a falsa energia verde

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Bateria Tesli.
Aby ją wyprodukować , potrzebujemy:
12 ton skał dla pozyskania litu
5 ton skał dla pozyskania kobaltu
3 tony skał dla pozyskania niklu
12 ton skał dla pozyskania miedzi
Przenosimy 250 ton ziemi i skał dla pozyskania:
12 kg litu
30 kg niklu
22 kg manganu
15 kg kobaltu
100 kg miedzi
200 kg aluminium, stali i plastiku
Caterpillar 994A używany do przemieszczania ziemi pochłania 1000 litrów oleju napędowego w 12 godzin.
Wreszcie mam samochód „zero emisyjny”.
Jedynym problemem, który musimy rozwiązać dla planety, jest wyeliminowanie krów.
🤦‍♂️
Bateria Tesli.
In order to produce it, we need:
12 tons of rocks for lithium production
5 tons of rocks for cobalt mining
3 tons of rock to get nickel
12 tons of copper mining rocks
We move 250 tons of soil and rock for procurement:
12 kg of litany
30 kg of nickel
22 kg of manganese
15 kg of cobalt
100 kg of copper
200 kg of aluminum, steel and plastic
Caterpillar 994A used to move earth absorbs 1000 liters of petroleum in 12 hours.
Finally got a zero emission car
The only problem we need to solve for the planet is the eradication of cows.
🤦 ♂️

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arquivos RTP perdidos e não achados

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Acabo de receber um telefonema de um jornalista da “Visão” que me pedia um depoimento sobre um facto absolutamente extraordinário: segundo ele me explicou, a revista acaba de receber da RTP uma informação formal de que não existe no arquivo da empresa nenhum registo filmado do XI Festival RTP da Canção, realizado em 1975.
Escusado será dizer que em 1975 o Festival RTP era a manifestação da Música Popular Urbana portuguesa de maior impacto público em todo o País, sobretudo a partir de 1969 e nos anos imediatamente subsequentes, quando, no ambiente de relativa liberalização da censura no arranque da chamada “Primavera Marcelista”, o concurso deixou de ser um baluarte do chamado “nacional cançonetismo” e se abriu à participação de poetas como José Carlos Ary dos Santos, Yvette Centeno ou Pedro Tamen, de jovens compositores como Nuno Nazareth Fernandes, Fernando Tordo, José Calvário, Pedro Osório ou Jose Cid, ou de poetas-compositores como José Luís Tinoco ou José Niza. Um momento especialmente marcante foi sem dúvida a vitória, em 1973, da “Tourada”, de Ary e Tordo, num desafio aberto à hipocrisia moral do regime salazarista.
A edição de 1975, em pleno PREC, teve especial relevância por ser a primeira realizada já depois da queda da Ditadura. Venceu a canção “Madrugada”, com letra e música de José Luís Tinoco, na voz de um dos capitães de Abril, Duarte Mendes, e entre as restantes estavam canções tão marcantes como as de José Mário Branco (“Alerta” e “Viagem”), de Sérgio Godinho (“A Boca do Lobo”), de José Niza (“Como uma Arma, como uma Flor”) ou de Pedro Osório e Jorge Palma (“Batalha-Povo”), entre as dez selecionadas. Suponho que não haverá qualquer dúvida de que o registo do evento deveria constituir um documento histórico precioso para a história da Música Popular portuguesa, do audiovisual e do próprio momento decisivo para a História Contemporânea de Portugal que então se vivia.
A informação de que, algures nas décadas que se seguiram, esse registo se terá perdido é – obviamente – gravíssima. Revela, da parte das sucessivas administrações da RTP que entretanto estiveram à frente da empresa uma incúria, uma irresponsabilidade, uma falta de profissionalismo e uma incompetência absolutamente inadmissíveis no que respeita aos mais elementares deveres de preservação patrimonial a que esta está obrigada na qualidade de titular do serviço público de audiovisual, sustentada, para o efeito (e enquanto tal com inteira justificação), por verbas públicas, quer pelas taxas específicas de que beneficia, quer pelas verbas do Orçamento do Estado.
O atual Conselho de Administração não pode, claro está, ser responsabilizado por um facto que segundo todas as probabilidades terá ocorrido antes do seu mandato, mas tem a obrigação inalienável de instaurar agora, verificado o ocorrido, um inquérito rigoroso para apurar o que se passou e para garantir um código de preservação do seu património à altura das suas responsabilidades estatutárias, que impeça que crimes desta natureza – porque é disso que estamos a falar – contra o património público que lhe incumbe salvaguardar possam voltar a ocorrer. E será talvez uma boa ocasião para debatermos todos mais largamente, começando logo pela própria Assembleia da República e pelo Governo, o estatuto legal do Arquivo da RTP e a consagração inequívoca da sua função única e insubstituível como acervo histórico-documental nacional. Porque é importante que fique muito claro, de uma vez por todas, que não se trata de modo algum do mero acervo interno de uma qualquer empresa privada, mas sim de um bem público que tem de estar sujeito a normas rigorosas de tratamento, preservação e acesso amplo e transparente à comunidade.
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como salvar crianças

