a alma existe

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Cientistas da Universidade de Calgary comprovaram o que textos sagrados e mestres espirituais sempre afirmaram:
todo ser vivo literalmente emite luz.
Utilizando câmeras quânticas de alta sensibilidade (EMCCD), a equipe do físico Dan Oblak captou o que chamam de emissão fotônica ultrafraca (UPE) — um brilho microscópico e constante emanado das células vivas.
A intensidade medida foi de cerca de 10 a 1000 fótons por centímetro quadrado por segundo, algo invisível a olho nu, mas perceptível pela tecnologia.
⚡ Essa radiação nasce dos processos metabólicos do corpo —
cada reação química, cada célula respirando, cada átomo pulsando energia.

O País dos Comentadores Certos

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Vemos cada vez mais políticos à direita a utilizar esta táctica.…

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O País dos Comentadores Certos
Não surpreende que em Portugal o pendor ideológico tenha virado à direita. Num país que lê pouco, consome toneladas de telenovelas e Big Brothers e se informa quase exclusivamente pelas televisões e correntes de WhatsApp, o resultado é previsível. Uma sociedade que pensa o que lhe dizem para pensar.
A televisão continua a ser o maior instrumento de formação política do país, mas o pluralismo que devia existir nos painéis de opinião desapareceu. O que temos são ex-ministros, assessores reciclados e economistas de serviço, quase todos com um alinhamento estável à direita ou, no mínimo, com uma visão que se confunde com a defesa dos interesses instalados. Há anos que se repete o mesmo padrão. Comentadores que se dizem independentes, mas que acabam por justificar as decisões do poder e tratar qualquer crítica como radicalismo.
Os canais de televisão transformaram o comentário político num produto de entretenimento. Não há análise, há posição. Não há debate, há confirmação. É o conforto da narrativa única. A economia está sempre melhor do que parece, os pobres queixam-se demais, as greves são irresponsáveis e o Estado é sempre o problema. Quando alguém tenta contrariar esta lógica, é acusado de ideologia como se o resto fosse neutralidade científica.
Os estudos sobre o assunto são claros. A Universidade Católica identificou o paralelismo político entre televisões e partidos. Ou seja, os comentadores não são escolhidos pela qualidade da análise, mas pelo enquadramento que dão às decisões políticas. É uma forma elegante de domesticar o espaço público. Não se proíbe ninguém de falar, apenas se escolhe quem fala mais.
A direita percebeu isso há muito tempo. Conquistou o espaço mediático sem precisar de o controlar formalmente. Basta garantir que os rostos mais visíveis são os que partilham os mesmos pressupostos ideológicos, como liberalização, disciplina orçamental, meritocracia e desconfiança de tudo o que soe a política social. O resultado é uma hegemonia suave. As opiniões parecem plurais, mas quase todas partem do mesmo ponto.
Entretanto, a esquerda raramente tem presença consistente. Surge esporadicamente, como contraponto ou excentricidade, mas não como referência. Não tem o mesmo acesso nem a mesma máquina mediática. E isso distorce o debate. Quem liga a televisão encontra um retrato do país desenhado por quem vive de o explicar, não por quem vive nele.
A consequência é óbvia. O discurso público desloca-se. Ideias que há dez anos seriam consideradas radicais à direita, como cortes salariais, privatizações totais, desregulação laboral, hoje são apresentadas como senso comum. E quando alguém as contesta, o comentador de plantão levanta a sobrancelha e fala de “populismo” ou “inveja social”. O truque resulta porque se repete todos os dias.
As pessoas acabam por interiorizar a mensagem e confundem opinião com informação. Acreditam que ouvir três comentadores dizerem o mesmo é o equivalente a ouvir três pontos de vista. E quem tenta pensar de outra forma é tratado como um desajustado. A manipulação deixou de precisar de censura. Basta saturar o espaço com a mesma narrativa até parecer verdade.
É este o país que se vê todos os dias nos telejornais. Comentadores que opinam sobre tudo com a segurança de quem nunca é confrontado, jornalistas que fazem de moderadores sem moderar nada e uma audiência que vai absorvendo a convicção de que o mundo é exatamente como lhe é apresentado.
O efeito político é mensurável. As sondagens mostram uma normalização progressiva de ideias de direita e de extrema-direita. Não porque o país se tenha tornado conservador, mas porque o discurso dominante se deslocou. Quando os principais canais tratam a desigualdade como inevitável e a justiça social como utopia, a extrema-direita não precisa de propaganda. Tem a visibilidade.
O problema não é haver comentadores de direita. O problema é haver quase só comentadores de direita. O espaço público tornou-se previsível, homogéneo e autorreferencial. E enquanto o país continuar a confundir notoriedade com credibilidade, continuará também a confundir manipulação com informação.
Portugal não é um país sem opinião.
É um país onde poucos opinam por todos.
Beijinhos e até à próxima…
Referências consultadas:
 

