle of the Atlantic during the early 1400s. But some intriguing constructions suggest that people occupied this area long before. So, who was this civilisation, and why did they leave? Video by: Next Stop StoriesNarrator: Sam HartfordExecutive Producer: Griesham Taan Follow BBC Reel on Twitter, Instagram, Facebook and YouTube

Source: Was the Azores home to an ancient civilisation? – BBC Reel

 

Was the Azores home to an ancient civilisation? – BBC Reel

Crise energética poderá colocar em causa metas do PRR nos Açores

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A crise energética e a dificuldade de acesso a matérias-primas, poderá colocar em causa o cumprimento de algumas metas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) nos Açores, admitiram hoje os membros do Conselho Económico e Social (CESA) da região.

Source: Crise energética poderá colocar em causa metas do PRR nos Açores