Thirty-Eighth edition of a worldwide recognized colloquia in the Azores – Filamentos

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The Lusophone Colloquia are coming to Ribeira Grande in São Miguel island for the sixth time this year, from October 4th through the 8th. The 38th Lusophone Colloquium is held at Arquipélago –…

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o OUTEIRO DO CORVO

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O largo Outeiro, localizado no cento da vila do Corvo, era frequentado, essencialmente, pelos homens mais velhos da ilha. No entanto, as mulheres, com muito menos regularidade, geralmente em “Dia de Vapor” e sempre durante a manhã ou princípio da tarde, também o frequentavam. Sentavam-se aconchegadas umas às outras na banqueta principal e, num misto de curiosidade e bisbilhotice, murmuravam entre si, quem seria fulano ou beltrano e o que teria vindo fazer à ilha.
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Urbano Bettencourt

Obrigado. Também tinha a ideia de que o Outeiro era um lugar mais de assembleia masculina.
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Fernando A. Pimentel

Urbano Bettencourt de assembleia masculina e principalmente de homens de mais idade.

erros em artigos científicos

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Corra, cientista! Os zumbis estão à solta…
Estudos com graves falhas ameaçam a credibilidade da ciência
Que me perdoem os positivistas de carteirinha, mas me parece um tanto ingênuo crer na infalibilidade da ciência. Isso porque ela é feita de gente como a gente, caro leitor. Uma atividade humana até os ossos, com todos os seus fulgores e deslizes que a definem em cada esfera da vida. Mas vocês já pararam para pensar quanto do que se produz na Ciência é tão ruim que deveria ir direto para a lata de lixo?
Um editorial da Nature cavucou a lixeira para nos trazer algumas respostas.
Os achados chocam: ao menos 1 em 4 ensaios clínicos contém indícios de falha ou fraude. Um levantamento emblemático é o de John Carlisle, editor do periódico científico Anaesthesia, que ao longo de três anos escrutinou mais de 500 estudos clínicos randomizados –o suprassumo da Ciência em termos metodológicos– submetidos à avaliação por pares de seu jornal.
Do total, 44% apresentavam um ou mais equívocos: análises matemáticas inverossímeis, cálculos absurdos, gráficos duplicados etc. Mais de um quarto continha erros tão esdrúxulos que tornavam os trabalhos indignos de qualquer confiança, na avaliação de Carlisle. Ele apelidou esses estudos de zumbis. Como nos filmes de terror nos quais o morto-vivo mirado de longe se parece com gente real, o estudo zumbi engana à primeira vista, se passando por pesquisa séria.
E os fãs do gênero sabem bem que nunca é fácil abater um zumbi que se preza. Sem acesso aos “dados brutos” de cada um dos participantes da pesquisa –algo que não costuma ser publicado nos artigos–, Carlisle pôde identificar falhas graves em apenas 1% dos estudos analisados. Apenas quando os autores disponibilizaram seus bancos de dados a pedido do editor é que os erros saltaram aos olhos.
Estudos publicados com erros crassos e falcatruas trazem repercussões nefastas.
Primeiro por contaminarem a literatura. As chamadas meta-análises –sínteses sobre um determinado assunto a fim de subsidiar políticas públicas e intervenções baseadas em evidência– analisam, matematicamente, o conjunto dos artigos disponíveis. E se uma maçã podre existe na cesta, podre toda ela estará. Durante a pandemia, desavisados e desonestos propagandearam a eficácia da ivermectina no tratamento da Covid-19 com base em uma “meta-análise em tempo real”, que ao incluir na avaliação estudos de péssima qualidade, chegou a falsas conclusões, como só poderia ser.
Sob a não menos relevante ótica sociológica, estudos zumbis também têm o efeito danoso de minar a confiança das pessoas na Ciência, cedendo terreno a narrativas negacionistas e teorias da conspiração.
Ante a encrenca, Carlisle sugere que os jornais científicos considerem todos os artigos que recebem como falhos, até que se prove o oposto. E que os dados de cada participante de ensaios clínicos sejam revisados um a um.
Nada disso é fácil. Editoria científica hoje é business. De um lado, temos um crescente número de revistas pseudocientíficas (as chamadas predatórias) ávidas por publicar artigos –sem nenhum crivo técnico– em troca de um bom punhado de dólares. De outro, há os cientistas aprisionados na cultura do “publique ou pereça”, sempre dispostos a atender à demanda dessa indústria editorial. Nesse cenário ricamente descrito por Herton Escobar em reportagem para o Jornal da USP, garantir a curadoria dos milhões de artigos anualmente submetidos à publicação torna-se uma tarefa de complexidade comparável a despoluir um volumoso rio que recebe dejetos diuturnamente.
Uma emenda possível é impedir que zumbis perambulem por aí impunes. Artigos com erros por má conduta ou má-fé devem ser corrigidos ou “despublicados”, no que consiste um sistema de autocorreção que rende credibilidade à Ciência. Mas por um misto de complacência e corporativismo de pesquisadores, editores e gestores universitários, essa medida paliativa, geralmente, tarda ou falha.
As imperfeições da Ciência a humanizam, mas não devem ser romantizadas. Afinal, o prestígio social de que ela goza advém de sua reconhecida habilidade de prever e explicar os fenômenos.
Não deixa de ser irônico que após tanto rechaçar o sobrenatural, os cientistas tenhamos de lidar com ameaças zumbis.