Ana Isabel D’Arruda

Certíssimo! O fulgor dos jornalistas muda perante candidatos da direita!
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Cartão Amarelo a Bolieiro

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Cartão Amarelo a Bolieiro
As eleições autárquicas de 2025 nos Açores foram um verdadeiro abanão no tabuleiro político regional. Em particular, em São Miguel, José Manuel Bolieiro sai claramente derrotado. A mensagem das urnas é inequívoca: a liderança regional do PSD, centrada na figura do presidente do Governo Regional, perdeu a ligação ao eleitorado micaelense. Os sinais estavam à vista há muito, mas preferiram ignorá-los. Agora, os votos falaram. E falaram alto.
Em Vila Franca do Campo, a derrota foi mais do que inesperada. A escolha da lista foi um erro estratégico, resultado de decisões tomadas num círculo demasiado fechado e desconectado da realidade local. A constituição da lista foi marcada por erros básicos e por uma arrogância política que os vilafranquenses souberam detetar de longe. O povo, sábio, antecipou que quem governa com sobranceria não serve para liderar um concelho que valoriza proximidade e humildade. O resultado foi uma derrota clara e merecida.
Na Lagoa, o descalabro foi total. A responsabilidade recai integralmente sobre José Manuel Bolieiro. A forma como tratou a anterior comissão política, afastando pessoas com experiência e trabalho feito, como António Vasco Viveiros, foi um erro político que agora cobra fatura pesada. Em vez de apostar na competência, optou por premiar a mediocridade com um candidato sem perfil, sem carisma, mal rodeado e sem condições mínimas. O resultado foi histórico, mas pelos piores motivos: o pior de sempre para o PSD na Lagoa, com quase metade dos votos de 2021 a evaporarem-se. Se alguém tivesse imaginado um cenário catastrófico, provavelmente não seria tão mau, mas, como a vida e a política tantas vezes provam, o fundo raramente é mesmo o fundo.
Na Ribeira Grande, a terra que deveria ser um coração social-democrata na ilha, esteve-se à beira de uma tragédia eleitoral. Contra uma candidata repetente, desgastada e sem simpatia popular, Jaime Vieira deveria ter vencido com folga. Em vez disso, viu a vitória confirmar-se por apenas 300 votos. A campanha foi desastrosa: mal planeada, mal executada e sem mensagem. Reduzida a fotografias de festas e bandeiras, sem uma narrativa política consistente. O amadorismo já não tem lugar na política moderna, e este será um caso de estudo sobre como não fazer. Aqui há responsabilidades partilhadas: foi uma solução imposta de cima, com o aval de Bolieiro e, assumindo as minhas próprias responsabilidades, também com o meu apoio, contra boa parte das bases. A perda de Rabo de Peixe, a maior freguesia dos Açores, é um sinal de alerta grave. As pessoas não são candidatas por herança. É preciso mérito, perfil e trabalho. O eleitorado deu um cartão vermelho a uma sucessão política feita à medida do partido, não das pessoas. Apesar de tudo, estou certo que Jaime Vieira e equipa estarão à altura de inverter a má imagem deixada neste breve período de campanha.
Em Ponta Delgada, o cenário foi de vitória amarga. O PSD mantém a autarquia, mas sem maioria absoluta e com forte dependência de terceiros. A exceção positiva foram as vitórias nos Arrifes, com o independente Miguel Sousa, e em Capelas, bastião socialista conquistado. Mas Pedro Nascimento Cabral enfrenta agora um desafio maior: falta-lhe um verdadeiro projeto político. A campanha foi fraca, sem ideias mobilizadoras, e demasiado dependente da máquina partidária. O fraco desempenho no meio urbano é um sinal claro de descontentamento com a governação e com a forma como o partido tem conduzido os destinos do concelho. Porém, Ironia das ironias, pagou um preço injusto por ter tido a coragem de fazer aquilo que Bolieiro e outros antes dele deixaram por fazer.
No cômputo geral, em São Miguel salva-se apenas a manutenção da câmara do Nordeste. Caso contrário, estaríamos perante uma derrota clara, ou pelo menos a confirmação de uma tendência na terra onde José Manuel Bolieiro construiu a sua base política. Os eleitores não quiseram castigar apenas candidatos, quiseram castigar um estilo de liderança e quiseram dizer que a arrogância política, a falta de escuta e a escolha de candidatos fracos têm consequências.
Os resultados de 2025 não são um acidente. São o resultado direto de decisões políticas erradas, de uma liderança autista e de um partido que se afastou das pessoas. A boa notícia é que há sempre tempo para mudar. A má é que, neste momento, poucos acreditam que José Manuel Bolieiro tenha essa capacidade. E nas urnas, quando o povo fala, é para ser ouvido.
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Terceira earthquakes: twin tremors spark Azores preparedness

