O lugar mais seco da Terra não é um deserto (pelo contrário) – ZAP Notícias

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Bloqueada por montanhas, esta região parece Marte: não vê um pingo de chuva há dois milhões de anos e os ventos catabáticos roubam-lhe toda a humidade. A sua localização é surpreendente. Quando pensa no “lugar mais seco do mundo”, talvez lhe venha à ideia a imagem de uma bola de feno em pleno western, num deserto silencioso. Se assim foi, podia estar mais errado. O deserto de Atacama, no Chile é, na verdade, um dos fortes candidatos à “secura” mais grave, segundo o IFL Science. A árida região não vê uma queda de chuva significante há mais de 400 anos

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Um grama da substância mais cara do mundo custa 57 biliões de euros – ZAP Notícias

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Ao contrário da crença popular, os diamantes ou ouro não são os materiais mais caros do mundo: é a antimatéria. Esta substância, quase idêntica à matéria normal, mas com uma carga elétrica oposta, é astronomicamente rara e valiosa. Apesar da fama que o ouro e os diamantes têm de ser “muito valiosos”, estão muito longe de ser os materiais mais caros do mundo. Os dois materiais são, ainda assim, mais caros do que “o verdadeiro ouro negro” — a tinta de impressora, que é 7.800 vezes mais cara do que o petróleo — e do que o inesperado “líquido mais

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Morreu misteriosamente o General que sabia os segredos do palácio de Putin – ZAP Notícias

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Gennady Lopyrev, general próximo do presidente russo Vladimir Putin, morreu subitamente na prisão em que se encontrava detido desde 2017. O antigo líder militar russo supervisionou a construção do sumptuoso “palácio de Putin”, obra que custou quase 1,2 mil milhões de euros. A morte súbita e em circunstâncias misteriosas de Gennady Lopyrev, antigo líder militar russo que estava intimamente ligado ao Presidente Vladimir Putin, está a levantar suspeitas em círculos internacionais. Segundo o The Sun, o general, de 69 anos, supervisionou a construção do sumptuoso “Palácio de Putin“, uma residência particular no resort de Gelendzhik, na região de Krasnodar, na

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Racismo e violência policial no Pingo Doce: Jerónimo Martins nega agressões – ZAP Notícias

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Furto instalou o caos no Pingo Doce de Cedofeita, no Porto. Terão aparecido “10/12 agentes” dentro da loja e “imensos carros da polícia e mais 15 agentes” para travar sem-abrigo. O povo fala em “agressões e pancadas com cassetete”, mas Jerónimo Martins nega tudo. Instalou-se o caos esta terça-feira no Pingo Doce de Cedofeita, no Porto, onde um furto resultou na detenção de duas pessoas e na apresentação de uma queixa por outra. Tudo aconteceu pelas 17h, quando um homem de 41 anos, residente no Porto, foi “acusado de ter passado as linhas de caixa sem pagar produtos de beleza

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Sem tendas para descansar e mal pagos. Jovens denunciam trabalho abusivo na JMJ

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Os trabalhadores queixam-se de a organização não ter cumprido as suas promessas. Há quem não tenha ganho dinheiro

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Santos Silva não convence. PS já tem alternativa para Belém

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As eleições presidenciais de 2026 já mexem com a vida política nacional, mas Augusto Santos Silva perde gás. O PS já tem uma alternativa.

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EÇA E A MULHER PERFEITA

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Não pedes pouco, amigo Eça! E que farias tu por ela?
(E que tal se crescesses, deixasses de ser um rapazinho mimado e te tornasses um homem adulto?)
«Eu precisava de uma mulher serena, inteligente, com uma certa fortuna (não muita), de carácter firme sob um carácter meigo, – que me adoptasse como se adopta uma criança; que me pagasse o grosso das minhas dívidas, me obrigasse a levantar a certas horas cristãs – e não quando os outros almoçam – que me alimentasse com simplicidade e higiene, que me impusesse um trabalho diurno e salutar, e que, quando eu começasse a chorar pela lua, ma prometesse – até eu a esquecer… Esta doce criatura salvaria um artista – e faria uma daquelas obras de caridade que outrora levava gente ao Calendário. Mas ai! Onde está esta criatura ideal?»
(Eça confidencia ao seu amigo Ramalho Ortigão quais as características que deveria ter a esposa ideal)
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SOBRA LIXO FALTA CIVISMO NOS AÇORES

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No photo description available.

