Novas descobertas sobre misteriosa origem da Zelândia – ZAP Notícias

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Foram reveladas novas informações sobre a Zelândia – vulgarmente conhecida como “o oitavo continente” da Terra. A Zelândia é uma massa terrestre quase inteiramente submersa no sudoeste do Oceano Pacífico – é considerada o “oitavo continente” da Terra. A parte visível da Zelândia inclui a Nova Zelândia e as ilhas circundantes. Aquela massa terrestre fazia originalmente parte do antigo supercontinente Gondwana, que começou a separar-se há cerca de 83 milhões de anos. Ler também: Afinal quantos continentes existem? A Terra teve duas eras climáticas distintas nos últimos 66 milhões de anos. Já sabemos porquê Aproximadamente 94% da superfície de 4,9

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Areia que sobe escadas e paredes? Cientistas acabam de a criar – ZAP Notícias

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Num estudo pioneiro, investigadores da Universidade de Lehigh, nos Estados Unidos, descobriram que a areia pode fluir para cima — conseguindo trepar pelas paredes e até subir e descer escadas. A descoberta, apresentada num artigo publicado esta quarta-feira na revista Nature Communications, foi feita aplicando às partículas areia uma combinação única de torque e atração magnética. Segundo James Gilchrist, professor de Engenharia e Ciências Aplicadas na Universidade de Lehigh e um dos autores do estudo, estas partículas comportam-se como material granular comum — exceto pela surpreendente capacidade que mostraram de se mover para cima. “Usámos equações que descrevem o fluxo

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Gigantesca canoa com 2500 anos descoberta num lago na Suíça – ZAP Notícias

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Uma canoa de grandes dimensões, com 2.500 anos, foi recentemente recuperada do Lago Neuchâtel, na Suíça, surpreendentemente bem preservada. A canoa, inicialmente detetada durante um levantamento aéreo em 2021, foi construída a partir de um tronco de carvalho. Com cerca de 12,8 metros de comprimento e quase um metro de largura, é uma das maiores canoas alguma vez descobertas na Suíça. Apesar da sua idade, a embarcação ancestral encontra-se extraordinariamente bem conservada e completa. Ler também: Canoa indígena com 1.000 anos recuperada de lago nos EUA Naufrágio mais antigo de um país: vídeo mostra barco a 400 metros da superfície

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A China está a ganhar a corrida aos supercomputadores que vão mudar o mundo – ZAP Notícias

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Apesar de não aparecer nos rankings globais devido a receios de sanções dos EUA, a China está discretamente a produzir mais computadores de alto desempenho do que qualquer outro país. Segundo o matemático norte-americano Jack Dongarra, vencedor do Prémio Turing de 202, a China tem atualmente os supercomputadores mais potentes do mundo. Mas, diz o El Confidencial, está a manter esta informação em segredo para evitar potenciais sanções por parte dos Estados Unidos. Atualmente, apenas dois computadores chineses de alto desempenho figuram entre os dez supercomputadores mais potentes do mundo, de acordo com a lista Top500 destes equipamentos. Ler também:

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SATA Air Açores amortiza 60 ME de dívida