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Terceira, Azores, Portugal earthquakes on 13 Oct remind residents and visitors to update go-bags and evac routes. Get official advice and current alert level.

Source: Terceira earthquakes: twin tremors spark Azores preparedness

Magistrada agredida no DIAP de Coimbra. Sindicato fala em insegurança(país de brandos costumes!!!!

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Uma magistrada do DIAP de Coimbra foi agredida com um estalo, na manhã desta quinta-feira, por um homem que ali se dirigia para uma diligência. O Sindicato denuncia falta de segurança do edifício.

Source: Magistrada agredida no DIAP de Coimbra. Sindicato fala em insegurança

PORTUGAL, NATO, NEM ARMAMENTO NEM DEFESA E VIGILÂNCIA MARITIMA

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OTAN
Para que nos serve afinal a OTAN? Depois do que tenho assistido nestes últimos tempos e sobretudo do que disse ontem o Secretário Geral da OTAN, esta organização é um enorme embuste.
É um enorme embuste, não só pela atitude dos USA, mas sobretudo pela maneira que os países europeus, parte integrante da organização ao longo de décadas a utilizaram simplesmente para dizer que dela faziam parte, mas pouco ou nada fizeram para a manter como força de dissuasão.
Agora, e porque existe uma guerra na Ucrânia, que pode escalar para países da OTAN, e porque os USA disseram basta, estão todos aflitos e a tentarem rearmar-se se por acaso o status quo se alterar.
O problema é que os anos perdidos com falinhas mansas e a certeza que os USA seriam sempre a tábua de salvação da Europa foram-se, e tirando 2 ou 3 países europeus os outros vão levar décadas para se tornarem auto suficientes em armamento.
No caso de PORTUGAL a situação é simplesmente catastrófica, nunca em caso algum chegará o dia em que tenha armamento suficiente, sequer, para vigilância da sua área marítima atlântica, e muito menos para a defender.
E nós Açores como será?

o país Taured

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Seguir

Em 1954, um homem desembarcou no aeroporto de Tóquio vindo de um voo europeu. Até aí, tudo normal. O estranho começou quando os oficiais de imigração pediram seu passaporte: o documento era oficial, carimbado em vários aeroportos pelo mundo — mas emitido por um país que não existe: Taured.

