Agulhas e furadores de osso terão sido uma tecnologia decisiva para a sobrevivência humana durante os períodos mais frios da pré-história. A hipótese já é antiga na arqueologia, segundo o Phys, mas foi reforçada este mês por uma nova investigação, segundo a qual estas ferramentas permitiram fabricar vestuário mais eficaz, ajudando os grupos humanos do Paleolítico a conservar o calor corporal, evitar a hipotermia e ocupar regiões cada vez mais hostis durante a Idade do Gelo. O trabalho publicado na PLOS One e conduzido pelos investigadores McKenna Litynski, Sean Field e Randall Haas, procurou demonstrar de forma quantitativa a relação
Uma corrente de norte, associada à ação conjunta entre o anticiclone e uma depressão que se está a formar, levou até aos Açores muito frio, granizo e até neve. Além disso, pelo menos em duas ilhas, os termómetros registaram 0ºC, o que é “não é muito comum” na região.
O Lifestyle ao Minuto esteve à conversa com Pedro Castro Rodrigues, psiquiatra e autor do livro “Revelar a Mente”, no qual aborda alguns dos maiores mitos relativamente ao uso de substâncias psicadélicas.
A PJ está a realizar diversas buscas nos Açores e em Lisboa por suspeita de favorecimento de uma companhia aérea através da adjudicação indevida de contratos do Programa Operacional dos Açores 2030. Foram constituídos cinco arguidos.
Angela Lipps foi detida por suposta fraude bancária cometida num Estado onde nunca pôs os pês. Esteve presa durante meio ano, quatro meses sem possibilidade de fiança, e nunca foi chamada a prestar declarações. Uma norte-americana passou quase seis meses na prisão após ter sido erradamente identificada por um sistema de reconhecimento facial usado pela polícia de Fargo, no estado norte-americano do Dakota do Norte. Angela Lipps, de 50 anos, mãe de três filhos e avó de cinco netos, foi detida em julho passado à porta de casa por agentes federais norte-americanos, enquanto tomava conta de quatro crianças. Os agentes
For my Portuguese friends: Os investimentos brutais previstos para a região de Lisboa, numa fracção apreciável do PIB (aeroporto, ponte, zona ribeirinha 50 vezes superior à EXPO 98, TGV e outras loucuras), são absolutamente inadmissíveis. Eles retratam, a meu ver, a mediocridade e a parolice de quem os planeou e aprovou. Desde há décadas que somos governados por políticos e legisladores incompetentes que nunca criaram riqueza na vida e que parasitam o Estado, ou seja, a sociedade. Uns mais socialistas que outros, certamente, mas quase todos seguindo esta filosofia miserável que concentra a atenção na distribuição (demasiado local) de riqueza que ainda existe mas sem competência nem motivação para a criar. Em particular, o litoral tem-se desenvolvido à custa do interior mas, sobretudo, Lisboa tem-se desenvolvido à custa do país. Entretanto, pessoas que vivem na Mouraria (Lisboa!) tiveram de oferecer um computador à PSP local para esta ter meios para cumprir com as suas responsabilidades.
Considero inadmissível que nenhum governo tenha coragem para meter este estado de coisas na ordem, antes o reforce. Gente medíocre sem qualquer visão estratégica para o país. Assim não vamos lá.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou hoje os Açores sob avisos laranja e amarelo devido à agitação marítima, vento e chuva, entre terça-feira e quinta-feira, devido à passagem da depressão Therese pelo arquipélago.
A vitória táctica de Trump pode transformar-se numa guerra sem fim. E se há uma lição que os Estados Unidos e Israel deviam ter aprendido nas últimas décadas, é a de que o sucesso militar raramente se traduz em vitória política — em Gaza, no Afeganistão ou, agora, no Irão. O adversário volta sempre. Talvez a resposta à pergunta instintiva “Então, como é que isto acaba?”, no caso do Irão, seja simples: não acaba. Pelo menos, não durante muito tempo, escreve David Ignatius, colunista do The Washington Post, num artigo publicado no Foreign Policy. Provavelmente assistiremos a algum tipo de
A operação ‘Survivor’, desenvolvida pela PJ em colaboração internacional, desmantelou uma rede criminosa de tráfico de droga para a Europa via marítima.
Considero inadmissível que nenhum governo tenha coragem para meter este estado de coisas na ordem, antes o reforce. Gente medíocre sem qualquer visão estratégica para o país. Assim não vamos lá.