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Russos atacam Belgorod. Rastilho de “guerra civil” na Rússia
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“É hora de acabar com a ditadura do Kremlin. A Rússia será livre!” – a Legião da Liberdade atacou Belgorod e diz que já “libertou” uma aldeia.
Source: Russos atacam Belgorod. Rastilho de “guerra civil” na Rússia
MACHADO DE ASSIS
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“Dom Casmurro,” by Machado de Assis, teaches us to read — and reread — with precise detail and masterly obfuscation.
www.nytimes.com
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Reviewed by Benjamin Moser
Benjamin Moser is the author of “Why This World: A Biography of Clarice Lispector” and “Sontag: Her Life and Work,” for which he won the Pulitzer Prize. “The Upside-Down World: Meetings With the Dutch Masters” will be published in October.
Timor-Leste/Eleições: PR quer processo rápido de formação de Governo
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XANANA ELEITO
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bênção dos veículos
(63) DAS CRISTANDADES CRIOULAS LUSÓFONAS DO ORIENTE À LITERATURA AÇORIANA CONTEMPORÂNEA | chrys chrystello – Academia.edu
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Resumo Da colonização britânica e holandesa nasceram Estados. Da Portuguesa nasceram comunidades de afeto. Praticamos o monopólio com fidelidades regionais que extravasavam o interesse diplomático, comercial e político da Coroa. A língua Portuguesa
Foi descoberta por um navegador português, mas não se fala a língua de Camões. 21 curiosidades sobre a ilha mais remota do mundo – Mundo – SAPO Viagens
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Esta ilha com 250 habitantes, onde ninguém fala português, não há restaurante, hotel ou aeroporto.
MARCAS DA PRESENÇA PORTUGUESA EM MACAU
No Brasil, gozar é ilegal – Expresso
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A justiça brasileira censurou um humorista. É provável que acabemos a cortar-nos no papel em que se elenca o que não se pode dizer
Dr
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gato galamba
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Urbano Bettencourt, Fátima Silva and 23 others
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PONTE ROMANA AO ABANDONO
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VOTO ELETRÓNICO
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VOTAÇÃO ELECTRÓNICA NAS ELEIÇÕES EM PORTUGAL?
Petição para Introdução de Voto electrónico para Portugueses residentes no Estrangeiro
A Estónia foi o primeiro país do mundo a permitir o voto via votação electrónica (2005) nas eleições. Portugal… poderia, também neste aspecto tornar-se pioneiro em questões de votação electrónica.
Salvos os requisitos de segurança, o voto eletrónico como alternativa ao voto presencial e por correspondência, tornar-se-ia mais confortável. … A votação online tornar-se-ia mais barata, permitiria maior flexibilidade e certamente maior participação cívica e política especialmente para jovens e pessoas com deficiência motora. A exigência de deslocamento de centenas de quilómetros a emigrantes para ter acesso às urnas de votação tornam o voto eleitoral despropositado!…
Já em 2017, depois de um abaixo-assinado petição para introdução da votação electrónica, organizado entre a população migrante, a Rádio Renascença noticiava que o Governo estava a trabalhar “em soluções concretas” para executar o voto electrónico para os emigrantes. Essa exigência tinha sido assinada e reivindicada por mais de 4 mil pessoas, numa petição entregue ao Parlamento. Na altura o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva saudou a iniciativa dos cidadãos afirmando que o voto electrónico para as comunidades portuguesas no estrangeiro “faz parte do programa do Governo”!
Devido à inação do governo, a nova petição pública (2) “ Para que todos contem “, reivindica, também ela, a introdução da modalidade de voto online não presencial para os cidadãos portugueses residentes no estrangeiro e a consequente alteração das leis de recenseamento…
Possibilidade de assinar a Petição Pública “Para que todos contem” em: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=Que-todos-contem&fbclid=IwAR1_T89oZ86YOSswEHXHgJu7oiTO5FlewMH6soGavOSraY7aPbs4pinMyhw
Por vezes vamos tendo a impressão que em política nos andamos a distrair ou distraindo os emigrantes. A introdução do voto electrónico para residentes no estrangeiro poderiam tornar-se num primeiro ensaio para se passar a ter a alternativa do voto electrónico em Portugal.
António CD Justo
Texto completo e notas em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=8531
A POLÍTICA TEM SIDO A ARTE DO POSSÍVEL E SOBRETUDO FORMADORA DE PODEROSOS E RICOS
Hoje como no Tempo de Hitler as Massas reagem de Jeito semelhante
Política é a arte do possível, sobretudo para quem pode! Política é a arte do possível, mas para que o povo fizesse parte essencial das possibilidades teria de formular os seus interesses através de grupos onde não perca a visão geral e participe activamente…
Povo sem poder efectivo é isca de anzol para outros pescarem. Um olhar mesmo distraído sobre a história universal leva a concluir que os diferentes regimes e até em democracia, a política é sobretudo a grande possibilidade para as elites, seus representantes e instituições fortes estabelecidas no sistema. Torna-se caricato o facto de, de maneira sustentável, o povo ver reduzida a sua acção ao papel de queixoso e vítima.
Antigamente quando pensava nos crimes de Hitler não podia acreditar que o povo alemão o pudesse apoiar como apoiou. Agora que me dou conta da conexão das elites entre si e de como funcionam os meios de comunicação social (sobretudo informação sobre as guerras e a pandemia) é-me permitido perceber os fenómenos do presente e compreender muito bem o porquê de o povo alemão ter apoiado em massa as desumanidades de Hitler e as suas mentiras em cadeia. Hitler conseguiu convencer o povo da superioridade e da razão alemã apoderando-se da imprensa e da publicidade conseguindo assim criar no povo uma consciência colectiva contra os judeus e assim poder efetuar o bárbaro genocídio e motivar o empenho para a produção de armas...
O poder e as forças dominantes são como o camaleão: Antes dominavam o povo com métodos repressivos e agora, em democracia, dominam-no através da “informação” …
Mentir não é só emitir uma mensagem falsa com a intenção de que os receptores a tomem como verdadeira, mas sobretudo elaborar notícias e noticiários com informações meias-verdades em que essas meias verdades fazem das outras meias, mentiras inteiras (O método mais eficiente está a ser, em vez de factos, apresentar interpretações de factos como sendo meros factos). A mentira, em cadeia, forma visões e opiniões que se têm como verdades absolutas sem que o cérebro se dê conta disso dado não ter informação oficializada sob outros pontos de vista. Faz-se da informação uma droga que tantas vezes repetida transforma a meia-verdade em verdade inteira e assim se leva o povo a viver na mentira ao serviço de interesses estranhos, contra si próprio e contra a humanidade.
A política embora tenha sido até hoje a arte do possível, formadora de poderosos e ricos, tem paulatinamente levado estes a ceder parte da riqueza que o povo produz em benefício do próprio povo, mas só na medida em que a consciência deste cresce e se organiza…
António CD Justo
Texto completo em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=8534
Dr
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