Segundo o homem, seu país ficava entre a França e a Espanha, exatamente onde hoje está Andorra. Ele ficou confuso quando os oficiais disseram que Taured não existia, e afirmou que seu país tinha mais de mil anos de história.

Para resolver, levaram-no a um hotel sob custódia enquanto investigavam. Mas na manhã seguinte, o homem havia desaparecido sem deixar rastros, junto com todos os seus documentos. O quarto estava vazio e não havia sinais de fuga.

Até hoje, ninguém sabe quem ele era, se o caso foi um erro burocrático inacreditável ou algo muito mais estranho: um viajante interdimensional, um homem de uma realidade paralela… ou apenas uma das maiores lendas urbanas modernas.

Em outubro de 1959, um homem identificado como John Allen Kuchar Zegrus, de 36 anos, entrou no Japão com sua esposa coreana. Três meses depois, ele foi preso pela Polícia Metropolitana de Tóquio, suspeito de fraude de identidade. Zegrus tentou descontar um cheque de 200.000 ienes e um cheque de viagem (algo como um título de crédito internacional) de aproximadamente 50.000 ienes no Chase Manhattan Bank e 100.000 ienes no Banco da Coreia.
O caso foi investigado pelo Departamento de Segurança Pública do Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio, que mais tarde mencionou Zegrus em suas memórias. Embora seu passaporte apresentasse carimbos de embaixadas japonesas em vários países do Leste Asiático, ele foi considerado falsificado. Além disso, um visto foi emitido pela embaixada japonesa em Taipei, que agora é conhecida como Associação de Intercâmbio Japão-Taiwan.[1]
Os registros indicam que Zegrus afirmou ter “nascido nos Estados Unidos, mudado-se para o Reino Unido passando pela Checoslováquia e Alemanha, onde completou o ensino médio. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele alegou ter sido piloto da Força Aérea Real e capturado. Após a guerra, viveu na América Latina. Mais tarde, tornou-se espião americano na Coreia do Sul, serviu como piloto na Tailândia e no Vietnã, e, finalmente, foi designado pela República Árabe Unida para uma missão secreta no Japão, que incluía o recrutamento de voluntários militares japoneses para a República Árabe Unida.” No entanto, após contato com os países mencionados, foi concluído que essas informações não tinham base em fatos reais, e os selos do seu passaporte falso foram comprovadamente inventados.[1]
Em 10 de agosto de 1960, o Tribunal Distrital de Tóquio revisou o caso e condenou Zegrus a um ano de prisão. Ele tentou suicídio com um pedaço de vidro trazido secretamente por ele ao tribunal após o anúncio de sua condenação. [2][3]
Após sua libertação, Zegrus foi deportado do Japão para Hong Kong, de onde foi gravado para entrar na região.[carece de fontes] Sua esposa foi deportada para a Coreia do Sul.

Lendas urbanas

O jornal The Province, na edição de 15 de agosto de 1960, relata a história com algumas alterações. Num artigo intitulado “Homem com seu próprio país”, o jornal afirmava que John Zegrus era “um etíope naturalizado e agente de inteligência do Coronel Nasser” e possuía um passaporte “emitido em Tamanrasset, capital de Taured, ao sul do Saara.”. Taured é provavelmente um erro ortográfico de Tuaregue e Tamanrasset é uma província real da Argélia. Um texto escrito na “língua Tauregue” também foi citado pelo jornal. No início de 29 de julho de 1960, a história foi mencionada na Câmara dos Comuns britânica, quando foi citada por Robert Mathew para argumentar que passaportes não são verificações de segurança muito boas.[4][5]
O caso foi novamente mencionado nos livros de Jacques Bergier. De acordo com sua versão da história, em 1954, uma pessoa de Taured, um país da África Oriental que “se estendia da Mauritânia ao Sudão e incluía uma grande parte da Argélia“, foi presa no Japão durante uma verificação de passaporte. Essa pessoa foi internada em um hospital psiquiátrico, onde foi revelado que havia vindo “comprar armas para a verdadeira Legião Árabe“. Em 1981, a história foi mencionada no livro “The Directory of Possibilities“, de Colin Wilson e John Grant, onde Tuareg foi escrito incorretamente novamente como Taured.
Finalmente, uma história publicada em vários sites japoneses dedicados a lendas urbanas e histórias de ocultismo relata que, em 1954, um “homem de outra dimensão” chegou ao aeroporto de Haneda. Ele possuía um passaporte do país inexistente chamado “Taured”. Quando solicitado a apontar sua nação natal em um mapa, ele indicou Andorra. Ele foi colocado em um hotel com dois guardas para investigação, mas desapareceu sem deixar rastros na manhã seguinte. [6]