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O BARRACÃO

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🙂
O caso do barracão de cablagem
» (…) O Ministério Público fez uma investigação que aponta para irregularidades cometidas por membros do Governo, e entretanto um juiz considerou que as irregularidades são menos graves do que o MP pensava, ou não existem de todo, e ao mesmo tempo há uma polémica com o governador do Banco de Portugal, que pode ou não ter aceitado ocupar o cargo de primeiro-ministro até às eleições, o que levanta problemas complexos de independência, sem falar do facto de um ministro se ter demitido de um Governo demissionário, o que levanta problemas complexos de lógica.
Mas eu mantenho-me concentrado no seguinte: o que é, ao certo, um data center? Para que serve? Porque é que tem um nome em estrangeiro? Ao que pude apurar, um data center é, em traços gerais, um barracão que alberga uma grande quantidade de cablagem. A cablagem chega de vários pontos do globo, concentra-se no data center, e daí parte para vários outros pontos do globo.
O data center é, por isso, um interposto de transmissão de dados. Um coscuvilheiro cibernético que leva e traz informação. Mas é um barracão que, ao que parece, iria ser decisivo para Portugal. As importantes cablagens ocupariam, na imaginação nacional, o lugar que já foi das caravelas, das especiarias orientais, do ouro brasileiro, do dinheiro da União Europeia e do computador Magalhães.
Por isso, a designação “barracão de cablagens” seria indigna. Mesmo a expressão portuguesa “centro de dados” ficaria aquém, em termos de pompa, da importância do barracão. Por isso, optou-se por “data center”. Creio que ficámos a perder. É improvável que seja preciso contornar leis para construir um barracão.
Mas edificar um data center é uma actividade evidentemente complexa. Os barracões avançam sem dificuldade, como sabemos se dermos um passeio em várias zonas do país. Mas a construção de um data center decorre noutro plano de realidade, em que as coisas têm nomes de prestígio, em inglês, e por isso mesmo torna inevitável o recurso a connections. Creio que foi isso que deu shit.»
[Ricardo Araújo Pereira, “Expresso”, 17/2023]
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Prisão domiciliária para casal de São Roque que vendia droga em casa – Diário da Lagoa

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Homem e mulher, de 59 e 46 anos, respetivamente, foram detidos em flagrante delito. Ficam ambos em prisão domiciliária como medida de coação

Source: Prisão domiciliária para casal de São Roque que vendia droga em casa – Diário da Lagoa

Telmo R. Nunes is in Montréal

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Os últimos dias foram muito intensos, mas extremamente enriquecedores. A convite do jornal LusoPresse e do programa LusaQ TV, estive presente na “Conferência – A Comunidade Portuguesa do Quebec – Uma Visão do Passado, Presente e Futuro”, levada a efeito na Casa dos Açores do Quebec.
Por entre intervenções de grande valia, tive a oportunidade de partilhar a minha opinião sobre o estado atual da literatura açoriana, valendo-me, para tal, de duas grandes obras recentemente publicadas – “Os Velhos”, de Paula de Sousa Lima e “A Escrava Açoriana”, de Pedro Almeida Maia.
A título pessoal foi uma verdadeira descoberta estar entre estas pessoas que, com o seu caloroso acolhimento, nos fazem esquecer do frio canadiano: açorianos orgulhosos, de enorme sentido telúrico e que carregam constantemente o arquipélago no coração. Com estes novos amigos, integrei uma percepção muito mais profunda e clarividente da expressão que garante que conhecemos melhor o “ser-se açoriano” assim que chegamos à diáspora, ideia, aliás, veiculada pela própria Natália Correia, no seu livro “Descobri que era europeia” e por Onésimo Teotónio Almeida na sua célebre frase, onde, entre outras descobertas, garante que foi no exterior que se sentiu verdadeiramente açoriano.
Conheci pessoas muito interessantes, com pontos de vista reveladores e opiniões bastante diferenciadas, mas todas empenhadas em calcorrear um caminho que se pensa ser promissor, sem nunca olvidar o sítio de onde viemos.
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Urbano, Pedro and 30 others

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Pedro Almeida Maia

Mais uma vez obrigado, Telmo. Abraço-te.
AnaBela Terceira

Muitos parabéns meu querido amigo. Desejo-te o melhor, sempre.
Beijinho
Urbano Bettencourt