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SATA Air Açores amortiza 60 ME de dívida
Ponta Delgada, Açores, 21 set 2023 (Lusa) – A SATA Air Açores amortizou 60 milhões de euros de dívida, um reembolso antecipado que permite à companhia aérea açoriana “poupar cerca de 18 milhões de euros em encargos anuais com financiamentos”, foi hoje anunciado.
Numa nota de imprensa, o Grupo SATA indica que a SATA Air Açores – Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos, S.A. “executou com sucesso” o reembolso antecipado da totalidade do empréstimo obrigacionista de 60 milhões de euros, emitido em dezembro de 2022.
A companhia aérea responsável pelas ligações dentro do arquipélago vai, assim, poupar cerca de 1,2 milhões de euros em 2023 e “reduzirá os encargos anuais com financiamentos ao longo dos próximos três anos, o que totaliza cerca de 17 milhões de euros de poupança nesse período”.
No seguimento do plano de reestruturação aprovado pela Comissão Europeia em 07 de junho de 2022, e de acordo com as obrigações nele definidas, sem aval do Governo Regional dos Açores, em dezembro de 2022 a empresa necessitou de contratar um financiamento de 60 milhões de euros junto da J.P. Morgan Societas Europaea (J.P.Morgan), através da emissão de 600 obrigações com o valor nominal de 100 mil euros cada, com maturidade a 20 de dezembro de 2026.
“Essa emissão teve como finalidade a amortização antecipada de dívida financeira antiga, processo que ficou concluído no final de 2022, com a liquidação de financiamentos no valor total aproximado de 40,8 milhões de euros”, explica ainda o grupo SATA.
Citada na nota enviada às redações, a CEO (diretora executiva) do grupo, Teresa Gonçalves, sublinha que se trata de “um momento histórico para a SATA e para todos os colaboradores que, diariamente, têm contribuído para a evolução positiva do negócio”.
“É um sinal claro de que estamos a fazer todos os esforços para recuperar a SATA e criar as melhores condições para garantir a sua continuidade de forma sustentada”, diz.
A CEO ressalva que a companhia poderia ter optado por não amortizar já esta dívida, mas tal implicaria continuar “a ter custos financeiros muito significativos com este financiamento, o que, a prazo, seria muito penalizador”.
“E se esta decisão revela o esforço que tem sido feito, é também importante que haja a consciência da responsabilidade e importância que a mesma tem, exigindo de cada um de nós um rigor cada vez maior em tudo aquilo que fazemos na companhia, com o objetivo de continuar a crescer receita com a máxima otimização de custos”, afirma.
Este, acrescenta, é mais um passo “no caminho da consolidação das suas contas e da redução do nível de endividamento”.
As empresas do universo do grupo, a SATA Air Açores e Azores Airlines, registaram um resultado negativo de 30 milhões de euros no primeiro trimestre de 2023.
Segundo o relatório das demonstrações financeiras referentes a esse período, registaram-se 23 milhões de euros negativos na SATA Internacional (responsável pelas ligações de e para o arquipélago) e sete milhões na SATA Air Açores.
O passivo da Azores Airlines cresceu 108,7 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, em relação ao período homólogo.
Na SATA Air Açores, o passivo foi reduzido em 142,2 milhões de euros do primeiro trimestre de 2022 (475.993.071 euros) para o mesmo período de 2023 (333.708.307 euros).
O Grupo SATA encontra-se sob um plano de reestruturação financeira na sequência da submissão de um pedido à Comissão Europeia.
APE (JME) // ROC
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Eduardo Moniz

Com o recorde de passageiros a dívida continua imagina se houver um ano com menos quanto não vai crescer esta dívida
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DIAS DE MELO DEIXOU-NOS HÁ 14 ANOS

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Faz hoje 14 anos que o escritor Dias de Melo faleceu e que um dia disse:
“Sou escritor. Português – porque sou cidadão do meu País, Portugal. Açoriano – porque sou cidadão dos Açores. Mas, mais restritamente e acima de tudo – sou um escritor do Pico. Da minha Ilha, da minha Terra. E, porque sou Povo – do Povo da minha, da nossa Ilha, da minha, da nossa Terra”
Dias de Melo nasceu na freguesia da Calheta de Nesquim, ilha do Pico a 8 de Abril de 1925 e faleceu na cidade de Ponta Delgada a 24 de Setembro de 2008. Iniciou o seu percurso literário nos anos 50 com um livro de poesia intitulado “Toadas do Mar e da Terra”. No entanto, foi com a sua obra “Pedras Negras” que ganhou maior destaque.
Quem privou mais de perto com ele refere-o como um homem simples, bom conversador e extremamente culto.
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Justiça arquiva morte de Marcelo pela quarta vez – Portugal – Correio da Manhã

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Moisés Fonseca confessou morte do cunhado, mas a mesma nunca foi validada e caso foi sempre arquivado.

Source: Justiça arquiva morte de Marcelo pela quarta vez – Portugal – Correio da Manhã

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vai um joguinho?