May be an image of 1 person and text that says "TIM 09:55 62% Sírio Possenti está com Ernani Terra. 1h Artigo imperdível na FSP de hoje, página B8. De Bruno Gualano. É sobre erros cometidos por cientistas, sobre publicações problemáticas etc. De assustar Pasternack! Não transcrevo porque não sei fazer isso, mas o Ernani Terra talvez possa colocar aqui... Curtir Comentar Compartilhar Ernani Terra e outras 57 pessoas 4 compartilhamentos Escreva um come... GIF w E R T A D G Î J K z X c V B N 123 M espaço retorno"

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expo no canadá

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May be an image of ‎text that says '‎口אች + Website Û & Exhibition MOVIMENTO PERPÉTUO THE PORTUGUESE DIASPORA IN CANADA Toronto Metro Hall, September 11-22, 2023 PORTUGUES RTUGUES PIONEERS ANOS CANADÁ INSTITUTIONAL SUPPORT REPÚBLICA PORTUGUES NEGÓCIOSESTRANGEIROS CAMÕES PORTLIGUESA OFFICIAL SPONSOR HOST TORONTO PRODUCTION‎'‎

The exhibition Movimento Perpétuo: The Portuguese Diaspora in Canada will be on display at Toronto’s Metro Hall rotunda from September 11 to 22 (Mon-Fri, 8am to 8pm, and Sat-Sun, 8am to 6pm). Open reception and artists’ performance on Sunday, September 17, at 3pm. See details in the link below.
Entrance is free. All are welcome.

Visão | Alimentos: Porque faz tão mal o que sabe tão bem?

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Não há ultraprocessados saudáveis, nem os light nem os “0% açúcar”. Aliás, esses “compostos químicos” não são sequer alimentos. Mas será que conseguimos distingui-los? E, quando cozinhamos, enquanto processamos a nossa comida, sabemos mesmo o que fazemos?

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Visão | Casos de envenenamento pelo consumo de cogumelos aumentam em França e há explicações

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Só em agosto foram registados mais de 250 casos de envenenamento por cogumelos, o dobro do número do ano passado no mesmo período

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Visão | Quadro comprado por menos de quatro euros em loja de artigos usados é, afinal, um original de artista americano famoso e pode atingir mais de 200 mil euros em leilão

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Seis anos depois de uma mulher ter dado menos de quatro euros por um quadro de N. C. Wyeth, e de ter dito na brincadeira que podia ser um original, a obra vai ser leiloada numa das principais casas de leilões do mundo

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Visão | O novo mapa expansionista da China reclama territórios de quase todos os países vizinhos, incluindo da “amiga” Rússia

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Índia, Malásia, Filipinas, Vietname e Taiwan já vieram contestar as novas fronteiras que o regime de Xi Jinping desenhou, a Norte, a Oeste e a Sul

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Visão | Burning Man 2023: Como o mítico festival acabou com um “mar de lama”, uma morte e milhares de pessoas presas

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A organização do festival divulgou pormenores sobre a morte de um homem no Burning Man, no deserto de Nevada, onde cerca de 70.000 participantes ainda se encontram presos no acampamento que se transformou num “mar de lama”, após a chuva sem precedentes equivalente a dois a três meses, que caiu durante o fim de semana

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Exame Informática | Sistema de Inteligência Artificial vence três campeões humanos em corridas de drones

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Investigadores da Universidade de Zurique e da Intel treinaram um piloto de IA, apelidado de Swift, com a ajuda de um trio de pilotos humanos – que acabaram por sair derrotados

