Torre do Aeroporto do Porto autoriza aterragem de avião da Ryanair na pista onde avião da SATA ia descolar – Sociedade – Correio da Manhã

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Piloto alertou o controlador para a presença de um outro avião na pista.

Source: Torre do Aeroporto do Porto autoriza aterragem de avião da Ryanair na pista onde avião da SATA ia descolar – Sociedade – Correio da Manhã

livro imperdível

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Pode ser uma imagem de livro e texto

Depois de mil lutas e canseiras, arrelias e adiamentos que se prolongaram e foram sempre gerando novos adiamentos, catorze anos após o assentamento da minha vida em Banguecoque, onde aprendi o idioma, deixei-me imergir nos dédalos do Arquivo Nacional, da Biblioteca Nacional da Tailândia, do Arquivo da Igreja Católica da Tailândia e das bibliotecas da Siam Society e da Universidade de Chulalongkorn, com sucessivas incursões aos arquivos do Camboja, à Biblioteca Nacional de França e aos arquivos das Missions Étrangères de Paris, aos quais juntei o Arquivo Histórico Ultramarino, a Biblioteca Nacional de Portugal, a Torre do Tombo, a Sociedade de Geografia e o Arquivo Histórico Diplomático, saiu hoje, com chancela da BNP, parte de mim nestas Relações entre Portugal e o Sião: 1782-1939. Seguirá para o circuito comercial em breve, mas os amigos que me fizerem a honra de acorrerem à apresentação pública terão de esperar pela sessão pública que só ocorrerá em Novembro, após as férias a que todos temos direito.

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Sul-coreanos estão mais novos um ou dois anos. Entenda porquê

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Até agora, considerava-se que os sul-coreanos tinham um ano de idade à nascença, sendo acrescentado um ano a cada dia 1 de janeiro. Com a entrada da nova lei, passa a vigorar o sistema internacional.

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Preço do gasóleo baixa 3,1 cêntimos por litro nos Açores em julho – Jornal Açores 9

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O preço do gasóleo nos Açores desce 3,1 cêntimos por litro, no sábado, enquanto o preço da gasolina se mantém sem alterações, pelo segundo mês consecutivo, de acordo com um despacho publicado hoje em Jornal Oficial. O executivo açoriano justifica o “ajustamento do preço máximo de venda ao público” dos combustíveis com “as recentes variações […]

Source: Preço do gasóleo baixa 3,1 cêntimos por litro nos Açores em julho – Jornal Açores 9

O que não podemos fazer na praia? E as coimas? Guia para época balnear

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“Jogos de bola ou similares fora das áreas afetas a esses fins”, “circulação e permanência de animais fora das zonas autorizadas” ou “depósito ou abandono de quaisquer resíduos”. Eis o que está proibido nas praias nacionais e as informações para uma época balnear em segurança.

Source: O que não podemos fazer na praia? E as coimas? Guia para época balnear

DÁ VONTADE DE IR FAZER FÉRIAS NA GRACIOSA

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Apartamento T2 para férias a 3min do centro de Santa Cruz da Graciosa.
Mais informações, mensagem privada.
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carta de condução há tantos anos…