Referências

  1. Atsuyuki Sassa (2016). 私を通りすぎたスパイたち (em japonês). [S.l.]: Bungeishunjū
  2. 「密入国の”ミステリー・マン” 判決直後自殺図る 架空の国籍、14か国語ペラペラ」読売新聞1960年8月10日
  3. 「”ミステリー・マン”に懲役1年の判決」読売新聞1961年12月22日
  4. «Man With His Own Country». The Province. Vancouver, B.C. 15 August 1960. p. 4 Verifique data em: |data= (ajuda)
  5. «Commons Chamber. Volume 627: debated on Friday 29 July 1960». 29 July 1960 Verifique data em: |data= (ajuda)
  6. «The Mystery of the Man from Taured». Snopes. 7 March 2021 Verifique data em: |data= (ajuda)

‘It still hurts’: Families seek justice 50 years since the Balibo Five murders

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On the 50th anniversary of the Balibo Five murders, families are still grieving the loss of their loved ones and remain committed to holding those responsible accountable for their actions.

Source: ‘It still hurts’: Families seek justice 50 years since the Balibo Five murders

FINANÇAS, REEMBOLSO EM CÂMARA LENTA

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como anualmente faço há uns 30 anos entre abril e começo de maio a minha declaração de IRS é entregue para os membros do agregado familiar agora reduzido a um. A 8 de maio a declaração foi dada como certa e sem necessidade de correções. Em 31 de agosto, dsata limite de reembolso dizia-me a AT para esperar tinham tido muitos reembolsos blá blá, e só em 1 de outubro declararam que estava a pagamento com direito a 25 euros +- de juros de mora…os dias passaram, fiz de novo queixa (foram tantas!) e hoje aleluia fui finalmente reembolsado

 

para o ano já quase ninguém deve receber reembolsos pelo que já não terei com que me preocupar…

RAMOS HORTA E XANANA NAO SAO FARINHA DO MESMO SACO

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Não concordo com todos aqueles que metem no mesmo saco Xanana Gusmão e Ramos-Horta. O Presidente da República sabe perfeitamente quem o elegeu. Sendo uma pessoa muito inteligente faz o jogo de cintura para que haja equilíbrio entre as instituições do país. Não lhe interessa e nem deve criar um clima de instabilidade. Passou por uma situação difícil no passado e sabe que está sempre entre a espada e a parede. Muitas vezes comete erros em tentar salvaguardar a imagem do outro. Daí o associarem ao outro. Farinha do mesmo saco. Aconselho que utilize os serviços da Presidência para explicar ao país o que pretende em vez de responder às questões a quente entrando em contradições desnecessárias.