O próximo vai ter direito a fotografia publicada no momento da descarga e envio de matrícula para autoridades.
As autarquias , basta que liguem a marcar e fazem recolha nas vossas portas . Haja saúde!

Debandada na função pública: “Estão fartos. Ficam ali a fazer o quê?”

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15 mil trabalhadores do Estado devem ficar reformados ainda neste ano. Há quase 10 anos que não se verificava um valor tão alto.

Source: Debandada na função pública: “Estão fartos. Ficam ali a fazer o quê?”

crónica de josé soares

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Peixe do meu quintal

Incógnitas Mudanças

Todos adorámos férias. Descansar o espírito é fundamental para que o corpo possa continuar na labuta diária.

Nesta linha, as praias costumam ser o refúgio de milhares de cidadãos que procuram o relaxamento que oferecem o Mar e o Sol. Para nós insulanos, o Mar é parte integrante do nosso corpo. E o nosso contacto com ele é tão importante, que muita da nossa Diáspora percorre milhares de quilómetros só para estar junto a ele, o Mar da nossa consolação. Mar-d ’Ilhas, diferente do Mar-continente. Mar que cheira a algas, a lapas e peixe e que se deleita contra a rocha negra asfáltica, beijando-a constante e eternamente. Quando estamos aconchegados no colo da Ilha, a sensação de que estamos isolados e sós no Universo é quase real, tal é a paz que nos absorve. E no entanto, o planeta sofre à nossa volta.

As guerras por pedaços de terra continuam;

A produção alimentar mal distribuída – de propósito – pela humanidade empobrecida;

A manipulação e controlo do capital, juros, inflação, etc.;

A delapidação dos recursos do planeta até à exaustão.

Os ‘acidentais’ escapes de bactérias venenosas de laboratórios, que provocam epidemias globais;

As persistentes nuvens provocadas pela queima de milhões de toneladas de carbone – e a que ninguém consegue dar solução de alívio;

Os aumentos descontrolados da temperatura terrestre, provocando secas e incêndios que destroem cada vez mais as mais variadas espécies de vida do planeta;

Os sistemas políticos livres e democráticos, afogam-se no mar de incapacidades próprias, desmazelos, improdutividades, vícios hereditários, exclusão de toda a inovação ou iniciativa;

As religiões matam pelo predomínio das massas. São cada vez mais intolerantes, racistas e discriminatórias de género, na luta pelo poder e controlo;

Na Era dos três Is (III – Idade da Informação Instantânea), a velocidade da comunicação deixou de existir e tudo pode ser escrito, relatado ou testemunhado pelo cidadão, cada vez mais envolvido e informado. As consequências são uma maior participação do cidadão e o conhecimento derivado provoca calafrios nos dirigentes que até há poucas décadas controlavam a informação e o intelecto.

Na política, toda esta imensa panóplia leva-nos a resultados cada vez mais imprevisíveis, com os falhanços dos clássicos estudos às escutas ou sondagens. A Inteligência Artificial tornou-se na ferramenta privilegiada da classe política para a sua manutenção no poder.

A população mais jovem, sofre com as deceções criadas para a sua existência. São os velhos professores que produzem os programas educacionais caducos e improdutivos, perante a rapidez da Era que atravessam. Esses jovens protestam e contestam nos espaços públicos esse descontentamento, arruinando tudo à sua volta, apenas para se fazerem ouvir.

Demasiado complexa esta conjuntura que nos ultrapassa a todos.