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Chrys Chrystello

Carta de maio 1968, sem acidentes desde 1969, conduzo por prazer, após ralis 1966-1972 e a cobertura rádio dos mesmos para a Renascença, em moldes originais como conto em ChrónicAçores uma circum-navegação vol 5 …..e transcrevo aqui: (ed Letras Lavadas ) Tudo começou em 1967. Iniciei a minha longa carreira de jornalista da forma mais casual possível ao fazer uma reportagem (a brincar, para trei-nar-me) do Circuito Internacional de Vila Real e da Fórmula 3. Vendi um exclusivo à Rádio Renascença e graças a isso, haveria de trabalhar para eles até sair de Portugal em 1973. A história começa de forma bem mais prosaica. Estava convidado em Vila Real pelo meu tio Nóbrega Pizarro, à data Diretor Clínico do Hospital e responsável médico pela prova. Calmamente assistíamos na bancada principal quando se deu um grande acidente com um corredor chamado Tim Cash, segundo a reminiscência que guardo do incidente. Como falava bem inglês, fui com ele para servir de intérprete. Acabei a entrevistar o acidentado, gravando tudo no gravador portátil que já me acompanhava sempre para toda a parte. Quando saí do hospital era lógico que queriam saber o que se passava (o homem salvou-se sem grandes mazelas) e ofereci a venda da entrevista em pela fita (naqueles tempos ainda não havia cassetes).
Foi a RR (Rádio Renascença) que me deu 500$00 (2,5€) pelo feito. Mais tarde, escrevi-lhes, numa clara demonstração de saber aproveitar as oportunidades, e ofereci-me para colaborar em futuras provas. A RR achou que o jovem empreendedor tinha pinta e aceitaram-me como colaborador de automobilismo para a Zona Norte. Fui trabalhar com o célebre programa Página 1 de José Manuel Nunes, com colaboradores como Joaquim Amaral Marques, Adelino Gomes, Pedro Castelo. Era o programa de rádio mais ouvido e logo à primeira tentativa, tinha entrado. Viriam a ser notáveis as coberturas que fizemos dos eventos a norte do pa-ís.
Curiosamente, uma das notícias mais importantes que transmiti foi, por mero acaso, a da morte de Otis Redding, num desastre de aviação (10 de dezembro de 1967). Isto porque não se usavam frequentemente telexes (quem se lembra deles hoje?) e eu passava a vida a ouvir estações piratas como a Rádio Caroline, Rádio Luxemburg, onde tinham acabado de dar a notícia.
Nessa altura as notícias do mundo demoravam dias a chegar às redações dos jornais e das rádios. Não só nessa época, em ple-na década de 1990, enviava os despachos para a Lusa, para a Rádio Macau (TDM, RTP) e, mais tarde, para o jornal Público através de telex. Tinha de os enviar da baixa de Sidney. Chegava a Lisboa e ao jornal, provavelmente, com mais de um dia e meio de atra-so. O sistema de reportagem fui-o desenvolvendo e melhorando ao longo dos tempos, sem lições de ninguém porque nunca fora feito antes. Inicialmente não me pagavam, depois começaram a pagar as despesas, gasolina, telefones e alimentação. Por fim, já tinha uma avença e pagava aos colaboradores em cada prova. Era um dos dois maiores sonhos da juventude: advogado – carreira diplomática, ou ser jornalista. Antes, aos nove anos, sonhava ser condutor de táxi para andar de carro todos os dias. Desde os 12 ou 13 anos que sonhava com essas profissões. Esta já cá cantava, da outra desistiria. Viria a não diplomaticamente acabar por dar voltas ao mundo sem ser advogado nem diplomata.
Numa primeira fase fazia a cobertura de eventos motorizados com o meu melhor amigo e piloto de competição em ralis, o Taka e ocasionalmente um primo ou um amigo juntava-se a nós. Íamos ver as classificativas cronometradas mais importantes e seguíamos em busca dum telefone para dar os tempos desse troço cronometrado. A seguir começamos a ter mais de um carro para fazer a cobertura e podíamos ter várias equipas a transmitir os dados à medida que os concorrentes iam percorrendo os vários troços. Era a verdadeira cobertura em direto e ao vivo. Já nessa época se vivia com muita inten-sidade a febre dos Ralis em Portugal.
Havia gente em todos os montes e serras, fosse a que hora fosse. Por mais ermo e deserto que fosse o local havia lá gente. Nos primeiros anos o que nos identificava perante os polícias era uma cartolina grossa, retangular, prensada (feita por nós) com a pala-vra PRESS a branco sobre fundo vermelho. Depois mandamos imprimir autocolantes com a identificação da emissora e progra-ma. Havia um gravador portátil de cassetes e um par de auscultadores de estúdio para as entrevistas, à partida e à chegada, com uns fios esquisitos e uma ventosa que serviam para transmitir o som através do telefone. Reportagem na hora com meios improvisa-dos e inventados por jovens como eu. Uma vida excitante para um adolescente que permitia contactar com os pilotos, organiza-dores, equipas de assistência, e as jovens atraídas para estes eventos. Que mais podia desejar? e ainda me pagavam para ter a voz na rádio. Foram, anos e anos sempre a correr, vividos intensamente entre ralis e treinos num velho Opel Kapitän 1958 ou num Vol-vo “Marreca” PV 544 de 1959, percorrendo tudo o que era estrada municipal ou caminho de cabras. ….
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Entrevista a Moises Lemos Martins sobre a nova publicação do CECS/UMinho Editora:

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https://www.facebook.com/watch?v=2389364904575160

Entrevista a Moises Lemos Martins sobre a nova publicação do CECS/UMinho Editora: “Políticas de Ciência e da Língua, Publicação Científica e Rankings Académicos”, coeditada por Helena Pires.
O livro está disponível em acesso aberto 👉 https://ebooks.uminho.pt/index.php/uminho/catalog/book/66
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Entrevista a Moises Lemos Martins sobre a nova publicação do CECS/UMinho Editora: “Políticas de Ciência e da Língua, Publicação Científica e Rankings Académicos”, coeditada por Helena Pires.
O livro está disponível em acesso aberto 👉 https://ebooks.uminho.pt/index.php/uminho/catalog/book/66

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Entrevista a Moises Lemos Martins sobre a nova publicação do CECS/UMinho Editora: “Políticas de Ciência e da Língua, Publicação Científica e Rankings Académicos”…

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Chrys Chrystello

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Alojamento local: Airbnb não gosta das novidades em Portugal

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Plataforma gosta da decisão tomada em Bruxelas sobre arrendamentos de férias de curta duração. Mas portugueses podem ficar fora.