Parabéns, Telmo! É sempre bom descobrir outros mundos. Abraço
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Ana Dinis

Parabéns! Bjinhos
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Maria José Pinheiro

Parabéns e muito sucesso

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Tenor
Maria Joao Fraga

Muito bem Telmo! Parabéns! Bjhs
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2012 conclusão da trilogia da histórias de timor

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NO 18º COLÓQUIO DA LUSOFONIA NA GALIZA LANÇOU-SE UMA PEQUENA EDIÇÃO DE AUTOR (250 EXEMPLARES ASSINADOS) E SOBRARAM ALGUNS EXEMPLARES DO CD-LIVRO da TRILOGIA DA HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE.

Este volume atualiza Timor-Leste, 1983-1993, volume 2 Historiografia de um repórter, ( 2ª edição revista com mais de 3760 páginas ) e inclui os outros dois LIVROS DA TRILOGIA da HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE vol. 1 (O Dossier Secreto 1973-1975 em PT e Inglês) e vol. 3 (As guerras tribais. A história repete-se 1894-2006 ), de J. Chrys Chrystello

custo de apenas euros 10.00 € (incluindo portes) por mais de 3760 páginas, ENCOMENDE PARA chrys@lusofonias.net INDICANDO NOME E MORADA e eu indicarei o nº da conta para onde pagar

Nota explicativa

Quando comecei a trilogia da História de Timor movia-me o sentimento de perda das novas gerações de timorenses despojados de arquivos e registos sobre o seu passado mais recente. Assim escrevi e publiquei em 1999 “Timor Leste: o Dossier secreto 1973-1975” com uma edição efémera de 3 mil exemplares, esgotados ao fim de três dias, pela já desaparecida Contemporânea Editora, e traduzida diretamente do original em Inglês. Cobre todos os acontecimentos vividos pelo autor em Timor Leste no período de 1973-1975, achando-os importantes para reportar uma fase inicial dos mais negros 25 anos da História e um contributo importante para a reposição desta.

O segundo volume em 2005 (com cerca de 3600 páginas, vai na mesma senda de tentar reconstruir essa História perdida e chama-se Timor Leste: Historiografia de um Repórter e serve como contributo para a recuperação dos arquivos históricos de notícia sobre aquele país, a ideia visava englobar os períodos de 1973-1975 (1º volume) e 1984-1992 (2º volume), recuperando dados dos arquivos pessoais e de noticias enviadas e publicadas ao longo dos vários anos em que Timor dominou a atividade jornalística do autor. Incluem-se reproduções de textos de Xanana Gusmão, Mons. Ximenes Belo, e vários outros documentos relacionados com a causa timorense, desaparecidos na voragem dos incêndios de 1999 e alguns deles exemplares quase únicos da grande saga do povo de Timor no período em questão. O material que lhes deu origem e outro não publicado foi ofertado à Torre do Tombo em 2011.

Enquanto o primeiro volume visa ilustrar os dois últimos anos de ocupação portuguesa pelos olhos dum oficial do exército colonial, o segundo volume ilustra uma luta intensa e raramente falada na comunicação social mundial, rumo à libertação do jugo neocolonial indonésio, pelo olhar privilegiado de um jornalista que escreveu talvez mais sobre Timor que qualquer outro, e cujo convívio diário com personagens como José ramos Horta, João Carrascalão, Roque Rodrigues, Ágio Pereira e tantos outros, lhe deu uma visão singular do interior da Resistência, das suas lutas com o mundo exterior e dissidências internas. Pouco texto foi acrescentado, apenas a visão dos artigos e sua posterior publicação ou não nos jornais, com a censura que lhes foi imposta.

Trata-se, creio duma obra fundamental para os Historiadores mais tarde poderem reconstruir a História de Timor nessas décadas, servindo-se das notícias veiculadas por diversos órgãos de comunicação social nos quatro cantos do mundo. A reprodução de documentos da época torna ainda mais atraente este volume dado que grande parte deles não existe já em qualquer arquivo. O livro aflora ainda eventuais casos de censura ou limitação do direito à informação impostos ao autor, as suas suspensões de serviço da agência Lusa, Público, etc., a sua proibição de se deslocar a Timor aquando da visita papal, e a sua luta para que a voz silenciada dos timorenses não fosse manipulada por interesses políticos, partidários e outros dos governos de Lisboa e meros interesses económicos dos governos em Camberra.

O terceiro volume reúne capítulos publicados avulso noutras obras e visa estabelecer paralelismos entre as guerras tribais do final do século XIX e o reacender de tribalidades ancestrais em 2006.

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Marina

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