Tempos novos, que requerem liderança forte e corajosa, inexistente na moderada e complacente situação global.

Apenas as demagógicas promessas dos candidatos a eventuais ditaduras, fornecem à extrema-direita a fórmula para a tempestade perfeita, no oceano da política mundial.

 

peixedomeuquintal@josesoares.com

 

a origem da gaita de foles

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Qual é a sua origem?
A Gaita-de-fole parece encontrar o seu espaço de difusão primordial a partir da expansão dos povos pastoris do Mediterrâneo ou da Ásia, visto tratar-se de um instrumento profundamente associado ao contexto sócio-económico pastoril – basta pensar que os foles são feitos geralmente com peles de animais de pastoreio, que também serviam para fazer recipientes para líquidos ou grão (odres) – sendo em redor do espaço mediterrânico que se encontra a maior variedade de modelos de instrumentos deste tipo.
Todavia, é preciso ter em conta que o uso de odres (sacos flexíveis de pele) era muito usual no mundo antigo e não se limitava aos povos pastoris. Muitas culturas urbanas usavam-nos para transporte de água, vinho, óleos, cereais ou grão. Ou seja, os pastores poderiam ser os principais fornecedores, mas não os únicos utilizadores dessa tecnologia.
Isto significa algo muito simples: o instrumento Gaita-de-fole pode ter surgido em qualquer contexto, em qualquer parte do Mundo e provavelmente, até em vários sítios ao mesmo tempo.
É a Idade Média, no entanto, a época que aparenta ter sido o período de maior expansão e popularidade do instrumento – é aí que surgem com mais frequência as representações de pastores em cenas de Natividade, quer em pintura, iluminura ou escultura, onde se encontram figuras de gaiteiros, por exemplo, para além de outras referências.
A ausência total de iconografia ou de vestígios arqueológicos anteriores à Idade Média, não ajuda a determinar de forma precisa onde e quando terá surgido um instrumento deste tipo e que aspecto terá tido.
Esta circunstância tem permitido a difusão de mitos recentes referentes à sua origem, os quais têm vindo a ser intensamente propagados, nomeadamente os que atribuem ao instrumento uma obscura origem “celta” ou “céltica” – entendida em arqueologia como as culturas dos sítios de Hallstat (1000 A.C., actual Áustria) e La Téne (500 A.C., actual França).
Na verdade, esses mitos são infundados, contraditórios e carecem de fundamento histórico, pois não existem, em qualquer parte do mundo, quaisquer testemunhos, vestígios arqueológicos ou documentação que provem a presença de um instrumento desse tipo nesse período e nessa cultura concreta.
Existem, contudo, relatos escritos de cronistas da antiguidade: Gaio Suetónio Tranquilo, um cronista romano (“De Vita Caesarum”, 200 DC) refere uma promessa do imperador Nero de tocar “Utricularium” – um instrumento que se presume que seja uma gaita-de-fole. Dio Crisóstomo, um cronista Grego, refere na sua “Oratoria” (200 DC) um instrumento musical que possuiria um saco debaixo da axila (um possível fole?) e ainda Procópio (500 – 565 DC), um cronista Bizantino, faz referência ao uso de presumíveis gaitas-de-fole nas legiões romanas, na sua obra “De Bello Gothico” (que relata as guerras romanas com os povos germânicos, já no final do Império Romano).
Todas estas referências, no entanto, não podem ser interpretadas literalmente e infelizmente, também não descrevem as características exactas de tais instrumentos musicais – o que não ajuda a definir do que se tratariam de facto.
Apesar de existirem referências escritas e iconográficas de outros instrumentos (aerofones de metal, flautas, percussões, etc.), sobretudo também em documentos romanos e gregos, não surgiu até hoje qualquer referência à gaita-de-fole nas culturas ditas “célticas”, nem de fontes oriundas desses povos, nem de fontes exteriores que se refiram a eles.
Portanto, qualquer atribuição da origem ou presença da gaita-de-fole nesse contexto não pode ser sustentada, até prova em contrário.
Texto: Miguel Costa (Associação Gaita de Foles), 2005
May be an image of 2 people, oboe, clarinet, flute, violin and text