Source: Alojamento local: Airbnb não gosta das novidades em Portugal

É a “morte” do alojamento local nas cidades? Basta um condómino recusar

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Para haver alojamento local, tem de haver unanimidade do condomínio. “Esta lei não é mais que a proibição total do AL nas cidades”.

Source: É a “morte” do alojamento local nas cidades? Basta um condómino recusar

justiça timorense

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Justiça timorense reduz pena mas confirma prisão de ex-ministra das Finanças
Díli, 29 jun 2023 (Lusa) – O Tribunal de Recurso decidiu reduzir, de sete para quatro anos e meio de prisão efetiva, a pena aplicada pelo Tribunal de Díli, à ex-ministra das Finanças, segundo um acórdão assinado esta semana e a que a Lusa teve hoje acesso.
Os juízes deliberam “parcialmente procedente”, o recurso da ex-ministra das Finanças, Emília Pires, à segunda decisão em primeira instância, onde tinha sido condenada a sete anos de prisão, mas condenando-a a quatro anos e seis meses de prisão efetivas pela prática de um crime de participação económica em negócio.
Na decisão, assinada por um coletivo de três juízes a 22 de junho e a que a Lusa teve hoje acesso, o Tribunal de Recuso decide “parcialmente procedente” o recurso da coarguida no processo, Madalena Hanjam, ex-ministra da Saúde, revogando a decisão de condenação na primeira instância a quatro anos de prisão.
Em vez disso, condena Madalena Hanjam numa pena de três anos de prisão, “pela prática de um crime de participação económica em negócio”, suspensa durante um período de cinco anos.
Os juízes declaram improcedente o recurso do Ministério Público e mantém o resto da decisão recorrida.
A decisão de redução de pena às arguidas tem a ver com o facto de estarem a ser avaliados dois contratos diferentes, sendo que a manutenção de penas de prisão se refere, em particular, ao segundo destes contratos.
No caso de Hanjam os juízes consideram que há uma “previsibilidade de uma conduta futura respeitadora das normais penais”, permitindo por isso a suspensão da pena.
Já no que se refere a Emília Pires, os juízes consideram que a pena de sete anos de prisão aplicada pelo Tribunal de Díli, “não é proporcional”.
O recurso é o passo mais recente num caso que se arrasta há uma década e que é considerado o processo mais mediático de sempre da justiça timorense, especialmente dada a ausência do país há vários anos da principal arguida.
A decisão hoje conhecida refere-se a recursos apresentados pela defesa das duas arguidas a uma decisão de 07 de outubro do ano passado quando o Tribunal de Díli, depois de um julgamento sem a presença de Emília Pires em qualquer das audiências, voltou a confirmar as sentenças impostas num primeiro julgamento, em 2016.
Em dezembro de 2016, Emília Pires, antiga ministra das Finanças, e Madalena Hanjam, ex-vice-ministra da Saúde, foram condenadas por irregularidades na compra de centenas de camas hospitalares em dois contratos adjudicados à empresa do marido da primeira, com um suposto conluio entre os três para a concretização do negócio, no valor de 800 mil dólares (794.500 euros).
No julgamento de 2016, Emília Pires e Madalena Hanjam foram condenadas, respetivamente, a sete e a quatro anos de cadeia pelos crimes de participação económica em negócio nesta decisão mais recente do Tribunal de Díli.
O tribunal absolveu na altura as duas arguidas do crime de administração danosa e rejeitou o argumento do Ministério Público de que as duas tinham causado danos económicos ao Estado, considerando que nenhum destes factos foi provado.
Três anos depois, em 2019, o Tribunal de Recurso de Timor-Leste ordenou a reabertura do julgamento, para responder a quesitos processuais que ficaram por esclarecer.
Nesse acórdão o TR ordena ao Tribunal de Díli que “elabore quesitos relativos aos factos” enumerados num recurso da defesa, parcialmente deferido, “e que responda a esses quesitos julgando provados ou não provados tais factos”, proferindo depois sentença.
Em 2017, o observador independente português Alberto Costa considerou que o julgamento pautou-se por “vícios e falhas graves” do tribunal, que fez uma “deficiente e errónea valoração da prova”.
Alberto Costa, que foi contratado pelo Governo timorense como observador independente para acompanhar o julgamento, criticou os juízes e considerou que o acórdão foi uma “decisão que não observa padrões de qualidade, normas legais e da Constituição e princípios de direito de reconhecimento universal”.
“Contradição, obscuridade, confusão, erro, omissão, insuficiência, sem exagero, abundam. E abundam tanto na ótica de um jurista como na do simples cidadão desejoso de compreender as razões do Tribunal e formar o seu juízo”, escreveu Costa.
ASP // PJA
Lusa/Fim
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