Certificados Aforro: Estado fica com 50 milhões de herdeiros (e acha que esperam de propósito)

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IGCP tem sido condenada pela Justiça a devolver dinheiro mas alega prescrição e fica com valor que herdeiros esperavam.

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sorria

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SORRIR FAZ BEM À CIRCULAÇÃO E RELAXA OS NERVOS!
“ Quando Galileu demonstrou que a Terra girava… já os bêbados sabiam disso há séculos! ”
“As nuvens são como os chefes… quando desaparecem fica um dia lindo…”
“ 97% da população não acredita nos políticos, os outros 3% são os políticos.”
“ A hierarquia é como uma prateleira: quanto mais no alto, mais inútil.”
“ Alguns homens gostam tanto das suas mulheres que, para não as gastarem, preferem usar as dos outros.”
“ Por maior que seja o buraco em que te encontras, sorri, porque por enquanto ainda não há terra por cima.”
“ Se te estás a sentir sozinho, abandonado, a achar que ninguém te liga… atrasa um pagamento.”
“ Se não puderes ajudar, então atrapalha, afinal o importante é participar.”
” Errar é humano… colocar a culpa em alguém é estratégico.”
“ Antes, eu tinha amnésia, hoje não me lembro.”
“ Não bebas enquanto conduzes! Porque podes entornar a cerveja.”
“ Bebo porque sou egocêntrico… gosto quando o mundo gira à minha volta.”
“ Vivemos tempos em que o fim do mundo não assusta tanto quanto o fim do mês.”
“ Eu não sou contra nem a favor, muito pelo contrário!”
“ O pára-quedas é o único meio de transporte que, quando avaria, você chega mais depressa.
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cronica-496-queremos-mentiras-novas-20-5-2023/

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Crónica 496 queremos mentiras novas 20.5.2023

Vivo em Portugal e não no reino da Alice no País das Maravilhas, embora, muitas vezes, não consiga distinguir um do outro. Várias vezes, noutras ocasiões penso que estou a reviver num país da “República das bananas”, termo cunhado pelo escritor americano William Sydney Porter, conhecido como O. Henry, no conto O Almirante, de 1904. Noutros dias penso que vivo num pesadelo e que vou acordar e libertar-me, mas quando abro os olhos lá estão os canais miserabilistas de TV do nosso descontentamento a alertar-me para esta realidade e aí tento refugiar-me na visão quântica de que a realidade não existe. Há momentos em que chego a pedir que seja verdade vivermos num mundo holográfico, tipo “Matrix”, em que somos apenas peças num jogo de computador.

Já não suporto mais mentiras velhas como as do Presidente da República, do Primeiro-Ministro, dos ministros todos, dos secretários de estado, dos adjuntos, dos assessores, dos chefes de gabinete, dos diretores a nível nacional, ou, ao nível arquipelágico do Presidente do GRA, dos Secretários, dos Diretores Regionais (mesmo aqueles que nunca tinham aparecido na RTP-A e nem sabíamos que existiam).

Já não suporto mais investigações e prisões preventivas de alegados corruptos, seja no futebol, seja na política, eterna novela que se desenrola ao longo de anos em que nunca os culpados o são, nem vão presos, ou têm penas suspensas, ou os crimes prescrevem e nunca ninguém é responsabilizado nem os contribuintes reembolsados dos milhões que lhes extorquiram.

Quanto mais leis o país tem, menos elas se aplicam, nem são verificadas, nem fiscalizadas, nem aplicadas pois há sempre mais “buracos” por onde os alegados culpados se escapam.

Vejo documentários nos confins do Canadá, de pessoas à pesca ou na caça, e sem vigilância nem polícias nem autoridades num raio de milhares de quilómetros recusam-se a pescar ou caçar mais do que o legalmente estipulado. Sem mentiras bacocas, ou chico-espertices saloias tipo José Sócrates.

Lembro-me dos meus anos na Austrália e dos multimilionários que conheci, cuja maioria foi presa e cumpriu pena, apesar de tentarem mudar a posse de bens para esposas e filhos, apesar de pagarem milhões aos melhores e mais caros advogados. Aqui são esses mesmos advogados que ou são deputados ou escreveram as leis.

Depois admiram-se com populismos como nos EUA, Brasil, Itália, Hungria, Polónia, e tantos outros países (e em breve em Portugal)

Por isso, meus amigos subscrevo o grafitti acima QUEREMOS MENTIRAS NOVAS.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

drchryschrystello@journalist.com,

Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal LusoPress, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)

 

 

Brush-tailed bettongs make ‘historic comeback’ in Australia | Miami Herald

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The creatures disappeared from the Yorke Peninsula over 100 years ago. Now they’re making a “historic comeback,” wildlife officials said.