Qual é a sua origem?
A Gaita-de-fole parece encontrar o seu espaço de difusão primordial a partir da expansão dos povos pastoris do Mediterrâneo ou da Ásia, visto tratar-se de um instrumento profundamente associado ao contexto sócio-económico pastoril – basta pensar que os foles são feitos geralmente com peles de animais de pastoreio, que também serviam para fazer recipientes para líquidos ou grão (odres) – sendo em redor do espaço mediterrânico que se encontra a maior variedade de modelos de instrumentos deste tipo.
Todavia, é preciso ter em conta que o uso de odres (sacos flexíveis de pele) era muito usual no mundo antigo e não se limitava aos povos pastoris. Muitas culturas urbanas usavam-nos para transporte de água, vinho, óleos, cereais ou grão. Ou seja, os pastores poderiam ser os principais fornecedores, mas não os únicos utilizadores dessa tecnologia.
Isto significa algo muito simples: o instrumento Gaita-de-fole pode ter surgido em qualquer contexto, em qualquer parte do Mundo e provavelmente, até em vários sítios ao mesmo tempo.
É a Idade Média, no entanto, a época que aparenta ter sido o período de maior expansão e popularidade do instrumento – é aí que surgem com mais frequência as representações de pastores em cenas de Natividade, quer em pintura, iluminura ou escultura, onde se encontram figuras de gaiteiros, por exemplo, para além de outras referências.
A ausência total de iconografia ou de vestígios arqueológicos anteriores à Idade Média, não ajuda a determinar de forma precisa onde e quando terá surgido um instrumento deste tipo e que aspecto terá tido.
Esta circunstância tem permitido a difusão de mitos recentes referentes à sua origem, os quais têm vindo a ser intensamente propagados, nomeadamente os que atribuem ao instrumento uma obscura origem “celta” ou “céltica” – entendida em arqueologia como as culturas dos sítios de Hallstat (1000 A.C., actual Áustria) e La Téne (500 A.C., actual França).
Na verdade, esses mitos são infundados, contraditórios e carecem de fundamento histórico, pois não existem, em qualquer parte do mundo, quaisquer testemunhos, vestígios arqueológicos ou documentação que provem a presença de um instrumento desse tipo nesse período e nessa cultura concreta.
Existem, contudo, relatos escritos de cronistas da antiguidade: Gaio Suetónio Tranquilo, um cronista romano (“De Vita Caesarum”, 200 DC) refere uma promessa do imperador Nero de tocar “Utricularium” – um instrumento que se presume que seja uma gaita-de-fole. Dio Crisóstomo, um cronista Grego, refere na sua “Oratoria” (200 DC) um instrumento musical que possuiria um saco debaixo da axila (um possível fole?) e ainda Procópio (500 – 565 DC), um cronista Bizantino, faz referência ao uso de presumíveis gaitas-de-fole nas legiões romanas, na sua obra “De Bello Gothico” (que relata as guerras romanas com os povos germânicos, já no final do Império Romano).
Todas estas referências, no entanto, não podem ser interpretadas literalmente e infelizmente, também não descrevem as características exactas de tais instrumentos musicais – o que não ajuda a definir do que se tratariam de facto.
Apesar de existirem referências escritas e iconográficas de outros instrumentos (aerofones de metal, flautas, percussões, etc.), sobretudo também em documentos romanos e gregos, não surgiu até hoje qualquer referência à gaita-de-fole nas culturas ditas “célticas”, nem de fontes oriundas desses povos, nem de fontes exteriores que se refiram a eles.
Portanto, qualquer atribuição da origem ou presença da gaita-de-fole nesse contexto não pode ser sustentada, até prova em contrário.
Texto: Miguel Costa (Associação Gaita de Foles), 2005

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