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38º colóquio da lusofonia Ribeira Grande out 2023

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mapa do AICEP gera mal-estar entre diplomatas

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Novo mapa do AICEP gera mal-estar entre diplomatas
Já começaram a chegar ao MNE cartas de embaixadores protestando contra o encerramento de delegações. Timor, por exemplo, passa a estar sob a alçada do escritório da agência portuguesa na Indonésia.
JOANA MOURÃO CARVALHO
22 de Setembro 2023
Vários embaixadores e delegados estão indignados com o fecho de delegações da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). O novo conselho de administração liderado por Filipe Costa, que tomou posse em junho deste ano como presidente da AICEP, decidiu fechar as delegações de África do Sul (que passará a ser acompanhada desde Maputo, em Moçambique), Senegal, Timor Leste (que passará a estar representada na Indonésia), Cantão, na China, Irão, Chile, Colômbia, Venezuela, Cuba, Grécia, Roménia, Hungria, República Checa e ainda Viena, na Áustria.
Apesar do atual contexto de guerra na Ucrânia, o novo mapa da rede externa mantém a delegação de Moscovo, na Rússia. Vão ainda abrir três delegações em Singapura, Riade, na Arábia Saudita, e Tel Aviv, em Israel.
Ao que o Nascer do SOL apurou, os embaixadores e os delegados afetados não foram contactados previamente sobre a decisão e tomaram conhecimento durante uma reunião online de apresentação da nova administração no início desta semana.
Vários diplomatas já fizeram chegar cartas ao Ministério dos Negócios Estrangeiros «revoltados por não terem sido consultados nem informados» e a manifestarem a sua «total discordância» face ao encerramento dos vários escritórios.
A preocupação é também que o comércio externo, a internacionalização e o apoio às exportações das pequenas e médias empresas deixem de ser prioritários.
Em junho, o secretário de Estado da Internacionalização, Bernardo Ivo Cruz, já tinha antecipado que o Governo pretendia uma revisão para «diversificar a rede externa» da AICEP.
«Não pomos de parte, neste momento, fechar ou abrir [delegações], temos é de ver para onde é que as empresa querem ir e precisam de ir, aonde é que, nos parece útil e importante estarmos para que as empresas tenham apoio nos seus modelos de internacionalização», afirmou na altura Bernardo Ivo Cruz aos jornalistas, à margem da apresentação dos objetivos para novo mandato da AICEP.
Fim
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Milhares de britânicos manifestaram-se em Londres pela reintegração na UE – Impala

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Alguns milhares de pessoas manifestaram-se hoje em Londres pela reintegração do Reino Unido na União Europeia (UE), movimento que esperam que aumente e coloque pressão nos partidos políticos para reverter o ‘Brexit’.  – Impala

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Australia now requires medical exams for travelers over 75

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The Australian government wants tourists older than 75 to get a visa that requires a chest X-ray and a medical exam from one of their certified doctors before entering the country.

Source: Australia now requires medical exams for travelers over 75

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Um poeta cavalheiro chamado Eduíno de Jesus POR VICTOR RUI DORES

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Caras e caros amigos
Tomo a liberdade de vos enviar a minha recensão, hoje publicada no “Açoriano Oriental”, sobre a poética do grande Eduíno de Jesus.
Bom fim de semana e o meu abraço de mar.
Victor Rui Dores

 

Um poeta cavalheiro

chamado Eduíno de Jesus

 

 

“Poesia, minha amante” (pág. 43).

 

A caminho dos 96 anos de idade e com 70 de carreira literária, Eduíno de Jesus, micaelense dos Arrifes e açoriano do mundo, continua igual a si próprio: agudo e arguto observador da realidade, homem da cultura e da finura, minucioso e reflexivo, bem formado e informado, intelectual gentil, generoso e fraterno, autor do pensamento vigilante e de uma ironia requintadíssima que só pode ser sinal de inteligência e sabedoria.

Poeta perfeccionista de agudíssima sensibilidade e apreciáveis recursos sensoriais, ensaísta igualmente exigente e de primeiríssima água – dos que se escusam a modas e traficâncias e escrevem sem pressas e sem ânsias editoriais. Também crítico literário e de artes plásticas, conferencista, prefaciador, autor teatral, interlocutor precioso e amabilíssimo, dele acabo de ler o livro Como tenuíssima espuma de luz – Poética Fragmentária (Nona Poesia, 2021).

Poética fragmentária e poemas de circunstância. Mas por mais que alguns façam crer o contrário, tenho para mim que todos os poemas são de circunstância. É só preciso que as circunstâncias sejam as do poeta: a circunstância exterior deve coincidir com a circunstância interior, como se o poeta a tivesse produzido.