Source: Brush-tailed bettongs make ‘historic comeback’ in Australia | Miami Herald

O (neo)fascismo em pezinhos de lã – Notícias Online

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Desde há bastante tempo que se vêm verificando acontecimentos preocupantes, mas a memória histórica e a firmeza de princípios devem fazer-nos reagir, pois é precisamente a permanente desvalorização desses mesmos princípios, a narcotização colectiva que nos é imposta pela lógica do instantâneo, o individualismo extremo e a busca do sucesso a todo o custo, que…

Source: O (neo)fascismo em pezinhos de lã – Notícias Online

TIMOR INDEPENDENDENTE E OS COLÓQUIOS DA LUSOFONA (

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E Timor aqui tão perto!
Foram mais de 200 000 que cairam perante o silêncio cúmplice da comunidade internacional. Foram outros tantos resistentes nas montanhas, nas redes clandestinas, nas igrejas e nas capitais do mundo, exercendo influências, denunciando e dando voz no exterior ao extermínio de um Povo e de uma Cultura. É assim a sina de um Povo que resiste e que diz não! De que falavamos nesta tertúlia no @Resorte Santa Bárbara, na Ribeira Grande, S. Miguel, Açores? Com José Ramos-Horta, Chrys Chrystello e Professor Doutor Malaca Casteleiro. Seguramente não falavamos de guerra, somos homens e mulheres de Paz. Seria o livro de Ramos Horta? A necessidade de reforçarmos a presença portuguesa nas escolas timorenses? É que Chrys Chrystello, nunca deixou de fora Timor Lorosae, nem a juventude timorense da programação da AICL Colóquios da Lusofonia em Macau, no Brasil, na Galiza, nos Açores ou nas inúmeras cidades de Portugal Continental. Hoje, Timor Lorosae é um país independente, que constrói a sua democracia na diferença, na cultura e nas línguas. Helena Olga Jesus, cara amiga
28º EM 2017 VILA DO PORTO
cooperante dessa grande aventura por terras do crocodilo, se vires o Presidente dá-lhe um abraço dos Amigos da Lusofonia. Hoje,falemos de Liberdade e de Cooperação entre os Povos, na diversidade e na amizade que devem caracterizar as relações internacionais.
Pode ser uma imagem de 3 pessoas e interiores
IMAGEM 26º EM 2016 NA LOMBA DA MAIA
28º 2017
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fADO

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Hoje, 20 de Maio às 20.30h, no Teatro Lagoense, estarei a partilhar música e histórias do Fado e da Guitarra Portuguesa na companhia da Arminda A Alvernaz e do Dinis Raposo.
Entrada livre.
📸 Rafael Continhas
May be an image of 1 person, guitar and text that says "PADRE é LAGON 20 MAIO 20h30 FADO EM DIÁLOGO CONCERTO COMENTADO SOBRE O FADO E A GUITARRA PORTUGUESA Cineteatro Lagoense "Francisco d'Amaral Almeida""
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You, Fabíola Jael Cardoso, Ana Isabel D’Arruda and 90 others

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Brad Majors

Wish I could attend.
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timor micro conto

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” Adormeceu. Sob as palapas em mavioso movimento num azul límpido. Um chapéu de abas largas, gasto, cobria-lhe a tez da exposição ao sol quente. A aragem húmida deixava um rasto de gotículas na amurada de madeira. O som tranquilo de um meio-dia à beira-mar dissipava, por momentos, fragmentos de vida que ainda permaneciam na memória.
Sentia voláteis figuras nas marés serenas, simples sorrisos e espontâneas diabruras. Avistava descalças correrias nas escaldantes areias finas, num longínquo sonho de um sono tranquilo. Os sons de uma brisa, acariciando os ramos de exóticas árvores, transformavam-se em bocejos de alguns cães, espreguiçando-se na terra, preparando uma sesta que o calor convidava. O alarido dos pontapeares em esféricos entrapados, num tapete relvado imaginário com craques triunfantes, erguiam estádios fantásticos, repletos de ovações a primorosas jogadas e golos marcados nas balizas improvisadas por pequenos paus distorcidos e enterrados nos verdes de areias finas. As várzeas verdes serviam de repasto a animais serenos na indolência dos dias. Os cantares longínquos vindos das aldeias vizinhas e o eco de búzios ancestrais nas montanhas eram um prenúncio de visitas nas redondezas. No clube desportivo, salas apinhadas, sorrisos francos nos seus fatos dignos, prontos para uma dança nos bailaricos domingueiros. Uma realidade transformada em sonho, um pretérito quase perfeito, não fossem as lágrimas escorridas por entre os dedos.
O sal impregnado na pele e o cheiro do peixe seco em estendais ao longo do pequeno porto prefabricado, pairava no ar abafado. “Vagaroso” era a palavra mais adequada para o passar do tempo. Mas as pálpebras enrugadas contradiziam.
– Uma questão de se viver meio dia e sonhar o outro meio. – Costumava dizer para justificar o estado enrugado das suas faces.
Adormeceu o cansaço dos mergulhos em corais.
A vida continuava mesmo sabendo da sua imprevisibilidade. Manter-se vivo e cuidar da família, fosse num ou outro local, era a sua rotina. Permanecer no mesmo sítio, por um período mais extenso que o habitual, era fruto de uma vivência encoberta, quase estoica, num território assaz pequeno.
(…) “
Helena Soares Silva ( in “Os crocodilos têm memória” Coletânea Viagens IPOR e ” Nunca é longe de mais” contos SDM.
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autarcas contra calçada

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Adriana Carreiro

Que triste é a forma de pensar desses autarcas .Uma das belezas da Horta são essa lindissima calçada portuguesa.Os Açores são 9 ilhas mas nenhuma se compara á Horta. Por favor ,não destruam mais do que já fizeram.

Maria Zulmira Rodrigues

Está vai ficar?Ou será substituída por cimento às bolas??Até com tanta bola e bolinhas dá enjoo ao olhar para este panorama!Devem dar muitas dores de cabeça!jSiga a marinha!