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timor na ASEAN 2025

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Adesão em 2025 à ASEAN é realista para preparar adequadamente quadros timorenses, diz PM
4 Setembro 2023
por Lusa
O primeiro-ministro timorense disse hoje que a adesão de Timor-Leste à ASEAN em 2025 é realista e permitirá ao país preparar os muitos quadros técnicos e especializados necessários para maximizar as oportunidades de fazer parte daquela organização regional.
“Temos de formar mais quadros, procurar recursos humanos competentes em áreas importantes, relativamente ao que ASEAN [Associação de Nações do Sudeste Asiático] nos pode dar e ao que podemos dar à ASEAN. Áreas muito relevantes, especialmente porque sabemos que o objetivo do mandato deste Governo é desenvolver a economia”, disse Xanana Gusmão em entrevista à agência Lusa.
“Sobretudo no setor da economia, do investimento e das áreas relacionadas com este propósito e com esta interligação com os países da ASEAN, precisamos de gente capaz. Já fizemos uma análise e vemos que ainda estamos fracos em vários aspetos”, afirmou.
O chefe do IX Governo timorense participa na cimeira da ASEAN depois de Díli ter fixado o ano de 2025 como a meta para a adesão, processo que se chegou a debater poder ser concluído ainda este ano e ainda sob a presidência rotativa da Indonésia.
Um complexo roteiro de adesão implica que Timor-Leste terá de alcançar várias metas essenciais antes da conclusão de um processo que se arrasta há vários anos, mas que teve o seu maior impulso em 2022 com a votação a favor do estatuto de observador.
À Lusa em Jacarta, onde esta semana representa o Estado timorense na 43.ª Cimeira da ASEAN, Xanana Gusmão admitiu que a meta deste ano era excessivamente otimista, em termos de calendário.
“Iniciámos este processo de adesão no IV Governo. E sim, podemos falar de otimismo em relação à pressa, sim, mas não de otimismo em relação a querermos a adesão, porque isso é uma posição global, de todo o Estado”, disse o primeiro-ministro.
Timor-Leste já esteve representado na primeira cimeira deste ano, também organizada pela Indonésia, em Labuan Bajo, com o então primeiro-ministro Taur Matan Ruak a ser o primeiro líder timorense a intervir num encontro da organização regional.
E ainda que o país não esteja formalmente integrado, Taur Matan Ruak já entrou na `foto de família` dos chefes de Estado e de Governo que hoje decora a página principal da presidência indonésia da ASEAN.
Xanana Gusmão explicou que mais do que intervir no encontro, se trata de ouvir e de “trabalhar com os dedos”, registando as impressões, comentários e posições dos membros da organização, para compreender melhor os assuntos em cima da mesa.
A reunião de Jacarta ocorre num momento de vários desafios complexos para a ASEAN, incluindo a questão do Myanmar, alvo de um golpe de Estado e liderado por uma junta militar que está, formalmente, impedida de participar nas reuniões de alto nível da organização.
O assunto assumiu alguma polémica nas últimas semanas depois de Xanana Gusmão criticar a ação da junta militar, instando a ASEAN a resolver a situação, em declarações que levaram a junta a expulsar o encarregado de negócios timorense naquele país.
Hoje, Xanana Gusmão reiterou a sua posição sobre o assunto, afirmando que se trata de defender os princípios que Timor-Leste sempre defendeu e de contestar, entre outros aspetos, a prisão da líder nacional Aung San Suu Kyi
“O meu perfil é dizer abertamente, claramente as coisas, o que penso. A reação deles de expulsar o nosso representante diplomático é normal. É uma medalha para nós. Mas acredito que as minhas declarações não impedirão a nossa preparação para a adesão porque todos apoiam a nossa adesão”, afirmou.
“Há benefícios [com a adesão], mas nunca devemos esquecer que os valores devem estar sempre acima dos benefícios que podemos receber. Temos de ser coerentes com a nossa posição, com a nossa visão do mundo”, enfatizou.
A propósito da situação em Myanmar, a chefe da diplomacia indonésia, Retno Marsudi, disse hoje aos jornalistas que a ASEAN está empenhada em ajudar a ultrapassar a situação no Myanmar, tema que deverá marcar parte da agenda da cimeira.
“A nossa presidência trabalhou arduamente para impulsionar uma solução de unidade para a ASEAN. A ASEAN só pode avançar com toda a sua força se formos capazes de assegurar uma solução pacífica e duradoura para o Myanmar”, vincou Marsudi.
Nesse âmbito, destacou, os Estados membros vão analisar novamente o roteiro de cinco pontos para alcançar a paz, aprovado anteriormente para a organização, antes de uma recomendação dos chefes de Estado e de Governo da ASEAN sobre a matéria.
Xanana Gusmão, que discursou no Fórum Empresarial da ASEAN, mantém hoje um encontro de cortesia com o Presidente indonésio Joko Widodo, antes de dois dias intensos de reuniões na cimeira e a nível bilateral.
Entre os encontros previstos, à margem da cimeira, contam-se reuniões com o seu homólogo australiano, Anthony Albanese, e com o secretário-geral da ONU, António Guterres.
ASP // VQ
Lusa/Fim