Os partidos da velha esquerda caminham alegremente rumo à extinção – Bilhete Postal – Correio da Manhã

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Por Carlos Rodrigues

Source: Os partidos da velha esquerda caminham alegremente rumo à extinção – Bilhete Postal – Correio da Manhã

DEFICIENTE NÚMERO DE LUGARES PARA DEFICIENTES

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571.
DEFICIENTE NÚMERO DE LUGARES PARA DEFICIENTES NO HDES

Há poucas semanas escrevi sobre o tema mas tenho de voltar a ele. Escrevi para a administração do HDES a dar conta da insatisfação mas a política de Relações Públicas do Hospital não é conhecida pela sua celeridade em responder aos utentes, o que faria semanas mais tarde. Esta minha embirração diz também respeito a deficientes (meramente visuais ou mentais) que não sabem ler este sinal e

estacionam para ficarem mais perto da entrada / saída de qualquer edifício. Quando uma pessoa que utiliza esse dístico quer estacionar, encontra os lugares ocupados por esses deficientes (que, assinale-se não têm direito a dístico!). Nunca há seguranças, nem PSP, nem GNR nem Polícia Municipal, a jeito para mandar retirar as viaturas em contraordenação. É a impunidade e o desrespeito total.

E gostava de pedir encarecidamente à Administração do HDES que plante lugares para deficientes pois os 9 ou 10 existentes são manifestamente insuficientes, em especial para os doentes da oncologia com dificuldades de mobilidade.…é um tormento para quem tem tratamentos diários ou regulares, arranjar lugar é tarefa quase impossível, quase como ganhar o Euromilhões… A falta de respeito e de civismo dos que não têm direito a esse dístico tem de ser punida.

Para quem vive longe da cidade não pode depender de transportes coletivos pois estes pararam nos anos 70 e têm horários ainda do tempo em que os dinossáurios vagueavam pela Terra.

Nem todos se fazem transportar nas ambulâncias de transporte não-urgente de doentes pois as demoras no regresso muitas vezes levam a que todo o dia seja consumido no transporte de e para a residência, por mais boa vontade que os bombeiros possam ter..

A deslocação de 35 km, ida e volta, por táxi custa quase 10% do salário mínimo. Já houve quem me sugerisse deixar a viatura nos parques do Parque Atlântico e deslocar-me ao Hospital de táxi. Seria mais seguro e barato, mas há uma estranha tendência para encontrar o carro batido ou riscado naqueles parques, como, infelizmente, já constatamos por mais de uma vez.

Os mais afortunados que dispõem de viatura própria, devidamente identificada terão de chegar com muita antecedência para encontrar um lugar disponível, agora que o HDES plantou pinos (bolardos) nos passeios e outros obstáculos e manda a PSP autuar os que se encontram estacionados nos passeios (centenas deles)

 

Esta semana tive de me deslocar ao HDES, como infelizmente fruto do meu diagnóstico oncológico faço frequentemente. Cheguei ainda não eram 08.30 e pelas 09.00 tinha análises marcadas junto às antigas Urgências, sem lugar disponível na rua, ou em cima do passeio…o novo hospital modular roubou mais um estacionamento. Os lugares reservados estavam ocupados por viaturas sem dístico e tive de deixar a viatura, em infração, numa curva em perigo de sofrer danos. Eram quase 11.00 quando saí da colheita de sangue e a poucos metros da viatura já rondava (que nem um abutre sobre os cadáveres) um solícito agente da PSP que alegremente distribuía dezenas de pequenos papeis de notificação de infração.

Sei que não há milhões para se construírem parques subterrâneos ou silo autos em altura, sei que há pessoas que vão à cidade e estacionam ali o dia todo, sei que o pessoal médico, de enfermagem e auxiliar não tem também estacionamento suficiente para eles. Andamos nisto há anos, eu só constatei o problema há 20 anos quando cá cheguei, mas afeta todos os doentes (não só os da oncologia com tratamentos diários ou regulares) pelo que se esperaria que a administração tivesse já feito algo para minorar as deficiências apontadas, em vez de nos tratar com o silencioso desdém com que trata a maioria das queixas dos utentes.

Nunca me esqueço de que em Melbourne 1994 a minha companheira da época, cheia de pressa numa compra de sábado, a minutos do híper fechar, estacionou num desses lugares, “só por um minuto”. “Um minuto” depois, ao regressar, estava a multa no para-brisas, menos 4 pontos na carta de condução e uma coima de 200 dólares…Se cá fizessem o mesmo, eu perdia essa embirração…