Nesta ordem de ideias, é de circunstância o referido livro de Eduíno de Jesus. Livro de circunstância porque forjado à luz da observação do real, do vivido e do sentido, num jogo do mítico e do simbólico. Pesquisador subtil de realidades visíveis e invisíveis, o autor envereda por uma poética da intimidade, da sensualidade, da expressão amorosa e da contemplação erótica, a que os desenhos de Artur Bual dão força e expressão. Esta intimidade, esta “poesia do corpo” não é mais do que a relação que o sujeito estabelece com a sua escrita: é a sua atitude (vigilante) em relação às palavras, a sua maneira de as acolher e de as convocar, de as surpreender e de se surpreender com elas. Os poemas “Gaia ciência”, “Artesania poética” e “As palavras” são disso um bom exemplo.

Por conseguinte, herdeiro assumido da tradição oral, Eduíno de Jesus escreve afetos, emoções e sentimentos reabilitando a palavra poética e o sentido mágico do poema. E fala sobre as encruzilhadas da vida e sobre mitologias do quotidiano. E, com mestria, busca o silêncio que há nas palavras. E tudo isto através de versos certeiros e harmoniosos. Porque a sua poesia é isso mesmo: a busca de um silêncio e de uma harmonia em tempo de muitos ruídos e de múltiplas dissonâncias.

Ao escrever poesia, Eduíno de Jesus mantém uma relação com o tecido literário, poético, cultural e civilizacional que a precede. E, na minha opinião, é aqui que está o selo da modernidade da sua poesia (há mais de meio século que ele é apelidado de “poeta modernista”…). Por isso, esta é uma poesia de todos os tempos e de todos os lugares.

Este sentido de modernidade está na maneira hábil como Eduíno soube e sabe situar-se entre uma tradição literária e poética e uma renovação dessa mesma modernidade. É óbvio que alguns dos seus poemas denotam algum (neo)romantismo, mas Eduíno de Jesus está longe de ser um poeta romântico. Ele esteve por dentro das vanguardas literárias e artísticas, é dado a experimentações linguísticas, mas não é autor de ruturas nem de transgressões. É certo que bebeu fundo da fonte do Simbolismo, havendo quem o considere um dos mais significativos poetas simbolistas da “geração de 50” do século transato. E, no entanto, ele não é propriamente um simbolista “puro e duro”, nem tão pouco enveredou por um “simbolismo insular”, à maneira de Roberto de Mesquita. Apesar de uma ou outra influência, o Surrealismo e o Concretismo passam de raspão na sua poesia, onde nem tão pouco se vislumbram ressonâncias da “Presença” ou do Neo-Realismo (a arte social versus arte pura passam-lhe de largo).

Para mim Eduíno de Jesus é tão somente um imenso poeta. Isto é, um incansável trabalhador (artesão) da palavra. Um poeta lírico sui generis, profundamente humano, que observa o real e disseca a sua vida (a sua alma?) – como Vernet agarrado ao mastro do navio para estudar a tempestade…

Perante o enigma do real, o poeta dirige a sua atenção (nua e pura) não só para dizer o que o seu olhar vê, mas também para ordenar e exprimir (recriar) o caos interior, a vertigem do inumerável e do inexprimível. Daí que ele parta em busca do indizível.

Apreendendo a lição de Paul Verlaine (a musicalidade da palavra), Eduíno encontrou a sua própria voz, a sua linguagem, a sua “petite musique”. Por isso escreve com esmero técnico, apurado sentido estético e grande sensibilidade artística. Por isso os seus versos são de boa ressonância musical, prenhes de poeticidade e de sedutora prosódia. Ou seja, são envolventes e fascinantes e de grande beleza plástica e visual.

A propósito do que acima vem exposto, recomendo vivamente a leitura de Os Silos do Silêncio – Poesia (1948-2004), Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2005, livro que reúne a maior parte da poética de Eduíno e que é fundamental para quem quiser saber um pouco mais sobre o destino da vida humana no teatro do mundo.

Urge que, agora, ele (ou alguém por ele) recolha, para publicação imediata, o muito material ensaístico que tem inédito, mas que o seu grau de excessiva exigência e perfecionismo não deixa vir cá para fora…

Até lá, longa vida ao Eduíno de Jesus.

 

 

Victor Rui Dores

 

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“Há muitos emigrantes que querem regressar à Madeira e aos Açores”

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O diretor do Programa Regressar, José Albano, afirmou hoje que muitos emigrantes madeirenses e açorianos estão interessados em beneficiar dos apoios do Programa Regressar e espera que seja possível abranger aquelas regiões no próximo ano.

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MULHER PILOTO

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