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PM timorense exorta ASEAN a fortalecer resiliência e estabilidade nos Estados frágeis
Jacarta, 04 set 2023 (Lusa) – O primeiro-ministro de Timor-Leste exortou hoje a ASEAN a contribuir para uma nova ordem mundial, usando a sua própria experiência de consolidação regional para fortalecer a resiliência e estabilidade dos Estados mais frágeis.
“Reconhecendo as extraordinárias conquistas da ASEAN, acredito que tem um papel a desempenhar ajudando a construir resiliência e estabilidade em Estados frágeis”, disse Xanana Gusmão, num fórum empresarial em Jacarta.
A Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), disse Gusmão, “pode fornecer modelos de desenvolvimento soberano para a construção de comunidades fortes, infraestruturas sociais e resiliência económica”.
O primeiro-ministro, que chegou hoje a Jacarta para participar na 43ª. Cimeira da ASEAN, falava no segundo dia do Fórum Empresarial e de Investimento, dedicado ao tema da resiliência e estabilidade na região no contexto das fraturas da economia global.
“Exorto agora a ASEAN a fazer mais – peço que olhe para além da nossa região e se torne parte de uma rede global de apoio aos Estados frágeis, onde a democracia e os direitos humanos são a base da construção de Estados pacíficos”, afirmou Gusmão.
“Numa economia global volátil, a ASEAN pode dar um importante contributo para o reforço da resiliência e da estabilidade internacionais, através da tolerância e da dignidade humana. Trabalhando em conjunto, podemos estabelecer uma melhor ordem internacional baseada numa visão de solidariedade humana e prosperidade partilhada”, considerou o chefe de Governo.
O líder timorense disse que são necessárias novas soluções para a ordem mundial, vincando que “o Ocidente não tem as respostas para o desenvolvimento global”, com um planeta cada vez mais economicamente interligado, mas “demasiados Estados frágeis a enfrentarem a exclusão económica e maus resultados em termos de desenvolvimento”.
Por isso, afirmou Gusmão perante centenas de empresários e líderes económicos regionais, a ASEAN pode usar a sua própria experiência, especialmente na consolidação da capacidade dos Estados, da construção de Governos eficazes, Estado de direito e ordem pública, com uma “mão de obra saudável e instruída”.
“Enquanto tantos países em todo o mundo lutam contra a fragilidade e a agitação, a ASEAN fornece exemplos de economias emergentes fortes que estão estruturadas para o benefício das pessoas”, considerou o primeiro-ministro.
Recordando as “notáveis conquistas económicas” da ASEAN e de vários dos seus países, Gusmão destacou ainda a capacidade da organização para ajudar a “construir nações fortes e estáveis a partir da fragilidade e do conflito”.
Êxitos, vincou o timorense, que não estão a ser replicados noutras zonas do mundo onde perdura a guerra e os conflitos e onde, “em vez de cooperação e harmonia, há a perda generalizada da dignidade humana e da esperança”.
“Muitos países do mundo são incapazes de se integrar, de forma significativa, na economia global. E isso está a levar a que muitas pessoas vivam sem esperança, sem um emprego digno, muitos a viver em favelas, em sociedades que estão em crise”, recordou Gusmão.
Também são os Estados mais frágeis, vincou o primeiro-ministro, que sentem em maior escala os efeitos das alterações climáticas, com povos do Pacífico a viver com a subida do nível do mar, perante a “incapacidade das potências globais” em responder à crise ambiental.
“O fracasso do sistema económico global em desenvolver as regiões mais pobres do mundo está a resultar em fragilidade e perigosos declínios na capacidade do Estado. Está a alimentar a migração em massa e as tragédias a que assistimos nas costas da Europa”, disse Gusmão.
“Está a alimentar o extremismo, o crime transnacional e o crescimento de grupos de milícias”, sublinhou o líder do Governo timorense.
Avaliar o que se passa, sublinhou Gusmão, implica reconhecer os ecos da história, dos sucessivos impactos de conflito, exclusão económica e “intervenção estrangeira que mantém estes países presos num estado de fragilidade”.
Motivo pelo qual, disse o primeiro-ministro, é necessária “uma ordem internacional que se baseie numa visão de solidariedade humana e prosperidade partilhada”, que “ajude os Estados frágeis a reforçar a resiliência e a estabilidade”.
ASP // VQ
Lusa/Fim
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